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quinta-feira, 5 de novembro de 2026

VIDA

 Nem sempre nos perdemos de uma vez.

Quando o afastamento acontece, ele geralmente chega devagar, quase sem fazer barulho…

Começa quando deixamos para depois aquilo que nos faz bem!

Quando silenciamos nossas inquietações e abrimos mão de pequenas vontades nos acostumando a viver de qualquer jeito.

Um dia percebemos que já não cultivamos os mesmos sonhos, que algumas coisas perderam o sentido e que estamos vivendo muito mais no automático do que por escolha…

O mais curioso é que não precisamos tomar grandes decisões para nos distanciarmos de nós mesmos!

Às vezes, basta uma sequência de pequenas desistências…

Por isso é preciso estar atento aos próprios movimentos!

Não abandonar aquilo em que acreditamos, não negligenciar o que nos faz sentir vivos e principalmente não permitir que a rotina nos faça esquecer quem desejamos ser.

Porque também nos perdemos quando deixamos de nos escolher…

Que a vida não nos torne tão distraídos a ponto de nos afastarmos daquilo que realmente importa!


GLÓRIA

 E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades”

Filipenses 4:19

Normalmente, quando lemos este versículo, imaginamos imediatamente as nossas necessidades de comida, roupas, moradia e outras contas que precisamos pagar. É claro que o apóstolo Paulo se referia a estas necessidades, mas é maravilhoso saber que Deus nos supre com coisas materiais, mas também de muitas outras formas, pois Deus é completo!


Talvez, você esteja bem e confortável financeiramente, mas seu coração esteja em pedaços por causa de um relacionamento difícil com um filho. Você pode estar precisando de um emprego, mas, além da falta de um salário no final do mês, se sentindo incapaz e improdutivo e isso estar te entristecendo demais… Quem sabe, sua saúde não esteja tão bem e tenha sido apresentado a você um diagnóstico que está querendo roubar a sua paz. Enfim, as necessidades de respostas que temos são diversas.


Enquanto você lia os parágrafos anteriores, tenho certeza que já se lembrou de algo que vive e que precisa da intervenção de Deus. Por isso, hoje, quero te lembrar que a Palavra de Deus jamais falha e que Deus também não muda de ideia sobre o que prometeu.


Deus sempre vai te abastecer com o que você precisa: recursos financeiros, alegria, aconchego, proteção, saúde, sabedoria, companhia, enfim, soluções diversas. Ele te compreende e nunca te abandonará.


Não entristeça o teu coração com medo de algo faltar. Além de Deus te dar o básico para viver, Ele promete que a tua resposta será além do que você espera, porque Ele te ama demais! Exercite a sua fé e descanse no Senhor!


Oração: Pai, é maravilhoso saber que o Senhor me conhece profundamente e que sabe tudo que eu preciso. Porque me ama, supre todas as minhas necessidades materiais, mas também as emocionais. A conclusão que eu chego é que sirvo a um Deus totalmente completo e que cuida de mim! Obrigado por isso. Em nome de Jesus, amém.

REVELAÇÃO


"Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos... A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices" (Sl 19.1, 7).

Deus nos criou para que desfrutássemos de seu ser. Tal realidade já é perceptível na própria Criação. Deus não colocou o homem no Éden, o lugar de encontro do Criador com Adão, objetivando tão-somente um habitat exuberante para a criatura humana. Quando o homem perfeito olhava para as obras das mãos do Criador, não pensava apenas: “Oh, como tudo é belo e maravilhoso!”. O que vinha à sua mente era o esplendor daquele que a tudo havia feito. É interessante como o ser humano, motivado por sua incessante busca de glória pessoal, naturalmente é inclinado a não fazer isso. Ele não gosta de reconhecer glória alheia. Naturalmente toma atitudes para se esquivar de ter que reconhecer o sucesso do outro. Acha isso humilhante, algo que o rebaixa diante de seus próprios olhos. Dessa forma, dificilmente pensa na habilidade de alguém, sua perícia e destreza, na produção de algo, na manufatura de um belo tecido, na construção de uma máquina magnífica, até mesmo de um prato delicioso. Ainda que reconheça algo da “glória” de quem fez, sua ênfase está sempre no que foi feito, não naquele que o produziu. Louva a obra realizada, muito mais do que o seu autor.

