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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

PACIÊNCIA

“Não sejas precipitado a apresentar um processo. Ao começar algo que gostarias de não ter feito, podes ser humilhado quando perderes o teu caso.” (Provérbios 25:8 -TPT)

Quando reagimos impulsivamente com ofensa, deixamos a sabedoria fundamental do Senhor. A sabedoria é deliberada e leva o seu tempo. Não reage a desafios imprevistos com frustração precipitada. Há sempre espaço para recuar, abrandar e considerar os efeitos das ações que pretendemos tomar, especialmente se for um processo prolongado que possamos arrepender-nos de iniciar.

O Espírito é a nossa ajuda em tudo. "O Espírito Santo apodera-se de nós na nossa fragilidade humana para nos fortalecer na nossa fraqueza" (Romanos 8:26). Se você ainda não nota a diferença entre reagir apressadamente ou com sabedoria fundamentada, peça ao Espírito que o ajude a descobrir os sinais dentro de você. Um bom ponto de partida é dar sempre um passo atrás quando sentir o seu sistema nervoso a intensificar-se antes de tomar uma decisão precipitada. A paciência não é apenas uma virtude do Espírito, mas também uma prática de caminhar na sabedoria.

Grande Deus, ajuda-me a abrandar e a estender a mão ao Espírito quando me sentir sobrecarregado e na minha fraqueza, para não me apressar a tomar decisões de que vou me arrepender.


ALEGRAR

 Romanos 12:15 ensina: “Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram.”


Deus nos criou para vivermos em comunidade, participando das alegrias e das dores uns dos outros. Por isso, alegre-se quando alguém se casa, quando nasce um filho, quando recebe uma boa notícia, conquista um emprego, é promovido, conclui um projeto, compra sua casa, recupera a saúde, realiza um sonho ou experimenta uma bênção de Deus. Alegre-se também pelas pequenas vitórias: uma resposta de oração, uma reconciliação, uma oportunidade, um novo começo. A alegria do outro não diminui a sua.


Também devemos chorar com os que choram. Chore com quem perdeu alguém querido, enfrenta uma enfermidade, atravessa dificuldades financeiras, sofre uma decepção, enfrenta problemas familiares, experimenta solidão, fracasso ou rejeição. Às vezes, chorar com alguém significa simplesmente estar presente, ouvir sem julgar e oferecer um abraço quando não existem palavras.


Entretanto, pode ser mais fácil chorar com quem sofre do que alegrar-se sinceramente com quem prospera. Quando o outro recebe aquilo que desejávamos, nosso coração pode comparar, questionar e invejar. A comparação transforma a bênção do outro em motivo de tristeza para nós. Esse problema revela algo profundo: nosso coração precisa ser transformado. A inveja nos faz olhar para o que o outro recebeu e esquecer a graça que Deus já nos concedeu.


O evangelho apresenta a solução. Jesus Cristo morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para nos dar nova vida. Quando nos arrependemos e cremos nele, o Espírito Santo transforma nosso coração. Aprendemos a amar, servir e considerar os outros superiores a nós mesmos. Em Cristo, podemos celebrar sinceramente a alegria do próximo e permanecer ao seu lado em sua dor.


Quem recebeu a graça de Cristo aprende a transformar a comparação em gratidão, a inveja em amor e a indiferença em compaixão.

MAR

 Em João 6, uma multidão atravessou o mar procurando Jesus. Parecia interesse espiritual, parecia admiração, parecia sede de Deus. Mas Jesus revelou o que havia por trás daquela procura: “vocês me procuram porque comeram dos pães e ficaram satisfeitos”. Aquilo é duro até hoje. Nem todo mundo que permanece perto ama. Às vezes, apenas está sendo alimentado.

Enquanto havia pão, havia multidão. Enquanto havia resposta, havia gente. Enquanto havia algo para receber, a presença de Jesus parecia indispensável. Mas quando o discurso deixou de alimentar interesses e começou a exigir entrega, a Bíblia registra uma das frases mais tristes daquele capítulo: “muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo”.

