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quinta-feira, 16 de julho de 2026

CHAMADO

 📖 Deus não procurou um homem famoso. Chamou um boiadeiro.


Vivemos em uma geração que mede valor por seguidores, influência e visibilidade. Mas Deus continua escrevendo a história de outra forma. Antes de enviar Amós para confrontar uma nação, Ele o encontrou cuidando do rebanho e cultivando sicômoros (Amós 7:14-15).


Amós não era sacerdote. Não estudava nas escolas de profetas. Não possuía posição política nem religiosa. Aos olhos dos homens, era apenas um trabalhador do campo. Aos olhos de Deus, era um homem disponível.


Isso revela um princípio que nunca mudou: Deus não escolhe primeiro pela capacidade, mas pela fidelidade. O Senhor forma homens no anonimato antes de colocá-los diante das multidões. O campo quase sempre precede o púlpito. O curral vem antes da missão.


Enquanto muitos buscam construir uma reputação, Deus procura corações rendidos. O Reino não avança por meio de pessoas impressionantes, mas de servos que obedecem, mesmo quando ninguém está olhando.


Talvez você se sinta pequeno, escondido ou insignificante. Lembre-se de Amós. O Deus que chamou um boiadeiro para confrontar reis continua chamando homens e mulheres comuns para realizar uma obra extraordinária.


O céu nunca precisou de celebridades. Sempre procurou servos fiéis.


“Então respondeu Amós: Eu não era profeta, nem filho de profeta; mas boieiro e cultivador de sicômoros. Mas o Senhor me tirou de após o gado e me disse: Vai e profetiza ao meu povo Israel.” (Amós 7:14-15)



MARIDOS

 “Ela teve cinco maridos. E ainda assim foi ao poço no dia em que encontraria o Salvador.”


A mulher samaritana carregava um passado que muitos usavam para defini-la. Cinco casamentos fracassados, uma vida marcada por escolhas e feridas. Mas Jesus não foi ao poço para condená-la. Foi para resgatá-la.


Cristo não ignorou seu pecado, mas também não permitiu que seu passado fosse a última palavra sobre sua história. Depois de um encontro com Ele, aquela mulher deixou o cântaro, encontrou a Água Viva e tornou-se testemunha da graça que transforma vidas.


Talvez as pessoas insistam em lembrar quem você foi. Mas Deus está mais interessado em quem Ele está formando em você.


Seu passado explica algumas cicatrizes, mas não determina seu destino. Em Cristo, a culpa encontra perdão, a vergonha encontra graça e a vida encontra um novo propósito.


“Se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Coríntios 5:17)


Você pode ter um passado complicado. Mas, nas mãos de Jesus, até as histórias mais quebradas se tornam testemunhos da Sua graça.


Você acredita que Deus pode reescrever qualquer história?

DEUS

 Você já percebeu que Deus, às vezes, permite o poço antes de revelar o propósito?


Jeremias foi lançado em uma cisterna, afundado na lama, abandonado pelos homens e aparentemente esquecido. Humanamente, aquele era o fim. Mas Deus já havia preparado alguém para segurar a corda.


Há momentos em que a sua vida parece uma cisterna: orações sem resposta, portas fechadas, silêncio e dor. Porém, o Deus que viu Jeremias na escuridão continua vendo você. O lugar da sua queda nunca teve a palavra final. O Senhor transforma poços em testemunhos e feridas em instrumentos da Sua glória.


Talvez hoje você só enxergue a lama. Deus, porém, já enxerga a saída.


Quem segura a corda não é a sorte. É a providência de Deus.


📖 “Então tiraram Jeremias com as cordas e o fizeram subir da cisterna.” (Jeremias 38:13)


A pergunta é: você já desistiu porque confundiu o poço com o seu destino?


Se essa mensagem fortaleceu sua fé, escreva nos comentários: “Deus ainda está segurando a minha corda.” 🙏

JEZABEL

 “Jezabel disse que mataria Elias em 24 horas. Deus, porém, já havia escrito um destino que nenhuma ameaça poderia apagar.”


