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sexta-feira, 3 de julho de 2026

ATAQUES

 O inimigo não desperdiça ataques com quem não representa perigo.


Se a batalha tem sido intensa, não esqueça: existe um propósito maior sobre a sua vida. O diabo sabe que Deus colocou algo precioso em você, por isso tenta gerar medo, desânimo e distração. Mas nenhuma estratégia das trevas é maior do que o poder de Deus.


Hoje eu profetizo: toda arma forjada contra a tua vida será frustrada, e aquilo que Deus prometeu vai se cumprir no tempo certo.


“Maior é o que está em vós do que o que está no mundo.” (1 João 4:4)



LIBERDADE


“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.31, 32).

A obediência sincera é a maior marca do verdadeiro discípulo. Ela decorre da virtude fundamental da vida cristã: a humildade. Quando Jesus nos ensinou a pedir ao Pai: “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”, reconhecemos a falha e a limitação de nossas vontades, renunciamos a qualquer pedido que tenha a nós como centro e objetivo, e confessamos reconhecer que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Obedecer não é resultado do compromisso com o cumprimento de regras exteriores. Não é, realmente, qualquer execução de ordens. É resultado da interiorização das Escrituras, quando assimilo a vontade de Deus como sendo a minha própria vontade, modelando minha alma, comandando o meu coração.

A obediência verdadeira é sempre fruto do que somos interiormente, jamais a simples tentativa de modelar o exterior pelo cumprimento de normas. Por isso Jesus fala de “permanência”. Não se trata de “visitar” o mandamento para obedecê-lo, como se precisasse me planejar para isso ou aproveitar a melhor ocasião, um contato sazonal, temporal, mas uma “residência”, algo permanente, que prova que a Palavra de Deus se tornou parte de mim. As Escrituras foram feitas para ser transcritas nas tábuas de nosso coração, para assumir o controle de nossa vida. A Palavra de Deus, os ensinamentos de Cristo, reflete o próprio Deus. É o contraste da personalidade perfeita e santa do Deus trino com o pecado humano.

No caso de Jesus, viver a Lei era ser ele mesmo. Como se diz: “era Jesus sendo Jesus”, pois ele era a própria Lei encarnada. Como Deus-homem, sua alma coincidia com toda vontade de Deus, inevitavelmente. Era impossível Jesus querer algo que fosse diferente daquilo que pretendia o ser divino. No entanto, no nosso caso, nosso estado natural é diametralmente oposto à vontade de Deus, sendo necessária uma remodelação completa, um novo nascimento, a introdução de uma nova natureza que é exatamente igual à humanidade de Cristo. É por ela que devemos viver. Daí vem a verdadeira obediência.

A interiorização das Escrituras coincide com a vivência da nova natureza, que tem a própria Lei como modelo. Que bênção e privilégio é isso. Todavia, o homem natural encontra-se escravizado. É curioso que os judeus rejeitavam qualquer ideia de escravidão. Tinham sido escravos no Egito, passado por períodos de vassalagem durante a monarquia no Antigo Testamento, foram escravizados e exilados na Babilônia. No tempo de Jesus, a Judeia era também uma nação vassala, subjugada pelos romanos. Porém, a sequência imediata do verso epigrafado é: “Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres?” (Jo 8.33). A escravidão era uma espécie de mancha na história dos judeus que, pela negação do fato, acreditavam apagar.

Todavia, a conversão verdadeira parte exatamente desse fundamental reconhecimento: a escravidão da vontade, a sujeição da alma ao pecado. Jesus nos liberta do que somos, do que éramos antes de o conhecermos. A liberdade real é a da alma, não propriamente a do corpo. Ainda que sejamos presos por causa do evangelho, experimentaremos o senso da real libertação, que é espiritual e eterna. É a serenidade que marcava as prisões de Paulo. Outros, como Dietrich Bonhoeffer, mártir cristão do nazismo, deixaram impactante testemunho de fé e confiança nos momentos de aprisionamento.

