Total de visualizações de página

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

TERRA

 

Em Deuteronômio 8, Moisés fala ao povo de Deus pouco antes de sua morte. Israel estava prestes a cruzar o Jordão e entrar na terra prometida pelo Senhor, chamada por Moisés de “boa terra”. Lemos: “Porque o Senhor, teu Deus, te faz entrar numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, de mananciais profundos” (Dt 8:7).

Há aqui um contraste curioso. A boa terra não era uma terra sem desafios. Como sabemos, ela era habitada por diversos povos, alguns guerreiros e ferozes, e possuía cidades fortificadas, como Jericó, que logo apresentaria forte resistência à chegada do povo. Ainda assim, Deus a chama de boa terra.

Moisés descreve suas bênçãos: “terra de trigo e cevada, de vides, figueiras e romeiras; terra de oliveiras, de azeite e mel; terra em que comerás o pão sem escassez, e nada te faltará nela” (Dt 8:8-9). E conclui: “Comerás, e te fartarás, e louvarás o Senhor, teu Deus, pela boa terra que te deu” (Dt 8:10).

Qual era o propósito deste ensino? Creio que, primeiramente, gratidão. O povo deveria lembrar que foi o Senhor quem o conduziu até ali. A terra não era fruto apenas de conquista humana, mas dádiva da graça de Deus. Em segundo lugar, contentamento. Toda terra possui desafios, resistências e lutas. Não devemos ignorá-los, mas também não podemos permitir que eles escondam as boas dádivas do Senhor. Em terceiro lugar, ensino para o coração. Nosso coração é facilmente murmurador e inquieto. Por isso, precisa ser continuamente ensinado a reconhecer a bondade de Deus na terra que estamos. 

Assim, pergunto a você: qual é a sua boa terra? Talvez seja a cidade onde você mora, a sua casa ou condomínio, o lugar de trabalho ou estudo, a igreja, a família, o ministério ou a estação da sua vida. Olhe para essa terra com olhos de fé e contentamento. Sim, há desafios. Não devemos ignora-los. Talvez haja muralhas, conflitos, cansaços e resistências. Mas também há graça, provisão, cuidado, beleza e oportunidades.

Portanto, olhe novamente para a terra onde Deus o colocou. Se você crê que foi o Senhor quem o conduziu até ali, aprenda a chamá-la de boa terra. Ensine o seu coração a reconhecer as dádivas do Senhor no lugar onde você vive, trabalha, serve e caminha. Não permita que as muralhas escondam os mananciais, que as lutas apaguem os frutos, nem que as dificuldades roubem a gratidão. Lance fora todo murmúrio, toda queixa desnecessária, toda comparação infantil e todo descontentamento que endurece a alma. Em vez disso, olhe com gratidão, caminhe com contentamento e louve ao Senhor pela boa terra que Ele lhe deu.

DAR

 Atos 20:35 diz: “…é preciso socorrer os necessitados e lembrar das palavras do próprio Senhor Jesus: “Mais bem-aventurado é dar do que receber.”


Vivemos em uma sociedade que nos incentiva a comprar constantemente. Muitas vezes, adquirimos coisas de que não precisamos, simplesmente porque desejamos. O problema não está apenas na compra, mas no coração insatisfeito que sempre quer mais. O materialismo pode alimentar o egoísmo: acumulamos enquanto outros enfrentam necessidades.


Jesus nos ensina que a verdadeira riqueza não está na quantidade de coisas que possuímos, mas na disposição de compartilhar. Há roupas guardadas que você não usa, alimentos que podem ser divididos e objetos esquecidos que podem abençoar alguém.


Você pode começar hoje um novo hábito: aprenda a dar. Mas mude também outros hábitos: antes de comprar, pergunte se realmente precisa; antes de guardar, pergunte se alguém pode usar; antes de acumular, procure compartilhar. Doe roupas, alimentos e aquilo que está parado. Troque o desejo de comprar mais pela alegria de dar mais. A generosidade vence o egoísmo, confronta o materialismo e transforma aquilo que você possui em instrumento de amor.


