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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

MULHER

Mc. 4,38.

“E Ele estava na popa dormindo sobre uma almofada; e despertaram-no, dizendo-lhe: Mestre, não te importas que pereçamos?”


Quando lemos essa passagem do Evangelho de Jesus segundo Marcos, vamos perceber que mesmo o Senhor estando no barco com os discípulos, eles foram assolados por uma grande tempestade. Na nossa vida não é diferente... Existirão momentos que vamos enfrentar problemas e ventos fortes, mas jamais estaremos sozinhas...O grande e supremo capitão sempre estará no controle de tudo.


Todavia, precisamos estar atentas à nossa postura diante dessas tempestades. Será que estamos agindo como alguém que reconhece o poder de Deus em sua vida ou será que estamos reclamando e murmurando a ponto de achar que Jesus não está se importando conosco? A bíblia não fala, mas o tom que os discípulos abordaram o Senhor no versículo de hoje demonstra que poderia existir uma murmuração e um questionamento muito forte em seus corações.


Vc sabia que a murmuração, ou seja, a expressão de uma queixa, o falar mal de alguém, tem um enorme poder de destruição e de paralisar a nossa vida? Sem contar que todas as vezes que murmuramos e questionamos o agir de Deus, estamos dizendo: “em seu lugar, eu faria melhor.” Meu Deus, isso é muito sério, mulheres. Por isso, o apóstolo Paulo escreveu: “Façam tudo sem queixas e nem discussões.” (Fl. 2,14)


O apóstolo também nos alertou com uma pergunta: “Quem é o homem para questionar a Deus?” (Rm. 9,20)

Não! Ao invés de murmurar, passe a clamar.

Quando os discípulos clamaram a Jesus, logo Ele despertou e acalmou a tempestade. É isso que precisamos fazer: clamar mais e murmurar menos; orar mais e reclamar menos.

Assim, as coisas irão fluir bem melhor nas nossas vidas e seremos poderosamente abençoadas!


Creia nisso e que Deus te abençoe!!!



SILÊNCIO

 Querido irmão, querida irmã,

Às vezes, o silêncio da casa parece pesado e a solidão bate à porta do nosso coração. Com o passar dos anos, é comum que alguns amigos partam, que a rotina fique mais calma e que nos olhemos ao redor sentindo falta de um abraço mais perto ou de uma conversa prolongada. Se você tem sentido esse vazio, quero te lembrar de uma verdade preciosa: você nunca, jamais, está sozinho.

Deus conhece cada canto da sua história. Ele sabe o valor de cada ruga no seu rosto, que carrega a marca de uma vida inteira de lutas, superações e aprendizados. Ele conhece os dias em que você acorda com disposição e também aqueles dias em que a alma pesa um pouco mais.


A fé em Deus é a certeza de que Ele caminha de mãos dadas com você, mesmo quando o mundo ao redor parece silencioso. A esperança no Pai Celestial nos lembra que a nossa história não termina na solidão, mas continua nos braços daquele que nos ama com amor eterno.

Feche os olhos por um momento e imagine o Criador do universo olhando para você agora mesmo com um sorriso de amor e cuidado. Ele habita no seu coração. Quando você fala com Ele em pensamento, Ele escuta cada palavra. Quando você chora, Ele enxuga suas lágrimas com a brisa mansa do Seu Espírito. Descanse Nele hoje. Você é amado, é precioso e tem um Pai que nunca te abandona.


Versículo Bíblico:

-"Ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, o Senhor me acolherá."

Salmos 27:10



FILHOS

 1 Crônicas 7.23,25

Efraim perdeu seus filhos Ezer e Eleade. Eles foram mortos pelos homens de Gate quando tentavam tomar o gado daquela região. A tragédia entrou na casa de Efraim e deixou uma marca profunda. Depois disso, nasceu outro filho. Efraim chamou seu nome de Berias, porque a calamidade havia atingido a sua casa.


O menino recebeu um nome que nasceu da dor do pai.

Berias cresceu carregando no próprio nome a memória de uma tragédia que ele não provocou. Ele não escolheu aquela história. Não foi responsável pela morte dos irmãos. Mas recebeu sobre si a linguagem de uma casa ferida.


Aqui está uma das coisas mais impressionantes desse texto.

