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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

PRAZER

 “Trabalhem com prazer, como se vocês estivessem trabalhando para o Senhor e não para pessoas.”

  Efésios 6:7    


A qualidade do seu trabalho depende de quem as pessoas são ou de que você é?


José mesmo diante da escravidão e prisão, tinha o reconhecimento em tudo o que fazia pois era abençoado por Deus. 


Deus jamais abençoará um trabalho feito pela metade ou feito sem zelo e qualidade. Podemos até não ter razões através das pessoas para não fazermos o melhor, mas podemos encontrar em Deus, o motivo de testemunhar a nossa fé através de tudo aquilo que fazemos.


Procurar trabalhar como se fosse para Deus, é ter a justiça, qualidade, zelo dedicação, amor e paciência em tudo aquilo que você faz, pois são essas características que agradam a Deus.


Pensamento do dia:

A forma que você tem trabalhado, agrada a Deus?


Oração: Senhor, nos ajude a ter a consciente de que em tudo aquilo que fizermos, ser com os atributos que agradam a ti, abençoe Senhor tudo aquilo que fizermos.

Em nome de Jesus, amém! 


Que você tenha um dia abençoado!

DIA

 Peça a Deus que a sabedoria venha ser o alicerce das suas decisões.

Lembre-se, tempo, palavras e oportunidades, são coisas que não voltam.

TEMPO, aprenda a administrar o seu para não perder com coisas que nada acrescentará na sua vida. Lembre-se, o tempo não volta!

PALAVRAS, use-as com sabedoria pois depois de proferidas, elas podem edificar ou destruir, inclusive a nós mesmos(as).

OPORTUNIDADES, recorra a Deus para que tenhas coração puro e visão de águia pois assim, você não perderá as oportunidades que a vida vier lhe oferecer. Amém!

Desejo que você e os seus tenham uma feliz e abençoada sexta- feira

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

 Você elogia tanto a força dela… mas sabe quando foi a última vez que ela pôde descansar?

Ela lembra dos compromissos de todos. Percebe quando alguém fica diferente. Pergunta se você comeu, se chegou bem, se precisa de alguma coisa.

Mas, quando a pergunta é sobre ela, responde depressa:

“Estou bem.”

Às vezes, existe um medo por trás dessa resposta:

“Se eu contar o que estou sentindo, será que vou incomodar?”

E assim, até para receber carinho, ela acha que precisa dar pouco trabalho.

Se você se reconheceu aqui, escute: você não precisa chegar ao seu limite para merecer cuidado. Pode pedir companhia antes de o choro apertar. Pode dizer “hoje eu preciso de ajuda” mesmo que ontem tenha conseguido sozinha.

Sua fé também tem espaço para lágrimas.

“Chorai com os que choram.” Romanos 12:15.

Que a nossa presença permita que alguém diga a verdade sobre como está. Sem precisar disfarçar o cansaço para continuar sendo amado.

Qual frase você gostaria de ouvir em um dia difícil? Me conte nos comentários.




MENSAGEM

 Jeremias 13:1-11


Deus não apenas falou com Jeremias. Deus fez Jeremias carregar uma mensagem no próprio corpo.


O Senhor mandou que ele comprasse um cinto de linho, colocasse sobre os lombos e não o lavasse. Depois, ordenou que o levasse até o Eufrates e o escondesse na fenda de uma rocha. Jeremias obedeceu.


Depois de algum tempo, Deus mandou que voltasse para buscar o cinto.


Quando Jeremias o encontrou, estava estragado. Não servia mais para nada.


A imagem era poderosa.


O cinto não era apenas uma peça de roupa. Ele permanecia junto ao corpo. Estava próximo. Cingia. Fazia parte da vestimenta. Deus estava construindo uma imagem da relação que desejava ter com Israel.


Assim como o cinto permanecia junto aos lombos de Jeremias, Deus queria que Israel permanecesse junto dele


O linho também não foi escolhido por acaso. Era um tecido associado às vestes sacerdotais e ao serviço diante de Deus. A imagem carregava dignidade, separação e pertencimento.


Mas existe algo ainda mais sério nessa profecia.


O cinto não se estragou simplesmente porque foi enterrado. Ele se estragou porque foi retirado do lugar para o qual havia sido feito.


Essa é uma das tragédias espirituais mais silenciosas.