A queda também operou isso no que diz respeito às obras de Deus, pois os homens passaram a servir e adorar a criatura, ao invés do Criador. Entendamos que tudo o que foi criado resplende a glória do Senhor, isto é, sua abissal distinção como Criador de todas as coisas. Embora tenhamos recebido reflexos do caráter e do ente divinos como seres humanos que somos, são atributos que nos foram comunicados que se encontram em Deus de tal forma imensa e infinita, que o distingue de todas as criaturas, mesmo daquelas que guardaram seu estado de perfeição original. Sem dúvida alguma, o ser humano é a criatura que mais se identifica com o Criador. Criado à sua imagem e semelhança, possui em si o reflexo mais pleno da própria divindade. Compreendamos que essa proximidade essencial do homem com Deus está em sua natureza espiritual.

Hoje, motivados por querer dizer aquilo que outros nunca defenderam, há aqueles afirmam que Deus tem corpo e que a fisicalidade do ser humano, portanto, teve como base o corpo de Deus. No entanto, preferimos ficar com Cristo, que disse: “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.24). Jesus define a natureza de Deus como inteiramente espiritual. Onde Deus vive é um mundo essencialmente imaterial, onde não há lugar para corpos. Dessa forma, ao criar o homem à sua imagem, essa semelhança se dá inteiramente na alma humana, não em seu corpo. O Salmo 19 difere dos demais por ter como tema a revelação de Deus. Nos versos 1 a 6 percebemos Davi dissertar sobre aquilo que a Teologia convencionou chamar de "Revelação Natural", ou seja, destaca o fato de que a Criação revela o próprio Criador. É como se a face de Deus estivesse estampada em cada elemento criado. Percebe-se a grandeza e toda a distinção do Criador por meio das obras de suas mãos.

É provável que, se Adão não tivesse caído, aprenderíamos de Deus não apenas pelo contato direto com ele, mas também o vendo na Criação de forma incomparavelmente mais contundente do que percebemos hoje. O pecador perdeu a habilidade de conhecer Deus profundamente através da glória estampada em todas as coisas. Assim, foi exatamente a queda do homem que exigiu uma revelação específica, em linguagem humana, para que o pecador pudesse entender quem é Deus e quais são sua vontade e propósito. É isso que Davi passa a fazer a partir do verso 7. Chama-nos a atenção o fato de ter passado da revelação natural para a especial sem qualquer aviso ou transição. Isso sugere que, para ele, há apenas um conhecimento de Deus, um único conjunto de verdades, uma única revelação, que pode ser conhecido tanto por meio da Criação como por meio das Escrituras. Na verdade, há uma continuidade entre a Criação e a Escritura, como meios proclamatórios de Deus.

É importante compreender que, ao contrário do que se imagina, a revelação maior está na Criação, não na Escritura. A Palavra de Deus é revelação específica sobre a salvação, que revela também verdades elementares do Criador. No entanto, na Criação, segundo o apóstolo Paulo, são revelados “os atributos invisíveis de Deus, o seu eterno poder e a sua divindade” (Rm 1.20). Certamente, há conhecimento de Deus muito maior estampado na Criação do que revelado nas Escrituras. O que precisamos entender é que não temos mais capacidade de decifrar tal conhecimento natural, sendo necessária uma revelação especial, em linguagem humana, para que possamos ter acesso às verdades fundamentais, ainda assim, diluídas e empobrecidas ao nível de nossa capacidade cognitiva. Mesmo a necessidade de Cristo pode ser compreendida na Criação exatamente pela percepção da glória de Deus. Isso certamente se dá quando o ser humano percebe a pura e santa glória divina em contraste com sua natureza caída e pecaminosa. Ele precisa ser salvo. No entanto, mesmo esse conhecimento está, agora, oculto ao ser humano. Apenas o salvo, já iluminado pela revelação das Escrituras, pela ação do Santo Espírito de Deus, pode compreender isso.

