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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

COMUM

 Um homem comum e uma mulher comum, quando se prostram aos pés de Jesus, entram em um lugar onde a lógica humana perde a força e a graça de Deus passa a governar a história. 


Ali, o ordinário é atravessado pelo eterno. Não porque suas circunstâncias mudam imediatamente, mas porque seus corações são transformados profundamente.


Aos pés de Cristo, o orgulho aprende a se curvar, a ansiedade aprende a descansar, e a vontade própria aprende a morrer para que a vontade de Deus floresça. 


É nesse lugar de rendição que nasce uma vida extraordinária não marcada por aplausos, mas por presença; não sustentada por conquistas visíveis, mas por uma fé invisível e inabalável.


O extraordinário do Reino não está em viver sem desertos, mas em descobrir que até no deserto há maná. Não está em nunca chorar, mas em saber que cada lágrima é recolhida por Deus. Não está em ter controle do amanhã, mas em confiar plenamente naquele que já está lá.


Quando um homem e uma mulher se colocam diante de Jesus, seus sonhos deixam de ser apenas pessoais e passam a participar dos propósitos eternos de Deus. 


Seus passos, antes comuns, passam a carregar direção divina. Sua casa, antes apenas um lar, se torna altar. Sua história, antes limitada pelo tempo, passa a ecoar na eternidade.


Porque Deus não procura pessoas extraordinárias Ele transforma pessoas comuns em testemunhos vivos do Seu poder. E toda vida rendida a Cristo se torna prova de que a graça é suficiente, o amor é real e o céu começa dentro do coração.


📖 “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”

— Gálatas 2:20

TUDO

 Descobri que tudo o que eu já tinha, eu não precisava. O que precisava de fato era o amor de Jesus Cristo. Naquele momento, o Espírito Santo passou a habitar em mim.

Há um instante na caminhada em que Deus desmonta nossas falsas seguranças para revelar nossa verdadeira necessidade. Aquilo que chamávamos de conquista se mostra vazio, e aquilo que ignorávamos a graça se revela essencial. Não foi a abundância que salvou minha alma, mas o encontro com Aquele que é suficiente quando tudo mais falha.
Quando o amor de Cristo nos alcança, não recebemos apenas consolo, recebemos nova vida. O Espírito não visita apenas, Ele faz morada. Ele transforma o coração de pedra em altar vivo, a ansiedade em confiança, o orgulho em rendição, e a religião em relacionamento.
Como está escrito na Bíblia, já não somos nós que vivemos, mas Cristo vive em nós. E quando Ele habita, aquilo que antes parecia indispensável perde o valor, porque encontramos o tesouro escondido que vale mais que tudo.
Que nunca nos falte bens, posição ou reconhecimento mas, se faltar, que jamais nos falte a presença de Cristo. Porque quem tem Jesus, mesmo não tendo nada, possui tudo.
Se essa verdade também ecoa no seu coração, escreva: “Cristo é suficiente”.

MEDO

 Qual seu maior medo? Jesus fez mais do que falar sobre medo. Ele o encarou. Em Marcos 14:35-36, Jesus orou no Jardim de Getsêmani, “Aba, Pai, tudo te é possível. Afasta de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, mas sim o que tu queres”.

O cálice era o pior cenário imaginável de Jesus: para ser o receptor da ira de Deus e de experimentar isolamento do Pai. E o que Jesus fez com o medo dele nos mostra o que fazer como nosso: Ele orou! Ele até pediu orações aos amigos. A oração de Jesus foi breve. Era objetiva e com fé em Deus.

Faça o mesmo. Seja específico sobre seus medos. Enfrente-os em oração. Obrigue-os a encarar Deus e a receber a consequência dEle!


JUSTIFICAÇÃO

 “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1).

