Total de visualizações de página

terça-feira, 3 de novembro de 2026

DEFINIU

 31 DIAS DA TOTALIDADE 


23º DIA

VOCÊ JÁ DEFINIU O TESTEMUNHO QUE DESEJA VIVER? SUA FÉ ESTÁ SE MOVENDO POR ELE?


Chegamos ao vigésimo terceiro dia do nosso propósito e hoje começamos nossos três dias extras de busca, sexta, sábado e domingo. São três dias para intensificar a oração, o jejum e a nossa entrega diante de Deus. Mas hoje eu quero fazer você pensar: qual é o testemunho que você está buscando viver? Você realmente tem lutado por essa causa ou apenas se acostumou a falar dela? Porque existe uma diferença entre desejar uma resposta e se posicionar em oração por aquilo que tanto deseja. Tem gente que passa horas falando do problema, contando para os outros o que está acontecendo, alimentando o medo, mas não consegue passar alguns minutos de joelhos apresentando aquela situação ao Senhor Jesus. Você diz que acredita, mas sua boca continua anunciando derrota. Diz que entregou, mas vive alimentando a dúvida. Até quando você vai dar mais atenção ao tamanho da batalha do que à sua comunhão com Deus? Ana derramou sua alma diante do Senhor por aquilo que tanto desejava. Ela não tinha a resposta nas mãos, mas levou sua dor à presença de Deus. E hoje eu quero que você faça isso. Não permita que esses três dias sejam apenas mais três dias no calendário. Estamos nos aproximando do fim deste propósito, e agora é hora de colocar mais lenha nessa fogueira. Qual é a causa que você vai apresentar diante de Deus com toda a sua fé? É sua família? Sua saúde? Um livramento? Uma restauração? Uma porta que precisa se abrir? Uma situação que parece impossível? Não transforme sua fé em desespero, mas também não permita que a acomodação tome o lugar da perseverança. Você quer contar um testemunho? Então viva esses três dias buscando a Deus com uma intensidade que ainda não havia dedicado a essa causa.


ATO DE FÉ DO 23º DIA: durante sexta, sábado e domingo, separe três momentos de oração por dia para apresentar a causa pela qual você deseja viver um testemunho. Se estiver participando do ato de fé com o azeite do propósito, coloque nele o nome da pessoa ou da situação e apresente essa causa ao Senhor Jesus. Lembre-se de que o azeite é um símbolo de consagração, não uma garantia de resposta. Se puder jejuar com segurança, acrescente esse momento de renúncia. E faça um voto com sua boca: nesses três dias, não fique anunciando derrota sobre aquilo que está colocando nas mãos de Deus. Ore, persevere e confie. Não estamos comprando um milagre. Estamos demonstrando que nossa confiança está no Senhor.


ORAÇÃO: Senhor Jesus, hoje eu coloco diante de Ti a causa que tanto desejo transformar em testemunho. Tu conheces minhas lágrimas, minhas batalhas e aquilo que ninguém mais consegue resolver. Nestes três dias, fortalece minha fé, renova minhas forças e não permita que o medo seja maior que minha confiança em Ti. Espírito Santo, ajuda-me a orar e intercede por mim segundo a vontade de Deus. Eu entrego esta causa nas Tuas mãos e declaro que não vou abandonar minha fé por causa das circunstâncias. Seja feita a Tua vontade. Em nome de Jesus, amém.


“E contou-lhe todo o seu coração, e disse: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito […] tenho derramado a minha alma perante o Senhor.” 1 Samuel 1:15

PECADO

 O pecado pode até permanecer como uma luta na vida de alguém que foi alcançado pela graça, mas jamais deve se tornar um lugar de acomodação. A identidade de filho não é uma licença para pecar, mas um chamado para viver em santidade.


A Bíblia nos ensina que a graça de Deus não apenas perdoa o pecador, mas também o transforma. Em Cristo, recebemos uma nova identidade, uma nova natureza e um novo propósito. Não fomos chamados para fazer as pazes com aquilo que levou Cristo à cruz.


O perigo não está somente em cair, mas em perder a sensibilidade diante do pecado, justificar aquilo que Deus condena e permanecer onde o Espírito Santo nos chama a sair.


Paulo faz uma pergunta confrontadora:


“Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum!” (Romanos 6:1-2).


Quem foi alcançado por Cristo não pode tratar como morada aquilo de que foi resgatado. A santificação é uma evidência da obra da graça em nós.


Não confunda a paciência de Deus com aprovação. Ele nos recebe como estamos, mas seu amor jamais nos deixa como estamos.


