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domingo, 15 de maio de 2022

PRISÕES

 Haviam dois homens que estavam em uma cadeia, enjaulados e acorrentados, e um homem que era o responsável, o carcereiro deles. Porém, o que era o responsável, mesmo sem correntes e jaulas, estava preso e os outros dois estavam livres. Isso faz sentido?

Quando estava vivendo a rebeldia da adolescência, meu avô dizia uma frase que, na época, era bem confusa, mas que hoje faz muito sentido: “Filho, o que você acha que é liberdade, na verdade, é prisão”.
Muitos, hoje, acham que são livres, mas vivem se deleitando de suas prisões de diversas formas. Acham que está tudo sob controle e que aquilo está lhe fazendo bem e que têm o direito de serem felizes, achando que aquela prisão é uma espécie de oásis.
Todos vivem felizes até a segurança acabar.
Na história citada, acontece algo inusitado: as portas da prisão se abrem e as correntes se soltam. O carcereiro, tomado por um sentimento de insegurança, pensando que seria punido por uma suposta fuga dos presos, descobre que, na verdade, a liberdade que ele tinha não dava segurança para desfruta-la, era uma liberdade falsa e incompleta. Essa situação, agora, o fazia enxergar sua prisão e ele pensa que a chave para se libertar dos sentimentos que lhe acorrentam é tirar sua própria vida.
Identificar nossas prisões não é algo fácil.
É confuso, distorcido, e ,muitas vezes, imperceptível. Precisamos de uma luz que nos revele nossa verdadeira condição. Uma coisa é certa: se existe prisão é porque existe punição. E pelo que somos punidos? O que houve com o ser humano?
Paulo e Silas, na prisão, foram instrumentos de Deus na vida do carcereiro, o impedindo de cometer suicídio. O próprio carcereiro entende sua condição de pecador e faz uma pergunta, cuja a resposta vem trazendo a chave para a verdadeira liberdade.
Carcereiro:
- Senhores, o que devo fazer para ser salvo (da prisão e punição do pecado)
Paulo e Silas:
- Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa
ATOS 16.16-40

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