Embora criado à imagem e semelhança de Deus, uma vez caído, o homem não mais se identificou com Deus. Foi exatamente isto que procurou: ser autônomo, distinto, um deus, um padrão em si mesmo. Ser um deus é ser único! Mesmo nos panteões imaginados pelos homens, não há dois deuses iguais. Têm sua identidade e características próprias. No entanto, uma vez que se distinga da fonte de todo bem e perfeição, o homem tornou-se a expressão do mal, assim como o próprio diabo. Este ser, criado em bondade e retidão, também preferiu o caminho alternativo, da diferença.
Adão passou não apenas a conhecer o bem e o mal, mas a determiná-los em seu próprio ser e vontade. Isto também é atributo divino que o homem tentou usurpar e viver. Deus é sua própria Lei. Significa dizer que ele não se submete a nada e ninguém. Ele é o padrão daquilo que faz, de sua própria existência. De igual forma, apenas o seu querer é que busca realizar. É o que se convencionou chamar na Teologia de vontade preceptiva e vontade decretiva de Deus.
A primeira é encontrada nas Escrituras, estabelecendo o critério moral, do bem, dos atos e pensamentos corretos. A segunda, constitui o propósito de tudo, a vontade de Deus quanto a todos e todas as coisas, predestinando a própria realidade. Percebemos que o homem se colocou como padrão de seu próprio comportamento e quer determinar o destino de todas as coisas relacionadas a si. Dessa forma, criado identificado com toda justiça e santidade, Adão preferiu o caminho da afirmação distinta de si, diferente de Deus, como um deus para si. Ao fazer assim, abandonou a justiça do Criador, tornando-se injusto e pecador, necessitado da verdadeira justiça.
O que Jesus vem fazer é exatamente conceder justiça ao ser humano pecador, a expressão de sua graça salvadora. Quando Jesus, como o profeta semelhante a Moisés, sobe ao monte para promulgar sua Lei, no que ficou conhecido como “Sermão da Montanha”, afirma que não veio revogar a Lei, mas cumpri-la. O termo grego traduzido por “revogar” tem como sentido básico a ideia de “destruir”. Quando pensamos na cena de alguém destruindo a Lei nos vem imediatamente à mente o episódio envolvendo Moisés e a apostasia do povo. Logo ao descer do Monte Sinai, onde recebeu as tábuas da Lei, Moisés encontrou o povo em paganismo e orgias, adorando o bezerro de ouro. Como resultado, quebrou as tábuas da Lei. Também na época Jesus o povo estava em apostasia. No entanto, ao invés de destruir a Lei, Jesus a cumpriu, expressão da graça incomparável do Senhor.
Quando falamos da justificação ressalta-se o cumprimento da Lei por nosso Senhor, exatamente para nos atribuir a justiça e a perfeição perdidas na queda. A Teologia vê dois aspectos da justiça de Cristo atribuídos a nós. São chamados de justiça ativa e justiça passiva. No primeiro caso, destaca-se exatamente o que temos dito sobre o cumprimento da Lei por Jesus. Ele ativamente cumpriu a Lei com o objetivo específico de nos compartir seus méritos, a fim de sermos considerados justos. No segundo caso, Jesus se entrega passivamente à morte, pagando a nossa dívida de sangue, morrendo em nosso lugar.
É importante entendermos o aspecto holístico da obra de Cristo. Geralmente pensamos na salvação centrada exclusivamente na cruz. Certamente, o episódio do Calvário é central à obra de Jesus para nos salvar. No entanto, estritamente falando, na cruz está a nossa redenção, a remissão de nossos pecados. Redenção ou remissão estão ligadas ao resgate, à libertação, quando fomos “comprados” por seu sangue. No entanto, ainda assim, se Jesus apenas morresse por nós continuaríamos perdidos. Embora a nossa dívida estivesse paga, permaneceríamos considerados essencialmente pecadores. Era necessário que, de alguma forma, nossa existência fosse vista não como a de transgressores que vivem em revolta contra o Criador. Para que não fôssemos mais tomados como inimigos de Deus por nossos próprios atos, Deus enviou Jesus também para cumprir a Lei em nosso lugar, transferindo-nos, assim, a sua justiça.
A justiça de Jesus aplicada a nós e o pagamento de nossa dívida nos devolvem a paz edênica. Viver com Jesus é respirar novamente os ares do paraíso, a paz que prescinde da morte e de todas as agruras desta terra. É olhar para o céu e ver Deus e sua glória na certeza de que tudo ocorre nele, por meio dele e para ele. Vivemos na segurança de sua soberania, dedicando nossa existência ao único Deus verdadeiro, não mais a nós memos. Tudo é pensado em função da glória do Senhor. Dizendo isso de outra maneira, o crente não apenas conhece o status da salvação, mas a vive, desfrutando da comunhão com Deus e de seu ser constantemente. Embora caído, o eleito está redimido, desfrutando os privilégios da redenção e da justificação, adotado filho de Deus. Isso é ter a paz de Deus anunciada no verso epigrafado.
A beleza da obra de Cristo é incomparável! Nossos pecados não foram simplesmente ignorados, nossa dívida não ficou “ativa”. Seu perdão não apenas esquece a dívida, mas a quita totalmente. Nossa vida não permanece injusta pela opção de Adão, concretizada em nossa existência diariamente por nossos próprios atos e pensamentos. Recebemos a justiça perfeita de Jesus. É assim que Deus realizou sua obra de salvação, anulando todos os efeitos da queda em nosso ser: concedeu-nos justiça e pagou nossa dívida. Louvado seja o Senhor por seus atos perfeitos e gloriosos!
Aprendamos a cultuar o Senhor diuturnamente por meio de tudo o que somos e fazemos, orientando tudo conscientemente para a glória dele. Entender a obra de Jesus para nos salvar é importantíssimo para que reconheçamos o valor e a beleza de tudo o que fez. É assim que somos eternamente agradecidos por seu grande amor para conosco, o que nos habilita a viver exclusivamente para a glória dele. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus

