... aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia (Hc 3.2).
Leonard Ravenhill escreveu um livro que impactou a igreja brasileira: Por que tarda o pleno avivamento? Recentemente li outro livro do mesmo autor, onde ele pergunta: “Por que tarda AINDA o pleno avivamento?” Chorei quando li: “O pleno avivamento tarda ainda porque a igreja está muito satisfeita sem ele”. Precisamos chorar pela nossa falta de choro. Precisamos clamar para que tenhamos sede de Deus, mais do que das bênçãos de Deus. Nenhuma dádiva substitui o doador. Nenhuma bênção pode tomar o lugar do abençoador. Avivamento é sede de Deus mais do que das bênçãos de Deus. Infelizmente, muitas igrejas confundiram avivamento com novidades estranhas às Escrituras e se perderam nessa busca, caindo em doutrinas falsas e em experiências místicas. Outras, com medo desses desvios, partiram para o outro extremo e se fecharam numa ortodoxia ossificada e morta. Muitas igrejas, embora permaneçam fiéis à doutrina, como a igreja de Éfeso, perderam o primeiro amor. São ortodoxas, mas frias. Têm conhecimento, mas não poder. Têm zelo pela verdade, mas não fervor espiritual. Outras igrejas abandonaram a sã doutrina e, por isso, enveredaram pelos caminhos sinuosos do relativismo moral. Uma igreja que abandona a Palavra de Deus como sua única regra de fé e prática capitula à ética situacional. Precisamos de uma visitação do alto, de um poderoso avivamento. Que o vento do Espírito lance sobre nós um alento de vida, removendo as cinzas e aquecendo de novo o nosso coração!
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