Por vezes, não pregamos a Palavra pela falta de circunstâncias ideais, sejam externas, naqueles que nos ouvem; sejam internas, em nosso próprio coração. Devemos, porém, sempre pregar a Palavra e testemunhar da verdade de Deus, pois a mensagem vai além do seu mensageiro.
Os marinheiros tentaram salvar suas vidas e também Jonas.
Assim, "remavam, esforçando-se para alcançar a terra, mas não podiam" (1:13).
Não conseguindo, “levantaram a Jonas e o lançaram ao mar; e cessou o mar da sua fúria” (1:15).
Lembre-se que Jonas havia declarado a sua fé em Deus em meio à empestade, dizendo: “Sou hebreu e temo ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a terra” (1:9).
Como resultado, os marinheiros
reconheceram o poder de Deus. Lemos que “Temeram, pois, estes homens em extremo ao Senhor; e ofereceram sacrifícios ao Senhor e fizeram votos” (1:16).
A pregação da verdade de Deus, mesmo em situação contrária à vontade humana, teve grande efeito, pois a Palavra de Deus é poderosa.
Pregue a Palavra, mesmo quando indisposto ou acuado. Pregue a Palavra, mesmo debaixo de zombaria ou rejeição. Pregue a Palavra, pois é a verdade de Deus que tem poder de transformar o coração mais frio e a mente mais cética.
Portanto, mesmo em meio à tempestade, pregue a Palavra de Deus.
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