Mas existe uma necessidade muito maior do que qualquer necessidade material: a necessidade de salvação. Você pode ter muitos bens e ainda viver vazio diante de Deus.


Nenhuma compra, doação ou ação benéfica pode apagar seus pecados. Somente Jesus Cristo pode salvar. Ele morreu na cruz em seu lugar e ressuscitou para lhe oferecer perdão, uma nova forma de viver e, a vida eterna. Receba Jesus pela fé. Ele é o maior presente do Pai. Só N’Ele está o verdadeiro tesouro, que jamais se perde.

DAR

 Atos 20:35 diz: “…é preciso socorrer os necessitados e lembrar das palavras do próprio Senhor Jesus: “Mais bem-aventurado é dar do que receber.”

Vivemos em uma sociedade que nos incentiva a comprar constantemente. Muitas vezes, adquirimos coisas de que não precisamos, simplesmente porque desejamos. O problema não está apenas na compra, mas no coração insatisfeito que sempre quer mais. O materialismo pode alimentar o egoísmo: acumulamos enquanto outros enfrentam necessidades.

Jesus nos ensina que a verdadeira riqueza não está na quantidade de coisas que possuímos, mas na disposição de compartilhar. Há roupas guardadas que você não usa, alimentos que podem ser divididos e objetos esquecidos que podem abençoar alguém.

Você pode começar hoje um novo hábito: aprenda a dar. Mas mude também outros hábitos: antes de comprar, pergunte se realmente precisa; antes de guardar, pergunte se alguém pode usar; antes de acumular, procure compartilhar. Doe roupas, alimentos e aquilo que está parado. Troque o desejo de comprar mais pela alegria de dar mais. A generosidade vence o egoísmo, confronta o materialismo e transforma aquilo que você possui em instrumento de amor.

Mas existe uma necessidade muito maior do que qualquer necessidade material: a necessidade de salvação. Você pode ter muitos bens e ainda viver vazio diante de Deus.

Nenhuma compra, doação ou ação benéfica pode apagar seus pecados. Somente Jesus Cristo pode salvar. Ele morreu na cruz em seu lugar e ressuscitou para lhe oferecer perdão, uma nova forma de viver e, a vida eterna. Receba Jesus pela fé. Ele é o maior presente do Pai. Só N’Ele está o verdadeiro tesouro, que jamais se perde.

CHOROU

 O Deus para o qual os cristãos oram todos os dias chorou em um berço, sofreu em vida e foi torturado antes de morrer.

Em sua morte, Dele escondemos o rosto, tão precariamente envelhecido e tão machucado.

O Deus que se fez carne, não procurou se defender, sendo aprisionado, esbagaçado e forçado a carregar a cruz do seu suplício. 

Eis o Deus proclamado pelo cristianismo: um profeta desarmado, um homem indefeso frente ao mal, uma divindade esvaziada.

Jesus mostrou que o Todo-Poderoso se tornou um ‘escombro’ humano: estamos aqui no âmago do paradoxo do Evangelho, e da ‘loucura da cruz: sem explicar as raízes do mal, a Boa Notícia nos garante que Deus optou em compartilhar nossa condição, por mais assustadores que fossem nossos sofrimentos e penas.

Em Cristo, o paradigma da cruz representa a agonia humana até o fim do mundo. 

Enquanto durar a história, o homem-Deus permanecerá como símbolo de todos os que sofrem.

Ele ressuscitou e sua vida triunfante sobre a morte tornou-se, assim, símbolo potente de esperança. 

Apesar de indicar derrota a cruz não foi apagada; ela permanece se me permitem dizer, como única defesa contra o otimismo ingênuo; só seremos realistas (diminuindo qualquer positividade ingênua) se em nossa mensagem couber o Cristo crucificado.

