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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

ALMA

 “Elevar a alma” significa direcionar a vida interior totalmente a Deus: pensamentos, desejos, medos e decisões. É um ato consciente de confiança e dependência.

Davi demonstra nesse texto que a verdadeira oração nasce de um coração que se apoia inteiramente no Senhor.

No dia a dia, elevar a alma é viver essa dependência de forma prática. Antes de tomar decisões, você ora; em meio às pressões, entrega sua ansiedade a Deus; ao enfrentar conflitos, busca direção nas Escrituras. Em vez de reagir pela emoção, você submete pensamentos e atitudes ao Senhor. 

Assim, trabalho, família e outros desafios tornam-se oportunidades constantes de confiança. Como afirma 1 Pedro 5:7: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade”.

“Elevar a alma” é abandonar a autoconfiança e reconhecer que você não pode dirigir-se sozinho ou se salvar. É arrepender-se dos pecados da autossuficiência e orgulho e confiar somente em Cristo. Jesus viveu perfeitamente, morreu na cruz em nosso lugar e ressuscitou ao terceiro dia. Ao crer n’Ele, você recebe perdão dos pecados e vida hoje e eterna.

“Elevar a alma”, portanto, não é apenas um gesto poético; é uma entrega real. Hoje, você pode escolher tirar os olhos das circunstâncias e fixá-los no Senhor. Confie, entregue-se e descanse na graça salvadora de Deus. Provérbios 3:5 reforça: “Confia no Senhor de todo o teu coração”.


APENAS

 A cultura do nosso tempo é marcada pela vitrine. Muitos vivem para impressionar os outros, exibindo conquistas, aparência, palavras e até espiritualidade. Esta cultura é nociva ao cristão porque desloca o centro do coração. Em vez de vivermos diante de Deus, começamos a viver diante do olhar alheio. E, quando a plateia se torna o nosso tribunal, passamos a decidir com base em aplausos, não em convicções. O resultado é uma fé frágil, ansiosa e dependente de aprovação humana.

Paulo nos confronta de forma direta: “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo” (Gl 1:10). Ele mostra que agradar a homens, como propósito de vida, é incompatível com servir a Cristo. Mais adiante, ao lembrar o modo como anunciava o evangelho, Paulo afirma: “... assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração” (1Ts 2:4). Note o ponto central: Deus prova o coração. Não apenas as palavras, nem apenas os resultados, mas as motivações.
Portanto, duas aplicações se tornam necessárias. A primeira diz respeito ao que você consome. Não compre o que você não precisa com o dinheiro que você não tem para impressionar a quem você não conhece. Vivemos em um país com muitos endividados. Há várias razões para isso, mas uma delas é o consumismo orientado pelo desejo de parecer bem, de sustentar uma imagem e manter um status. Cuidado! A vitrine cobra caro. Ela rouba a paz, endivida o bolso, compromete o futuro, aprisiona a família e alimenta a vaidade. O cristão é chamado à sobriedade. Contentamento e simplicidade são atos de fé.
A segunda aplicação é sobre a sua real aprovação. Paulo orienta Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Tm 2:15). Observe: é “a Deus” que devemos nos apresentar. É Ele quem aprova ou reprova. A pergunta decisiva não é: o que as pessoas pensam de mim? A pergunta é: como Deus me vê? Ele conhece o secreto, pesa o coração e julga com justiça. Devemos ter muito cuidado para não sermos aprovados pelos homens e reprovados por Deus.
Portanto, viva para um único olhar, o do Senhor Deus. Deixe que a sua identidade seja firmada nele. E, quando a tentação de impressionar surgir, escolha agradar a Cristo. A aprovação dele vale mais do que todos os aplausos do mundo.

CRENTE

 Há crentes que estão há anos sentados nos mesmos bancos, ouvindo as mesmas pregações, cantando os mesmos louvores… mas nunca estenderam a mão para trazer alguém para perto de Cristo.