Em nossos dias, conquanto as perseguições comecem a se mostrar mais contundentes, há outros tipos de aprisionamentos que devem ser considerados. São situações que se mostram insolúveis, dores que não passam, agonias que se perpetuam. Ocasiões que se repetem diuturnamente, sem descanso, quando ao invés do alívio ou da solução, ouvimos do Senhor: “a minha graça te basta” (2 Co 12.9). São prisões existenciais, aprisionamentos, pois não alcançam qualquer libertação. Pode ser uma doença incurável, filhos rebeldes e ímpios, a bancarrota irreversível, a consequência inevitável de pecado de grandes proporções que trouxe dano irreparável, a perda de um ente querido por si insubstituível etc. São ocasiões que se tornam a dura realidade. Não há outra coisa a fazer do que saber conviver, viver, ir adiante, sendo fiel.

Embora aprisionados a essa realidade, em Cristo somos perfeitamente habilitados a viver a liberdade da alma, isto é, não permitirmos que tais acontecimentos, por difíceis que sejam, tornem a nossa vida miserável, amargurada. Não é essa a experiência que o Senhor tem para nós. Lembremos sempre daquilo que Paulo passou com relação ao espinho na carne: “Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (2 Co 12.8. 9).

Fugir sempre é mais fácil que lutar! Não adote a lei do menor esforço. Não se entregue diante dos problemas. Ao invés disso, entregue-se totalmente às mãos do Senhor. Você experimentará o renovo diário, a porção quotidiana das misericórdias do Senhor que vem junto com o nascer do sol. Não tome o sofrimento como desculpa para a desobediência ou para a negligência. Continue a servir a Deus com integridade de vida mesmo em suas maiores dores e perdas. Adore-o e seu coração se encherá de alegria. O tempo passa, e com ele, também nós e os muitos cativeiros de existência que somos forçados a viver. Não olhe para essa vida, mas para a eternidade. Verdadeiramente somos livres! Tenha um abençoado dia na presença de Jesus 

MUNDO

 "O problema é o mundo."


Poucas explicações são tão confortáveis quanto essa.


Ela nos permite acreditar que a crise da fé, da família, da justiça e da sociedade está sempre do lado de fora.


Mas a Bíblia insiste em outra direção.


Na Bíblia, o julgamento de Deus começa pela sua própria casa.

Porque o mundo precisa de luz, e foi a Igreja que ele colocou no velador para iluminar a nossa casa comum.


É por isso que a transformação do mundo começa quando o povo de Deus aceita ser confrontado.


É muito mais fácil denunciar os pecados da sociedade do que reconhecer os nossos.

É muito mais fácil querer transformar o mundo do que aceitar que o Evangelho transforme a nós.


O mundo faz o que se espera do mundo.


E a Igreja?


Já é hora de gastarmos menos tempo apontando os pecados do mundo e mais tempo examinando se há fruto do Espírito em nós.


Porque o mundo continua precisando de luz.


Mas a luz ainda está acesa?


FERIDA

 Você corre para médicos quando o corpo dói. Mas para onde você corre quando a alma sangra?


Há feridas que nenhum exame detecta. Há dores que nenhum remédio consegue aliviar. Ansiedade, culpa, vazio, medo e pecado não são curados apenas com o tempo.


A Bíblia declara:


“Ele envia a sua palavra e os sara.” (Salmo 107:20)


A Palavra de Deus não apenas informa; ela transforma. Não apenas consola; ela confronta. Não apenas alivia a dor; ela revela o único Médico capaz de curar a raiz do coração: Cristo.


Talvez hoje você esteja procurando respostas em todos os lugares, enquanto Deus continua chamando você para abrir a Sua Palavra.


A pergunta é: você está alimentando sua alma com a mesma dedicação com que cuida do seu corpo?


A cura que você procura pode começar na próxima página da sua Bíblia.


“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” (Mateus 4:4)


Você acredita que a Palavra de Deus ainda cura vidas hoje?

