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sexta-feira, 10 de julho de 2026

ORAÇÕES

 Há orações que Deus responde com um “não”, e isso também é graça.


Vivemos em uma geração que aprendeu a pedir portas abertas, mas se esqueceu de agradecer pelas portas que Deus fechou. Nem tudo o que desejamos vem dEle. Nem tudo o que parece bom conduz à vontade do Senhor. Às vezes, aquilo que mais nos encanta é exatamente o que mais nos afastaria da presença de Deus.


A Bíblia nos lembra: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.” (Provérbios 14:12)


Por isso, uma das orações mais maduras que um cristão pode fazer não é: “Senhor, realiza todos os meus sonhos.” Mas sim: “Senhor, destrói tudo aquilo que não nasceu da Tua vontade, mesmo que meu coração demore para entender.”


Deus nunca perde Seus filhos por fechar uma porta. Pelo contrário, Ele os preserva de dores que ainda não conseguem enxergar. Quantas lágrimas você evitou sem sequer saber? Quantos relacionamentos, oportunidades e caminhos foram interrompidos porque a bondade de Deus enxergava o que seus olhos não podiam ver?


Como escreveu Charles Spurgeon:


“Quando Deus retém algo de nós, Ele não está sendo cruel; está sendo misericordioso.”


Confie no Senhor até quando a resposta dEle contrariar os seus planos. A vontade de Deus pode ferir o orgulho por um momento, mas jamais destruirá a alma. Ela sempre produz vida, santidade e paz.


Ore assim hoje:


“Pai, se algo não vem de Ti, não permita que eu insista. Fecha as portas que precisam ser fechadas, quebra os meus ídolos, corrige os meus desejos e conduz-me apenas pelo caminho da Tua vontade. Prefiro uma lágrima na obediência do que uma vida inteira de alegria longe da Tua presença. Amém.”


“Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terra plana.” (Salmo 143:10)


Se essa oração também representa o seu coração, escreva nos comentários: “Senhor, que seja feita a Tua vontade, e não a minha.”

BELEZA

 A beleza de Deus

“Adorai o Senhor na beleza da sua santidade; tremei diante dele, todas as terras” (Sl 96.9)

 A estética é algo que marca a Criação de Deus. Especialmente os gregos deram muito valor a ela, nas formas de suas estátuas, na arquitetura de suas construções e templos. O belo era exaltado como uma das principais virtudes. Além da estética das formas, há a estética das palavras ditas, a retórica, e escritas. Conquanto os gregos também tenham explorado esse ramo da estética, a retórica era especialmente estimada, foram os hebreus que se destacaram grandemente por terem basicamente se radicado nele.

Havia a proibição de fazer imagens das coisas relativas ao Deus de Israel, pois a religião ordenada pelo Senhor não seria idolátrica. Além disso, essa interdição visava a preservação da concepção genuína do Único e Verdadeiro Deus, porque qualquer atribuição de formas a ele seria torná-lo criatura. Tudo o que ser humano conhece pertence ao mundo criado. Portanto, qualquer forma conhecida pelo homem que seja atribuída ao Senhor o transformaria em criatura.

Por causa disso, com raras exceções, como os querubins que compunham como uma única peça a tampa da arca da aliança chamada de propiciatório, não se conhece nenhuma escultura ordenada por Deus que deveria estar em posse do povo. Houve também, é verdade, um episódio um tanto específico, quando foi ordenada a feitura de uma serpente de bronze durante o êxodo, por causa de cobras peçonhentas que estavam picando e matando o povo.

Foi ordenada a sua confecção e sua colocação em lugar alto e de destaque no arraial a fim de que todo o que fosse picado e olhasse para a serpente de bronze obtivesse a cura sobrenatural. Jesus se identifica à serpente de bronze: “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna” (Jo 3.14, 15). Ele seria levantado à vista de todos para a salvação daquele que olhasse para ele com fé. São exceções em toda a história de Israel e Judá.