TESOURO

 Vivemos em uma cultura que se apega a coisas fúteis como se fossem os tesouros mais preciosos. Popularidade, influência, posses e até roupas se tornam motivos dos maiores destaques. Assim, perde-se a real noção do que, de fato, tem valor. O resultado é tratar a futilidade como tesouro e o tesouro como algo secundário. Quando isso acontece, a alma passa a viver ansiosa e inquieta, e o descontentamento se instala no coração.

Jesus nos adverte: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam” (Mt 6:19-20). Há tesouros que nos prometem segurança, mas são frágeis. Há conquistas que parecem definitivas, mas são passageiras. Se o nosso maior tesouro está no que pode ser perdido, então a nossa paz será sempre refém do medo.
Jesus também contou uma parábola que ilumina o caminho do contentamento: “O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo” (Mt 13:44). Aqui aprendemos, primeiro, que o verdadeiro tesouro não é fabricado por nós, mas encontrado pela graça. Segundo, que quando o Reino é visto com clareza, todas as prioridades são colocadas na perspectiva certa. O homem vende tudo, não por imposição ou cobrança, mas por alegria transbordante. Terceiro, que o maior tesouro não é um objeto do campo, mas o próprio Reino de Deus, isto é, Deus reinando sobre nós, em Cristo, reconciliando-nos, sustentando-nos e conduzindo-nos.
Nesse contexto, há três verdades sobre o contentamento que precisam estar claras. A primeira é que contentamento não é possuir mais; é pertencer a Cristo. Assim, pare de comprar o que você não precisa com recursos que você não tem para impressionar quem você não conhece. Isso é correr atrás do vento. A segunda é que o contentamento não nasce do controle das circunstâncias, mas da confiança no Rei que governa todas elas. Portanto, se as circunstâncias o apertam, olhe para a cruz, pois ali vemos a maior demonstração de amor e fidelidade do nosso Pai. A terceira é que o contentamento cresce quando trocamos pseudo tesouros pela significativa e infindável alegria de pertencermos ao Reino de Deus. Esse verdadeiro tesouro não pode ser roubado ou perdido, e tem valor eterno.
Onde está o seu maior tesouro? “Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mt 6:21). A que você dedica o melhor do seu tempo, sua vida e seus dons? Deixe de correr atrás do vento e peça ao Senhor que Ele faça Cristo ser, de novo, o centro da sua vida, tempo, atenção e contentamento. Quando Ele é o nosso tesouro mais precioso, a alma descansa, a vida se alegra e reencontramos nosso real propósito de existência.