Berias poderia ter transformado a dor recebida em herança para a próxima geração. Poderia ter aprendido a reproduzir aquilo que recebeu. Mas quando teve um filho, chamou seu nome de Refa.

A história começa com calamidade e continua com cura.

É como se Berias tivesse decidido que aquilo que marcou sua infância não teria autoridade para marcar sua descendência.

Existem pessoas que passaram pela dor e decidiram fazer da dor uma identidade. Tudo o que sofreram se transforma em argumento para ferir alguém. Foram rejeitadas e rejeitam. Foram humilhadas e humilham. Foram abandonadas e abandonam. Receberam uma casa emocionalmente quebrada e entregam aos filhos os mesmos escombros.

Mas Berias nos apresenta outro caminho.

Você não escolhe tudo aquilo que recebe, mas pode escolher o que vai entregar.

Nem toda herança precisa ser perpetuada.

Há coisas que chegaram até você para terminar em você.

Seu filho não precisa conhecer a mesma ausência que você conheceu. Sua família não precisa repetir os mesmos padrões. Sua casa não precisa continuar reproduzindo aquilo que você sofreu.


Berias não conseguiu apagar o passado. Mas conseguiu impedir que o passado escrevesse o futuro.


Isso é maturidade espiritual.

Cura não é fingir que a ferida nunca existiu. É impedir que ela continue ferindo quem não a causou.

Berias recebeu um nome marcado pela calamidade, mas deu ao seu filho um nome associado à cura.

Que a sua geração encontre em você o ponto onde o ciclo termina.


De Berias para Refa. 


VIVE

 “Porque nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo.”

  Romanos 14:7   


Qual é o propósito da sua vida?


Cada um de nós podemos ter propósitos de vida diferentes , agora algo em comum em todos os propósitos e de ter como objetivo central servir e ajudar alguém. 


Uma pessoa que vive para si mesmo, não enxergando no próximo, a maneira de conseguir exercer o propósito de sua vida, possivelmente terá uma vida vazia e sem significado. 


A melhor forma de encontrar felicidade é sendo a felicidade na vida de alguém.

A melhor maneira de encontrar paz, é quando somos motivos de paz para alguém.


A melhor forma de nos encontrarmos, é encontrando aqueles que necessitam da nossa ajuda. 


Pensamento do dia:

Você faz mais para si mesmo ou para próximo?


Oração: Senhor, nos ajude não somente a descobrir o nosso propósito, mas também usá-lo em favor daqueles que necessitam.

Em nome de Jesus, Amém !


Que você tenha hoje um dia abençoado!

ELIAS

 Tem gente tentando viver de capa emprestada.


Admira tanto a história de alguém que começa a acreditar que, para ser usada por Deus, precisa falar igual, agir igual, aparecer igual, ter o mesmo ministério, o mesmo alcance, a mesma trajetória.


Mas Deus não chamou Eliseu para ser uma cópia de Elias.


E talvez seja aí que muita gente se perde hoje: olha tanto para aquilo que Deus está fazendo na vida do outro que começa a desprezar o que Ele colocou nas próprias mãos.


Você pode aprender com alguém sem perder sua identidade.

Pode honrar um legado sem idolatrar uma pessoa.

Pode admirar uma caminhada sem desejar ocupar o lugar de quem a percorreu.


A Bíblia está cheia de pessoas diferentes sendo usadas por Deus de maneiras diferentes.


Então, antes de perguntar: “Como eu consigo a capa dele?”, talvez a pergunta seja outra:


“Deus, o que o Senhor espera de mim com aquilo que já colocou nas minhas mãos?”


Porque o problema não é admirar a capa do outro.


É passar tanto tempo olhando para ela que você esquece de viver a história que Deus confiou a você.


Você tem vivido sua própria caminhada… ou está tentando reproduzir a de alguém?


Salva, compartilha e me segue para mais reflexões bíblicas para a vida real.

INESPEDADO


Quando o inesperado acontece, o coração humano é rapidamente provado. Às vezes, o inesperado vem como uma boa notícia, uma porta aberta, uma oportunidade, um encontro ou uma resposta de oração. Outras vezes, chega como enfermidade, perda, conflito, mudança de planos, decepção, crise familiar, pressão financeira ou uma notícia que nos deixa sem chão. Seja bom ou difícil, o inesperado revela onde está firmada a nossa confiança.


