Sei que muitos não valorizam a afetividade, mas o tempo se encarrega de mostrar que as pessoas grosseiras acabam na solidão. Não convém perder tempo: estamos neste mundo para sermos humanos bons e fraternos. Como é admirável a vida de uma pessoa do bem, sempre sorridente, prestativa e de fácil acesso. Seguidamente fico pensando: a humanidade facilitou a vida, estamos vivendo mais e, mesmo assim, não amolecemos o coração. Cérebro não nos falta, mas o coração anda se esvaziando com muita facilidade. Com delicadeza, a vida acerta o passo e vibra com o compasso.
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