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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Cansaço

 REPOSTA, para você que está passando pela espera, pelo deserto.


Amado(a), a paz do Senhor! 


Quero te dizer que sim, é totalmente normal sentir cansaço e ver a fé vacilar em alguns momentos da espera. A Bíblia nos mostra grandes homens e mulheres de Deus que também passaram por desertos, sentiram o peso do tempo e choraram no secreto. O próprio Davi clamava: 'Até quando, Senhor?'. O cansaço físico e emocional não anula a sua fé; ele apenas mostra que você é humano e que precisa da força do Pai para continuar.

Não olhe para o tamanho do tempo que passou, mas para a fidelidade dAquele que prometeu. O silêncio de Deus não é ausência; Ele está trabalhando nos detalhes e preparando o melhor para o seu tempo.

Já estou intercedendo por você agora mesmo! Que o Senhor renove as suas energias, encha o seu coração de paz e restitua a sua alegria. Ore firme, descanse nos braços do Pai e creia: a sua vitória está chegando! Um abraço fraterno e fiquem na paz de Jesus! 🙏💙



PERDA

 Muita gente pensa que a maior perda de Jó foi a riqueza, a saúde ou a família. Mas não foi. A única coisa que Satanás realmente queria destruir era a confiança que ele tinha em Deus.

Porque quando a fé morre, todo o resto perde o sentido. Jó chorou, questionou e desejou que a sua dor terminasse. Mas, no meio de tudo isso, se recusou a abandonar Aquele que conhecia.

A dor levou muitas coisas de Jó. Mas não conseguiu levar aquilo que era mais precioso: a sua confiança em Deus.

Há dores que tiram bens, sonhos e forças. Mas a pior perda nunca é aquilo que sai das suas mãos. É aquilo que sai do seu coração.

Foi isso que Jó se recusou a perder.

DEUS

 Deus é frágil? Sim. Porque ele ama. Airmar sua fragilidade não o enfraquece, apenas o descreve como amor. 


O sofrimento de Deus não diminui a sua grandeza. 


O Deus revelado em Jesus é diferente dos deuses poderosos.


Deus sofre. Nossa dor dói nele. A partir da premissa de que ele é amor, afirmo que o dono da única onipotência do universo nunca se vale da coerção.

 

Jesus encarnou Deus e vimos as as lágrimas divinas diante da morte. Por causa de Jesus, é impossível conceber um Deus frio, preocupado apenas em ordenar e orquestrar. 


Não existe o Deus que toca seus projetos sem levar em consideração as pessoas que ele jura amar.


Para promover a própria glória, Deus não tece sorrateiramente os fios da história. Não há subterfúgio no seu caráter. 

 

As carnificinas de Aushwitz, Ruanda e Iraque e #Gaza não foram planejadas por ele. Deus não guia mísseis contra hospitais. 


E cruel a teologia que tenta descrever Deus como um títere, que às vezes deixa os eventos correrem frouxos.


Se, para capitanear a história, Deus fecha os olhos (vontade permissiva) ele é maquiavélico. 


Se Deus sincroniza horrores para servirem de elos para cumprir uma “vontade soberana”ele é monstruoso. 


Um Deus de braços cruzados é maligno; se age dissimulando, é maquiavélico. 


Um Deus nebuloso não merece ser adorado.

 

Começo, meio e fim da história não estão prontos. 


Se Deus se sentisse feliz em gerenciar cada nano evento, preordenando em sua providência, todos os fatos, a humanidade vive sob a bandeira da mentira. 


E se o futuro já está pronto, buscar justiça e indignar-se contra o mal não passam de iniciativas fúteis.

 

Prefiro aceitar que o bombardeio ao hospital de #Gaza nunca fez parte de qualquer projeto divino. 


Deus sofre com a morte de inocentes e se indigna com a injustiça que condena os palestinos à miséria. 


Ele ainda conclama homens e mulheres de boa vontade a mudarem a história.

 

Não é certo confundir Jesus de Nazaré com qualquer deus frio e distante. 