O pão acabou e a verdadeira intenção apareceu.

Talvez por isso seja tão perigoso medir amor pela quantidade de gente ao redor. Nem toda presença é aliança. Nem toda admiração é lealdade. Nem toda pessoa que diz “eu estou com você” permanecerá quando não houver mais nada para ganhar.

Existem relações que parecem profundas enquanto existe benefício. Quando o benefício termina, termina também a gentileza, a defesa, a admiração e, às vezes, até a versão bonita que contavam sobre aquela pessoa.

Mas isso não deve produzir dureza. Deve produzir discernimento.

Jesus não correu atrás daquela multidão tentando recuperar a própria reputação. Ele simplesmente olhou para os doze e perguntou: “Vocês também querem ir?”

Que maturidade existe nisso.

Há momentos em que Deus permite que o “pão” acabe justamente para mostrar quem queria a mesa e quem queria permanecer.

E talvez algumas ausências não sejam perdas.

Talvez sejam revelações.

“Então muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo.”

João 6:66

ASSIM

 Você pode estar cercada de pessoas e, ainda assim, não ter ninguém que saiba quando você caiu por dentro.


Eclesiastes 4:10 diz: “Ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante.”


Repare: o texto não diz “ai daquele que cair”. Cair acontece. Há dias em que até quem sempre foi forte desaba.


O perigo é cair e ninguém saber.


Tem mulher que é o “contato de emergência” de todo mundo. Resolve, aconselha, acolhe, ora, corre quando alguém precisa. Mas, quando é ela quem não está bem, pega o telefone e não sabe para quem ligar.


E talvez exista alguém perto de você assim.


Ela continua trabalhando. Continua sorrindo. Continua dizendo: “Estou bem.” Mas por dentro está pedindo que alguém pergunte pela segunda vez.


Não estou falando de ter uma multidão. Estou falando de ter vínculos verdadeiros.


Então hoje ficam duas perguntas:


Se você caísse por dentro, quem perceberia?


E talvez a mais dolorosa:


Quem está caindo perto de você e você ainda não percebeu?


Manda este vídeo para aquela pessoa que sempre parece forte e pergunta: “Mas você está bem MESMO?”



SALMOS13

 💙 SALMOS 13 é para os momentos de espera, tristeza, angústia, sensação de abandono e quando parece que DEUS está em silêncio. 


Leia este Salmo quando estiver esperando uma resposta, enfrentando uma situação que não muda, sentindo-se esquecido ou precisando encontrar forças para continuar confiando mesmo sem enxergar uma solução.


🙏🏻 OREMOS SALMO 13:


¹ Até quando te esquecerás de mim, SENHOR? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto?


² Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo?


³ Atenta para mim, responde-me, SENHOR meu DEUS; ilumina os meus olhos, para que eu não adormeça na morte;


⁴ Para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários não se alegrem, vindo eu a vacilar.


⁵ Mas eu confio na tua benignidade; na tua salvação se alegrará o meu coração.


⁶ Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem.


AMÉM!! AMÉM!! AMÉM!! 🙏🏻💙


💙 PARA GUARDAR NO CORAÇÃO:

Talvez você esteja exatamente naquele lugar em que já não sabe quanto tempo ainda precisa esperar.

Mas perceba algo poderoso: Davi não esconde sua angústia de DEUS. Ele pergunta, chora, pede uma resposta e depois decide confiar.

A espera não significa que DEUS tenha esquecido de você.

Mesmo sem enxergar a resposta, continue segurando na mão de DEUS. O silêncio de hoje não apaga tudo aquilo que Ele já fez.


🙏🏻💙

PODER

 🌻 Você pode mudar isso!

.

Provérbios 18:21

“A morte e a vida estão no poder da língua; quem bem a utiliza come do seu fruto.”

.Talvez você não possa mudar tudo o que acontece ao seu redor, mas pode mudar aquilo que tem permitido sair da sua boca. Palavras carregam sementes: podem alimentar o medo ou fortalecer a fé, podem ferir ou curar, podem anunciar derrota ou declarar esperança.