Há dias em que a voz da ameaça parece mais alta do que a voz da promessa. Elias ouviu uma sentença de morte, fugiu para o deserto, chorou, pediu para morrer e pensou que tudo havia terminado (1 Reis 19). Mas o que ele não sabia era que Deus ainda tinha capítulos inteiros para escrever.


As ameaças dos homens têm prazo de validade. As promessas de Deus, não.


Jezabel determinou um fim para Elias. Deus determinou um propósito. Enquanto a rainha falava de morte, o Senhor preparava alimento, descanso, direção e um reencontro com Sua presença no silêncio suave. Porque Deus não abandona Seus servos quando eles estão cansados; Ele os fortalece para continuarem a caminhada.


No fim da história, Jezabel morreu conforme a Palavra de Deus havia anunciado. Elias, porém, não experimentou a morte comum dos homens. Foi levado ao céu em um redemoinho, em um carro de fogo (2 Reis 2). A última palavra nunca pertence aos inimigos de Deus.


Talvez hoje existam pessoas dizendo que você não vai conseguir. Talvez existam diagnósticos, crises, perseguições ou medos tentando convencer você de que sua história acabou. Mas lembre-se: quem determina o início e o fim da vida é o Senhor.


Nenhuma ameaça pode cancelar aquilo que Deus decretou. Nenhuma perseguição pode impedir Seus planos. Nenhuma voz humana é maior do que a voz do Deus soberano.


Se Deus ainda não terminou a obra em sua vida, ninguém poderá encerrá-la antes do tempo. A sua história não está nas mãos das circunstâncias, mas nas mãos daquele que sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder.


Descanse. Continue caminhando. O relógio dos homens não governa o tempo de Deus. Quando Ele diz que ainda não acabou, ninguém pode dizer que terminou.


“Os meus tempos estão nas tuas mãos.” — Salmo 31:15.

AMAR

 Ao refletir sobre uma frase atribuída a Santa Madre Teresa de Calcutá, nos convida a pensar sobre uma das maiores contradições humanas: muitas vezes somos capazes de sentir uma profunda comoção pelo sofrimento de pessoas que nunca vimos, que vivem em lugares distantes e enfrentam dificuldades que parecem muito maiores que as nossas, mas encontramos dificuldade em oferecer o mesmo cuidado àqueles que convivem conosco diariamente.

É fácil se emocionar com uma notícia sobre uma tragédia do outro lado do mundo. É fácil sentir tristeza diante da fome, da guerra ou de uma grande injustiça quando ela chega até nós através de uma tela. Essa sensibilidade é importante e revela compaixão. Mas o verdadeiro teste do amor acontece no cotidiano, nos pequenos encontros, nas relações próximas.

Amar o próximo significa amar aquele que está ao nosso lado: o familiar que nos desafia, o colega que pensa diferente, o vizinho que incomoda, a pessoa que divide a nossa rotina. É nesse espaço comum, longe dos grandes discursos e das grandes demonstrações públicas, que o amor verdadeiro se revela.

Muitas vezes queremos mudar o mundo, mas esquecemos que o mundo começa nas relações que construímos todos os dias. Uma palavra de paciência, um gesto de respeito, a capacidade de ouvir e compreender podem parecer atitudes pequenas, mas carregam um enorme significado.

Como dizia Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”. E uma alma se torna pequena quando se fecha em si mesma, quando enxerga apenas os próprios problemas e deixa de perceber a humanidade presente ao seu redor.

Uma alma grande é aquela que consegue sair de si, olhar para o outro e reconhecer que cada pessoa carrega uma história, uma luta e uma dignidade que merece ser respeitada.

Talvez o maior desafio da vida não seja sentir amor pelo mundo inteiro, mas aprender a praticar o amor nas pequenas situações que aparecem diante de nós todos os dias. Porque é fácil amar a humanidade em teoria. O verdadeiro desafio é amar o ser humano que está bem na nossa frente.



MAL


“Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa” (Mt 12.45).