Frequentam a igreja, mas não vivem a missão. Conhecem os versículos, mas não manifestam o amor.
O evangelho nunca foi sobre ocupar um lugar sempre foi sobre abrir espaço.
Jesus não disse: “Ide e julgai”. Ele disse: “Ide e fazei discípulos” (Mateus 28:19). A ordem é clara: gerar filhos espirituais, não afastá-los. Construir pontes, não muros. Curar, não ferir.
O próprio Jesus Cristo foi acusado de andar com pecadores, porque preferia sentar-se à mesa com os quebrados do que manter aparência diante dos religiosos (Lucas 5:30-32). Ele nunca expulsou quem vinha arrependido mas confrontou duramente quem usava a religião para afastar pessoas de Deus.
Há crentes que defendem a doutrina, mas esqueceram do amor. E a Escritura é clara: “Se não tiver amor, nada serei” (1 Coríntios 13:2). Ortodoxia sem compaixão se transforma em dureza. Verdade sem graça vira arma.
Quantas pessoas deixaram de voltar à igreja porque encontraram frieza ao invés de abraço? Quantos feridos chegaram buscando cura e saíram carregando mais peso do que trouxeram?
O Reino cresce por atração do amor, não por imposição do medo.
Ser igreja é refletir Cristo. É lembrar que um dia também fomos alcançados quando não merecíamos. É entender que a mesma graça que nos resgatou precisa alcançar outros através de nós.
Se nossas palavras afastam mais do que aproximam, precisamos voltar ao Evangelho.
Se nossa postura seleciona quem “merece” estar, esquecemos que ninguém merecia e mesmo assim fomos chamados.
Que sejamos pontes.
Que sejamos abrigo.
Que sejamos resposta de oração para quem está tentando voltar.
Porque permanecer anos dentro de uma igreja não significa maturidade.
Maturidade é gerar vida.
É amar como Cristo amou

PORTAS

 Se todas as portas se fechassem…

Se o céu permanecesse em silêncio…

Se nenhuma das minhas petições fosse atendida como eu pedi…


Ainda assim, haveria uma resposta que ecoa por toda a eternidade: a Cruz.


Porque no Calvário, Deus já me respondeu da forma mais profunda possível.

Antes do meu clamor, houve sangue.

Antes da minha necessidade, houve sacrifício.

Antes das minhas lágrimas, houve redenção.


A maior prova do amor de Deus não está no que Ele ainda fará, mas no que Ele já fez.

“Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)


Minha gratidão não depende de milagres diários, mas de um milagre eterno:

a obra consumada de Jesus Cristo na cruz.


Se Ele nunca mais me desse nada…

Ele já teria sido suficiente.


Porque quem entendeu a Cruz, aprendeu que a maior resposta já foi dada. ✝️

OVELHA

 Eu achava exagero Jesus deixar 99 ovelhas para buscar apenas uma…

Até que essa “uma” fui eu.
Eu achava que era poesia bonita, metáfora forte demais, emoção religiosa.
Mas então eu me perdi não necessariamente longe da igreja, mas longe do coração. E foi ali que entendi: o amor do Pastor não é estatística, é pessoal.
Em Evangelho de Lucas 15:4-7, Jesus conta que o pastor deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da que se perdeu, até encontrá-la. Ele não espera que ela volte sozinha. Ele não envia outro. Ele vai.
E foi isso que Ele fez comigo.
Ele me encontrou nos meus medos, nas minhas incoerências, nas minhas culpas escondidas. Me encontrou quando eu mesma já tinha desistido de mim. Porque o amor de Cristo não é lógico aos olhos humanos é graça escandalosa.
Enquanto eu achava que precisava merecer, Ele já estava buscando.
Enquanto eu me escondia, Ele chamava pelo meu nome.
A cruz não foi por multidões anônimas. Foi por pessoas. Foi por mim.
“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lucas 19:10)
Hoje eu entendo: as 99 importam, mas a “uma” nunca é esquecida.
E se você se sente essa “uma” distante, quebrada ou invisível… saiba: o Pastor ainda caminha por vales, atravessa desertos e entra em lugares improváveis para te trazer de volta nos braços.
Eu era a ovelha perdida.
E fui encontrada.