Nem sempre alguém abandona Deus de uma vez. Às vezes, a pessoa apenas vai se afastando do lugar da presença. Primeiro perde a sensibilidade. Depois perde o temor. Depois começa a negociar princípios. Até que aquilo que um dia tinha brilho perde sua utilidade.


O problema não era o cinto. O problema era onde ele estava.


Há pessoas tentando preservar aparência espiritual enquanto vivem longe da presença que lhes dava sentido. Israel havia sido escolhido para estar perto de Deus, mas escolheu outros deuses. Aquilo que deveria permanecer cingido ao Senhor foi enterrado na corrupção de uma sociedade que havia trocado a presença pela idolatria.


Existe uma pergunta incômoda neste texto.


De que adianta ainda parecer um cinto, se já não estamos perto do Dono?


A distância que parece pequena hoje pode produzir uma deterioração que amanhã ninguém conseguirá esconder.


OLHOS

 Quando Pedro tirou os olhos de Jesus, começou a afundar (Mateus 14:28–31). E essa não é apenas uma história sobre Pedro; é um retrato do nosso coração.


Enquanto seus olhos estavam em Cristo, Pedro caminhou sobre as águas. Mas, quando passou a olhar para o vento, para as ondas e para a força da tempestade, o medo ocupou o lugar da fé. Ele não afundou porque Jesus havia deixado de ser suficiente; afundou porque desviou o olhar daquele que o sustentava.


Nós fazemos o mesmo. Quando tiramos os olhos de Cristo, começamos a medir a nossa vida pelas circunstâncias, pelas perdas, pelo futuro, pelas pessoas e pelos nossos próprios recursos. E aquilo que parecia impossível de nos vencer começa a dominar o nosso coração.


A fé cristã não consiste em negar as tempestades, mas em contemplá-las sem perder de vista quem está conosco dentro delas. Jesus não prometeu ausência de ventos; prometeu sua presença.


Por isso, se eu e você tirarmos os olhos de Jesus, nós afundamos. Não porque a tempestade seja maior do que Deus, mas porque somos incapazes de permanecer firmes quando deixamos de olhar para aquele que é a nossa segurança.


“Fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da fé.” — Hebreus 12:2


Olhe para Cristo. Não para o tamanho das ondas. Não para a força do vento. Olhe para Cristo. Ele continua sendo suficiente.


SABER

 O Perigo de "Saber" Sem Ler: Uma Crítica Pastoral à Geração dos Cinco Minutos


Por Kleiton Fonseca


Introdução: o impulso que substituiu a paciência


Há um tipo de ignorância que é inofensiva, porque sabe que é ignorância. E há outro tipo, muito mais perigoso, que se veste de conhecimento. É a esse segundo tipo que Salomão se referia quando escreveu: "O caminho do tolo é reto aos seus olhos, mas o que dá ouvidos ao conselho é sábio" (Provérbios 12:15). O tolo bíblico não é, em primeiro lugar, alguém de baixa inteligência. É alguém que confia demais na sua própria impressão e de menos na instrução que vem de fora de si mesmo — seja ela a instrução de um mestre, de um livro ou, em última instância, da própria Escritura.


Vivemos hoje uma curiosa inversão epistemológica. Pessoas constroem convicções teológicas inteiras a partir de vídeos de cinco minutos, recortes de áudio e memes doutrinários, e a partir dali sentem-se aptas a sentenciar sistemas inteiros do pensamento cristão — atacando Calvino sem nunca terem aberto as Institutas, rejeitando Armínio sem saber que ele foi, primeiro, um pastor formado em Genebra que apenas mais tarde rompeu com a ortodoxia reformada de seu tempo. Falam de predestinação com fluência de bordão, mas hesitariam diante de uma pergunta simples: em que cidade Paulo começou sua primeira viagem missionária? Quem foi Onesíforo? João Batista é, para muitos, apenas um nome solto, sem rosto e sem função na economia da revelação.


Este artigo é uma crítica — pastoral, mas também histórico-gramatical — a essa cultura da impressão instantânea. E é, ao mesmo tempo, um convite: o convite bíblico e reformado ao estudo sério, paciente e humilde das Escrituras e da história da igreja.


1. O sintoma: intimidade com a opinião, estranheza com o texto


O quadro que percebemos descreve não é exagero retórico — é, infelizmente, observável em larga escala. Pessoas que dominam o vocabulário da controvérsia ("calvinista", "arminiano", "TULIP", "livre-arbítrio") sem dominar o conteúdo histórico ou exegético que sustenta esses termos.