O homem, por ter se tornado pecador não pode ter contato com o ser Divino a não ser que isso lhe seja propiciado. É verdade que nas Escrituras tal conhecimento é apresentado de forma ordenada e, de certa forma, sistematizada. Como dissemos, o fato de o salmista conjugar a revelação natural e a especial juntas mostra que estão em continuidade. Colocando isso de outra forma, a revelação especial (as Escrituras) não deve ser considerada separadamente da existência criada. Ela é a dissertação específica e limitada daquilo que pode ser conhecido na Criação, levando-nos a um fascínio ainda maior e objetivo. Imagine-se comtemplando um céu estrelado, "manchado" de luzes em resplendor magnífico. Essa é a glória de Deus. Se ficamos extasiados com a visão do céu criado, algo belo, mas genérico aos nossos olhos, quanto mais devemos ficar ao contemplar mais objetivamente o seu Criador na leitura das Escrituras.

Em nossa situação de pecadores redimidos, necessitamos das Escrituras para o conhecimento específico de Deus. Nesta nossa condição, a construção deste salmo davídico nos ensina que a contemplação da Criação, a memória da glória de Deus naquilo que foi criado, serve como a antessala da contemplação de Deus na Palavra. Dessa forma perceberemos o Senhor e a verdade muito mais integrados à realidade, à existência. Na Criação notamos a realidade daquilo que está registrado nas Escrituras. Não há duas realidades, apenas o mundo criado e regido por Deus, no qual sua presença é sempre anunciada. Em toda realidade Deus manifesta sua gloriosa presença, mesmo nos nossos mais intensos sofrimentos. Leia as Escrituras e olhe para a Criação. Você experimentará essa progressão do ensino à realidade, da teoria à prática, a junção do espiritual com o físico e material. O Senhor está presente em tudo e a tudo dirige e orienta. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus 

MOMENTOS

 Existem momentos em que a nossa memória se torna um instrumento de fortalecimento espiritual. Quando o presente parece difícil demais, precisamos nos lembrar das fidelidades de Deus no passado.


Israel atravessou o deserto e, muitas vezes, esqueceu-se de quem o havia tirado do Egito. Nós também somos assim: diante de uma nova batalha, facilmente esquecemos quantas outras o Senhor já nos ajudou a vencer.


Por isso, não permita que a dificuldade de hoje apague da sua memória as misericórdias de ontem.


Lembre-se das portas que se abriram quando tudo parecia impossível. Das orações respondidas em silêncio. Dos livramentos que você só compreendeu depois. Das vezes em que suas forças terminaram, mas a graça de Deus o sustentou.


O salmista declarou:


“Lembra-te das maravilhas que fez, dos seus prodígios e dos juízos da sua boca.” (Salmo 105:5).


A fé não consiste em acreditar que nunca mais enfrentaremos dias difíceis. Consiste em confiar no caráter imutável de Deus mesmo quando não conseguimos compreender o que Ele está fazendo.


Quando a sua alma esquecer o que Deus prometeu, relembre o que Ele já fez. A fidelidade de Deus no passado é motivo para confiar nele no presente.


Conte novamente o seu testemunho. Não para glorificar a sua força, mas para reconhecer a graça daquele que o sustentou até aqui.



CRISE

 A maior crise do nosso tempo talvez não seja a falta de conquistas, mas a incapacidade de encontrar satisfação naquilo que realmente importa. Vivemos em uma geração que deseja chegar cada vez mais longe, conquistar mais, ser reconhecida e ocupar lugares de destaque. Entretanto, pouco se fala sobre o perigo de conquistar o mundo inteiro e, no processo, perder a comunhão com Cristo.


Paulo compreendeu que a verdadeira riqueza não estava em suas credenciais, posições ou realizações. Em Filipenses 3:8, ele declara que considerava todas as coisas como perda diante da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus.