Determinismo é antônimo de liberdade. O termo “vontade soberana” contradiz o amor, pois 

“... a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens”. [1Coríntios 1.25].


FRASES

 Tem frases que parecem fé, mas chegam em quem está sofrendo como culpa.


“Você precisa ser forte.”

“Tudo tem um propósito.”

“Tem gente pior.”

“Você já orou?”

“Isso é coisa do inimigo.”


Às vezes, a pessoa não precisa de uma explicação para a dor.

Precisa de alguém que não fuja dela enquanto dói.


Jó perdeu quase tudo. E, antes dos discursos, seus amigos fizeram uma das coisas mais bonitas da história: sentaram no chão com ele por sete dias e sete noites, sem dizer uma palavra, porque viram que a dor era muito grande. (Jó 2:13)


Talvez consolar seja menos sobre encontrar a frase certa e mais sobre ter coragem de permanecer quando nenhuma frase resolve.


Nem toda dor precisa de resposta.

Algumas precisam de presença, abraço, oração e tempo.


Antes de tentar explicar o sofrimento de alguém, diga:


“Eu estou aqui. Você não precisa passar por isso sozinho.”




HOMEM

 Há feridas que os homens escondem dos olhos do mundo, mas nenhuma delas passa despercebida diante de DeusCada lágrima derramada em silêncio, cada decepção suportada calado e cada noite em que o coração quase desistiu foram vistas pelo Senhor.

A justiça de Deus não chega atrasada. Ela vem no tempo certo, da maneira certa e com o propósito certo. Enquanto muitos vivem tentando destruir, humilhar e ferir, Deus continua sendo refúgio para os que permaneceram fiéis mesmo em meio à dor.

A Bíblia diz que “não há paz para os perversos”, porque quem planta maldade jamais encontrará descanso verdadeiro. O mundo pode até aplaudir a injustiça por um momento, mas o céu nunca perde o controle da história.

Entregue tudo nas mãos de Deus. Quem te feriu pode esquecer o que fez, mas Deus não esquece nenhuma lágrima derramada pelos seus filhos.

O Senhor honra os que suportam a dor sem abandonar a fé.

E no final, a justiça d’Ele falará mais alto do que qualquer maldade humana.


      

FERIU

 Você não é o que te feriu.


Existem experiências que terminam, mas continuam acontecendo dentro de nós.


A neurociência nos ajuda a compreender que experiências dolorosas podem influenciar a forma como o cérebro aprende a interpretar situações, reconhecer ameaças e reagir emocionalmente. Por isso, às vezes, o perigo já passou, mas a mente continua respondendo como se ainda precisasse se defender.


E é assim que uma ferida pode começar a se confundir com identidade.


“Eu sou desconfiada.”

“Eu sou difícil.”

“Eu sempre fui assim.”


Mas talvez algumas dessas respostas não definam quem você é. Talvez revelem apenas o que você aprendeu para sobreviver ao que viveu.


E aqui existe uma verdade poderosa: o cérebro pode aprender novos caminhos. A neuroplasticidade nos mostra que padrões não precisam ser sentenças permanentes. Com consciência, novas experiências, relacionamentos seguros e um processo terapêutico responsável, novas respostas podem ser construídas.


Deus não reduz você ao pior capítulo da sua história.


Aquilo que fizeram com você pode ter deixado marcas. Pode ter influenciado comportamentos, pensamentos e relacionamentos. Mas não recebeu autoridade para determinar sua identidade.


Há diferença entre carregar uma ferida e se tornar aquilo que a ferida diz sobre você.


Talvez a cura comece justamente quando você consegue dizer:


“Isso aconteceu comigo. Mas isso não é quem eu sou.”


🌿 Fé e terapia podem caminhar juntas em um processo de compreensão, reconstrução e amadurecimento.


Você não é o que te feriu. Há muito mais sobre você do que a sua dor consegue contar.



