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domingo, 8 de fevereiro de 2026

PERDÃO

 Eu sei que dói quando a decepção vem de gente de dentro. Líder, pastor, irmão, amigo. A ferida é real. Mas existe uma verdade que precisa ficar firme no coração: pessoas podem falhar, Jesus não falha. E Deus vai tratar comigo pelo meu relacionamento com Ele, não pelo comportamento dos outros.


Quando muitos desistiram, Pedro declarou algo que precisa ser a nossa âncora:

“Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.” (João 6:68)


Se você se afastou da intimidade, da constância, do primeiro amor, o caminho de volta está na Palavra:

“Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e pratica as primeiras obras.” (Apocalipse 2:5)


Volta.

Não para uma religião fria.

Volta para Jesus.

Porque Ele é o caminho:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6)


E se gente te feriu, escolha perdoar. Mágoa pesa, prende, endurece. Perdão não chama o erro de acerto; perdão tira o peso de cima de você e devolve seu coração para Deus.


Aplicação prática de hoje:


Ore com sinceridade: “Jesus, eu volto para Ti.”


Confesse o esfriamento e retome as primeiras obras: Palavra, oração, comunhão e obediência.


Libere perdão pelo nome, um passo de cada vez.


Recomece pequeno, mas com constância: 10 minutos por dia, sem negociar.


Nada vale mais do que estar perto de Jesus. Ele não é um plano B. Ele é a vida.

 A fé é necessária para que possas chegar a seus objetivos porém, é necessário também que tenhas atitude.

 Não desista de lutar pelos seus sonhos, e acima de tudo, olhe para o alto, olhe para aquEle que é de onde lhe virá o socorro, e assim, os problemas você vencerá, as barreiras ultrapassarás e os seus objetivos você alcançará. 

Inicie então mais um dia, com muita fé.

Acorde agradecendo!

Honrados serão sim, os que permanecem com confiança no Senhor. 

Nunca se esqueça mesmo nos dias mais difíceis da sua vida Deus cuida de você. 

Te desejo um domingo de paz, amor e união ao lado dos seus. 

CERTO

 Um relacionamento que dá certo é um edifício que tem que ser construído todos os dias. Aquele que age motivado pela ira, mentira, amargura, irritabilidade e infidelidade, não é feliz. É a paz que alicerça o amor, e não a ira. É a verdade que promove a confiança, e não a mentira. É o perdão que traz a reconciliação, e não a amargura. É a sensibilidade que permite o diálogo, e não a irritabilidade. É a fidelidade que garante que o relacionamento será capaz de durar até à morte, e não a infidelidade. Esquecer estas verdades é um convite ao desastre. Ou mudamos nossas atitudes ou vivemos com as consequências. A escolha é nossa. 


CORAÇÃO

 


Procrastinação é o hábito de adiar o que deve ser feito, mesmo tendo clareza da responsabilidade. Não é descanso legítimo nem limitação real, mas a escolha recorrente de postergar decisões, conversas, tarefas e compromissos. A Escritura mostra que quem espera condições ideais nunca age. O tempo passa, as oportunidades se perdem e o coração se acostuma à omissão.


A Palavra nos ensina: “Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará” (Ec 11:4). Ou seja, quem procura sempre achará motivos para não se empenhar naquela tarefa difícil ou desconfortável. 


Os motivos da procrastinação são variados. Às vezes nasce do medo de errar, do perfeccionismo que paralisa ou da fuga do desconforto. Em outros casos, do comodismo, da indisciplina e da ilusão de que amanhã será melhor. 


A procrastinação não adoece apenas a vida pessoal; ela compromete relacionamentos, especialmente na família. Conversas adiadas tornam-se distâncias permanentes. Pedidos de perdão não feitos transformam-se em muros. Promessas não cumpridas geram desconfiança. 


No lar, pais que procrastinam responsabilidades ensinam aos filhos que compromisso é algo opcional. Filhos que fazem o mesmo, perdem boas e ricas oportunidades pessoais. No trabalho, a procrastinação sobrecarrega outros e fragiliza equipes. Na igreja, líderes, pastores e missionários que adiam decisões e ações essenciais permitem que conflitos cresçam e feridas se aprofundem. O apóstolo nos exorta: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus” (Ef 5:15-16).


A solução bíblica passa pela diligência, pela responsabilidade e pelo temor do Senhor. Provérbios nos lembra: “O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta” (Pv 13:4). Diligência não é pressa; é fidelidade diária. É fazer hoje o que Deus já colocou em nossas mãos.


Se a procrastinação deseja se instalar em seu coração, o chamado é claro: comece! Não espere o cenário ideal. Dê passos pequenos, mas firmes. Resolva o que precisa ser resolvido, fale o que precisa ser dito, faça o que precisa ser feito. A diligência cura o coração e restaura relacionamentos. Hoje é um bom dia para obedecer, amar e agir.