A Palavra nos ensina: “O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos.” (Pv 16:9). Fazemos planos, organizamos agendas, sonhamos projetos, tomamos decisões e buscamos caminhos. Isto é legítimo e necessário. Mas nenhum plano humano está acima do governo de Deus. O Senhor dirige os passos dos seus filhos, mesmo quando o caminho muda sem aviso.


Por isso, diante do inesperado, somos chamados a exercer fé. Não uma fé ingênua, que nega os fatos, mas uma confiança profunda naquele que governa todas as coisas. O inesperado para nós nunca é inesperado para Deus. Ele não é surpreendido por diagnósticos, portas fechadas, mudanças repentinas ou situações fora do nosso controle. O Senhor já está no amanhã antes que cheguemos lá.


Paulo afirma: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Rm 8:28). O texto não diz que todas as coisas são boas em si mesmas, mas que Deus faz todas as coisas cooperarem para o bem dos seus filhos. Até aquilo que nos assusta, entristece ou desconcerta pode ser trabalhado pelas mãos do Pai para formar em nós fé, humildade, perseverança, santidade e esperança.


Algumas implicações são claras. Primeiro, confie em Deus. Antes de se desesperar, ore. Antes de concluir que tudo está perdido, lembre-se de quem governa a sua vida. Segundo, pondere o inesperado com sabedoria. Pergunte ao Senhor: o que devo fazer? O que não devo fazer? Onde preciso esperar? Onde preciso agir? Nem toda surpresa exige reação imediata. Terceiro, descanse. Confie em Deus o suficiente para descansar o coração perante este momento novo. 


Portanto, quando o inesperado chegar, entregue o coração ao Senhor. Faça o que lhe cabe com fé, prudência e obediência. Não faça o que nasce apenas do medo, da pressa ou da ansiedade. E descanse naquele que dirige os seus passos. Deus está no meio do inesperado.

VERDADE

 O apreço pela verdade

“Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão” (Gl 3.7).

 Paulo inicia o verso com uma palavra de comando: “sabei”. Trata-se de um imperativo na língua grega. Estando no tempo presente, indica uma ação que deve ser realizada constantemente, continuada, ou iniciada e praticada ininterruptamente. Paulo está escrevendo a crentes, mas dialogando com os judaizantes, como que respondendo a tudo o que eles disseram aos gálatas. Não percamos isso de vista! O que Paulo está escrevendo é uma resposta aos judaizantes, instruindo os gálatas à verdade. Paulo fala àqueles que efetivamente podem assimilar a verdade do evangelho. Os crentes da Galácia podiam! Então, o apóstolo diz: não só podem, como devem! Ele os comando à verdade!

 Certamente, os gálatas haviam recebido o evangelho da graça! Foi o próprio Paulo quem os havia evangelizado e fundado as suas igrejas durante a primeira viagem missionária. Reparemos, portanto, que eles foram instruídos na graça de Jesus Cristo como único meio de salvação. O apóstolo, pois, os comanda: continuem nesse saber! Não se afastem dele! Mas há algo bastante interessante, a diferença entre “conhecer” a verdade e verdadeiramente assimilá-la. Conhecer a verdade de Cristo, até mesmo o ímpio conhece. Na verdade, muitos não-crentes conhecem a verdade sobre Jesus. Mesmo o crente pode se relacionar com a verdade como que flertando com ela, como se ela não estivesse no centro de seu coração, mas na periferia da alma.

É igualmente possível que a verdade ouvida tenha chamado sua atenção, mas nunca tenha sido interiorizada realmente como deveria, como alguém que está praticamente certo de algo sobre o que ainda pairam dúvidas em seu coração. Ele verdadeiramente creu, mas ainda há alguma hesitação, uma fé insegura, devido ao fato desse crente jamais ter se aprofundado no conhecimento da verdade que recebeu. Reparemos que os gálatas não são mais culpáveis por isso do que nós, em nossos dias. Eles não tinham acesso à Bíblia! O Novo Testamento estava ainda sendo escrito. A única forma dos gálatas terem acesso à verdade bíblica era indo à igreja para ouvir pedaços do Antigo Testamento em grego, a Septuaginta, bem como, a leitura da Carta de Paulo, a primeira que ele escreveu, exatamente aos gálatas.