Até mesmo a sabedoria popular reconhece que: “É necessário cortar o mal pela raiz”. Para que se elimine realmente aquilo que é nocivo, necessário se faz erradicá-lo por completo. O verso acima fala especificamente de possessões demoníacas. Não há como negar que elas existem e que estão claramente narradas nas Escrituras. Curiosamente não as vemos no Antigo Testamento, possivelmente por ser a luta da igreja, naquele período, eminentemente física. Sendo uma nação política, constituída de rei e exército, o Inimigo buscava erradicá-la por meio de outras nações e outros exércitos. Era uma luta espiritual que se dava mormente por meios físicos. É certo que não quer dizer que o diabo não tentava, que não havia embates realmente espirituais.

Provavelmente a história mais conhecida sobre a atuação direta do diabo na vida de alguém está exatamente no Antigo Testamento: o livro de Jó. Entendamos que não apenas as tragédias em sua vida foram causadas pelo diabo, como a morte de seus dez filhos, a perda de todas as suas posses e de sua saúde. O Maligno tem outros meios! Também a esposa de Jó e seus amigos mais chegados foram instigados para serem “boca do diabo”, agindo da forma como está relatada no Livro. No Novo Testamento temos a maior atividade demoníaca jamais vista, devido ao fato de o Senhor ter se encarnado. O povo de Deus passa a viver nova realidade: “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.12). A batalha se torna estritamente espiritual.

É muito importante entender que um crente genuíno jamais pode ser possuído por satanás. Todo nascido de Deus é Templo do Espírito. Uma possessão demoníaca de alguém que verdadeiramente crê em Cristo é o equivalente a dar e executar ordem de despejo a Deus, colocando “no olho da rua” o Espírito Santo. Absurdo! O apóstolo João afirma: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca” (1 Jo 5.18). O Maligno é claramente uma referência ao diabo.

Entendemos assim, que o crente jamais por ser possuído, mas frequentemente é oprimido por satanás e manipulado por ele. No primeiro caso, a opressão se dá em momentos em que o Maligno está muito perto de nós, tentando de todas as formas, principalmente levando-nos ao questionamento da fé. São momentos de trevas, quando parece que fomos abandonados por Deus, solidão e vulnerabilidade da alma. No entanto, Cristo foi abandonado pelo Pai na cruz por alguns momentos para que nós jamais fôssemos abandonados nem mesmo por um momento pelo Senhor. Ao darmos ouvidos às tentações, o brilho da glória celestial vai se apagando em nossos olhos, as coisas parecem sem sentido e sem cor, nossos olhos espirituais vão se embranquecendo, tornam-se embaçados.

Na Carta de Paulo aos Efésios, o apóstolo fala da necessidade de nos revestirmos da armadura completa de Deus, como único recurso para resistir firmes nos dias maus (6 .13). Há dias maus, permitidos por Deus, nos quais o diabo está mais próximo de nós, agindo de forma mais intensa. Isso é o que se chama “opressão espiritual”. Não é possessão. Dois versos atrás, Paulo já havia afirmado a necessidade do revestimento da armadura de Deus para poder resistir às “ciladas do diabo” (v. 11). A palavra traduzida como “cilada” é a palavra grega methodéia, de onde vem a nossa palavra “método”. Isso quer dizer que os ataques de satanás não são agressões desvairadas, o descarregar de pura agressividade ou a acesso de raiva, mas ofensivas planejadas, coordenadas, inteligentes. Ele nos estuda e percebe nossas fraquezas e propensões. Dessa forma, realiza ataques cirúrgicos nas áreas onde mostramos mais fragilidade.

De igual forma, por ter tal conhecimento de nossa vida, pode também utilizar nossas fraquezas a fim de nos manipular, para nos levar a causar o dano que ele deseja. Podemos, até mesmo, ser usados para tentar alguém, como poderosa ferramenta nas mãos dele. Esse foi o caso do apóstolo Pedro. Querendo que Jesus assumisse um reino político na Judeia e expulsasse os romanos, esse apóstolo repreende o próprio Cristo quando este revela que seria entregue nas mãos dos principais de Jerusalém e dos sacerdotes, o que inevitavelmente levaria à sua morte. Assim narra o apóstolo Mateus: “E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens” (Mt 16.22, 23). Jesus repreende o próprio diabo na pessoa de Pedro!