DOR

 O Apóstolo Paulo não nega a dor. Ele não espiritualiza o sofrimento para fingir que ele não existe. Pelo contrário, ele reconhece que os sofrimentos são reais, profundos e, muitas vezes, transbordantes. Mas faz uma afirmação que muda tudo: a consolação em Cristo também transborda. O texto ensina algo essencial, os “sofrimentos de Cristo” não são apenas os que Ele viveu na cruz, mas aqueles que compartilhamos quando caminhamos com Ele, como, rejeições, lutas internas, perdas, cansaço da alma, incompreensões e até crises de fé. Mas o Apóstolo afirma algo poderoso: a mesma medida da dor é alcançada pela medida da consolação. Não é uma consolação rasa, nem distante, mas uma consolação que passa “por meio de Cristo”, isto é, pela presença viva, sensível e sustentadora de Jesus. Portanto, se há alguma situação que pense não ter solução, creia apenas que ela virá do Consolador, pois o socorro sempre vem do Senhor que fez o céu e a terra.

ENTENDER

 Como é maravilhoso ‘misturar’ nossa vida com o amor de Deus. Demorei um tempo para compreender que Deus não estava distante e nem castigava. A experiência do amor de Deus transformou minha vida. Bem sabemos que o ser humano se inquieta diante do que escapa à compreensão, porque aprendeu a confiar mais no que domina do que no que o sustenta. Quando as respostas não vêm, o coração tende a se agitar, como se o silêncio fosse sinal de abandono ou falha. No entanto, existe uma ordem mais ampla que não depende da nossa capacidade de entender, uma condução discreta que continua operando mesmo quando tudo parece fora de lugar. Deus não governa a vida como quem controla peças rígidas, mas como quem acompanha processos vivos, respeitando tempos, amadurecimentos e limites. Há acontecimentos que só revelam sentido muito depois, e outros que jamais se explicam plenamente, mas nem por isso deixam de estar envolvidos por cuidado. Confiar nesse controle não é fechar os olhos para a dor, é reconhecer que ela não é soberana. A fé madura não elimina perguntas, mas impede que elas se transformem em desespero. O coração aprende, pouco a pouco, que não compreender tudo não significa estar perdido. Muitas vezes, aquilo que parece desordem é apenas uma etapa ainda não decifrada do caminho. Deus vê o conjunto, enxerga conexões que escapam ao olhar apressado, sustenta quando as forças falham e orienta mesmo quando a direção não é clara. Há um descanso profundo em aceitar que a vida não depende apenas do próprio esforço para se manter de pé. Esse abandono confiante não é passividade, é humildade diante do mistério. Ele permite atravessar dias confusos sem endurecer, viver incertezas sem perder a esperança, caminhar sem exigir garantias imediatas. O controle de Deus não oprime, ampara; não limita, protege; não apaga a liberdade humana, mas a envolve com sentido. Quando se aceita isso, o coração desacelera e encontra um chão mais firme do que as próprias certezas. Nem tudo precisa ser entendido para ser cuidado, nem tudo precisa fazer sentido agora para estar a salvo. A vida segue sustentada por mãos invisíveis que não falham, mesmo quando o olhar humano não alcança. E nessa confiança serena, a alma descobre que pode continuar, não porque tudo esteja claro, mas porque tudo está guardado. 

CONVITE

 

Este é o convite de Deus para nós. Incline seus corações para seu lar! No plano de Deus é tudo sobre o Rei e seu reino. Ele escreveu o script, construiu o cenário, dirige os atores e conhece o ato final – um reino eterno. “Esse plano é unir, no tempo certo, debaixo da autoridade de Cristo, tudo o que existe no céu e na terra.” (Efésios 1:10 NTLH). Agarre-o!


A viagem para casa é boa, mas a viagem não é o destino. Aqueles que ficarem contentes com nada mais que alegria na viagem estão aceitando uma satisfação pequena demais. Há mais para a vida do que esta vida. A Escritura nos diz que Deus “pôs no coração do homem o anseio pela eternidade” (Eclesiastes 3:11 NVI). Na narrativa de Deus, a vida na terra é só o começo. É a primeira letra na primeira frase do primeiro capítulo da grande história que Deus está escrevendo com a sua vida.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