PRIMEIRO

 O primeiro encontro cristão é basicamente duas pessoas tentando descobrir se é vontade de Deus sem parecer que estão tentando descobrir se é vontade de Deus. 😂


“Então… você gosta de café?”

“Qual louvor você gosta?”

“Você congrega aqui há quanto tempo?”

“E… quais são seus planos?”


Enquanto isso, por dentro:


“SENHOR, É ELE?”

“SENHOR, É ELA?” 😂


A gente ensaia assunto, escolhe roupa onze vezes, tenta parecer tranquilo, analisa cada palavra e depois chega em casa fazendo a retrospectiva completa do encontro.


Mas talvez uma das partes mais bonitas de conhecer alguém seja justamente essa: você não precisa saber o final para viver o começo.


Nem todo café precisa terminar em casamento.

Nem todo silêncio significa desinteresse.

Nem toda conversa boa é “confirmação de Deus”.


Às vezes são só duas pessoas nervosas tentando se conhecer — e Deus não precisa de você controlando cada segundo para conduzir aquilo que estiver nas mãos dEle.


Então conversa. Ri. Seja você. Observe caráter. Ore.


E, pelo amor de Deus, se nenhum dos dois gosta de café, parem de marcar encontro em cafeteria. 😂☕️


Agora conta aqui: qual foi a coisa mais constrangedora que já aconteceu com você em um primeiro encontro

AMO

Nem todo pai ou mãe aprendeu a dizer “eu te amo” com palavras.

Às vezes, o amor apareceu no prato separado para você.

Na pergunta: “Já chegou?”

No conselho que parecia preocupação demais.

No dinheiro contado para não deixar faltar.

Naquele simples: “Me avisa quando chegar.”

Isso não significa romantizar ausências, silêncios ou feridas. Existem dores reais que precisam ser reconhecidas.

Mas, quando amadurecemos, também podemos perceber que algumas pessoas amaram com os recursos emocionais que tinham — e talvez nós estivéssemos esperando receber esse amor de outra maneira.

A Bíblia diz em 1 João 3:18:

“Não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.”

Tem amor que fala.

E tem amor que faz.

Agora eu quero saber de você:

Qual gesto do seu pai, da sua mãe ou de alguém que cuidou de você você só conseguiu reconhecer como amor depois de adulto?


MAR

 Mar calmo não forma bons marinheiros. É quando o vento muda, quando o barco começa a balançar e quando a travessia deixa de ser confortável que muita coisa aparece. Aparece a fé de verdade, aparece a resistência, aparece o caráter e também aparece quem estava no barco apenas enquanto tudo estava bem.


Atos 27 mostra exatamente isso. A tempestade veio, o navio começou a sofrer, alguns quiseram abandonar a embarcação, mas Paulo permaneceu firme porque sabia que Deus ainda tinha um destino para aquela travessia. E foi ali que tudo ficou claro: quem permaneceria, quem tentaria fugir e quem teria coragem de atravessar até o fim.


Por isso eu tenho entendido que nem toda dificuldade vem apenas para nos ferir. Algumas vêm para revelar. Revelar quem está conosco de verdade. Revelar quem suporta o processo. Revelar quem ama a missão e quem só amava o conforto. Tem coisa que a gente nunca descobriria em águas tranquilas.


E esses dias, em um dos meus momentos de oração, isso ficou ainda mais forte para mim. Ao lado da minha cama tem um tapete onde muitas vezes eu oro, choro e converso com Deus. E ali eu perguntei: “Deus, por que o Senhor permite certas dificuldades? Por que algumas lutas precisam apertar tanto?” E veio uma paz tão grande ao meu coração. E foi como se Deus me respondesse com clareza: “Existem momentos difíceis que Eu sei que vocês vão suportar, e eles vão revelar quem está no barco com vocês de verdade. Tenha paciência. Isso tudo ainda vai se transformar em um grande testemunho.”


Desde então eu tenho olhado diferente para algumas tempestades. Porque talvez aquilo que hoje parece só luta esteja, na verdade, preparando uma revelação. E quando tudo isso passar, nós vamos olhar para trás e entender por que Deus permitiu cada onda, cada perda, cada silêncio e cada surpresa.