Devido à seriedade do mandamento, o israelita nunca se desenvolveu na arte da escultura e da pintura, radicando-se na estética da palavra. Houve vários tipos de texto e de gêneros de propriedade dos hebreus. Além das narrativas descritivas, que simplesmente contam acontecimentos geralmente sem emitir juízo de valor, se aquilo que foi feito é certo ou errado, e das narrativas normativas, ditos na forma de ensinamentos, há as profecias e os escritos de sabedoria, estes geralmente utilizando um tipo de texto conhecido como “poesia hebraica”. Assim, o Livro dos Salmos, também Provérbios, Eclesiastes e Cantares, estão repletos de estruturas, conhecidas como “paralelismos”, típicas da poesia hebraica.

Não é por acaso que os Salmos estão entre os textos da Escritura mais queridos e apreciados pelo cristão. Isso se dá não apenas pelo seu conteúdo, pois muitos tratam do auxílio do Senhor, o consolo e o fortalecimento, mas também por sua forma. Os textos são belos por seu conteúdo e por sua forma, sua estética. É poesia! Este tipo de escrita evoca emoção e sentimentos, alinhando-se com os temas tratados e o coração do aflito, geralmente envolto em sofrimento, na expectativa do alívio.

No entanto, entendamos que além da estética da matéria e da palavra, há outra que apenas o verdadeiro convertido pode admirar: a estética do espírito, isto é, a estética que significa a habilidade da percepção do belo pelos olhos da alma. Todas as coisas contêm um “espírito”, algo que comunica ao coração: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Sl 19.1). O nascido de Deus, exatamente por estar vivo para o Criador, é habilitado a enxergar algo espiritual no físico e material, a presença daquele que fez todas as coisas.

Tudo existe em Deus e, por isso, o cristão autêntico pode experimentar o Senhor naquilo que ele criou. Uma pálida comparação talvez seja alguém que contempla uma pintura, perceptível ao “espírito” da obra, algo que vai além do quadro, um significado, uma experiência com o próprio artista que o pintou. O crente verdadeiro tem a habilidade de ter experiências espirituais com o que é físico e material, ao ser edificado com a percepção da glória do Senhor em tudo o que foi criado. 

Porém, há ainda a estética espiritual. Certamente, hoje o homem quase nada pode admirar do mundo espiritual. Sabemos que há seres espirituais gloriosos: Arcanjo, anjos, serafins, querubins, e talvez outros. Há grande beleza neles e no lugar que habitam, realidades que estão completamente vedadas a nós, mas que possivelmente poderemos admirar, ao menos em parte, quando voltarmos à ordem perfeita da Criação. Querubins, que são seres espirituais relativos à Criação, estão hoje habitando o Éden.

Embora não tenhamos acesso à estética do mundo espiritual, temos acesso à mais gloriosa e abençoadora de todas as estéticas, a incomparável e maior de todas as estéticas espirituais: a beleza do ser de Deus! Este foi o objetivo do Senhor em ter criado o homem: poder dar a ele a experiência de contemplar a estética divina, a beleza do ser de Deus! Como fonte de toda virtude e glória, o sumo-bem, o Ser tripessoal resolveu na eternidade de sua única existência criar seres morais, capazes de compreensão, para poderem sorver e absorver a essência divina, como imagem e semelhança da própria divindade.

Essa absorção não é apropriação, mas experiência. Viver Deus na presença de Deus. O equivalente àquilo que diz o apóstolo neotestamentário quanto à consumação da obra de Jesus em seu retorno: “Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (1 Co 15.28). Voltaremos à unidade da vida com o Criador perdida na queda: Deus será tudo em todos.

Há beleza incomparável no Senhor, que só pode ser apropriada e experimentada por aqueles que se entregam completamente ao relacionamento com ele. É beleza santa, incontaminada, não deformada pela queda como é a beleza do mundo material que conhecemos, amaldiçoado pelo pecado. Trata-se de beleza espiritual ilimitada, muito além daquela que apreendemos na glória das coisas criadas, como já dissemos.