PALAVRA


 

 A vida acontece muito mais no sentir do que no pensar... Deus seja nossa luz e inspire o melhor para o nosso coração... São tantas coisas paras erem encaminhadas... É imprescindível estar em paz e em sintonia com Deus... Feliz dia! “Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento.” (Provérbios 21,23). O mundo das palavras está clamando por intervalos de silêncio. Sabemos falar, mas nem sempre utilizamos a palavra certa na hora certa. Nunca foi tão necessário pensar bem antes de falar. A fala é uma das forças mais delicadas confiadas ao ser humano. Com ela se consola, orienta, encoraja, mas também se fere, expõe e destrói. Muitas dores que se arrastam por anos começaram em frases ditas sem reflexão, em respostas impulsivas, em críticas lançadas como se não deixassem marcas. O coração, quando ferido por palavras duras, guarda cicatrizes que nem sempre são visíveis. Por isso, o cuidado ao falar é sinal de maturidade espiritual. Não se trata de viver em silêncio constante, mas de permitir que a palavra passe antes pelo crivo da consciência. Deus nos escuta mesmo quando ninguém mais ouve, e Ele conhece a intenção que sustenta cada expressão. Falar com responsabilidade é reconhecer que o outro é território sagrado, que merece respeito mesmo em meio a discordâncias. Há conflitos que se acendem apenas porque alguém preferiu vencer um argumento a preservar uma relação. A palavra precipitada pode satisfazer o orgulho por um instante, mas prolongar o sofrimento por muito tempo. Já a palavra ponderada, ainda que firme, traz serenidade e abre espaço para entendimento. O silêncio, quando escolhido com sabedoria, também é forma de cuidado. Nem toda verdade precisa ser dita de qualquer maneira, nem toda opinião precisa ser expressa. A prudência não diminui autenticidade, ela a qualifica. Quem aprende a medir o que fala descobre que muitas dores poderiam ter sido evitadas com um pouco mais de escuta e menos impulsividade. O espírito amadurece quando a boca deixa de ser instrumento de descarga emocional e passa a ser canal de edificação. Deus se agrada de corações que sabem unir verdade e misericórdia. E quando a fala nasce desse equilíbrio, as relações se tornam mais saudáveis, a convivência mais leve e a própria consciência mais tranquila. Assim, o cuidado com as palavras deixa de ser esforço pesado e se transforma em expressão natural de respeito.

AMOR

 O verdadeiro amor não é apressado, porque entende que aquilo que nasce em Deus amadurece no tempo certo. Ele sabe esperar, porque confia que “há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). Amor que vem do alto não é movido pela ansiedade, mas pela fé.

O verdadeiro amor suporta, porque foi forjado na cruz. A Escritura declara:
“O amor é paciente, é benigno… tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13:4,7)
Suportar não é aceitar qualquer coisa, mas permanecer fiel mesmo quando as emoções oscilam, mesmo quando os ventos são contrários. É escolher permanecer quando seria mais fácil desistir.
E o verdadeiro amor supera. Supera crises, supera falhas, supera orgulho. Porque não é alimentado pelo ego, mas pela graça. “Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o vínculo da perfeição.” (Colossenses 3:14)
Quem ama segundo Deus entende que amor não é apenas sentimento — é decisão diária, é renúncia, é compromisso. É esperar sem pressionar, suportar sem ferir e superar sem desistir.
O amor verdadeiro não é frágil.
Ele é paciente.
Ele é resistente.
Ele é eterno.
Porque sua fonte é o próprio Deus, “pois Deus é amor.” (1 João 4:8)

SOZINHO

 Existem várias razões para isso, nem caberiam todas aqui, vamos falar de algumas importantes e comuns:

Ser excessivamente criterioso - Não é errado determinar atributos ou características. Alguns são fundamentais para que a relação dê certo, como por exemplo,caráter, objetivo de vida, espiritualidade, vida devocional.