PODER

 Você sabia que aquilo que sai da nossa boca tem poder? A Bíblia fala muito sobre isso, porque a boca não revela só palavras, ela revela governo, fé, mentalidade e o lugar onde o coração está. Na manhã de quinta, enquanto eu fazia compras para o café em um mercado, comecei a ouvir a conversa de duas funcionárias pelos corredores. E eu fiquei impactada, porque nunca vi tanta derrota saindo de uma boca só. Era uma sequência de reclamações pesadas, do tipo: “CLT é escravidão”, “a gente trabalha, trabalha e nunca tem nada”, “a vida da gente é só pagar conta”, “nada vai pra frente”, “quem nasce pobre morre pobre”, “não adianta sonhar”, “é só luta, cansaço e humilhação”. E enquanto eu ouvia aquilo, Deus falou comigo: fale sobre isso. Porque tem muita gente que não percebe que está amaldiçoando o próprio caminho com a boca. Não é sobre negar a realidade, não é sobre fingir que a vida está fácil, não é sobre romantizar luta. É sobre entender que reclamar todo dia não muda o salário, não abre porta, não traz direção e não fortalece a fé. Tem gente pedindo uma vida nova, mas continua repetindo palavras velhas. Tem gente querendo prosperar, mas a boca só declara escassez. Tem gente querendo viver promessa, mas todo dia profetiza derrota sobre si mesmo. A Bíblia diz em Provérbios 18:21: “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.” Então presta atenção no que você anda falando dentro de casa, no trabalho, no mercado, no carro, no WhatsApp e até quando ninguém está te ouvindo. Porque antes da sua realidade mudar por fora, Deus muitas vezes precisa tratar a sua fala por dentro. Pare de usar a boca para confirmar o cansaço. Use a boca para declarar fé, direção, sabedoria, portas abertas e dependência de Deus. A sua boca pode estar construindo o caminho que você tanto quer sair.

ACASO

 Deus não te afastou por acaso.

Você chama de solidão.


Ele chama de preparação.

Porque há ambientes que celebram quem você era, mas rejeitam quem você está se tornando.

E se Ele te deixasse lá... você caberia - mas não cresceria.


Então Ele silencia vozes, afasta pessoas, quebra rotinas.

Não para te punir.

Mas para te formar.


Porque o que Ele vai fazer através de você exige um coração que não dependa de aplausos.

E é no escondido que Ele constrói o que vai permanecer no público.

Nem todo afastamento é perda.


Alguns... são Deus te livrando de tudo que não poderia ir para onde Ele está te levando.

LIBERDADE


“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.31, 32).

A obediência sincera é a maior marca do verdadeiro discípulo. Ela decorre da virtude fundamental da vida cristã: a humildade. Quando Jesus nos ensinou a pedir ao Pai: “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”, reconhecemos a falha e a limitação de nossas vontades, renunciamos a qualquer pedido que tenha a nós como centro e objetivo, e confessamos reconhecer que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Obedecer não é resultado do compromisso com o cumprimento de regras exteriores. Não é, realmente, qualquer execução de ordens. É resultado da interiorização das Escrituras, quando assimilo a vontade de Deus como sendo a minha própria vontade, modelando minha alma, comandando o meu coração.

A obediência verdadeira é sempre fruto do que somos interiormente, jamais a simples tentativa de modelar o exterior pelo cumprimento de normas. Por isso Jesus fala de “permanência”. Não se trata de “visitar” o mandamento para obedecê-lo, como se precisasse me planejar para isso ou aproveitar a melhor ocasião, um contato sazonal, temporal, mas uma “residência”, algo permanente, que prova que a Palavra de Deus se tornou parte de mim. As Escrituras foram feitas para ser transcritas nas tábuas de nosso coração, para assumir o controle de nossa vida. A Palavra de Deus, os ensinamentos de Cristo, reflete o próprio Deus. É o contraste da personalidade perfeita e santa do Deus trino com o pecado humano.