Apenas aqueles que chegam a tal grau de comunhão e conhecimento do Senhor entendem e vivem Deus como a maior de todas as bênçãos, a oportunidade em Cristo de nos quedarmos no Santo dos Santos para sorver a presença divina. Apenas esses passarão longas horas na presença do Senhor como o maior prazer de sua vida, não como imposição artificial de uma prática que não se deseja.

Ah! A beleza do ser de Deus! A maior de todas as visões, a mais sublime de todas as contemplações! Como trocar esses momentos por coisas desta terra? Entreguemo-nos completamente à fé, à vida com o Senhor, morando no esconderijo do Altíssimo, adorando o Senhor no Santo dos Santos. Tenha um contemplativo dia na beleza da santidade de Deus 

MENINO


“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino” (1 Co 13.11).

É comum ouvirmos que há uma criança dentro de todos nós. Algumas coisas típicas do estado infantil parecem continuar latentes naqueles que já acumulam algumas décadas de vida. As brincadeiras comuns em pessoas mais expansivas e a competitividade talvez sejam resquícios da infância que permanece. Estes aspectos, vividos dentro de limites próprios, não representarão problema. O que é pernicioso é o que podemos chamar de “infantilidades”. Estas se dão quando não se abandona a forma de pensamento e, consequentemente, de procedimento infantis. Elas podem se manifestar na vida adulta por meio de algumas tendências que são em si pecaminosas. A primeira delas é a ingenuidade. 

A criança é ingênua. É curioso que geralmente se percebe na ingenuidade algum aspecto de “pureza”. Daí ligá-la à criança. Certamente ambas as compreensões estão erradas. Ingenuidade não é pureza, muito menos, virtude. Trata-se de uma forma de estultícia, de tolice, falta de sabedoria travestida de suposta inocência. O ingênuo, por sua falta de esperteza, permite-se enganar constantemente. Talvez até mesmo tente se proteger usando a ingenuidade como escudo, para se apresentar como “inocente” e “vítima” dos atos alheios, nunca como “culpado” por sua ingenuidade. 

A sociedade dos homens é um lugar de perigos de várias espécies, comparada a uma selva cheia de riscos mortais. Não por acaso, nosso Senhor exortou seus discípulos exatamente à “ética da floresta” como forma de poderem prevalecer diante da maldade. Afirmou: “Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10.16).

Embora as ovelhas sejam tidas como animais descuidados e extremamente vulneráveis, sua figura aplicada ao crente ressalta sua condição com respeito ao lobo. Com isso destaca-se o perigo constante ao qual o crente está exposto no mundo, não alguma tolice inata e, por isso, desculpável, característica de todo nascido de Deus. Muito pelo contrário! Por isso, após mostrar que os crentes estão cercados por “predadores” no mundo, ordena que sejam astutos como as serpentes e simples como as pombas. Essas, sim, são virtudes.

A astúcia é necessária para percebermos os contextos nos quais estamos inseridos, o rumo das coisas, se é viável a mim como crente estar em determinados lugares, praticar aquilo que está se desenhando à minha para frente, para não sermos enredados facilmente pelo mal. No entanto, se a astúcia se manifestar sozinha, inevitavelmente levará à malícia, isto é, à rapidez para concluir o mal em tudo e todos.

Há crentes que, para não serem pegos de surpresa, querem antecipar atos e acontecimentos por pura sagacidade e perspicácia. Como resultado, sempre veem e imaginam más intenções em tudo aquilo que as pessoas dizem ou fazem. Para fugir da malícia, dessa celeridade para imaginar o mal, é necessária a “simplicidade”. Como já ficou claro, não se trata de ingenuidade, mas de “pensamentos misericordiosos”. Funciona como uma espécie de freio à malícia, algo típico daquele que é “limpo de coração”, uma das bem-aventuranças com as quais Jesus inaugura o Sermão do Monte.