No fim, a tempestade não vai contar apenas quem saiu do barco. Vai contar também quem permaneceu. E, acima de tudo, vai contar quem Deus sustentou até chegar do outro lado.


Atos 27

CUIDADO

 “Há uma coisa que precisamos ter cuidado: a certeza de que já nos conhecemos completamente”.


Às vezes dizemos: “Eu nunca faria isso. Eu não sou assim. Isso não faz parte de mim.” E talvez, naquele momento, estejamos sendo sinceros. 

Mas será que realmente conhecemos todas as profundezas do nosso coração?

Existem coisas em nós que só aparecem quando Deus nos coloca diante delas.


Eu vivi isso recentemente. Sempre tive muita certeza de que a inveja não fazia parte de mim. Nunca foi um sentimento com o qual me identifiquei. Mas, em determinado momento, percebi que meu coração não conseguiu se alegrar com aquilo que algumas pessoas estavam vivendo. Meu coração se fechou. 


E, quando Deus me permitiu enxergar com honestidade, percebi: havia inveja ali.

E foi assustador perceber que algo que eu sempre dizia “não fazer parte de mim” estava, de alguma forma, dentro de mim.

Mas foi também uma graça.

Porque Deus não revelou aquilo para me condenar. Ele revelou para me tratar.


E isso me fez pensar: quantas coisas existem em nós que ainda não chegaram à superfície? Quantos sentimentos chamamos de “personalidade”, quando na verdade são áreas que Deus ainda quer transformar? Quantas vezes confundimos comparação com inspiração, orgulho com convicção, competição com zelo, inveja com simplesmente “não me identificar”?


Nós precisamos ter cuidado com a vaidade de pensar que já sabemos quem somos.

Davi não orou: “Senhor, eu já me conheço.”�Ele orou: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração.”


Porque há lugares dentro de nós que nem nós conhecemos.

E talvez uma das orações mais maduras que alguém possa fazer seja:

“Senhor, mostra-me aquilo que eu não consigo ver em mim. Revela-me aquilo que ainda não chegou à superfície. Não me deixes construir uma identidade baseada apenas naquilo que penso ser. Sonda-me, confronta-me, corrige-me e transforma-me.”


E há algo ainda mais profundo: Deus pode nos mostrar uma área que precisa ser tratada sem nos definir por ela.

Ter inveja em algum momento não significa ser uma pessoa invejosa. Sentir orgulho não significa que somos irremediavelmente orgulhosos. Descobrir uma fraqueza não significa que aquela fraqueza é a nossa identidade.


Significa apenas que Deus encontrou um lugar que ainda precisa da Sua graça.


Por isso, cuidado com o “eu nunca”.

Talvez a maior segurança não esteja em dizer “isso nunca faria parte de mim”, mas em dizer:

“Se houver em mim alguma coisa que não agrada a Deus, que Ele me mostre antes que eu me acostume com ela.”


Nós não nos conhecemos completamente.

Mas Deus nos conhece.

E quando Ele revela o que está escondido, não é para nos envergonhar.


É porque aquilo que Ele traz à luz, Ele também pode transformar.




Você consegue obedecer a Deus quando ainda não existe nenhuma evidência de que aquilo que Ele falou vai acontecer?


É fácil confiar quando a resposta já apareceu, quando a porta se abriu, quando conseguimos enxergar o caminho. Difícil é continuar construindo quando, ao nosso redor, nada parece confirmar aquilo que Deus disse.


Noé recebeu uma ordem sobre algo que ainda não via. E começou a construir. Não por alguns dias ou semanas, mas durante anos.


Enquanto a vida ao redor seguia normalmente, ele continuava. Deus havia falado, e isso era suficiente.


A Bíblia resume sua postura de uma maneira quase desconcertante:


Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.

📖 Gênesis 6:22


Não diz que Noé entendeu tudo.

Diz que ele obedeceu.