Então, dizer que eles eram claudicantes, inseguros, imaturos, presa fácil de heresias, como os judaizantes bem atestam, pode-se entender: eles não tinham acesso à verdade. Mas hoje, como alguém poderia dizer isso? Se falarmos de nossa realidade brasileira, há Bíblias em todos os lugares, não apenas impressas na forma de livros, mas, também, em formatos digitais.

Os celulares se tornaram onipresentes! Certamente, há uma intenção com isso: o acesso à informação, porém, não à verdade, mas aquilo que os controladores das mídias querem que nós saibamos, que nós assimilemos como verdade. Faz parte de um propósito mundial de mudança de comportamento, uma reprogramação de conceitos e valores, o banimento do cristianismo como matriz cultural determinante e modeladora de mundo, para a assimilação de paganismos demoníacos que modificam até a essência de um homem, de uma mulher, de uma família.

Isso não seria possível sem colocar um celular nas mãos de cada cidadão do mundo. A padronização cultural pagã tornou o mundo um único país, uma única nação, um único povo unido em afronta contra o Criador e Senhor. Nas aldeias nos interiores do Brasil e mesmo do continente africano, é comum encontrar celulares. Se isso fosse usado para o bem, para a expansão do Reino de Deus, seria maravilhoso! Reparemos que em cada parte do planeta, todo poderia, e pode, ter acesso às Escrituras. É verdade que há ainda povos falantes de línguas que ainda não dispõem de tradução da Bíblia. Todavia, são pouquíssimos os grupos, em nossos dias, que são falantes apenas da língua de seu povo. Na maioria dos casos, geralmente conhece outra língua na qual há tradução da Escritura, como, por exemplo, em Guiné-Bissau, onde há o crioulo, uma língua conhecida pela maioria.

Se a tecnologia para a informação, as famosas mídias, fossem canalizadas para a expansão do evangelho de Cristo, já imaginaram o resultado disso? Por que não fazem isso? Porque não lhes interessa! Conhecem a verdade bíblica suficientemente para poder reconhecê-la, negá-la e combatê-la. Recentemente, uma mídia conservadora noticiou que Hollywood vetou a produção de um filme cujo conteúdo era favorável ao cristianismo. O ator que interpretou Jesus no filme “Paixão de Cristo” foi advertido pelo próprio diretor que se aceitasse fazer aquele papel teria sua carreira sepultada, pois ninguém mais o convidaria para qualquer papel. Foi o que aconteceu. O filme Maverick, conservador em seus princípios, que mostra o normal, ganhou apenas um Oscar, um filme que rompeu a barreira de um bilhão de dólares em arrecadação. Por outro lado, o filme premiado foi algo sem expressão alguma, mas em linha com a cartilha ideológica que querem impor à sociedade, que não se compara ao que foi mais assistido no mundo inteiro. É pura manipulação!

Por que as mídias não são usadas para a proclamação da verdade cristã? Porque os poderosos deste mundo, os principados e potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, como Paulo diz aos efésios, não querem. O ímpio não quer a verdade! A verdade é imutável, monolítica, inalterável, porém a mentira é modelada segundo as cobiças do coração humano, não possui critério além da vontade volátil e volúvel de cada um. São os crentes aqueles que são comandados à verdade, ao conhecimento profundo! Os gálatas conhecem o evangelho da graça, mas precisavam assimilá-lo de forma definitiva, inquestionável, guardar a Palavra de Deus de uma vez por todas em seu coração.

Pensemos em nosso relacionamento com a Escritura. Você já pensou por que é fraco na fé? Por que você treme à sombra de algum problema? Você já considerou por que é assaltado frequentemente por dúvidas quando à fé? Sobre qual a razão de sua insegurança? Basta concluir quanto tempo você passa em contado com as Escrituras, meditando com dedicação e profundidade. É apenas o nascido de Deus que tem a capacidade para entender e assimilar, interiorizar a verdade de Cristo, a verdade que procede da fé. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus

CHORÃO

 Jeremias ficou conhecido por muitos como “o profeta chorão”.


Mas ele não chorava porque era fraco.


Ele chorava porque entendia a gravidade da mensagem que carregava.


Deus o chamou ainda jovem para uma missão extremamente difícil:


Advertir Judá de que o pecado, a idolatria e a injustiça estavam levando a nação ao juízo.