A mente do nascido de Deus não deve ter essa perspicácia maligna, rapidez para imaginar a maldade, pois isso o identifica com o mal. Os elos se manifestam nos apegos. É estranho, por exemplo, igrejas que parecem preferir falar mais do diabo que de Cristo, ou, crentes que falam muito mais do seu passado de impiedade do que do seu presente regenerado e santo. Alguma coisa está errada! Aparentemente há ainda alguma ligação ou pré-disposição. A astúcia e a simplicidade, a esperteza latente e a misericórdia nos pensamentos, concedem o necessário equilíbrio à mente cristã.

A irresponsabilidade e a inconsequências são outras características da mente e do procedimento infantis, mas que mesmo nas crianças não podem ser aceitas. É interessante como os crentes parecem desculpar as crianças de seus erros. É quase como se o pecado praticado pela criança fosse aceitável, não se constituísse pecado, não se revestisse de qualquer malignidade e exigisse a devida reprovação e correção. É verdade que a criança é incapaz de uma responsabilidade plena, de perceber claramente as consequências de seus atos. 

Eis o motivo por que há cerimônias de maioridade em todas as culturas, geralmente ligadas ao privilégio do casamento e à capacidade para guerra. Em nossa sociedade, embora já não haja ritos de maioridade, há especificada uma maioridade civil. Julga-se que até tal idade a criança não tem ainda desenvolvida a habilidade plena da responsabilidade. Mesmo nas Escrituras havia a maioridade do judeu, que começava aos treze anos e se completava aos trinta. Foi exatamente por isso que Jesus esperou esta idade para iniciar seu ministério.

Todavia, o fato de as sociedades traçarem divisas claras entra a infância e a fase adulta não significa, de forma alguma, que os erros cometidos na infância deixavam de ser reconhecidos como tais por terem sido perpetrados por crianças. A criança deve ser repreendida todas as vezes que fizer aquilo que é errado, para que a reprovação sempre a lembre daquilo que não deve fazer.

Se pecados são pecados mesmo para as crianças, não podendo ser simplesmente anulados devido à pouca idade, o que se dirá de adultos infantilizados que se mostram irresponsáveis e inconsequentes! A infância é importante para a criança. Ela deve ter seu tempo de imaginação e fantasias, de brincadeiras sadias, pois isso é indispensável para o seu desenvolvimento. Ela projetará sua idade adulta, antecipando pelas brincadeiras a vida profissional e familiar, bem como, coragem e tenacidade tão preciosas na resolução de problemas futuros. No entanto, com a maturidade vem a realidade da vida, as funções no reino, na igreja, questões profissionais e familiares, deixando necessariamente o onírico e a fantasia para trás.

Abandonemos, portanto, as coisas de menino. Ajamos como filhos de Deus maduros, adultos, neste mundo. Não se esconda atrás de coisas típicas da infância. Deixe de lado toda ingenuidade, irresponsabilidade e inconsequências. Quando nosso Senhor nos comparou às crianças, afirmando que deveríamos ser como elas (Mt 18.3), certamente não estava indicando nenhum desses erros, mas a necessária dependência de Deus! A criança não é pura, não é inocente, mas uma “sementinha do mal”, um pecador em miniatura. Contudo, mesmo ela sabe que não pode existir sozinha e que precisa do adulto para sobreviver. Essa é sua virtude: a dependência! Vivamos a experiência da maturidade cristã, na fé, no intelecto, nos relacionamentos, sempre na dependência do Senhor. Tenha um excelente dia na maturidade cristã na presença de Cristo

PAGAR

 Quando Pedro ouviu que precisava pagar o imposto e não tinha o dinheiro, Jesus não abriu um cofre. Não multiplicou pão, não chamou um doador, não organizou uma vaquinha. Mandou pescar. E dentro da boca do primeiro peixe que saiu da água estava exatamente o valor necessário. A provisão não veio de onde se esperava. Veio de onde só Deus podia mandar.