Isso é maturidade espiritual: quando Cristo deixa de ser apenas um meio para alcançar aquilo que desejamos e passa a ser o próprio tesouro que desejamos.


Não há problema em ter projetos, sonhos, ambições e trabalhar por conquistas. O problema começa quando essas coisas ocupam o lugar que pertence exclusivamente a Cristo.


O maior sinal de maturidade não é quando Deus lhe entrega tudo o que você pediu, mas quando você descobre que, mesmo sem tudo aquilo, Cristo continua sendo suficiente.


Permaneça nele. Não faça da chegada o seu maior objetivo e esqueça-se daquele que é o próprio caminho.


“Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas.” (Romanos 11:36).


Que a nossa maior ambição não seja construir um nome na terra, mas viver de tal maneira que Cristo seja glorificado em nós.



ZAQUEU

 Em Jericó, havia “um homem, chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos e era rico”. Por ser “de pequena estatura”, ele não conseguia ver Jesus no meio da multidão e “subiu a uma figueira brava para o ver”. Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse: “Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa.” A reação foi imediata: “vendo todos isso, murmuravam, dizendo que entrara para ser hóspede de um homem pecador”. Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: “eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens”, e Jesus respondeu: “Hoje, veio a salvação a esta casa”.


A multidão chamou Zaqueu de pecador, e Jesus chamou Zaqueu pelo nome. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”


Lucas 19:1-10


💬 Comenta HOJE se Deus está começando algo novo na sua vida.

Salva pra reler no dia em que alguém puxar a sua história antiga.



AMBIÇÃO

 🔥 PILARES DA BÍBLIA DIA 025


QUANDO A AMBIÇÃO SOBE AO TRONO, A CASA QUE DEUS LEVANTOU COMEÇA A SANGRAR


Juízes 9


Pega a sua Bíblia, pega a sua agenda e presta atenção, porque em Juízes 9 nós vemos o que acontece quando uma geração recebe livramento, mas não guarda aliança. Gideão morreu, Israel se esqueceu do Senhor e também não usou de bondade com a casa daquele que havia sido instrumento de livramento. A vitória que deveria gerar temor, memória e fidelidade abriu espaço para ingratidão, idolatria e disputa por posição.


É nesse cenário que aparece Abimeleque, filho de Gideão com uma concubina de Siquém. Ele vai até os irmãos de sua mãe e começa a plantar uma ideia perigosa no coração deles: era melhor que ele governasse sozinho do que todos os filhos de Gideão governarem. Abimeleque não foi levantado por Deus, ele se ofereceu ao poder. Ele não esperou direção, ele fabricou apoio. Ele não buscou propósito, buscou trono.


Essa história mostra que nem toda liderança nasce do céu. Algumas nascem da manipulação, da conversa bem colocada, da ambição escondida atrás de parentesco, influência e promessa de vantagem. Abimeleque usa laços familiares para abrir caminho, recebe prata tirada do templo de Baal-Berite e contrata homens levianos para segui-lo. Quando o fundamento é errado, os aliados também revelam o tipo de obra que está sendo construída.


Depois disso, ele vai à casa de seu pai e mata seus irmãos sobre uma mesma pedra. Setenta filhos de Gideão foram destruídos por causa da sede de poder de um homem que queria governar sem ter sido enviado. Apenas Jotão, o filho mais novo, escapa porque se esconde. Olha a gravidade disso: a casa de um homem que derrubou altar errado agora vê um filho levantando destruição dentro da própria família. Quando a ambição não é tratada, ela não fere apenas quem deseja o trono, ela derrama dor sobre todos que estão por perto.


Abimeleque é declarado rei junto ao carvalho de Siquém. Mas Jotão sobe ao monte Gerizim e libera uma palavra que deveria tremer dentro de qualquer pessoa que busca posição sem temor. Ele conta a parábola das árvores. A oliveira, a figueira e a videira recusam deixar sua essência para reinar sobre as árvores. Mas o espinheiro aceita. O espinheiro não tem fruto para alimentar, não tem óleo para ungir, não tem vinho para alegrar. Ele só tem sombra fraca e espinhos para ferir.