Hebreus registra:


Pela fé, Noé [...] preparou uma arca para a salvação de sua casa.

📖 Hebreus 11:7


Sua fé não ficou apenas nele. Alcançou sua família. Eles construíram juntos. Entraram juntos.


E talvez seja aqui que Noé encontre a nossa vida.


Queremos ter controle antes de obedecer. Queremos saber quando, como e qual será o resultado.


Noé nos ensina outra coisa:


fé é continuar construindo mesmo quando ainda não choveu.


E isso aponta para Cristo: nossa segurança nunca esteve naquilo que conseguimos prever, mas naquele que nos chama a confiar nEle.


Talvez hoje Deus não esteja pedindo que você enxergue o amanhã.


Talvez esteja apenas perguntando:


Você vai continuar obedecendo hoje?


Então continue construindo.


Continue orando.

Continue sendo fiel.

Continue fazendo aquilo que Deus colocou nas suas mãos.


Não confunda ausência de evidência com ausência de Deus.


Noé não construiu porque viu a chuva.


Construiu porque ouviu Deus.



APRENDIZADO

Todos somos alunos. Todos somos educadores. A vida é feita de incríveis trocas. A sala de aula me fascina. Um pouco ensino e muito aprendo. Ensinar é muito mais do que transmitir informações. É tocar uma vida com aquilo que se é. Quem ensina de verdade deixa marcas que não cabem apenas na memória da mente, mas ficam guardadas no jeito de olhar, escolher e caminhar. Todos nós fomos formados por pessoas que deixaram algo de si em nós. Uma palavra que abriu coragem. Um exemplo que mostrou direção. Uma paciência que nos fez acreditar que era possível aprender. Um gesto de confiança quando ainda duvidávamos de nossa própria capacidade. Ensinar é partilhar presença. Por isso, toda pessoa que orienta, educa, aconselha ou acompanha alguém precisa reconhecer a delicadeza dessa missão. O outro não recebe apenas conteúdo. Recebe também tom, cuidado, esperança, coerência e humanidade. Deus ensina assim. Ele não apenas entrega mandamentos ao coração. Ele caminha conosco, repete com paciência, corrige sem abandonar, ilumina sem humilhar. Sua pedagogia é feita de amor e presença. Quando aprendemos com Ele, também ensinamos melhor. Não pela imposição, mas pela vida que se torna sinal. Há ensinamentos que ficam porque vieram acompanhados de afeto. Há lições que atravessam anos porque alguém acreditou em nós no momento certo. Deixar uma parte de si nos outros é uma forma de permanecer servindo mesmo depois que a convivência muda. Quem ensina semeia futuro. Talvez nunca veja todos os frutos, mas entrega sementes que podem florescer em lugares distantes. Essa é uma beleza silenciosa do amor: aquilo que damos com verdade continua vivendo em alguém. E quando ensinamos com humildade, consciência e ternura, permitimos que uma parte luminosa de nossa alma ajude outras vidas a encontrarem caminho, coragem e sentido. 

AFLIÇÕES

 "Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.”

— 2 Coríntios 1:5

O Apóstolo Paulo nos ensina que seguir a Cristo não significa viver sem aflições. Existem momentos em que as lutas parecem se multiplicar, o sofrimento se torna pesado e não conseguimos compreender por que Deus permite determinadas situações. Mas o versículo apresenta uma verdade poderosa: a aflição pode ser abundante, mas o consolo de Cristo também é abundante. Deus não promete que nunca passaremos pelo vale. Ele promete que não atravessaremos o vale sozinhos. Quando nossas forças diminuem, Cristo permanece presente. Quando as respostas não chegam, sua graça continua nos sustentando. Quando o coração está abatido, seu consolo pode alcançar lugares que nenhuma palavra humana consegue alcançar. Portanto, em meio aos momentos difíceis não desista da caminhada proposta. Continue em frente. Lute, lute e lute. Combata um bom combate, com a certeza que o Senhor dos Exércitos está a frente preparando o caminho da vitória, pois agindo Ele quem impedirá?