Tem gente cuidando da porta de casa e deixando a alma aberta para qualquer coisa entrar. Ouve toda conversa, acompanha toda discussão, alimenta toda suspeita e depois não entende por que perdeu a paz. Nem tudo merece os seus ouvidos. Uma pessoa chega com uma maldade, você aceita ouvir e, quando percebe, está olhando diferente para alguém que nunca lhe fez nada. A conversa terminou, mas a desconfiança ficou trabalhando dentro de você. Foi assim no jardim: a serpente falou, Eva deu ouvidos, e a dúvida sobre a palavra de Deus encontrou espaço. Não podemos tratar como inofensivo aquilo que enfraquece a nossa fé. Eu decidi: não vejo, não ouço e não falo o que vai matar a minha alma. Não empresto meus ouvidos à maldade nem minha boca para espalhar o que não edifica. Aceito correção, porque preciso crescer, mas não aceito veneno disfarçado de conselho. Minha comunhão com Deus vale mais do que a curiosidade de saber o que estão falando. Faça um compromisso diante do Senhor Jesus com seus olhos, seus ouvidos e sua boca. Não adianta pedir a Deus um coração limpo e continuar alimentando aquilo que o contamina.
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Provérbios 4:23.
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