Claudel com razão escreveu em algum lugar: ‘Deus não veio explicar o sofrimento; ele veio preenchê-lo com sua presença’.

Insisto: os insatisfeitos com os modelos teológicos tradicionais ousem aventurar – e arriscar – pensar fora dos enlatados; jamais esqueçam da rude cruz que se erigiu e contemplem-na como maior emblema da fé, pois nela Deus escancarou seu compromisso de ser parceiro em nossas vicissitudes existenciais.


DEUS

 Há momentos em que a dor é cruel, desesperadora, incessante, asfixiante. Tais ocasiões levam a perguntar: 

Onde está Deus

se os becos estão escuros,

se os cortiços são imundos,

se os corredores do IML estão lotados,

se a vala comum dos cemitérios está abandonada,

se os assassinatos se multiplicam,

se há injustiça desnecessária?

No sofrimento, a lembrança do passado fica tenebrosa, a vivência do presente, decepcionante e a perspectiva do futuro, angustiada. 

A dor aperta com serpente, 

esmaga como fardo, 

tritura como moinha; 

e o pior dos consolos é: 

“Deus está no controle”.

“Esse sofrimento foi para o seu bem”.

Me tornei ateu desse Deus, supervisor do mal. 

Para mim, o Deus no controle inventou a Gestapo, condescendeu com a tortura no Chile e

gerenciou a carnificina de Ruanda. 

O Deus que alguns tratam de Soberano 

não passa de déspota, elevado à infinita potência. 

O Deus da providência do calvinismo 

é um tirano, escolado nos manuais de Maquiavel.

Se Deus precisa do mal para cumprir sua vontade, ele não passa de uma divindade que mexe os peões no tabuleiro eterno, um frio executor de sórdidas agendas.

Deus precisa, quer, ou deixa acontecer e como resultado de sua vontade bilhões ficam

estropiados, degolados, enforcados,linchados,

esfomeados, exilados? 

Se, para uma glória maior, Deus condena alguns, então é sinuoso; se, por amor ao seu nome, manipula, então é mentiroso; se, por zelo, deixa milhões ao léu, é perverso.

Não adoro o Deus justiceiro que condena em cada pequeno pecado; não desejo o Deus calculista que coage com maldição; não amo o Deus espectador de um circo de horrores. 

Amo o Deus amor. 

Sigo ao Jesus das lágrimas. 

Deus chora.

Em Gênesis 6.6: A maldade se universalizou e “isso cortou coração de Deus”. Em Juízes 10.16: A dor de Israel se tornou aguda e o próprio Deus não podia suportá-la. Em Isaías 63.9: “Em toda a aflição do seu povo, ele também se afligiu”.

Em Ezequiel 6.9: quando Israel fosse levado cativo, “eles se lembrariam do tanto que Deus ficou entristecido”. 

Meu Deus chora porque nossas dores doem nele.

DESCANSAR


“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.”

Isaías 64:4

Que maravilha saber que temos um Deus que trabalha no nosso descanso, em nosso favor, sempre reservando o melhor para nós, oferecendo aquilo que é bom, perfeito e agradável!


Como Seus filhos, podemos experimentar a atuação dEle em nossa vida, porém, precisamos saber esperar nEle, confiando no Seu braço forte e não na nossa autossuficiência.


É claro que temos nossa participação humana nos desafios, mas temos o privilégio de agir inspirados pelo Espírito Santo e, com isso, podemos preservar a nossa tranquilidade interior, sabendo que recebemos de Deus o que precisamos, não porque merecemos ou nos saímos bem, mas por causa do favor dEle sobre nós.


Muitas pessoas oram demais, mas esquecem de descansar em Deus, e este acaba sendo um grande erro. Saber descansar e esperar é tão importante quando orar, e é um dos segredos de vivermos a plenitude do que Deus tem para nós.