LUGAR

 A vida é um milagre. Viver é um milagre. Ter uma família e amigos é um grande milagre. Pensando bem, tudo é milagre. Há uma busca profunda que atravessa o coração humano e, muitas vezes, nem chega a ser formulada em palavras. Ela se manifesta como inquietação, como desejo, como a sensação de que algo precisa fazer sentido para além do imediato. No entanto, a vida não responde sempre com argumentos claros ou caminhos perfeitamente desenhados. Muitas vezes, a resposta vem na forma da própria existência, sustentada dia após dia por uma fidelidade que não depende de entendimento completo. Estar aqui já é um sinal de que algo foi confiado, mesmo que ainda não se saiba exatamente o quê. Cada pessoa carrega uma história que não se repete, um modo singular de sentir, de olhar, de atravessar o mundo. Isso não é acaso, é mistério acolhido. Deus não age por improviso, mas por delicadeza, e a presença de cada vida no mundo revela uma intenção que s ok oe desdobra no tempo, sem pressa de se explicar. Há momentos em que o coração se compara, se diminui, questiona seu lugar, como se precisasse justificar a própria presença. Mas a existência não precisa de defesa, ela se basta. O simples fato de respirar, de sentir, de continuar apesar das fragilidades já testemunha uma resposta viva àquilo que a vida pede. Nem sempre se sabe qual é a pergunta, e tudo bem. Algumas respostas não se dão em palavras, mas em permanência, em resistência silenciosa, em gestos pequenos que mantêm o mundo um pouco mais habitável. A vida se encarrega de revelar, aos poucos, o sentido que não se impõe, apenas se oferece. Quando se aceita essa verdade com humildade, o coração encontra repouso. Estar aqui, agora, já é participação no mistério maior, já é diálogo com Deus, já é sinal de que a vida confiou algo precioso. E nesse reconhecimento sereno, a alma descobre que viver não é responder a todas as perguntas, mas permitir que a própria presença continue sendo resposta, mesmo em silêncio.

FORTE

 “Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.”

Isaías 40:29-31

Umas das coisas que vemos as pessoas reclamarem muito é sobre o cansaço. Cansaço físico por causa de tantos afazeres, cansaço emocional por causa da quantidade de coisas que precisam ser resolvidas.


Deus não criou o ser humano para ser uma máquina. Temos um limite e precisamos ser renovados para ganhar novas forças. Mas, e quando as situações da vida parecem sugar toda a energia e vitalidade que temos? E quando nenhum descanso ou ajuda é capaz de nos fazer sentir aliviados e fortalecidos?


Deus prometeu em Sua Palavra que multiplicaria as nossas forças, pois Ele é a nossa força. Ele é o nosso sustento e ânimo em toda e qualquer situação: nas tarefas corriqueiras ou quando surge o maior dos problemas. Você tem contado com Ele para te renovar?


Se você se entregar ao cansaço, ele te puxará para um grande desânimo. Até buscar a Deus ficará mais difícil. Porém, se você reagir declarando que a sua força vem do Senhor, que você é renovado como as águias, Ele mesmo te levantará e te fará “novo em folha” para os pequenos e grandes desafios da vida.


Confie em Deus. Apegue-se a Ele. Conte com Ele para tudo, até mesmo para ajudar você a se organizar melhor e ser mais eficiente. Você pode ser jovem ou até muito idoso, não importa, a força que vem de Deus é sobrenatural e inigualável e te faz resistir às situações que possam te abater. Esperando em Deus, você sairá da condição de exausto para uma pessoa cheia de vigor!

ENSINO

 Às vezes, a vida não repete situações para nos punir,

mas para ver se já estamos prontos para aprender algo novo sobre nós.

O cenário parece o mesmo, mas a pergunta é outra:

‘o que mudou em você desde a última vez?

Repetir não é fracassar, é ser convidado a integrar o aprendizado.


🎈Para refletir:

• O que essa situação recorrente está tentando me ensinar sobre mim?

• Em que ponto eu ainda ajo no automático, sem consciência?

• O que posso fazer diferente agora, mesmo que a situação pareça a mesma?

ADIAR

 É VOCÊ UM PROCRASTINADOR?


Procrastinação é o hábito de adiar o que precisa ser feito, mesmo sabendo que o adiamento trará prejuízo. Não se trata de descanso legítimo nem de limitação real, mas de uma escolha repetida por postergar responsabilidades. A procrastinação costuma vestir roupas aceitáveis: “não é o momento”, “amanhã farei melhor”, “preciso estar mais preparado” ou “ele também não fez o que devia” Assim, o tempo passa, as tarefas se acumulam e a vida vai sendo empurrada de qualquer forma.


A Palavra nos diz: “Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco de sono, um pouco de tosquenejar, um pouco de cruzar os braços para descansar; assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado” (Pv 6:9-11).


Os motivos da procrastinação são diversos. Em muitos casos, nasce do medo de errar, do perfeccionismo paralisante ou da fuga do esforço. Em outros, da busca pelo conforto, da falta de disciplina ou da tendência à dispersão. No processo, o coração aprende a negociar com a consciência e transforma o adiamento em estilo de vida. O problema é que a procrastinação não é indolor: ela cobra juros altíssimos.