Vale a pena, aqui, fazer justiça aos próprios nomes que são tão facilmente manuseados como rótulos.


João Calvino (1509–1564) não foi um teórico de gabinete, mas um pastor e exegeta que, fugindo da perseguição religiosa na França sob Francisco I, produziu nas Institutas da Religião Cristã — obra iniciada como um catecismo simples e expandida ao longo de cinco edições latinas — uma exposição sistemática que ele mesmo concebeu como um guia para leitores da Escritura, não como um substituto dela.A obra começou como um resumo conciso da fé, mas evoluiu para um extenso tratado em quatro volumes que abordava temas centrais como a natureza de Deus, a salvação e o governo da igreja. Calvino compunha simultaneamente catequese e apologética — instrução na doutrina cristã unida à defesa do ensino protestante diante das críticas de seu tempo. Quem reduz Calvino a "o homem da predestinação" desconhece que sua erudição abrangia desde os Pais da Igreja até escritores pagãos greco-latinos, e que seu compromisso fundamental era hermenêutico: a Escritura interpretada com inteligência e fé, nunca separando intelecto e espiritualidade.


Jacó Armínio (1560–1609), por sua vez, não foi um "inimigo externo" da fé reformada, mas um produto dela. Órfão na infância, criado sob a tutela de mentores ligados à própria tradição reformada holandesa, formou-se em Leiden — onde, segundo registros biográficos, foi influenciado por professores que já discordavam abertamente da doutrina calvinista da predestinação.Arminius estudou na Universidade de Leiden, onde encontrou debates teológicos significativos entre protestantes, particularmente a respeito de predestinação e livre-arbítrio. Ele chegou a defender publicamente a posição calvinista da predestinação contra um opositor, e foi precisamente nesse processo de defesa que começou a duvidar e mudou sua própria visão. Tornou-se professor em Leiden em 1603 e, após sua morte em 1609, seus seguidores produziram as Remonstrâncias, documento que sistematizou o que viria a ser chamado de arminianismo e que foi formalmente examinado — e rejeitado pela ortodoxia reformada — no Sínodo de Dort (1618–1619).

Quem cita esses dois nomes como rótulos de embate sem conhecer sequer o esqueleto biográfico de ambos não está fazendo teologia: está reciclando slogans. E a Escritura tem uma palavra dura para quem fala daquilo que não examinou: "Responder antes de ouvir não é sábio, é vergonhoso" (Provérbios 18:13).



VENTO

 Nem toda tempestade significa que você saiu da rota.


Há momentos em que o cenário ao redor parece contradizer tudo aquilo que Deus falou, mas a nossa segurança não está no que vemos durante o caminho. Está em saber quem nos chamou para atravessar e para onde Ele está nos conduzindo.


A fé não exige um mar calmo para continuar. Ela permanece firme porque conhece a direção.


A paz não está na ausência da tempestade, mas na certeza do destino.


Continue. O vento não mudou o que Deus disse.

CULTO

 Foi exatamente isso que Deus ministrou ao meu coração enquanto eu estava no culto: estamos falando sobre uma nova estação, mas quantas vezes queremos viver a estação do florescer sem antes permitir que Deus trate a terra? Queremos frutos, queremos crescimento, queremos promessa, queremos viver o novo — mas ignoramos aquilo que continua adoecendo o solo. E depois ainda dizemos: “Essa terra não é boa.” Talvez o problema não seja a terra. Talvez existam coisas nela que nunca foram tratadas.


Porque não adianta pedir flores se o solo continua cheio de raízes antigas. Não adianta desejar uma colheita diferente alimentando os mesmos pensamentos, tolerando os mesmos comportamentos, mantendo os mesmos acessos e carregando as mesmas feridas. Uma nova estação não transforma automaticamente uma terra que você se recusa a curar. Há coisas que Deus fará por você, mas existem outras que Ele vai confrontar para que você decida arrancá-las.


E a Bíblia nos entrega uma imagem muito forte em Cantares 2:15: “Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.” Perceba: a vinha estava florescendo, mas ainda havia raposinhas capazes de comprometer aquilo que estava nascendo. Nem sempre são as grandes coisas que destroem uma estação. Às vezes são pequenas concessões, ressentimentos guardados, procrastinações, comparações, dependências emocionais, conversas que você deveria ter encerrado e hábitos que você continua justificando.