Todavia, é muito importante compreender isto: o apóstolo não estava sendo possuído, mas manipulado por satanás a partir de sua fraqueza. Pedro infantilmente age exatamente como o diabo esperava. Mesmo alguém que conhece verdadeiramente a Cristo pode ser poderoso instrumento nas mãos do diabo, se fizer aquilo que Jesus condena na atitude de Pedro: “não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens”. Recorrendo novamente à sabedoria popular, mesmo ela reconhece: “de boas intenções o inferno está cheio”. Ainda que agindo com boas intenções, se estou preocupado com o que eu quero e não com o que Deus quer, serei um poderoso instrumento do diabo. Portanto, o verdadeiro crente é oprimido pelo diabo em dias maus, também pode ser manipulado por ele a partir de suas fraquezas, mas nunca possuído.

O verso epigrafado mostra uma certa dinâmica que rege a ação do Maligno na vida de um ser humano. Tratando-se de possessão, uma vez que é expulso o(s) demônio(s) da vida de um não convertido, se este não aceitar Cristo como seu Salvador, o demônio voltará com uma possessão ainda mais forte, possivelmente com mais demônios, uma espécie de tentativa de garantir que não será novamente posto para fora. Digamos que esse é um princípio geral para todo mal, incluindo os pecados que praticamos. Se abandonamos pecados apenas por um tempo e voltarmos a eles, o segundo estado será sempre pior do que o primeiro.

Significa dizer que o mal que pratico estará ainda mais arraigado, reafirmado, fortalecido em minha vida. Como acabamos de dizer, o segundo estado sempre será pior do que o primeiro. Certamente, isso não deve levar ao sofisma de alguém não querer abandonar um pecado com receio de que volte a ele. É necessário abandonar definitivamente tudo aquilo que ofende a santidade de Deus em nossa vida, experimentando a glória de uma vida liberta definitivamente de pecados.

Cuidemos com a reafirmação do mal, quer pela simples fraqueza, quer pela sua legitimação através de “releituras”, “ressignificações” ou qualquer outra doutrina de demônios. Vivamos associados apenas à luz, nada de trevas, somente a Deus, não ao diabo. Tenha um excelente dia na presença do Senhor

IGREJA

 A igreja nunca foi planejada para ser um lugar onde pessoas apenas assistem a cultos. Ela foi estabelecida por Cristo para ser uma família, onde pecadores alcançados pela graça caminham juntos em santificação. Quem ama a Cabeça, aprende também a amar o Corpo.

Vivemos uma geração que se acostumou a sentar nos bancos, ouvir sermões e voltar para casa sem conhecer o nome, a dor ou a história de quem está ao lado. Transformamos a comunhão em um cumprimento rápido e a igreja em um evento semanal. Mas o Novo Testamento descreve algo muito diferente.

A igreja primitiva “perseverava na comunhão” (Atos 2:42). Eles carregavam os fardos uns dos outros, choravam com os que choravam, repartiam o pão e viviam como uma só família. O Evangelho não apenas nos reconciliou com Deus; ele também nos reconciliou uns com os outros.

O isolamento nunca foi um projeto de Deus para seus filhos. Quando ninguém conhece sua vida e você também não permite conhecer a vida de ninguém, perde-se uma das maiores riquezas da comunidade cristã: ser exortado, encorajado, amado e cuidado pelos irmãos.

É possível frequentar uma igreja durante anos e ainda assim permanecer distante da vida do Corpo de Cristo. Mas a fé bíblica não é vivida apenas no púlpito; ela floresce na comunhão, na mesa, na oração compartilhada, na confissão, no serviço e no amor sacrificial.

Cristo não morreu para formar espectadores. Ele morreu para formar um povo. Um povo que vive em unidade, que suporta uns aos outros em amor e que demonstra ao mundo que pertence ao Senhor não apenas pelo que crê, mas pela maneira como ama.

“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13:35)

Que nossa presença na igreja não seja apenas física, mas relacional. Que não ocupemos apenas um banco, mas um lugar na vida dos irmãos. Porque a comunhão não é um detalhe da fé cristã; ela é uma evidência de que fomos alcançados pelo Evangelh

PRESSÃO

 A pressão revela aquilo que está governando o nosso coração.