Essa história não está na Bíblia por acidente. Ela está lá pra lembrar que Deus não está limitado pelos caminhos que os seus olhos conseguem enxergar. A virada que você espera pode não vir pela promoção que estava aguardando, pelo negócio que estava esperando fechar, pelo familiar que você achava que ia ajudar. Pode vir de uma ligação que você não esperava. De uma oportunidade que não estava no seu radar. De um lugar que você nem sabia que existia.


Deus já ordenou. A provisão já está em movimento. Você não precisa forçar o caminho, não precisa controlar a rota. Precisa confiar em Quem já deu a ordem.


Prepara o anzol. A provisão está a caminho


(Mateus 17:27)

PERDA

 O cérebro interpreta a espera como perda de controle.


Por isso, quando algo demora, nossa mente tende a criar conclusões precipitadas: "Deus se esqueceu de mim", "Eu fracassei", "Estou atrasado".


Mas, na prática clínica, vemos que a maturidade emocional nasce justamente na capacidade de suportar processos sem abandonar a esperança.


A espera não revela apenas o que você deseja, e sim o que governa a sua mente.


Na Bíblia, Deus raramente entrega uma promessa antes de transformar o caráter de quem irá sustentá-la.


Uma conquista sem preparo pode gerar orgulho, ansiedade ou até autossabotagem.


Talvez você não esteja vivendo um atraso. Deus pode estar fortalecendo estruturas internas que ainda não existiam.


A pergunta não é apenas "Quando isso vai acontecer?"


A pergunta é: "Quem eu preciso me tornar antes que isso aconteça?"


"O Senhor firma os passos de quem se agrada dEle." (Salmo 37:23)


ASSIM


“Assim, abençoou o SENHOR o último estado de Jó mais do que o primeiro; porque veio a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.”

Jó 42:12

No mundo em que vivemos, é bem comum nos decepcionarmos com pessoas. Muitos de nós já fomos injustiçados, trapaceados, roubados, traídos ou humilhados, e tivemos prejuízos financeiros, morais ou de qualquer outra natureza.


Tudo isso é muito desagradável e ninguém gosta de passar por situações como estas, mas não temos o direito de alimentar ressentimentos e nem devemos colocar nossa esperança e expectativa em pessoas, mas somente em Deus.


Mesmo que, aparentemente, tenham acontecido perdas, Deus está sempre ligado na nossa vida e nas nossas necessidades, sabe como dar o melhor desfecho a qualquer história, permanece imutável e fiel a tudo que um dia nos prometeu.


Jó perdeu muitas coisas em determinada época de sua vida. Satanás tentou destruí-lo completamente e quem acompanhava sua vida podia concluir que era o fim para ele. Afinal, sua saúde, seus bens, sua família, seus amigos e sua reputação tinham sido altamente afetados.


Mas Deus não permitiu que ele acabasse assim. No momento certo, o Senhor se levantou em sua defesa e, além de abençoá-lo com muito mais coisas que tinha anteriormente, ainda restaurou o próprio relacionamento deles dois. Jó pôde dizer que passou a conhecer o Senhor de fato e de verdade, e não apenas de ouvir falar dEle.


Você tem se sentido prejudicado em alguma área da sua vida? Fique em paz, pois Deus é quem dá a palavra final! E, quando Ele iniciar a sua restituição, será muito além do que você um dia imaginou. Não é no seu tempo; é no dEle. Apenas creia e continue crendo que Deus jamais vai te decepcionar, pois Ele não volta atrás na Sua Palavra!

SENHOR



Nem todo milagre elimina a próxima prova. Mas toda prova pode revelar um novo nome de Deus.


Israel acabara de atravessar o mar. O impossível tinha ficado para trás. Mas, poucos dias depois, o deserto entregou Mara: águas que não podiam ser bebidas.