Quando ficamos ansiosos e nos precipitamos, tentando “ajudar” Deus em algo, isso demonstra que pensamos que sabemos “trabalhar” melhor do que Ele. O problema é que este tipo de atitude pode colocar tudo a perder.


Temos um Deus Todo-Poderoso, que sempre age para o nosso bem, abrindo caminhos e interferindo nas situações necessárias para que tudo termine da melhor forma possível. A nossa parte é entrar no descanso.


Você tem o colo do melhor Pai do mundo: Deus! Então, aproveite! Creia que absolutamente tudo está no Seu controle, então, não há motivos para temer! Você verá, sim, cada promessa de Deus se cumprindo no tempo ideal. Descanse o seu coração.

VAZIO

 Tem lugares onde você pode entregar o seu melhor todos os dias e, ainda assim, nada florescer.

Isso não significa que aquilo que você oferece perdeu o valor. Muitas vezes, significa apenas que você está tentando construir em um lugar que não sabe receber, cuidar ou corresponder.


Tempo, presença, carinho, lealdade e disposição são partes de nós. Quando tudo isso é colocado continuamente em relações que só exigem, consomem ou machucam, chega uma hora em que o cansaço deixa de ser físico e alcança a alma.


Existe uma diferença enorme entre persistir por amor e permanecer por medo de soltar.


Maturidade também é perceber quando você está lutando sozinho por algo que deveria ser construído a dois. É entender que algumas pessoas reconhecerão sua presença, enquanto outras só perceberão seu valor quando você já não estiver mais disponível.


Por isso, seja cuidadoso com aquilo que você entrega e, principalmente, com quem recebe acesso às partes mais preciosas de você.


Você não precisa se tornar frio, distante ou indiferente. Só precisa aprender que amor também envolve discernimento.

Há relações que fortalecem, aproximam, acolhem e fazem crescer. Outras deixam você sempre tentando explicar quem é, provar o que sente e justificar por que merece ser tratado com consideração.


Quando a sua energia encontra o lugar certo, existe troca. Existe cuidado. Existe crescimento dos dois lados.

Pare de se esvaziar tentando manter cheio aquilo que nunca parou de vazar. 🌱🤎


AMOR

 “… A vida, em sua crueza e beleza, não avisa quando vai mudar o rumo. Um dia tudo parece simples, e no outro, o chão que antes era firme começa a ceder; é nesse instante que o amadurecimento começa a nascer, silencioso, entre as dores e as descobertas.


Há um tempo em que se acredita que tudo precisa dar certo; depois vem o tempo em que se entende que o que não deu certo também nos fez crescer. Cada queda ensina o peso da própria força, cada silêncio revela mais do que mil conselhos.


Amadurecer não é endurecer. É aprender a sentir sem se perder. É deixar de buscar nas pessoas aquilo que só se encontra dentro de si. É olhar para trás sem querer voltar, e para frente sem precisar correr.


O tempo mostra que a vida não recompensa quem tem pressa, mas quem suporta o processo. Que a paz não vem do que se conquista, mas do que se entende. Que o amor, a coragem e a fé não são virtudes inatas; são escolhas diárias, muitas vezes feitas em meio ao caos.


No fim, é aceitar que nem tudo terá explicação, mas tudo deixará um sentido. É perceber que, por trás de cada perda, existe um novo espaço se abrindo para algo mais leve, mais real, mais nosso..”

ESPÍRITO

 Um pai desesperado levou seu filho até os discípulos de Jesus.


O menino era atormentado por um espírito que o lançava ao chão, fazia-o sofrer e colocava sua vida em perigo.


Os discípulos tentaram ajudá-lo.


Mas dessa vez...


não conseguiram.


Quando Jesus chegou, encontrou uma multidão reunida e perguntou o que estava acontecendo.


O pai explicou:


“Eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam.”