É fácil permanecer fiel quando tudo está bem. O verdadeiro desafio é continuar obedecendo a Deus quando a pressão aumenta, quando surgem propostas para negociar princípios e quando parece que fazer o certo custa caro.

Daniel permaneceu fiel. E antes de Deus promovê-lo diante dos homens, formou nele um caráter que não podia ser comprado nem corrompido.

Eu declaro que Deus fortalecerá você para permanecer firme em meio às provas, dará sabedoria para tomar decisões segundo a Sua vontade e sustentará o seu coração para não negociar os valores que Ele colocou dentro de você. A fidelidade de hoje será usada por Deus para cumprir os propósitos que Ele preparou para a sua vida.

Quem permanece fiel nas pequenas e grandes pressões descansa na certeza de que Deus continua dirigindo cada passo.



ETERNO

 “Ele é pão para o faminto, água para o sedento, veste para o nu, cura para o ferido; e tudo o que uma alma pode desejar é encontrado Nele.”

Cristo não é apenas alguém que dá bênçãos Ele mesmo é a própria provisão.
Ele não entrega apenas pão… Ele é o Pão. Não oferece apenas água… Ele é a Fonte.
Quando a alma está faminta por sentido, Ele declara em Evangelho de João 6:35:
“Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim jamais terá fome.”
A fome do coração não é saciada por aplausos, dinheiro ou reconhecimento ela é saciada pela presença.
Quando estamos sedentos em meio ao deserto das frustrações, Ele afirma em Evangelho de João 4:14 que a água que Ele dá se torna fonte a jorrar para a vida eterna. O mundo oferece goles temporários; Cristo oferece rios permanentes.
Ele é veste para o nu porque cobre nossa vergonha com graça.
É cura para o ferido porque não trata apenas sintomas, mas restaura a alma (Salmo 147:3).
É abrigo para o cansado, descanso para o sobrecarregado, esperança para o que pensa que acabou.
Tudo o que buscamos nas pessoas, nas conquistas e nas coisas… já foi plenamente revelado na pessoa de Jesus.
Se falta algo em você hoje, não é mais esforço que resolve é mais dEle.
Porque quando temos Cristo, não temos apenas o suficiente… temos o Eterno.
ETERNO

JESUS

 Falar sobre Jesus é importante. Viver como Jesus é indispensável.


Vivemos em uma geração que conhece o vocabulário do evangelho, mas muitas vezes desconhece o custo do discipulado. É possível citar versículos, compartilhar mensagens e até defender a sã doutrina, enquanto o coração permanece distante daquele que é a própria Verdade.


Jesus nunca chamou pessoas apenas para ouvir Seus ensinamentos. Ele as chamou para segui-Lo. O cristianismo não consiste apenas em admirar Cristo, mas em morrer para si mesmo, tomar a cruz diariamente e andar em Seus passos. A verdadeira fé sempre produz uma vida transformada.


O mundo não precisa apenas de mais pessoas falando sobre amor, perdão e graça. Precisa de homens e mulheres que amem como Cristo amou, perdoem como Cristo perdoou, sirvam como Cristo serviu e permaneçam santos mesmo quando ninguém está olhando. Essa é a diferença entre religião e discipulado.


As palavras podem impressionar por alguns minutos, mas uma vida moldada pelo Espírito Santo testemunha de Cristo durante todos os dias. O caráter de um cristão fiel frequentemente prega sermões que seus lábios jamais conseguiriam expressar.


“Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.” (1 João 2:6)


Que nossa oração não seja apenas: “Senhor, usa a minha voz.” Mas também: “Senhor, faz da minha vida um reflexo do Teu Filho.”



ALEGRIA

Antes de te afirmar que vai dar certo, você precisa de lembrar que nada é fácil para ninguém, e que nem todos vão torcer por você. Lembre-se também que o processo é demorado, que o cansaço chega, que a vontade de desistir muitas vezes maltrata a gente, e que a espera é árdua e quase sempre difícil. Mas quando priorizamos Deus, certos dos seus propósitos em nossa vida, crendo no seu poder, e confiando no seu cuidado, proteção e livramento, nenhuma ventania sopra mais forte do que os planos Dele para nós. As coisas dão certo sim, e ninguém impede o agir Dele em nós e por nós. 