Você não foi chamado para viver esquecido de quem é em Cristo, mas para manifestar, por meio de uma vida transformada, a identidade que recebeu pela graça.

FAMILIA



Construir uma família não é apenas dividir o mesmo teto, compartilhar refeições ou carregar o mesmo sobrenome. É cultivar um ambiente onde Deus seja honrado, o amor seja praticado, o perdão seja exercitado e a Palavra seja o fundamento de todas as relações.


Uma casa verdadeiramente abençoada não é aquela onde nunca existem conflitos, lágrimas ou dificuldades, mas aquela onde existe disposição para buscar a Deus mesmo em meio às imperfeições. Onde o orgulho cede lugar ao perdão, a ira dá lugar à mansidão e o egoísmo é vencido pelo amor.


A Bíblia não promete uma família livre de tempestades, mas nos ensina onde devemos edificar nossa casa: sobre a Rocha, que é Cristo.


Josué declarou: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” (Josué 24:15).


Que nossos lares não sejam apenas lugares de descanso físico, mas ambientes de formação espiritual. Que nossos filhos encontrem em nós exemplos de fé, que nossos cônjuges encontrem companheirismo e que a presença de Cristo seja mais evidente do que qualquer riqueza material.


Porque uma casa pode ter móveis caros, uma mesa farta e paredes bonitas, mas, se Cristo não for o fundamento, estará faltando aquilo que realmente importa.


Que nunca nos falte Deus à mesa, amor no coração, perdão nas relações e a Palavra como fundamento do nosso lar.


A maior herança que uma família pode deixar não é um patrimônio, mas uma geração que aprendeu a amar, temer e servir ao Senhor.


ORANDO

 Versículo do dia: Ele está orando. (Atos 9.11)

As orações são instantaneamente observadas no céu. No momento em que Saulo começou a orar, o Senhor o ouviu. Isto traz descanso à alma atribulada que ora. Freqüentemente, uma pessoa aflita e triste dobra os joelhos, mas pode expressar o seu lamento apenas na linguagem de suspiros e lágrimas. Contudo, esse gemido tem feito todas as harpas do céu vibrarem em músicas. Essas lágrimas são apanhadas por Deus e entesouradas no céu. “Recolheste as minhas lágrimas no teu odre” (Salmos 56.8) implica que são apanhadas enquanto fluem. O suplicante cujos temores obstruem as palavras será entendido pelo Altíssimo. O suplicante pode tão-somente erguer os olhos embaçados, mas oração é o cair de uma lágrima. As lágrimas são diamantes do céu, e os suspiros, parte da música da corte de Jeová. Elas são contadas juntamente com as mais sublimes melodias que chegam à Majestade, no céu. Não pense que a sua oração, embora seja fraca ou inconstante, será desconsiderada. A escada de Jacó é alta, mas a nossa oração subirá as suas voltas cintilantes e repousará sobre o Anjo da aliança. Nosso Deus não somente ouve a oração, mas tem prazer em ouvi-la. Ele “não se esquece do clamor dos aflitos” (Salmos 9.12). É verdade que Deus não atenta a olhos altivos e palavras imponentes; não leva em conta a pompa e o esplendor de reis. Deus não ouve o volume da música marcial. Ele não atenta ao triunfo e arrogância dos homens. Mas, onde houver um coração repleto de tristeza, lábios tremendo com agonia, um profundo gemido ou suspiros de arrependimento, ali o coração de Jeová estará. Ele registra isso no livro de recordações. Ele coloca as nossas orações, como folhas de rosas, entre as páginas de seu livro de lembranças, e, quando o livro for aberto, no final, exalará uma preciosa fragrância. A fé não pede sinal dos céus, Para mostrar que a oração foi ouvida, Nosso Sacerdote está em seu lugar santo, E do trono da graça, ela é respondida.



TUDO

 “Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.”

Mateus 6:6


Há um chamado que ecoa para além das agendas e da correria:

o chamado para o secreto.


Não é um convite para o isolamento, mas para a comunhão.

Não é um peso religioso, é um convite de amor.

Porque o coração de Deus não busca desempenho, Ele busca relacionamento.


O secreto é o lugar onde a alma desacelera, o ego silencia e o espírito desperta.

É ali que a Palavra deixa de ser apenas letra e se torna voz viva.


Deus está chamando você pra longe do barulho, das distrações, da correria que rouba a sensibilidade espiritual.

Ele quer você inteira de novo.

Quer te ter sem pressa, sem máscaras, sem distrações.


Porque há um cansaço que descanso nenhum resolve — só a presença.

Há uma confusão que conselho nenhum esclarece — só a voz dEle.