O problema?


Quase ninguém queria ouvir.


Jeremias pregava arrependimento...


Enquanto muitos preferiam ouvir mensagens de paz.


Ele dizia que Jerusalém estava caminhando para a destruição...


Enquanto falsos profetas afirmavam que tudo ficaria bem.


E quanto mais Jeremias falava...


Mais rejeitado ele era.


Foi ameaçado.


Humilhado.


Preso.


Espancado.


Colocado no tronco.


E chegou a ser lançado dentro de uma cisterna cheia de lama.


Em determinado momento, Jeremias ficou tão cansado que decidiu:


“Não farei menção dele e não falarei mais no seu nome.”


— Jeremias 20:9


Ele queria parar.


Mas não conseguiu.


Porque imediatamente confessou:


“A sua palavra estava no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos.”


Jeremias estava cansado de falar...


Mas também não conseguia ficar calado.


E existe algo ainda mais profundo nessa história.


Jeremias não anunciava o juízo de Jerusalém com satisfação.


Ele sofria pelo povo.


Em determinado momento, escreveu:


“Quem dera a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos em fonte de lágrimas, para que eu chorasse de dia e de noite...”


— Jeremias 9:1


É daí que vem grande parte da imagem de Jeremias como o “profeta chorão”.


Ele sabia o que estava chegando.


Via uma nação caminhando em direção ao desastre...


E assistia pessoas ignorarem repetidamente os avisos de Deus.


Imagine conhecer o perigo...


Avisar as pessoas...


E vê-las continuar andando na mesma direção.


Jeremias não tinha prazer em estar certo.


Ele queria que o povo se arrependesse.


Mas o arrependimento nacional que ele esperava não aconteceu.


E aquilo que Jeremias anunciou...


Chegou.


Os babilônios cercaram Jerusalém.


A cidade caiu.


O templo foi destruído.


E muitos foram levados para o exílio.


O profeta que havia chorado antes da destruição...


Também precisou assistir às consequências depois.


Mas existe um erro em reduzir Jeremias apenas às lágrimas.


Porque o mesmo homem que anunciou uma das épocas mais sombrias da história de Judá...


Também anunciou esperança.


Foi Jeremias quem transmitiu esta promessa de Deus:


“Farei uma nova aliança.”


— Jeremias 31:31


E continuou:


“Porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração.”


Jeremias falou de juízo...


Mas também falou de restauração.


Falou de destruição...


Mas também de esperança.


Chorou pelo presente...


Enquanto anunciava aquilo que Deus ainda faria no futuro.


Por isso, talvez “profeta chorão” seja uma descrição pequena demais para Jeremias.


Ele chorou.


Sim.


Mas continuou falando.


Continuou obedecendo.


Continuou anunciando a verdade mesmo quando ela lhe custava caro.


E talvez essa seja a parte mais poderosa da sua história:


Coragem não significa nunca chorar.


Às vezes coragem é continuar fazendo aquilo que Deus colocou em suas mãos...


Mesmo com lágrimas nos olhos.


Jeremias chorava porque se importava.


E continuava pregando...


Porque acreditava na mensagem que carregava.

PEIXE

 Jesus contou uma parábola que começa com uma cena muito comum para os pescadores daquela época.


Uma rede foi lançada ao mar.


E ela começou a apanhar peixes.


Peixes de toda espécie.


Até que ficou cheia.


Então os pescadores puxaram a rede para a praia.


Mas existe um detalhe importante:


Eles não colocaram tudo no mesmo lugar.


Jesus disse:


“Assentados na praia, recolheram os bons em cestos e os ruins deitaram fora.”


— Mateus 13:48


Primeiro, a rede juntou.


Depois...


Veio a separação.


E Jesus não deixou seus discípulos tentando descobrir o significado daquela história.


Ele mesmo explicou:


“Assim será na consumação dos séculos.”


A rede não era apenas sobre pesca.


Jesus estava falando sobre o juízo.


Ele continuou:


“Virão os anjos e separarão os maus dentre os justos.”


— Mateus 13:49


Essa é uma das parábolas mais sérias de Jesus.


Porque existe um momento em que todos os peixes parecem estar juntos.


Estão dentro da mesma rede.


