Quer conhecer o mundo que existe dentro do seu filho? Pare de perguntar sobre o dia inteiro. Pergunte sobre momentos.
“Quem sentou sozinho hoje?”
“O que te fez rir?”
“Teve alguma hora que você ficou com vergonha?”
“Alguém foi gentil com você?”
“Teve alguma coisa que você não entendeu?”
“Se pudesse trocar uma coisa do seu dia, qual seria?”
“Tem alguma coisa que você queria me contar e está com medo?”
E depois da pergunta, faça uma coisa difícil:
fique em silêncio.
Não complete a frase.
Não transforme imediatamente em sermão.
Não corrija antes de entender.
Não exploda quando ouvir algo que não queria ouvir.
Porque seu filho está aprendendo uma coisa em cada conversa com você:
“É seguro contar isso aqui?”
E essa resposta está sendo construída hoje.
Deuteronômio 6:7 diz para ensinar aos filhos sentado em casa, andando pelo caminho, ao deitar e ao levantar.
Repara nos lugares.
A formação não acontece apenas no culto. Acontece no carro voltando da escola, na mesa do jantar, no corredor, antes de dormir.
Talvez uma das maiores heranças que você possa deixar seja criar um filho que, aos 16, 20 ou 30 anos, quando alguma coisa der muito errado, pense:
“Eu preciso contar isso para os meus pais.”
Salva esse post e hoje escolha uma dessas perguntas. Não faça as dez. Não transforme conexão em interrogatório.