Mas existem os que extrapolam e começam a estabelecer critérios difíceis e até fora da realidade. Com isso, perdem a oportunidade de conhecer pessoas que, apesar de não se encaixarem no perfil predeterminado, poderiam ser ótimas companheiras.

Ser uma pessoa geniosa - Pessoas mal-humoradas e de mal com a vida; inflexibilidade que acham que os outros devem se adaptar ao seu jeito antissocial, excessivamente crítico com a vida. Querem alguém não para compartilhar uma vida, mas para servi-las a todo tempo e do jeito que lhes aprouver.

Ser uma pessoa não resolvida -Aquelas que de tão feridas pré julgam e colocam todo mundo no mesmo patamar: “mulheres são todas interesseiras” “Todos os homens são safados” se isolam por não acreditar em mais ninguém.

Ser imaturo-São jovens que ainda se comportam como adolescentes, se recusam a crescer, a tomar decisões, a ser responsáveis. Quando começam a se relacionar com alguém, mantem esse comportamento, geralmente, não buscam um marido ou uma esposa, mas um segundo pai ou uma segunda mãe para cuidar delas.

É sempre importante uma auto avaliação, temos o hábito de apontar o dedo enquanto mal olhamos para dentro. Precisamos avaliar não somente o outro, mas nós mesmos para ter a mudança e o crescimento. 

ORAÇÃO

 Porque na oração eu reconheço que minha força é limitada, mas o poder de Deus é infinito. Eu oro porque sei que sozinho não consigo, mas com Ele posso permanecer firme. A oração não é fuga é dependência. Não é sinal de derrota — é a confissão humilde de que preciso da graça todos os dias.


A Bíblia nos lembra: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” (2 Coríntios 12:9)

Quando me ajoelho, não estou mostrando fraqueza para o mundo estou me conectando com a fonte da verdadeira força. Pois “quando sou fraco, então é que sou forte.” (2 Coríntios 12:10)


Orar é reconhecer que preciso de direção.

Orar é admitir que preciso de socorro.

Orar é confiar que Deus ouve até o sussurro mais silencioso do coração.


Que nunca nos falte fraqueza suficiente para dobrar os joelhos, nem orgulho suficiente para nos afastar da presença de Deus.


Como disse Augustus Nicodemus, se orar é para os fracos… então que sejamos fracos todos os dias diante do Senhor.


#Oração #Fé #DependênciaDeDeus #VidaComDeus #Renúncia Cristão PalavraDeDeus

SEGUIR

 Seguir a Cristo nunca foi uma promessa de facilidade, mas de verdade. É duro porque o caminho do Reino confronta o ego, fere o orgulho e exige morte diária do “eu”.

É duro porque obedecer a Deus, muitas vezes, significa nadar contra a corrente, perder aplausos, renunciar desejos e carregar uma cruz que não escolhemos. Jesus nunca romantizou o discipulado: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 9:23).
Mas, ainda assim, é impossível deixá-Lo. Porque depois que a graça nos alcança, nada mais satisfaz. Depois que os olhos são abertos, o mundo perde o brilho. Como Pedro declarou: “Para quem iremos nós? Tu tens as palavras de vida eterna” (João 6:68). Não é apego religioso, é vida espiritual.
Não é costume, é regeneração. Quem nasceu de Deus pode até se cansar, mas não consegue se desligar da Fonte.
É duro segui-Lo porque o evangelho não negocia com o pecado, não faz acordos com a carne e não se curva às vontades do coração humano. Contudo, é impossível deixá-Lo porque foi Ele quem nos chamou, nos justificou e nos selou com Seu Espírito (Romanos 8:30).
A dor do caminho nunca será maior do que a beleza de pertencermos a Ele.
Seguir Jesus dói…
Mas viver sem Ele é morrer.
E mesmo quando o coração está cansado, a alma sabe: fora d’Ele não há vida, não há paz, não há sentido.
Por isso seguimos. Não porque é fácil, mas porque Ele é tudo.