Sendo puxados na mesma direção.


Chegando à mesma praia.


Mas estar na rede...


Não elimina a separação que acontece depois.


E isso nos confronta.


Porque alguém pode estar próximo das coisas de Deus...


Ouvir a Palavra.


Frequentar uma igreja.


Conhecer as músicas.


Conhecer a linguagem.


Saber os versículos.


Conviver com pessoas que seguem Jesus...


E ainda assim nunca ter verdadeiramente se rendido a Cristo.


A proximidade externa não substitui uma vida transformada.


A parábola da rede aparece em Mateus 13, junto de outras parábolas sobre o Reino dos Céus.


E ela nos lembra que o Reino está sendo anunciado agora...


Mas a história caminha para um momento de prestação de contas.


Hoje vemos pessoas juntas.


Justos e injustos convivem.


O verdadeiro e o falso podem parecer próximos.


Nem sempre conseguimos distinguir perfeitamente um do outro.


Mas Jesus ensina que a separação definitiva não pertence a nós.


Pertence a Deus.


Isso também é importante.


Nossa função não é assumir o lugar do Juiz e decidir precipitadamente quem será salvo ou condenado.


Nossa função é anunciar o Evangelho.


A rede é lançada.


O convite alcança pessoas de toda espécie.


Mas chegará o momento em que Deus fará aquilo que somente Ele pode fazer com perfeita justiça:


julgar.


“Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos e separarão os maus dentre os justos.”


— Mateus 13:49


Talvez a pergunta dessa parábola não seja:


“Quem está dentro da rede?”


Mas:


“Quando a rede chegar à praia, onde eu estarei?”


Porque enquanto a rede ainda está sendo lançada...


Ainda existe oportunidade de responder ao chamado de Cristo.


A rede reúne muitos.


Mas Jesus deixou claro:


A separação acontece depois.

PECADO

 🚨 UMA ESCOLHA DE ALGUNS MINUTOS PODE PRODUZIR CONSEQUÊNCIAS POR ANOS.


Rúben era o primogênito de Jacó. Sobre ele repousavam honra, responsabilidade e privilégios especiais. Mas uma decisão pecaminosa mudou o rumo de sua história.


A Bíblia registra que Rúben se envolveu com Bila, concubina de seu pai (Gênesis 35:22). Talvez ele não imaginasse o tamanho das consequências. Anos depois, porém, quando Jacó reuniu seus filhos, aquela atitude ainda estava diante dele.


Rúben perdeu três privilégios ligados à primogenitura: a liderança, a porção dobrada da herança e a preeminência familiar. Esses privilégios aparecem posteriormente distribuídos entre Judá, José e Levi.


🔥 O pecado promete alguns instantes de satisfação, mas nunca mostra antecipadamente a conta que pretende cobrar.


Essa história não está na Bíblia para dizer que não existe perdão ou restauração. Existe! A graça de Deus alcança quem verdadeiramente se arrepende. Mas ela nos ensina uma verdade que nossa geração precisa ouvir:


NEM TODA CONSEQUÊNCIA DESAPARECE QUANDO O PECADO É PERDOADO.


Por isso, antes de trocar princípios por prazer, fidelidade por impulso ou propósito por alguns minutos de satisfação, pense:


Vale a pena colocar em risco aquilo que Deus confiou às suas mãos?


📖 “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” — Gálatas 6:7


Talvez hoje Deus esteja usando esta mensagem não para condená-lo, mas para impedi-lo de tomar uma decisão da qual poderá se arrepender amanhã.


🙏 Se você escolhe permanecer fiel a Deus mesmo quando ninguém está olhando, escreva nos comentários: “EU ESCOLHO A FIDELIDADE!”


📲 Compartilhe esta mensagem. Alguém pode estar a uma decisão de comprometer anos de sua vida — e esta palavra pode fazê-lo parar e pensar.


INIMIGO


“Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós."

Tiago 4:7

Podemos passar por uma prova e ouvir de alguém aquela palavra de ânimo que precisávamos, que nos deixa fortalecidos e confiantes naquele momento, mas, se não houver uma manutenção da fé, a sensação de vitória pode ir “esfriando” com o passar dos dias.