E é por isso que o Espírito Santo te chama hoje:

“Fecha a porta. Silencia o mundo. Volta pro lugar onde Eu falo contigo.”


Você anda esgotada porque tenta resolver no movimento o que só se cura na presença.

Anda vazia porque tem alimentado a alma com palavras, mas não com Palavra.

Anda forte por fora, mas cansada por dentro, porque vive pra servir, e esqueceu de se assentar.


O secreto não é um lugar de fuga.

É o lugar da tua restauração.

É o lugar onde Deus recolhe os pedaços que a correria deixou pra trás.

É onde as lágrimas viram consagração, e onde o amor volta a ser simples e puro.


Mulher, Deus sente falta de te ouvir.

Sente falta do tempo em que você chorava na presença sem pedir nada, só pra estar com Ele.

Sente falta da voz da filha que Ele ama.


Volta.

Antes de buscar direção, volta pra presença.

Antes de procurar respostas, volta pro secreto.

Porque tudo o que você perdeu no caminho, a presença devolve.


Ele não quer te sobrecarregar — quer te reencontrar.

E esse reencontro começa quando você decide parar tudo… e entrar no quarto.


Fecha a porta.

Ele ainda está lá.

Esperando você. 🧡


Se esse devocional falou com você, comente:

👉 “Senhor, eu quero o lugar secreto.”

E compartilhe esse convite com outras mulheres.


Alessandra Ferreira

Alessandra Ferreira

AGUA

“Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo.”
Salmos 42:1-2a
É bem comum pessoas se apegarem a Deus nessas épocas e, quando tudo está mais calmo ou resolvido, esquecem-se de Deus. Não é que façam isso conscientemente ou de propósito, mas, por não precisarem tanto, acabam se distraindo com outras coisas e, quando se dão conta, estão vivendo sua vida como se Deus nem existisse…

É fácil julgar quem age assim, mas a verdade é que todos nós corremos o risco de cair nesta armadilha: nos distanciar de Deus por não sentirmos tanta necessidade dEle assim. Grande engano.

Não foi à toa que o apóstolo Paulo escreveu: “Pois, quando sou fraco é que sou forte” (2 Coríntios 12:10b). A nossa incapacidade de dar solução a algo e saber que só Deus pode resolver, nos faz depender dEle, e isso nos torna fortes. Já a nossa força humana, quando parece estar em alta, nos dá a falsa sensação de que não precisamos de ninguém.

É preciso vigiar. Vigiar para não ficarmos mornos e, consequentemente, nos desligarmos da nossa fonte de vida, que é Jesus.

Nos dias difíceis, Ele nos sustenta, nos fortalece e nos dá esperança com as promessas que nos faz. Nos dias bons, o amor dEle continua sendo o nosso grande presente e a nossa gratidão deve motivar a nossa busca por mais dEle.

Hoje, você pode parar e perceber como anda a “temperatura” do seu relacionamento com o Pai? Como você tem agido quando tudo está fluindo positivamente?

Sejamos gratos e constantes, sempre conectados em Deus, não importa se os dias são bons ou maus. Assim, estaremos preparados todos os dias para o que vier!

MUNDO

 Nem todo mundo vai compreender aquilo que Deus está fazendo na sua vida. E você não precisa transformar cada conversa em uma tentativa de provar isso. 


A Bíblia nos ensina que há tempo de falar e tempo de ficar em silêncio (Eclesiastes 3:7). Nem toda discussão merece sua energia, nem toda opinião exige uma resposta. Mas cuidado, discernimento não é se considerar superior aos outros. Jesus nos chamou para ensinar com amor, responder com mansidão e nunca permitir que o orgulho fale mais alto do que a verdade. 


Você não precisa convencer todo mundo de que existe um oceano além do lago que conhece. Mas precisa ter humildade para reconhecer que também há coisas que ainda não conhece. 


Maturidade espiritual é saber quando falar, como falar e quando o silêncio glorifica mais a Deus do que qualquer argumento. Peça ao Senhor sabedoria para discernir suas palavras, guardar seu coração e agir de maneira que honre a Cristo. 


Compartilhe esta reflexão com alguém que precisa aprender que nem toda discussão merece uma resposta. Que Deus nos dê sabedoria para falar com graça, agir com discernimento e refletir o caráter de Cristo em cada atitude.



DEFINIU

 31 DIAS DA TOTALIDADE  23º DIA VOCÊ JÁ DEFINIU O TESTEMUNHO QUE DESEJA VIVER? SUA FÉ ESTÁ SE MOVENDO POR ELE? Chegamos ao vigésimo terceiro...