É assim que acontece conosco. Depois de grandes respostas, chegam grandes perguntas. Depois do livramento, vem a amargura. E pensamos: "Será que Deus me trouxe até aqui para isso?"


Mara é o espelho das nossas maiores decepções. É o casamento que azedou, o projeto que faliu, a alma que adoeceu de tanto cansaço.


Mas Deus não eliminou Mara do caminho de Israel. Ele transformou aquilo que era impossível de beber, porque há momentos em que o Senhor não muda a estrada; Ele transforma aquilo que parecia impossível suportar.


Ali, Deus revelou um novo nome: Jeová Rafá. "Eu sou o Senhor que te sara." (Êxodo 15:26)


Perceba: Jeová Rafá cura mais do que corpos. Ele restaura aquilo que a dor tentou destruir. Cura corações cansados, relacionamentos feridos e a esperança que o deserto tentou sepultar.


Existem feridas que ninguém vê. Lágrimas que caem em silêncio. Cicatrizes escondidas atrás de um sorriso. Mas há um Deus que conhece profundamente cada uma delas e, justamente por conhecê-las, sabe restaurá-las completamente.


Talvez Deus ainda não tenha mudado o seu caminho. Mas hoje Ele pode mudar a maneira como você o atravessa.


A cruz de Cristo prova que Deus transforma o lugar da maior dor na fonte da maior esperança.


Quem conhece Jeová Rafá descobre que o maior milagre não é viver sem dores, mas experimentar a presença de Deus transformando até aquilo que parecia impossível suportar.

JESUS

 “Jesus é aquele que te levanta enquanto ninguém sabe que você caiu.”


Há dores que nunca chegam aos olhos das pessoas.


Há batalhas que são travadas no silêncio do quarto, na madrugada em que ninguém vê suas lágrimas, nas orações que parecem não passar do teto e nos dias em que você sorri por fora, mas está completamente quebrado por dentro.


E é justamente nesses momentos que Cristo mais trabalha.


A Bíblia não promete uma vida sem quedas. Ela promete um Salvador que não abandona os seus quando eles caem.


Pedro caiu, mas Jesus o restaurou.


Elias caiu no desânimo, mas Deus o fortaleceu.


Davi caiu em pecado, mas encontrou misericórdia.


O filho pródigo caiu na vergonha, mas foi recebido com amor pelo Pai.


Talvez ninguém saiba o peso que você tem carregado. Ninguém conheça as lutas da sua mente, os medos escondidos ou as noites em que você pensou que não conseguiria continuar.


Mas Jesus sabe.


Ele vê aquilo que ninguém vê. Ele ouve aquilo que você nunca teve coragem de contar. E antes que as pessoas percebam sua restauração, Cristo já começou a levantar você.


A mesma mão que sustenta o universo é a mão que segura os seus filhos quando suas forças acabam.


“Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão.” (Salmo 37:24)


Se hoje você se sente caído, não permaneça no chão. Corra para Cristo. Não porque você é forte, mas porque Ele é fiel.


A sua queda não é o fim da sua história. A graça de Deus sempre escreve um capítulo depois da dor.


Quem Deus levanta, ninguém consegue manter caído.


Se essa mensagem fortaleceu sua fé, escreva nos comentários: “O Senhor é quem me sustém.” 🙏📖

ANSIOSA

 “Marta, Marta, você está ansiosa e preocupada com muitas coisas; entretanto, pouco é necessário, ou mesmo uma só coisa. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” — Lucas 10:41–42


Vivemos em uma geração que mede o valor das pessoas pela produtividade. Quanto mais fazemos, mais pensamos que somos aceitos. Trabalhamos sem descanso, carregamos responsabilidades, tentamos agradar a todos e, quando finalmente paramos, a alma continua cansada.


Foi exatamente nesse cenário que Marta se encontrava.


Ela não estava fazendo algo pecaminoso. Estava servindo. Estava ocupada com tarefas importantes. Mas, enquanto suas mãos trabalhavam para Jesus, seu coração já não descansava em Jesus.