A vida aqui nesta terra não é fácil. Enfrentamos desafios praticamente todos os dias. Normalmente, não saímos com as respostas dos nossos problemas “debaixo do braço” imediatamente após aquela “reunião de poder”. Entre a nossa oração e o milagre, há uma espera que é determinante para o nosso sucesso.


A Palavra de Deus diz que, mesmo estando sujeitos a Deus, ainda assim, é necessário resistir para que o diabo finalmente pare de interferir nas situações pelas quais estamos lutando e fuja de nós. E esta resistência somente é possível com um posicionamento de obediência e de fé, que é adquirido com o contato constante com a Palavra de Deus, com mensagens que edificam o nosso espírito e com a oração.


Em alguns casos, as situações vão parecer até piores após começarmos a orar, mas é apenas uma tentativa do inferno em nos distrair e minar a nossa fé.


Resista ao diabo usando a Palavra que Deus te deu; resista na visão que você recebeu do Senhor. Quando os problemas aumentarem e te pressionarem para uma atitude ou decisão carnal, mantenha os seus olhos firmes no que você crê, confessando as promessas de Deus para sua vida!


Não abra mão do que Deus te disse! O diabo terá que fugir e, no tempo perfeito de Deus, você desfrutará da sua vitória!

CUIDADO

 Às vezes, a preocupação se disfarça de cuidado.


Você pensa: “Eu só estou preocupada porque amo.” Mas, sem perceber, passa a noite imaginando acidentes, doenças, escolhas erradas, notícias ruins… tentando vigiar com a mente aquilo que os seus olhos não conseguem alcançar.


E isso cansa.


O Salmo 121 traz uma imagem que hoje falou muito comigo: Deus não dorme.


Talvez você precise se lembrar disso antes de fechar os olhos.


Você não precisa permanecer acordado para que quem você ama esteja debaixo dos olhos de Deus.


Isso não significa que o Salmo seja um amuleto ou uma promessa de que nunca enfrentaremos dias difíceis. Fé não é uma maneira de controlar o amanhã.


Fé também é reconhecer os nossos limites e dizer: “Deus, até aqui eu consigo ir. Daqui para frente, eu preciso confiar.”


Você pode amar profundamente sem carregar a responsabilidade de controlar tudo.


Faça o que estiver ao seu alcance. Cuide. Ligue. Esteja presente. Ore.


Mas depois… descanse.


Um Salmo. Um minuto. Uma oração. Todos os dias.


Me siga e volte amanhã para orarmos outro Salmo juntos.


E se você conhece alguém que não consegue descansar porque está preocupado com quem ama, envie esta oração. Talvez hoje essa pessoa precise ouvir apenas isto:


Deus não dorme. Você pode descansar. 🙏

CRIADOR

 O Salmo 146:6-10 declara que Deus “fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e mantém para sempre a sua fidelidade. Ele faz justiça aos oprimidos, alimenta os famintos, liberta os encarcerados, abre os olhos dos cegos, levanta os abatidos e ama os justos. Ele protege o estrangeiro, ampara o órfão e a viúva e, ao mesmo tempo, transtorna o caminho dos ímpios. O Senhor reina para sempre. Aleluia!”


Esses versículos mostram que podemos confiar no Deus Criador. Ele não apenas criou todas as coisas, mas continua governando e cuidando de Sua criação. Seu poder não diminuiu, e Sua fidelidade não mudou.


Por isso, creia no Senhor. Quando você for oprimido, confie que Ele fará justiça. Nos dias de escassez, confie que Ele proverá. Quando se sentir preso, creia que Ele pode libertá-lo. Quando estiver abatido, espere o Seu fortalecimento. Em suas necessidades, descanse em Seu cuidado.


O Senhor também demonstra Seu amor e cuidado pelos vulneráveis: o estrangeiro, o órfão e a viúva. Isso nos ensina que Deus não é indiferente ao sofrimento humano. Ele vê, age e cuida.


Portanto, não coloque sua confiança em pessoas, autoridades, riquezas ou circunstâncias. Confie no Senhor! Ele é o Criador, o Rei eterno e o Deus que sustenta o Seu povo.


Que Deus maravilhoso!


O Deus do Salmo 146 é o seu Deus, Senhor e Pai? Se é, descanse nEle e viva pela fé. Se ainda não é, entregue-se hoje a Ele. Não adie essa decisão. Confie no Deus Criador!