No caso de Jesus, viver a Lei era ser ele mesmo. Como se diz: “era Jesus sendo Jesus”, pois ele era a própria Lei encarnada. Como Deus-homem, sua alma coincidia com toda vontade de Deus, inevitavelmente. Era impossível Jesus querer algo que fosse diferente daquilo que pretendia o ser divino. No entanto, no nosso caso, nosso estado natural é diametralmente oposto à vontade de Deus, sendo necessária uma remodelação completa, um novo nascimento, a introdução de uma nova natureza que é exatamente igual à humanidade de Cristo. É por ela que devemos viver. Daí vem a verdadeira obediência.

A interiorização das Escrituras coincide com a vivência da nova natureza, que tem a própria Lei como modelo. Que bênção e privilégio é isso. Todavia, o homem natural encontra-se escravizado. É curioso que os judeus rejeitavam qualquer ideia de escravidão. Tinham sido escravos no Egito, passado por períodos de vassalagem durante a monarquia no Antigo Testamento, foram escravizados e exilados na Babilônia. No tempo de Jesus, a Judeia era também uma nação vassala, subjugada pelos romanos. Porém, a sequência imediata do verso epigrafado é: “Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres?” (Jo 8.33). A escravidão era uma espécie de mancha na história dos judeus que, pela negação do fato, acreditavam apagar.

Todavia, a conversão verdadeira parte exatamente desse fundamental reconhecimento: a escravidão da vontade, a sujeição da alma ao pecado. Jesus nos liberta do que somos, do que éramos antes de o conhecermos. A liberdade real é a da alma, não propriamente a do corpo. Ainda que sejamos presos por causa do evangelho, experimentaremos o senso da real libertação, que é espiritual e eterna. É a serenidade que marcava as prisões de Paulo. Outros, como Dietrich Bonhoeffer, mártir cristão do nazismo, deixaram impactante testemunho de fé e confiança nos momentos de aprisionamento.

Em nossos dias, conquanto as perseguições comecem a se mostrar mais contundentes, há outros tipos de aprisionamentos que devem ser considerados. São situações que se mostram insolúveis, dores que não passam, agonias que se perpetuam. Ocasiões que se repetem diuturnamente, sem descanso, quando ao invés do alívio ou da solução, ouvimos do Senhor: “a minha graça te basta” (2 Co 12.9). São prisões existenciais, aprisionamentos, pois não alcançam qualquer libertação. Pode ser uma doença incurável, filhos rebeldes e ímpios, a bancarrota irreversível, a consequência inevitável de pecado de grandes proporções que trouxe dano irreparável, a perda de um ente querido por si insubstituível etc. São ocasiões que se tornam a dura realidade. Não há outra coisa a fazer do que saber conviver, viver, ir adiante, sendo fiel.

Embora aprisionados a essa realidade, em Cristo somos perfeitamente habilitados a viver a liberdade da alma, isto é, não permitirmos que tais acontecimentos, por difíceis que sejam, tornem a nossa vida miserável, amargurada. Não é essa a experiência que o Senhor tem para nós. Lembremos sempre daquilo que Paulo passou com relação ao espinho na carne: “Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (2 Co 12.8. 9).

Fugir sempre é mais fácil que lutar! Não adote a lei do menor esforço. Não se entregue diante dos problemas. Ao invés disso, entregue-se totalmente às mãos do Senhor. Você experimentará o renovo diário, a porção quotidiana das misericórdias do Senhor que vem junto com o nascer do sol. Não tome o sofrimento como desculpa para a desobediência ou para a negligência. Continue a servir a Deus com integridade de vida mesmo em suas maiores dores e perdas. Adore-o e seu coração se encherá de alegria. O tempo passa, e com ele, também nós e os muitos cativeiros de existência que somos forçados a viver. Não olhe para essa vida, mas para a eternidade. Verdadeiramente somos livres! Tenha um abençoado dia na presença de Jesus 



ANDAR



O SENHOR Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente. (Habacuque 3:19)


Esta confiança do homem de Deus equivale a uma promessa, pois a fé está persuadida a respeito do propósito de Deus. O profeta teve de atravessar os profundos vales da pobreza e da fome, mas ele desceu a colina sem escorregar, pois o Senhor lhe deu firmeza. Logo Habacuque foi chamado aos lugares altos das colinas do conflito; porém, ele não se mostrou mais temeroso para subir e descer tais colinas.