Tenha um dia muito abençoado.

MEDO


Qual é o seu maior medo? Talvez seja perder alguém amado, receber uma notícia inesperada, enfrentar uma enfermidade complicada, passar por uma crise financeira, ser traído, atacado ou ficar sem saída diante de uma situação difícil. O medo tem muitas formas, mas todas elas tentam fazer a alma esquecer quem Deus é. Por isso, antes de ouvir o que o medo diz, ouça a Palavra do Senhor. Ele conhece os perigos que nos cercam e, ainda assim, nos chama a confiar nele.


Os versos 25 e 26 do capítulo 3 de Provérbios falam sobre medo e segurança. No verso 25 lemos: "Não temas o pavor repentino, nem a arremetida dos perversos, quando vier". E o motivo de não precisarmos temer encontra-se logo a seguir: "Porque o Senhor será a tua segurança e guardará os teus pés de serem presos" (v. 26).


O pavor repentino refere-se àquilo que não esperamos, mas vem a acontecer. É uma inesperada tragédia, catástrofe natural, enfermidade física, crise relacional ou financeira. Qual é o seu medo? O que faz gelar a sua alma?


Além do pavor repentino, o verso 25 fala também sobre a arremetida dos perversos. A figura é de alguém sendo atacado por gente perversa, injusta e cruel. A arremetida é semelhante a uma guerra, alguém que se levanta para nos fazer mal.


Temos, portanto, dois temores que rondam a alma humana, o pavor repentino e a arremetida dos perversos. Motivos suficientes para perder o sono, mas no verso anterior (v. 24) vemos que "quando te deitares, não temerás; sim, tu te deitarás, e o teu sono será suave". O que pode tornar o sono suave diante de tamanhos perigos? Duas preciosas promessas se encontram no verso 26.


Primeira, o Senhor Deus será a nossa segurança. Diante da tragédia e do agressor, Ele não se apartará de nós. Não estará apenas presente, mas será, Ele mesmo, a nossa segurança! Estamos nas mãos do Altíssimo, eterno, insuperável e incomparável Deus. O coração humano, quebrado e limitado, teme o que vê e o que sente. Às vezes, teme até mesmo o que ainda não aconteceu. Mas, pela fé, somos convidados a crer: Ele é a nossa segurança!


Segunda promessa, Ele livrará os nossos pés. Nas masmorras antigas, muitos eram presos pelos pés. Mesmo na época de Paulo, ele e Silas foram presos no tronco (At 16:24). Mas o Senhor não permitirá que nossos pés fiquem presos. Ele é o nosso livramento presente e eterno. Encha o seu coração neste dia com essas verdades da Palavra!

JESUS

 Jesus amou a todos, mas não caminhou com todos.


O amor bíblico nunca significou permitir que qualquer pessoa tivesse acesso permanente à nossa vida. Jesus acolheu pecadores com misericórdia, mas também se afastou daqueles que endureceram o coração, recusou-se a alimentar discussões inúteis e, em alguns momentos, simplesmente seguiu seu caminho quando sua mensagem foi rejeitada.


Estabelecer limites não é falta de amor; muitas vezes, é um ato de sabedoria. Existem relacionamentos que nos aproximam de Deus e outros que, pouco a pouco, enfraquecem nossa comunhão com Ele. A Bíblia nos chama a amar todas as pessoas, mas jamais a permitir que qualquer influência governe o nosso coração.


Cristo nos ensinou que a compaixão deve caminhar lado a lado com o discernimento. Não fomos chamados para sacrificar nossa santidade em nome da aprovação das pessoas. Permanecer em ambientes ou relacionamentos que alimentam o pecado, a incredulidade ou a rebeldia contra Deus não é amor; é negligência espiritual.


Se o próprio Jesus, sendo perfeito, soube quando era hora de se retirar, nós também precisamos da sabedoria que vem do alto para proteger nossa fé e permanecer firmes na vontade de Deus.


Amar não significa permanecer em todo lugar. Às vezes, o ato mais fiel a Cristo é se afastar para continuar obedecendo ao Senhor.


“Não vos enganeis: as más companhias corrompem os bons costumes.”

— 1 Coríntios 15:33