PRESO

 Eu era de um jeito… preso às minhas próprias vontades, carregando pesos que nem sabia nomear, tentando preencher com o mundo aquilo que só o céu poderia tocar. Mas entre quem eu fui e quem estou me tornando, existe uma história invisível aos olhos a história da graça me encontrando.


Não foi apenas uma mudança de comportamento. Foi transformação de natureza. Porque quando Deus entra, Ele não reforma só a superfície: Ele alcança o coração. Ele troca pedra por carne, culpa por perdão, medo por identidade, distância por filiação.


Aquele que antes andava sem direção, agora aprende a ouvir a voz do Pastor. Aquele que vivia para si, agora descobre a beleza de viver para Cristo. Como está escrito: “Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo.”


O que aconteceu entre uma coisa e outra não foi sorte, nem força própria, nem acaso. Foi encontro. Foi cruz. Foi misericórdia. Foi Ele me chamando pelo nome quando eu ainda nem sabia chamá-Lo de Pai.


Se hoje sou diferente, não é porque fui forte. É porque Ele foi fiel.

Não é sobre quem eu consegui me tornar. É sobre quem Ele decidiu me refazer.


E a obra não terminou porque o mesmo Deus que começou a boa obra continua escrevendo, moldando, santificando e conduzindo, até que minha história reflita completamente a glória dEle.


Entre o meu passado e o meu agora…

existe Jesus.

PEDI

 Em Lucas 11:9, quando Jesus afirma “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á”, Ele ensina sobre a perseverança na oração e a confiança filial em Deus. Os verbos indicam continuidade. Não se trata de um pedido isolado, mas de uma postura constante da alma que reconhece sua necessidade (pedir), movimenta-se em direção a Deus (buscar) e permanece firme mesmo diante do aparente silêncio (bater). A promessa de receber, encontrar e ver a porta aberta não aponta para uma fórmula automática de obtenção de coisas, mas para uma relação viva com o Pai, que responde segundo Sua sabedoria. Assim, o texto revela que a oração não é apenas meio de alcançar respostas externas, mas também caminho de transformação interior, no qual a graça divina se encontra com a perseverança humana. Portanto, continue no caminho proposto, persevere na oração e o que o seu ouvido não ouviu e seus olhos não viram é a vitória que o Senhor liberará na sua vida, em nome de Jesus.

VERDADE

 Essa verdade nos lembra do amor imutável de Jesus e do poder restaurador de Sua graça. Não importa quão profunda seja a ferida ou quão irreparável pareça o dano, Cristo é suficiente para curar. Ele não apenas vê a nossa dor, mas a tomou sobre Si na cruz, carregando nossas feridas para nos dar paz e restauração.


O Salmo 147:3 diz: “Ele sara os quebrantados de coração e liga-lhes as feridas.” Essa cura, porém, depende de um ato essencial: trazer o coração partido a Ele. Muitas vezes resistimos em entregar nossa dor, talvez por medo, incredulidade ou até orgulho. Mas é quando colocamos nossas feridas diante d’Ele que encontramos o verdadeiro alívio e a transformação que só Ele pode realizar.


Jesus não promete apenas nos restaurar, mas nos fazer novos. Ele transforma as marcas da dor em testemunhos de graça. A cruz é a prova de que Ele não apenas cura, mas redime, dando propósito até aos momentos mais difíceis. O que antes parecia uma perda irreparável torna-se um ponto de encontro com a bondade de Deus.


Por isso, se você está com o coração ferido, não retenha sua dor. Traga-a para Jesus. Entregue o que restou do seu coração nas mãos d’Aquele que nunca falhou em restaurar. Ele não apenas cura, mas faz de você uma nova criação, mais forte, mais cheio de propósito e mais sensível à Sua presença. Confie n’Ele hoje.