— Marcos 9:18


Isso chama atenção porque aqueles homens não eram completamente inexperientes.


Anteriormente, Jesus já havia enviado seus discípulos e lhes dado autoridade sobre espíritos imundos.


Eles já tinham visto libertações acontecerem.


Mas naquele dia, diante daquele menino, sua experiência anterior não foi suficiente.


O pai então contou a Jesus há quanto tempo o filho sofria.


A situação era tão grave que o espírito muitas vezes o lançava no fogo e na água para destruí-lo.


Então aquele homem fez um pedido:


“Se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.”


— Marcos 9:22


Jesus respondeu:


“Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê.”


Imediatamente o pai declarou uma das frases mais sinceras das Escrituras:


“Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade.”


— Marcos 9:24


Jesus repreendeu o espírito e ordenou que saísse do menino e não voltasse mais.


O espírito saiu.


O menino ficou tão imóvel que muitos chegaram a dizer:


“Está morto.”


Mas Jesus tomou-o pela mão...


e o levantou.


Aquele pai recebeu seu filho de volta.


Mais tarde, longe da multidão, os discípulos procuraram Jesus em particular.


Havia uma pergunta que precisava ser feita:


“Por que o não pudemos nós expulsar?”


— Marcos 9:28


Eles queriam entender por que haviam falhado.


E Jesus respondeu:


“Esta espécie não pode sair por coisa alguma, a não ser por oração.”


— Marcos 9:29


Aqui existe um detalhe importante.


Muitos de nós aprendemos esse versículo com as palavras:


“oração e jejum.”


E essa leitura realmente aparece em uma antiga tradição de manuscritos e, consequentemente, em algumas traduções da Bíblia.


Entretanto, alguns dos manuscritos gregos antigos mais importantes de Marcos trazem apenas:


“oração.”


Algo semelhante acontece com Mateus 17:21, o conhecido versículo sobre “oração e jejum”, que não aparece em alguns dos manuscritos antigos e por isso é colocado em nota ou omitido em diversas traduções modernas.


Isso não diminui a importância bíblica do jejum.


Jesus jejuou.


Jesus ensinou sobre o jejum.


A igreja primitiva jejuava e orava.


Mas é importante não fazer esse episódio dizer mais do que podemos afirmar com segurança a partir do texto.


O ponto permanece muito forte:


os discípulos descobriram que autoridade espiritual não deveria ser tratada como uma capacidade independente de Deus.


Eles já haviam expulsado demônios anteriormente.


Talvez justamente por isso aquela experiência tenha sido tão marcante.


O que funcionou ontem não significava que agora poderiam agir confiando simplesmente na experiência acumulada.


Eles continuavam dependentes de Deus.


E oração é justamente uma expressão dessa dependência.


Oramos porque reconhecemos:


“Eu não consigo sozinho.”


Jejuar também pode fazer parte de uma vida de busca, consagração e dependência de Deus.


Mas oração e jejum não são fórmulas mágicas.


Não são técnicas para obrigar Deus a agir.


Não são uma quantidade de “poder” que acumulamos para então enfrentar determinado problema.


O poder pertence a Deus.


Talvez os discípulos precisassem reaprender justamente isso.


Eles haviam recebido autoridade.


Tinham experiência.


Já tinham visto grandes coisas acontecerem através deles.


Mesmo assim, chegou um dia em que precisaram voltar para Jesus e perguntar:


“Por que nós não conseguimos?”


E essa pergunta continua sendo importante.


Porque algumas das maiores lições da caminhada com Deus aparecem justamente quando nossa própria capacidade chega ao limite.


Há momentos em que Deus nos lembra de que experiência não substitui dependência.


Conhecimento não substitui oração.


E aquilo que Deus fez através de nós ontem não significa que hoje podemos caminhar sem buscá-lo.


Os discípulos falharam diante da multidão.


Mas fizeram algo certo depois:


foram até Jesus em particular e perguntaram onde haviam errado.


