“É paz sabe?
Paz da aceitação, paz de conseguir dizer não, paz de compreender que quase sempre vai ter caos, trânsito, sono, chuva e mau humor...
Paz em saber que vou cruzar com gente má e gente chata e, mesmo assim, não vou perder a ternura e o otimismo que meus olhos carregam...
Paz na certeza que por vezes a tristeza vai chegar, ficar um pouco e ir embora e eu vou aprender com ela, sempre...
Aquela paz de ser imperfeita, de poder errar sim, sem culpa e sem prestar contas com quem não conhece metade do Universo que sou...
Paz de conhecer a minha história e principalmente de não explicá-la para ninguém... Eu a conheço e isso basta...
Paz de me construir e desconstruir quantas vezes forem necessárias, sem medo do julgamento do outro...
É paz sabe?, aquela paz...”
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