O Senhor lhe emprestou forças. Mais do que isto: o Senhor mesmo era a fortaleza de Habacuque. Medite nisso: o Deus todo-poderoso, Ele mesmo, torna-se nossa fortaleza!


Observe: o Senhor também lhe deu firmeza no andar. As corças pulam sobre as rochas e penhascos sem perderem a firmeza dos pés. Nosso Senhor nos outorgará graça para que sigamos pelos mais difíceis caminhos do dever sem qualquer tropeço. Ele pode adequar nossos pés para andarem nos penhascos, de modo que nos sentiremos à vontade em lugares que, sem o nosso Senhor, pereceríamos.


Em qualquer de nossos dias, seremos chamados a lugares ainda mais elevados. Subiremos a lugares mais além, até ao monte de Deus, os lugares elevados onde estão reunidas as criaturas resplandecentes. Oh! quão maravilhosos são os pés da fé, pelos quais, seguindo a Corça da Manhã, ascenderemos ao monte do Senhor.


LIVRO

 “A Bíblia não é um livro de histórias para confortar incrédulos. É a revelação do Deus Santo que governa a história e julgará o mundo com justiça.”


Durante anos, muitos zombaram das advertências das Escrituras. Chamaram de exagero o que Deus chamou de profecia. Trataram como mito aquilo que o Senhor declarou como certeza.


Mas a Palavra de Deus nunca falhou.


O dilúvio veio. Sodoma caiu. Jerusalém foi destruída. Impérios se levantaram e desapareceram exatamente como Deus havia anunciado.


E agora?


A humanidade continua vivendo como nos dias de Noé: construindo, comprando, vendendo, casando, acumulando riquezas… como se o Juiz nunca fosse voltar.


Terremotos, guerras, fome e o aumento da iniquidade não salvam ninguém por si mesmos, mas lembram que este mundo não é eterno. São lembretes da fragilidade humana e do fato de que a história caminha para o dia em que Cristo voltará para julgar vivos e mortos.


O maior desastre não será quando cidades desmoronarem.


Será quando homens comparecerem diante de Deus sem arrependimento.


“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão.” (Mateus 24:35)


A pergunta não é se a Bíblia está se cumprindo.


A pergunta é: quando Cristo voltar, você estará entre os que aguardam Sua vinda… ou entre os que desejarão que as montanhas caiam sobre eles?

JUGO

 Palavra de hoje: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.” (Mateus 11:29)

 

Você sabe o que é “jugo”? Jugo é uma peça feita de madeira, utilizada para unir dois bois para que andem no mesmo ritmo enquanto puxam o arado ou a carroça. O objetivo é que estejam em sintonia, para que desempenhem melhor suas atividades desta forma.

 

Jesus fala que devemos tomar sobre nós o Seu jugo. O que isso quer dizer?

 

Como novas criaturas, não devemos mais andar do nosso próprio jeito, de acordo com aquilo que pensamos, achamos ou queremos. Existe um novo compasso que devemos seguir se quisermos ver o Reino de Deus se estabelecer na nossa vida, que é andar em equilíbrio com Jesus, seguindo o Seu ritmo, sendo dirigidos por Ele em todo tempo.

 

Se saímos na frente, nos precipitamos e não estamos cooperando para que Ele trabalhe na nossa vida; se ficamos para trás, Ele é obrigado a parar o trabalho que tinha começado. No entanto, se aceitamos o Seu jugo e andamos lado a lado com Ele, em submissão, obediência, humildade, gratidão e alegria, estamos contribuindo para que o milagre na nossa vida aconteça, e aconteça mais rapidamente!

 

Quantos planos de Deus para nós já foram adiados por que não nos sujeitamos a fazer o que Ele nos pediu? Ou, em outras situações, nem paramos para ouvir o que Ele tinha como proposta para nossa vida... Andar do nosso próprio jeito é puro atraso e prejuízo! Saia dessa!