AMOR

 “O amor verdadeiro entre duas pessoas é feito de cumplicidade, respeito e entrega. Não é perfeito, mas é sincero. É quando dois corações se escolhem todos os dias, mesmo diante das dificuldades. É quando o carinho está presente nos pequenos gestos, nas palavras ditas com cuidado, nos silêncios compreendidos sem explicação.

Nesse amor, não há espaço para jogos ou máscaras. Há transparência, confiança e vontade de crescer juntos. O amor verdadeiro acolhe, perdoa, apoia e inspira. Ele não prende, ele liberta; e ao mesmo tempo cria raízes profundas que unem duas almas de forma única.

É um sentimento que se reconhece nos olhos, se confirma nas atitudes e se fortalece com o tempo. Porque amar de verdade é estar presente, é querer o bem do outro, é caminhar lado a lado mesmo quando o caminho for difícil.

O amor verdadeiro é raro, mas quando acontece… transforma tudo.”

CRENTE

 O crente verdadeiro jamais apostata (parte 1)

“Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou da graça de Cristo para outro evangelho” (Gl 1.6).

 O apóstolo Paulo habilmente construiu sua introdução à Carta aos Gálatas de modo a já começar, não apenas a reconhecer o problema dos seus integrantes, mas também, de certa forma, a tratá-lo. A ênfase do apóstolo, aquilo que destacou quanto ao seu ministério, sempre foi o próprio Deus, em sua obra por meio de Cristo. Toda glória foi sempre atribuída a Jesus, a encarnação do Filho eterno de Deus, um ministério das três Pessoas da Trindade. Na encarnação atuam Pai, Filho e Espírito Santo. A glória atribuída a Jesus é glória ao Deus Trino.

No verso epigrafado, o apóstolo começa a tratar, clara, explícita e objetivamente, do problema. Uma coisa curiosa é que, antes de entrar diretamente na questão, Paulo mostra sua própria reação diante da tendência apóstata daquelas igrejas. É assustador observar a inclinação à apostasia de muitos chamados crentes, e até, de denominações inteiras. O desvio de alguém que consideramos irmão sempre nos causará profundo impacto. Isso pode se dar de forma muito rápida. Paulo se mostrou atônito diante da rapidez com que as igrejas da Galácia estavam abandonando o evangelho.

A questão da apostasia sempre foi algo de difícil compreensão, especialmente para aqueles que têm uma boa teologia, que compreendem com correção as Escrituras. Para os que torcem o ensinamento bíblico, vivendo a vertigem e a insegurança de uma fé nômade e passageira, que vai e vem, que acreditam que a fé verdadeira se comporta assim, que creem que o homem tem poder de ir até Deus e depois abandoná-lo seguidamente, que o Senhor fica na dependência do homem para saber quem são os seus escolhidos, esses simplesmente compreenderão a apostasia como um desses movimentos do homem autônomo diante de um deus passivo e contemplativo. No entanto, quem entende corretamente a doutrina bíblica, sabe que existe a predestinação ocorrida não na história, porém, antes que houvesse mundo, não como presciência, como se o Senhor simplesmente observasse aqueles que haveria de querê-lo. Reconhecem que se trata de escolha real e soberana, ocorrida antes na eternidade anterior à criação de todas as coisas.

Dessa forma, há alguma dificuldade para o intelecto humano: como alguém que foi escolhido pode simplesmente se evadir, pode abandonar o Senhor? A única resposta a isso é: não pode! A apostasia, que podemos chamar de completa, acontecerá apenas com falsos irmãos, pessoas geralmente sinceras enganadas, que acham que creem, mesmo não vendo qualquer transformação definitiva em suas vidas, ainda que não percebam em si o necessário apego a Deus e sua Palavra. Assim, porque vêm à igreja com alguma frequência, porque leem a Bíblia esporadicamente, acham que conhecem verdadeiramente o Senhor. São pessoas que exercem alguma modalidade de fé aparente, fé temporária, suficiente para alcançar algumas bênçãos do Senhor no ambiente estrito de sua graça comum. No entanto, nunca foram convertidas. Essencialmente, a apostasia se define como a reação de alguém que se autointitula crente, diante da heresia, assimilando ensino mentiroso e errado. É alguém que sempre foi reconhecido como crente, pode até mesmo ser um líder de igreja. Como tal pessoa reage diante do engano?