Às vezes o fracasso pode se tornar uma sala de aula.


Quando, em vez de escondê-lo, voltamos para Jesus dispostos a aprender.


📖 Mateus 17:14-21; Marcos 9:14-29; Lucas 9:37-43

ALEGRIA

 Às vezes enfrentamos dias difíceis, e parece que a tristeza quer roubar nossa paz.

Mas é justamente nesses momentos que Deus nos lembra: nossa alegria não vem das circunstâncias, mas dEle.


A alegria que vem do Senhor é capaz de nos sustentar, mesmo nas tempestades mais difíceis.


Alegre-se hoje, não porque tudo está perfeito, mas porque Aquele que cuida de você é fiel e permanece ao seu lado, fortalecendo o seu coração.

COMEÇO

 Tem gente esperando a vida começar enquanto a vida já está acontecendo.


“Quando eu tiver mais dinheiro, eu aproveito.”

“Quando os problemas passarem, eu descanso.”

“Quando os filhos crescerem…”

“Quando eu tiver tempo…”

“Depois eu ligo.”

“Depois eu visito.”

“Depois eu digo que amo.”


E o perigo do “depois” é que ele nos faz acreditar que sempre haverá outra oportunidade.


O Salmo 90:12 faz uma oração que deveria nos confrontar: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.”


Contar os dias não é viver com medo da morte. É finalmente compreender o valor da vida.


Talvez você esteja tão preocupado em construir um amanhã melhor que deixou de perceber quem está sentado à sua mesa hoje.


Não espere a ausência ensinar o valor de uma presença.


Não espere perder para agradecer.


Não espere adoecer para cuidar.


Não espere uma despedida para dizer o que poderia ser dito agora.


Existem coisas que podem esperar.


Pessoas nem sempre podem.


Hoje, antes de dormir, faça uma pergunta a si mesmo:


Se eu soubesse que o tempo é mais precioso do que imagino, o que eu faria diferente amanhã?


Talvez a resposta mostre onde você precisa começar.


Se essa reflexão falou com você, escreva nos comentários: “Senhor, ensina-me a viver os meus dias com sabedoria.”


Compartilhe com alguém que você não quer deixar para “depois”.


PASSADO

 “Quando você encontra alguém que está disposto a mudar por você, que está disposto á te dar amor, lealdade, carinho, que te assume e mostra para todos o quanto te ama, que bate no peito com orgulho de falar que você é o amor da vida dele, que te respeita e cuida de você, zele por essa pessoa e cuide para que o amor cada vez mais se fortaleça, pois achar uma pessoa com bom coração e que corre por você é muito raro. Não deixe qualquer bobeira separar, não deixe que inveja e olho gordo tenham peso sobre seu relacionamento. Valorize quem te ama, esqueça o resto do mundo, esquece o passado.”


☁️📝

VIDA

 A vida também passa por processos que a gente não escolheria: perdas, esperas, frustrações, recomeços e dias em que tudo parece amargo demais.


Mas processo não precisa ser o fim da história.


O café passa pelo calor, pela pressão, pela transformação — e ainda assim termina deixando aroma. Talvez seja isso que você precise lembrar hoje: aquilo que te atravessou não precisa definir o que você vai espalhar depois.


A Bíblia diz em Romanos 5:3-4 que a tribulação produz perseverança, a perseverança produz experiência, e a experiência, esperança.


Ou seja: Deus pode usar até aquilo que doeu para amadurecer em você algo que ainda vai servir de testemunho.


Você pode ter vivido dias difíceis sem se tornar uma pessoa amarga. Pode ter sido ferida sem transformar sua dor em ferida para os outros.


Que a tua vida seja como um bom café: depois de tudo o que você viveu, que ainda exista em você algo capaz de aquecer, acolher e deixar um bom aroma por onde passar.


Qual processo mais amadureceu você?