Provérbios trata esse tema com clareza pastoral e firmeza amorosa. O texto não descreve um colapso repentino, mas um processo lento: “um pouco de sono, um pouco de tosquenejar…”. Pequenos adiamentos, repetidos diariamente, produzem grandes perdas. A pobreza e a necessidade chegam “como um ladrão”, ou seja, de forma inesperada; e “como um homem armado”, algo que pode nos dominar. O ensino bíblico é claro: adiar o dever hoje compromete o amanhã.


A Palavra nos chama a despertar. Deus nos concede tempo, dons e responsabilidades específicas. Não tudo, mas algo. E aquilo que Ele coloca em nossas mãos deve ser tratado com diligência e zelo. A procrastinação, nesse sentido, não é apenas ineficiência; é desobediência silenciosa. É dizer “depois” para aquilo que deve ser “agora”. 


Se você reconhece essa luta, há boa esperança. Comece pequeno, mas comece hoje. Ore pedindo disciplina. Organize o que é prioridade. Dê o primeiro passo, ainda que imperfeito. Faça o mesmo amanhã. O Senhor honra quem se levanta, trabalha e confia nele. Levante-se! Não adie. O tempo é dom de Deus, e hoje é um bom dia para obedecer.



JOIO

 Ainda que por muitas vezes tenhamos passado por momentos e situações difíceis, devemos elevar nossos olhos ao céu e agradecer. Agradecer pelo que temos e por muitas coisas que somos livrados.

Não olhemos para trás nos lamentando pelo que poderíamos ter feito ou conquistado, se ainda almejamos, isso quer dizer que teremos uma nova chance.

Não se lamente por pessoas que por alguma razão te decepcionaram e que pareciam amigos(as), e que no momento em que você mais precisou você foi abandonado.

Acredite!

Quem separa o joio do trigo é Deus.

"Desejo que tenha um dia maravilhoso e que cada cada passo que der seja guiado pelas mãos de Deus"


PÃO

 pão representa qualquer coisa ao longo da história, é o sustento diário. Outras comidas certamente são adições agradáveis para nossa existência; mas, quando pensamos em pão, a maioria de nós pensa nas necessidades mais básicas da vida de alguém sendo atendidas.

Esse tipo de pensamento é consistente com a provisão única de Deus para o seu povo. No Antigo Testamento, a experiência dos israelitas de vagar no deserto exigiu deles dependência total em Deus para atender a suas necessidades diárias. Uma das maneiras mais tangíveis através da qual eles aprenderam essa lição foi pela provisão de Deus no maná do céu.
Deus deixou claro ao seu povo que, a cada dia, ele forneceria maná o suficiente para um dia, e um dia apenas. Eles não deveriam deixar nenhuma sobra até a manhã seguinte (Êx 16.19). Seu propósito em suprir pão suficiente para apenas um dia de cada vez era ensinar o seu povo a confiar em sua provisão. Infelizmente, alguns israelitas duvidaram que ele faria o que prometeu e o desobedeceram, guardando um pouco de maná para o dia seguinte (pois duvidar das promessas de Deus sempre leva à desobediência de seus mandamentos). Eles acordaram pela manhã confrontados pelo fedor dos restos de maná infestados de bichos (v. 20). Deus estava lhes ensinando a confiar nele para a sua provisão. Era uma lição que eles poderiam levar um longo tempo para aprender.
Quando vemos esse exemplo do Antigo Testamento e consideramos as palavras “o pão nosso de cada dia dá-nos diariamente”, percebemos que, nesse versículo da oração do Senhor, Jesus está sublinhando uma realidade atemporal: em todas as eras, Deus ensina o seu povo a não confiar na provisão em si mesma, que nos deixa ansiando por mais, mas no Provedor, que satisfaz todas as nossas necessidades.
Deus deseja que acordemos e descubramos outra vez sua provisão diária. É por isso que ele instruiu os israelitas a guardarem um pouco de maná para a posteridade, dizendo: “Dele encherás um gômer e o guardarás para as vossas gerações, para que vejam o pão com que vos sustentei no deserto” (Êx 16.32). Ao seguir essa instrução, uma geração poderia falar à próxima sobre a realidade e espanto da contínua provisão diária de Deus.
O Pai, o qual viemos a conhecer através de Jesus, se importa com nossas necessidades pessoais, práticas e materiais. Talvez você tenha acordado esta manhã cercado de problemas que estão acontecendo agora ou eventos que estão por vir em sua vida, sentindo-se ansioso sobre eles. Lembre-se disto: você é do interesse pessoal de Deus e pode se aproximar dele com confiança, pedindo-lhe tudo que for necessário para hoje. E então você pode confiar nele para dar exatamente o que você precisa hoje, e amanhã, e para sempre. Você pode jogar todo o peso de suas ansiedades sobre ele, pois ele se importa com você e o provê (1Pe 5.7).