A questão é que não consideramos o poder da fé. A definição de fé: “a certeza das coisas que se esperam e a convicção de fatos que não se veem” (Hb 11.1), embora tenha como objetivo definir a fé verdadeira, descreve também todo tipo de fé. Crer é aceitar como verdade coisas que não podem ser comprovadas em laboratório, não empíricas. Dizendo isso de outra maneira, é crer em algo intangível, sobrenatural. Quando um pagão professa sua fé em seus deuses, trata-se de algo real, experimental para ele, que o afeta profundamente, podendo mesmo transformar seu comportamento. Não conduz à salvação, tampouco agrada ao Senhor. Mas refere-se a algo real. Falar de sua realidade não significa dizer que é genuína ou verdadeira diante de Deus. Sua existência pode ser comprovada por seus efeitos. Homens, movidos por suas crenças pagãs, foram capazes de grandes coisas e sacrifícios, mesmo entregar-se à morte.

Toda religião diferente daquela que é afirmada nas Escrituras é religião humana, feita por homens para a glória dos homens. Você não se torna o que você adora. O homem natural adora aquilo que ele mesmo é! Toda religião humana, todo ídolo, são projeções do próprio pecador, que visam alcançar os anseios do coração desassistido da graça. Não é difícil que alguém transforme a pura e genuína religião cristã a degenerando em religião humana, que busca a satisfação e a glória de homens, roubando de Deus aquilo que só ele é digno de receber. Os fariseus da época de Jesus são um bom exemplo disso. É assim que, dentro das igrejas, uma fé humana pode ser confundida com a verdadeira, a ponto de o joio ser virtualmente impossível de se distinguir do trigo.

Reparemos nesta importante verdade: desde o Éden, a vida com Deus se define como a centralidade na verdade. Já a mentira foi o torcer o princípio verdadeiro, dando-lhe novos formatos, outros contornos. O que trouxe o pecado ao mundo, o que abriu as portas deste mundo para o erro e a morte, foi o anúncio de uma heresia, a corrupção da verdade de Deus, com o claro objetivo de ludibriar Adão. Todo pecado está ligado à deformação da verdade. Toda transgressão clama por ser legitimada. O pecado não quer ser reconhecido como erro, mas como algo legítimo. Quando olhamos para nossa sociedade, nunca vemos o discurso: “sabemos que isso é errado, mas é o que nós queremos”. Jamais! Muito pelo contrário! As práticas mais perversas e sórdidas, pecados na área moral e sexual são legitimados, afirmados como relacionamentos verdadeiros, aprovados e até virtuosos. A pior forma de pecado não é o do erro reconhecido, assumido, mas aquele que é legitimado. Esta é a grande batalha espiritual: uma batalha pela verdade! O que é verdade! Todo pecado é uma tentativa de engano, de corrupção da única verdade.

Então, compreendamos isto: a apostasia é a assimilação do engano, aceitar como verdade a corrupção da verdade. Nesse sentido, notemos que “apóstata” não é apenas aquele que se desvia por abraçar uma heresia, um ensinamento errado, uma falsa doutrina, como se fosse bíblica. Também é apóstata aquele que abandona a igreja para abraçar abertamente o mundo e seus pecados. Tanto o que recebe e abraça a mentira como se fosse ensinamento correto, como aquele que simplesmente abandona a igreja e se atira nos braços de satanás no mundo, ambos são apóstatas, ambos foram iludidos com a mentira do diabo. Por isso, um crente nunca jamais apostatará, pois tem a fé verdadeira. 

Voltemos à questão da reação do chamado “crente” diante do engano do pecado que, como acabamos de ver, pode ocorrer no formato de heresias, de ensinamentos errados, bem como, na forma do mundanismo escancarado, entregando-se ao diabo no mundo. Se se trata de um falso crente, alguém que não tem a fé verdadeira, mas apenas uma modalidade de fé temporária, uma crença aparente, quando exposto ao oferecimento ardiloso do engano, pode realmente reconhecer nisso aquilo que deve fazer. Pode abraçar com todas as forças o pecado da heresia ou do mundanismo, achando que isso é o certo para ele. Nesse caso, reconhecerá no engano a proposta de vida que ele deve assumir. O engano passa a ser a sua verdade! É algo que fala melhor ao seu coração. Trata-se de práticas e/ou ensinamentos que lhe atraem mais, que lhe dão mais prazer e satisfação. Toda apostasia é a legitimação do erro, o sucesso do pecado em enganar aqueles que o abraçam. Dessa forma, aquele que possui uma fé temporária, que não é crente de fato, pode passar por esse processo, algo que pode ser extremamente rápido, especialmente nesse caso, por ser um não-crente.