Existe gente que quer governar, mas não tem fruto. Quer influência, mas não tem temor. Quer ser vista, mas não tem entrega. Quer lugar alto, mas carrega espinhos. E quando espinheiro sobe, quem se aproxima sai ferido. Jotão mostra que uma liderança sem origem em Deus pode até ser aclamada por um tempo, mas cedo ou tarde o fogo que saiu dela consome quem a sustentou.


Por três anos Abimeleque governou Israel. Mas a Bíblia diz que Deus enviou um espírito de discórdia entre Abimeleque e os homens de Siquém. Aquilo que começou em acordo errado terminou em quebra. A mesma cidade que ajudou Abimeleque a subir começou a se voltar contra ele. Toda aliança construída fora da vontade de Deus carrega dentro de si uma rachadura. Pode parecer forte no começo, pode ter aplauso, apoio e estrutura, mas não sustenta paz, porque nasceu de sangue, interesse e mentira.


Os homens de Siquém se levantam contra Abimeleque, e a guerra começa. A cidade que coroou o ambicioso se torna palco de destruição. Abimeleque mata, queima, derruba e espalha sal sobre a cidade. Quem usa pessoas para subir não terá problema em destruí-las quando elas não servirem mais ao seu desejo. A ambição nunca ama pessoas, ela usa pessoas. Enquanto elas servem ao plano, parecem importantes. Quando deixam de servir, viram obstáculo.


Mas Abimeleque também encontra o seu fim. Ao tentar atacar uma torre, uma mulher lança uma pedra de moinho sobre sua cabeça e o fere mortalmente. Ele, que matou seus irmãos sobre uma pedra, também cai por uma pedra. Ele, que quis deixar um nome de força, termina tentando esconder a vergonha de morrer pelas mãos de uma mulher. Só que ninguém apaga o juízo de Deus com uma última ordem humana. A Bíblia registra que Deus fez tornar sobre Abimeleque o mal que ele havia praticado contra seu pai, matando seus setenta irmãos.


Juízes 9 nos faz olhar para dentro com temor. Que tipo de desejo está tentando governar o coração? Existe uma ambição disfarçada de chamado? Existe vontade de ser visto, reconhecido, seguido e aplaudido, mas sem raiz em Deus? Existe alguém usando nome de família, história, influência ou dor para construir um lugar que Deus não entregou?


Nem todo trono é promessa. Alguns tronos são armadilhas. Nem toda porta aberta vem do Senhor. Algumas portas se abrem porque a pessoa forçou entrada, comprou apoio e ignorou princípios. Mas tudo que nasce fora de Deus cobra um preço depois.


Abimeleque queria reinar, mas não queria servir. Queria o lugar de Gideão, mas não carregava o temor que Gideão carregou quando derrubou o altar de Baal. Queria herdar influência, mas não herdou obediência. E essa é uma das maiores tragédias espirituais: tentar viver da história de alguém sem ter a vida com Deus que sustentou aquela história.


O Senhor não procura espinheiros com sede de trono. Ele procura corações que dão fruto antes de querer posição. Porque quem tem fruto não precisa ferir para provar valor. Quem tem raiz em Deus não precisa matar irmãos para ocupar espaço. Quem foi chamado pelo Senhor não precisa fabricar palco.


Antes de desejar lugar alto, permita que Deus trate o coração. Porque uma pessoa pode subir sem ter sido enviada, pode ser aplaudida sem ser aprovada e pode conquistar posição enquanto perde completamente o temor.


O trono que nasce da ambição pode até parecer vitória no começo, mas no fim se transforma em juízo.


Juízes 9:56


“Assim, Deus fez tornar sobre Abimeleque o mal que tinha feito a seu pai, matando seus setenta irmãos.”

VIDA

 Nem sempre nos perdemos de uma vez. Quando o afastamento acontece, ele geralmente chega devagar, quase sem fazer barulho… Começa quando dei...