Cristo não repreende Marta por servir, mas por permitir que a ansiedade ocupasse o lugar da comunhão. O problema nunca foi a cozinha. O problema era um coração consumido pelas preocupações.


Quantas vezes somos como Marta?


Ansiosos com o trabalho. Preocupados com a família. Inquietos com o futuro. Tentando controlar aquilo que pertence somente a Deus. Corremos tanto para cuidar de tudo que esquecemos de permanecer aos pés daquele que sustenta todas as coisas.


Maria escolheu a “boa parte”: estar com Cristo. Ela entendeu que nenhuma atividade é mais importante do que ouvir a voz do Salvador. Porque quem aprende a descansar em Cristo encontra força para cumprir todas as outras responsabilidades.


Talvez hoje Jesus esteja dizendo ao seu coração exatamente o que disse a Marta:


“Você está carregando pesos que eu nunca pedi para você carregar.”


Entregue sua ansiedade ao Senhor. Descanse na sua soberania. Confie na sua providência. A paz que o mundo procura freneticamente só pode ser encontrada na presença de Cristo.


“Lancem sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1 Pedro 5:7)


Se esta mensagem falou ao seu coração, deixe “Cristo é minha boa parte” nos comentários e compartilhe esta reflexão com alguém que precisa descansar mais em Deus do que em suas próprias forças.

VOCÊ

 “Jesus é aquele que te levanta enquanto ninguém sabe que você caiu.”


Há dores que nunca chegam aos olhos das pessoas.


Há batalhas que são travadas no silêncio do quarto, na madrugada em que ninguém vê suas lágrimas, nas orações que parecem não passar do teto e nos dias em que você sorri por fora, mas está completamente quebrado por dentro.


E é justamente nesses momentos que Cristo mais trabalha.


A Bíblia não promete uma vida sem quedas. Ela promete um Salvador que não abandona os seus quando eles caem.


Pedro caiu, mas Jesus o restaurou.


Elias caiu no desânimo, mas Deus o fortaleceu.


Davi caiu em pecado, mas encontrou misericórdia.


O filho pródigo caiu na vergonha, mas foi recebido com amor pelo Pai.


Talvez ninguém saiba o peso que você tem carregado. Ninguém conheça as lutas da sua mente, os medos escondidos ou as noites em que você pensou que não conseguiria continuar.


Mas Jesus sabe.


Ele vê aquilo que ninguém vê. Ele ouve aquilo que você nunca teve coragem de contar. E antes que as pessoas percebam sua restauração, Cristo já começou a levantar você.


A mesma mão que sustenta o universo é a mão que segura os seus filhos quando suas forças acabam.


“Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão.” (Salmo 37:24)


Se hoje você se sente caído, não permaneça no chão. Corra para Cristo. Não porque você é forte, mas porque Ele é fiel.


A sua queda não é o fim da sua história. A graça de Deus sempre escreve um capítulo depois da dor.


Quem Deus levanta, ninguém consegue manter caído.


Se essa mensagem fortaleceu sua fé, escreva nos comentários: “O Senhor é quem me sustém.” 

MEDO

 Nossas mentes não podem se encher de Deus ao mesmo tempo que se enchem de medo! Não se perca em seus problemas. Levante seus olhos! “Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em ti confia.” (Isaías 26:3).


Você está preocupado, ansioso, não consegue dormir? Então regozije-se na Soberania de Deus. Eu lhe desafio. Eu lhe desafio em dobro: a expor suas preocupações em uma hora de louvor. Suas preocupações vão derreter como gelo na calçada no verão!


Jeremias traça uma conexão direta entre fé e paz. “Bendito é o homem cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nele está. Ele será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro. Ela não temerá quando chegar o calor, porque as suas folhas estão sempre verdes; não ficará ansiosa no ano da seca.” (Jeremias 17:7-8 NVI).