Precisamos diferenciar a fé verdadeira da temporária, entendendo que a fé verdadeira ocorre quando Deus vem ao homem e lhe infunde uma nova natureza, habilitando-o a crer. Já a fé temporária é o esforço meramente humano, muitas vezes sincero, de se aproximar de Deus, para usá-lo para a consolidação das vontades humanas. Que fique bem claro que a apostasia completa e definitiva ocorre apenas com o ímpio que achava que era convertido, ou até mesmo, ainda acha que é, embora não seja realmente. A apostasia definitiva se dá quando o processo do engano se completa na vida de um determinado sujeito ou de uma igreja, isto é, quando alguém que é conhecido como “crente” ou uma instituição que se entende como “igreja”, abraça e assume o engano do pecado como sendo a mais pura expressão da verdade. O pecado foi legitimado; o erro foi assumido como certo; a heresia foi absorvida como verdade bíblica. Ame ao Senhor de todo o coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Essa é a vivência da verdadeira fé. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus (Rev. Jair de Almeida Junior).

MULHER

 A Mulher Samaritana

Ela foi ao poço em busca de água, mas encontrou Aquele que podia saciar a sede da sua alma. A mulher samaritana carregava um passado marcado por dores, rejeições e escolhas difíceis. Mesmo assim, Jesus a encontrou, conversou com ela, revelou Seu amor e lhe ofereceu a água da vida.

Depois daquele encontro, ela não voltou a ser a mesma. Deixou o cântaro para trás e correu para anunciar que havia encontrado o Messias. Aquela que antes era desprezada tornou-se uma testemunha do poder transformador de Cristo.

A história da mulher samaritana nos ensina que ninguém está longe demais da graça de Deus. Quando nos encontramos com Jesus, nosso passado não define o nosso futuro. Ele restaura, perdoa e nos transforma em instrumentos para levar esperança a outras pessoas.

"Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede." 

-João 4:14

FOGO

 Elias acabou de vencer 450 profetas de Baal sozinho. Fogo do céu desceu na frente de todo mundo. A maior vitória espiritual da vida dele.


E no capítulo seguinte, ele está debaixo de uma árvore pedindo pra morrer.


Presta atenção, porque isso não é contradição — é padrão.


Tem duas formas de ler 1 Reis 19. A primeira: um profeta fraco que não aguentou a pressão depois de um milagre. A segunda: a Bíblia documentando, com precisão clínica, o que acontece com o corpo e a alma humana depois de um pico de intensidade — o esgotamento que ninguém avisa que vem depois do seu maior sucesso.


Elias não caiu apesar da vitória. Ele caiu por causa dela.


E Deus, meus queridos, não repreende Elias debaixo da árvore. Ele manda um anjo com comida e sono. Antes de qualquer palavra profética, vem descanso pro corpo.


Isso muda completamente como você entende depressão, esgotamento e o “dia depois da conquista” — inclusive o seu.


Vou destrinchar esse texto hoje na live, com a profundidade que ele merece.


Comenta **ELIAS** aqui embaixo que eu te mando o link pra você não perder. 🔥


Me diz aí: você já viveu o “depois do Carmelo”?

LUGAR

 Há lugares onde você será questionado, ignorado e até subestimado. Mas isso não significa que o seu dom perdeu valor.


José foi desprezado dentro da própria casa. Seus irmãos não compreenderam aquilo que Deus havia colocado nele. Mas o lugar onde foi rejeitado não foi o lugar onde sua história terminou.


“Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua própria casa.” (Mateus 13:57)


Deus sabe como mover você de ambientes que já não comportam aquilo que Ele colocou em suas mãos. Às vezes, a mudança não é rejeição. É posicionamento.


Eu declaro que Deus lhe dará discernimento para reconhecer novos caminhos, coragem para sair de lugares que já não fazem parte da sua estação e sabedoria para ocupar os espaços que Ele preparar. O seu valor não depende do reconhecimento de quem está ao seu redor.


Não force reconhecimento. Continue desenvolvendo o seu dom, permaneça fiel e deixe Deus conduzir os seus passos.


O lugar onde você foi desprezado não precisa ser o lugar onde você termina.


Escreva nos comentários:


DEUS ESTÁ ME POSICIONANDO.


E compartilhe este Reels com alguém que precisa lembrar que ser ignorado por alguns não significa ser esquecido por Deus.