VIVER

 Existe um espaço de equilíbrio entre a pressa e a calmaria. Nem tanto o céu, nem tanto a terra. Há tempo compreendi que a vida deve estar em movimento. Gosto demais de viver de forma dinâmica e otimista. Fico atento para compreender as tendências do mundo. No entanto, muitas vezes tive que esperar. Mas esperar pode ser necessário em certas fases, mas quando se transforma em paralisação constante, acaba alimentando medo e insegurança. O coração humano, por receio de errar, adia decisões, posterga gestos, silencia desejos legítimos. No entanto, a vida não se revela completamente a quem apenas observa. Ela responde ao passo dado, ainda que tímido, à tentativa imperfeita, à coragem de começar sem todas as garantias. Mover-se não significa agir impulsivamente, mas sair da inércia que enfraquece o espírito. Deus não conduz pela força, mas acompanha quem se dispõe a caminhar. Muitas portas só se mostram depois que alguém decide avançar. A fé não é espera passiva, é confiança que se traduz em atitude. Há sonhos que amadurecem enquanto são colocados em prática, não enquanto permanecem no campo das ideias. O medo de falhar pode parecer proteção, mas também é prisão disfarçada. O movimento, mesmo pequeno, devolve vitalidade ao coração. Ele ensina que aprender faz parte do percurso, que nem toda tentativa precisa ser perfeita para ser válida. A vida respeita quem se compromete com o próprio crescimento. Quando se escolhe agir, algo se reorganiza por dentro, a esperança ganha forma concreta, a vontade encontra direção. Deus sustenta o passo, ilumina o discernimento, fortalece a perseverança. Não se trata de correr sem reflexão, mas de não deixar que a reflexão se torne desculpa permanente. O caminho se constrói enquanto é percorrido. Cada decisão consciente abre novas possibilidades e revela horizontes antes invisíveis. Permanecer apenas esperando pode parecer prudência, mas muitas vezes é fuga do chamado interior. Há um tempo de silêncio e há um tempo de ação. Quando o coração entende essa diferença, encontra equilíbrio. E ao se mover com responsabilidade e fé, descobre que a resposta da vida já estava à espera do primeiro passo. Viver é muito bom.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

AMIGO

 Muitas pessoas nos cercam na escola, no trabalho, na igreja e até na família.

Mas, quantas dessas pessoas são seus amigos? Amigos do peito? Amigos mais achegados que irmãos? Amigos que você teria coragem de abrir o coração?
Amigos que chegariam em sua casa, depois de todos já terem saído? Nós precisamos de amigos!
Amigos verdadeiros! Dentre todos os amigos, há um amigo que jamais vai decepcionar você; que estará sempre ao seu lado, em todas as circunstâncias. Esse amigo é Jesus!!!

TROCA

 Ezequiel já nos profetizava sobre a troca do coração de pedra pelo de carne.

Às vezes, o deserto de quem amamos parece árido demais, mas a chuva da misericórdia não pede permissão ao solo para cair; ela simplesmente cai e transforma.
Nenhum filho está “longe demais” porque Deus é onipresente. Nenhum coração é “duro demais” porque Ele é o Oleiro. Onde o pecado e a distância abundaram, a Graça superabundou. Continue dobrando os joelhos, pois enquanto você fala com o Pai, Ele trabalha naqueles que você ainda não consegue alcançar.
O impossível é apenas o cenário favorito de Deus para manifestar Sua glória.

AMIZADE

 C.S. Lewis, em suas obras, aborda a amizade como uma das formas mais puras e essenciais de amor humano.

A amizade é uma relação que não busca interesses egoístas, mas é baseada na conexão genuína entre as pessoas.
Lewis enfatiza que a amizade se forma quando duas pessoas se encontram em um interesse comum, gerando um vínculo profundo.
Espelho da Graça: A amizade é vista como um reflexo do amor de Deus, onde há aceitação, apoio e compreensão mútua.
Crescimento Espiritual: Através da amizade, as pessoas podem crescer em sua fé e espiritualidade, encorajando-se mutuamente.
A Amizade como Necessidade
Essencial à Vida: Lewis argumenta que a amizade é tão vital quanto a filosofia ou a arte, pois enriquece a vida e traz significado.
Apoio em Momentos Difíceis: Amigos oferecem suporte emocional e espiritual em tempos de crise, ajudando a enfrentar desafios.
Combate à Solidão: Em um mundo muitas vezes solitário, a amizade proporciona um sentido de pertencimento e conexão.
Vínculo Espiritual: A amizade traz uma compreensão e aceitação que muitas vezes não se encontra em outras relações.
Amizade Verdadeira
Lewis valoriza a autenticidade nas relações, onde cada pessoa se sente livre para ser quem realmente.
Verdadeiras amizades resistem ao tempo e às adversidades, mostrando-se resilientes e profundas.
Em suma, para C.S. Lewis, a amizade é uma das experiências mais enriquecedoras da vida, oferecendo um espaço sagrado de amor, apoio e crescimento pessoal. Ela é um presente que enriquece não apenas nossas vidas, mas também nossas almas.