SEGURANÇA



Todos procuram segurança, seja ela material, emocional, financeira ou espiritual. Todos desejam se sentir protegidos dos sofrimentos, crises, violência e conflitos do mundo. Por isso, usam o que têm para proteger a família, os bens e as escolhas que fazem. Basta, porém, um vento forte para percebermos a fragilidade do esforço humano em construir um refúgio seguro para si mesmo.


O versículo de hoje fala a respeito: "Quem teme ao homem arma ciladas, mas o que confia no Senhor está seguro" (Pv 29:25). A expressão hebraica traduzida como "cilada" significa também laço, armadilha e isca. Indica que o temor aos homens e a preocupação excessiva com a opinião alheia podem nos levar a armadilhas. Isso acontece quando nos deixamos dominar pelo medo e pela ansiedade em relação ao que outros podem fazer contra nós. Revela uma confiança deslocada, que deveria estar em Deus. Por isso, o que confia no Senhor está seguro. Nele temos uma fortaleza intransponível, segura contra tudo e todos.


Onde está a sua segurança? Nas coisas que você consegue fazer e construir, em suas proteções pessoais, ou no Senhor, seu Deus? Lembre-se de que, por mais forte que seja a casa ou a cidade, se o Senhor não a guardar, em vão vigia a sentinela (Sl 127:1). Trabalhe, edifique, guarde e proteja tudo o que o Senhor colocar em sua vida, sabendo, porém, que não há real segurança longe dele.


Qual é o seu refúgio? Para onde você corre ao se ver confrontado, sem recursos e sem resposta? Para amigos influentes, líderes sábios e pessoas de posses, ou para o Senhor? Lembre-se de que "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações" (Sl 46:1). Ele tem a resposta que não encontramos em outro lugar, o poder para nos guardar diante da tempestade e o amor que nos ensina tanto no dia bom quanto no dia mau.


Em quem você confia? A Palavra afirma que aquele que confia no Senhor está seguro. Não no Senhor e em mais alguém. Não no Senhor e em sua própria capacidade. Não no Senhor e em suas proteções humanas. É o Senhor, somente o Senhor, quem sustenta a nossa vida, guarda o nosso coração e conduz os nossos caminhos.


Portanto, coloque toda a sua confiança em Deus. Entregue a Ele os seus temores, decisões, relacionamentos e perdas, e o amanhã que você ainda não conhece. Quem confia em si mesmo se cansa; quem confia nos homens se frustra; mas quem confia no Senhor encontra segurança, descanso e paz. Confie nele, e você jamais se arrependerá.



MULHERES

 Há dias em que o cansaço chega sem explicação. Em outros, surgem pensamentos que tentam roubar a esperança, a paz ou a confiança em Deus. A Palavra nos lembra que a vida cristã envolve uma batalha espiritual e, por isso, somos chamadas a permanecer vigilantes.


Mas vigilância não significa viver assustadas. Significa viver dependentes do Senhor.


Há séculos, Martinho Lutero já alertava que ninguém deveria confiar na própria estabilidade espiritual. Podemos estar firmes hoje e, ainda assim, enfrentar tentações, desânimo ou ataques inesperados amanhã. Por isso, a vigilância cristã não nasce do medo, mas da consciência de que precisamos permanecer diariamente dependentes da graça de Deus.


Tiago 4:7 nos ensina: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” A resistência começa na rendição. É quando buscamos a Deus em oração, alimentamos nossa fé na Sua Palavra e permitimos que o Espírito Santo fortaleça o nosso coração.


Também não lutamos tentando conquistar uma vitória que ainda não existe. Jesus já triunfou sobre todo principado e potestade. A nossa parte é permanecer nEle, dia após dia, mesmo quando enfrentamos batalhas invisíveis.


Se hoje você se sente cansada ou pressionada espiritualmente, lembre-se: você não precisa viver com medo, mas precisa permanecer desperta. A sua segurança não está na própria força, e sim em Cristo, que sustenta aqueles que permanecem nEle