 

Este verso de Mateus ainda termina dizendo que, se aceitarmos este jugo, acharemos descanso para as nossas almas. Quando estamos na direção certa e na melhor companhia que existe, o resultado só pode ser paz e vitória!

 

Oração: Senhor Jesus, eu não quero viver do meu próprio jeito, tomando decisões que parecem direitas apenas sob a minha perspectiva humana. Sei que posso me enganar. O que eu quero é andar no mesmo ritmo que o Senhor, sendo liderado por ti em todo tempo, pois é assim que estarei seguro e feliz. Obrigado, Jesus, porque posso desfrutar do teu descanso sempre que estiver no centro da tua vontade. Amém

BIBLIA

 “Você já percebeu que, na Bíblia, Deus nem sempre muda as circunstâncias primeiro Ele muda o coração de quem ora? E é exatamente aí que muitos desistem.


A oração não existe para convencer Deus a fazer a nossa vontade, mas para alinhar a nossa vida à vontade dEle. Antes de abrir portas, Deus trabalha no interior de quem se coloca de joelhos.


Foi assim com Daniel, que orou mesmo diante da ameaça da cova dos leões. Foi assim com Ana, que derramou sua alma diante do Senhor antes mesmo de receber a resposta. Foi assim com Jesus, que no Getsêmani disse: ‘Não seja feita a minha vontade, mas a tua.’


Consagrar tudo ao Senhor é entregar os planos, os sonhos, os medos e até aquilo que você não consegue controlar. Quem vive de joelhos aprende que nenhuma oração sincera é desperdiçada.


Talvez Deus não esteja demorando. Talvez Ele esteja preparando você para sustentar aquilo que tanto tem pedido.


📖 ‘Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele fará.’ — Salmo 37:5


Agora responda nos comentários: Qual área da sua vida você precisa consagrar completamente ao Senhor hoje? 🙏

VONTADE

 Não é a vontade de Deus que você encare todo dia com pavor e temor! Eu tenho uma memória da minha infância que eu estimo. Meu pai amava cuscuz e leite coalhado. Lá pelas dez horas da noite ele passava pela cozinha, pegava um pedaço de cuscuz e botava num vaso de leite coalhado, ficava ao lado do balcão e tomava.


Daí, ele passava pelas portas de frente e de trás verificando que estava tudo trancado. Uma vez, certo que estava tudo seguro, ele entrava no quarto que eu dividia com meu irmão e dizia algo como “Tudo está seguro, rapazes. Vocês podem ir dormir agora.”


Não tenho porque pensar que Deus gosta de cuscuz e leite coalhado, mas eu acredito que ele ama seus filhos. Ele mantém tudo seguro. Ele vigia o seu mundo! E pelo poder dele você estará “ansioso por nada” e descobrirá a “paz… que excede todo entendimento” (Filipenses 4:4-8).

GOL

 ⚽️ Um gol pode mudar um jogo. Mas somente Cristo pode transformar um coração.


Gabriel Martinelli celebrou sua conquista ajoelhando-se diante de Deus. Em um tempo em que muitos usam a fama para exaltar a si mesmos, ver alguém reconhecer que toda boa dádiva vem do Senhor nos faz lembrar de uma verdade eterna.


A Bíblia diz:


“Humilhai-vos, portanto, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte.” (1 Pedro 5:6)


Deus não se impressiona com troféus, títulos ou aplausos. O que Ele procura são homens e mulheres que O honrem tanto nas vitórias quanto nas derrotas.


A verdadeira grandeza não está em levantar uma taça, mas em se curvar diante do Rei dos reis.


Que nunca celebremos as bênçãos esquecendo Aquele que as concedeu. Toda conquista passa. Toda glória humana é passageira. Mas quem vive para glorificar a Cristo deixa um testemunho que ecoa pela eternidade.


E você? Quando Deus responde às suas orações, sua primeira reação é agradecer ou apenas seguir em frente? 🙏


“Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.” (1 Coríntios 1:31)