OLHOS

 “’Senhor’, disse Pedro, ‘se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas’. Venha’, respondeu ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi na direção de Jesus.” Mateus 14:28-29

Geralmente discute-se a confiança que Pedro tinha em Jesus ou na autoridade da palavra dele. Voltamos nossa atenção à fé ou à coragem de Pedro. Mas, você já pensou na fé de Jesus? Jesus creu que um homem sem poder sobrenatural poderia andar sobre as ondas.

Um homem poderia fazer algo impossível para um ser humano? Como? Jesus pode fazer isso porque ele tinha a seu alcance poder sobrenatural. Pedro não tinha. Pedro não podia fazer com que seu corpo não submergisse em água. Ele não podia fazer com que seus pés pisassem em água como se fosse chão.

Talvez você esteja diante de um grande passo que você precise tomar. O abismo pode parecer grande, a distância enorme, o próprio passo em si impossível para você. Seja como for, se o passo for em direção a Jesus e se você tiver certeza de que é para lá que o Senhor está lhe chamando, então, com fé em Jesus, preste bem atenção para ouvir o que ele está dizendo — “Venha”.

 Pai, eu quero seguir Jesus por onde ele me chamar. Mesmo que pareça impossível, dê-me coragem para sair do meu barco, para chegar ao lado de Jesus. Eu quero estar com ele, seja onde for. Em nome de Jesus, eu oro e agradeço. Amém.


JESUS

 Pedro e seus companheiros de tempestade sabiam que estavam em apuros. Segundo Mateus 14:24 “o barco já estava a considerável distância da terra, fustigado pelas ondas, porque o vento soprava contra ele.” Por volta das 4 horas da manhã o inimaginável aconteceu. Eles avistaram alguém andando sobre as águas. “É um fantasma!” eles gritaram de medo. Eles não esperaram que Jesus viesse até eles dessa forma.


Nem tampouco nós. Esperamos encontrar Jesus em devocionais matinais, confraternizações na igreja e meditação. Nunca esperamos vê-lo numa tempestade. Mas é ali que ele faz o seu melhor trabalho, pois é nas tempestades que ele consegue a nossa pura atenção. Ele disse “Coragem! Sou eu!” Olhe atrás do seu ombro; isso é Deus lhe acompanhando. Olhe na tempestade; aquilo é Jesus se aproximando.

FRASE

 Vi essa frase hoje e ela nunca fez tanto sentido quanto agora.

Depois de uma semana viajando, fora da rotina com o Léo, percebi claramente que: toda vez que eu estava estressada, tudo piorava.


Choro, agitação, birra...

Mas bastava eu respirar, me acalmar, tomar uma água, que tudo se acalmava junto.


Não que seja fácil, mas é necessário!

Eles sentem exatamente como a gente está por dentro.

Quando o mar agita, o barco sente.


Quando o mar se acalma... o barco se estabiliza.

Às vezes, o melhor que podemos fazer por eles é cuidar primeiro de nós.


CONHECER

 Conhecemos a Deus pela Palavra, porque nela Ele se revela.

Conhecemos a Deus pela oração, porque nela Ele nos escuta e nos molda.


Mas muitas vezes conhecemos a Deus pela dor, porque nela Ele nos quebra, silencia nossos ídolos e nos ensina a depender somente dEle.


A Bíblia ilumina o caminho.

A oração sustenta a caminhada.

A dor purifica o coração.


Nem sempre entendemos os vales, mas é neles que a fé deixa de ser teoria e se torna encontro. Há verdades sobre Deus que só são compreendidas quando as lágrimas se tornam oração e a fraqueza se torna altar.


Se hoje você está na dor, não pense que Deus se afastou. Talvez seja justamente aí que Ele esteja se revelando de forma mais profunda.


Quem aprende a enxergar Deus na Palavra, buscá-lo na oração e confiar nEle na dor, passa a conhecê-lo não apenas de ouvir falar, mas de caminhar com Ele.