.Às vezes, sem perceber, repetimos aquilo que nos machuca: “não vou conseguir”, “nada vai mudar”, “não é para mim”. Mas Deus nos convida a escolher palavras alinhadas com a sua verdade. Não se trata de ignorar a realidade, mas de não permitir que ela tenha a última palavra.

.Hoje, antes de falar, pare e pergunte: “Isso que vou declarar produz vida?” Troque a murmuração pela oração, o medo pela confiança e o desânimo pela esperança.

.Você pode mudar isso! Comece pelas palavras que você escolhe hoje. Que a sua boca seja instrumento de vida, fé e esperança. Afinal, aquilo que você semeia com seus lábios também pode transformar o ambiente ao seu redor.

COMUNHÃO

 

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2).

Vivemos época de grandes transformações. Geralmente essa frase é aplicada às mudanças sociais, mesmo de conceitos e modelos. No entanto, não é possível haver transformações sociais e comportamentais sem que isso afete diretamente a própria igreja. Em uma sociedade cristã, é a igreja que detém o poder dos padrões e modelos. Uma das maiores provas de que já vivemos uma época pós-cristã é exatamente o silêncio da igreja na sociedade.

Por um lado, a sociedade não está mais interessada naquilo que o cristianismo tem a dizer, por outro, a igreja está por demais acovardada e descomprometida para exercer seu papel de sal da terra e luz do mundo. Como resultado, o mal e a iniquidade avançam celeremente, sem haver quem os detenham. Certamente, toda a história, como o fruir dos decretos do Senhor, reflete o propósito inquestionável e soberano do único Deus verdadeiro.

Sabemos que a própria igreja se desviará assumindo a plena apostasia, algo que já temos visto em nossos dias. Propostas teológicas absurdas, verdadeiras heresias, têm sido propaladas por líderes que se acreditava serem fiéis. Mesmo o crente, em sua individualidade, só busca ao Senhor para que abençoe suas próprias causas e coisas. A vida cristã se resumiu a alguns serviços intramuros, dentro das igrejas, e orações que pretendem simplesmente convencer Deus a abençoar o propósito humano. Muitas igrejas estão mais para clubes de afinidade cristãos, do que agrupamentos de santos de Deus na terra, que verdadeiramente assumiram a prioridade do reino e o serviço a Deus, pregadores da justiça de Cristo.

Uma tendência bastante latente em nossos dias é a composição de grandes e megas-igrejas. Para compreendermos se os enormes ajuntamentos são compatíveis com a igreja de Cristo é necessário entender o que foi a igreja estabelecida pelos apóstolos e suas transformações na história. É indiscutível que a igreja fundada no primeiro século funcionava em casas. Crentes hospedavam a igreja em suas próprias casas: “Saudai Priscila e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus ... saudai igualmente a igreja que se reúne na casa deles” (Rm 16.3, 5); “Saudai os irmãos de Laodiceia, e Ninfa, e à igreja que ela hospeda em sua casa” (Cl 4.15).

A pergunta que devemos fazer é: quantas pessoas cabem em uma casa? Não se tratava de mansões. Será que uma residência comum acomodaria quinhentas pessoas? Oitocentas? Mil? O tamanho reduzido dos ajuntamentos não era simplesmente uma contingência do início da igreja. Dizendo isso de outra forma, reunir-se em casa não era uma questão de falta de opção. Jesus falava a multidões em lugares abertos.

O motivo da igreja se reunir em casas era favorecer e estimular a comunhão, a vivência familiar. A Igreja de Cristo é chamada por Paulo na Carta aos Efésios de “família de Deus”. Com a perseguição impetrada pelos romanos a partir do verão de 64 d.C., quando Nero pôs fogo em Roma e acusou os cristãos, fez com que mesmo o culto em casas passasse a ser evitado, preferindo lugares ocultos.

Certamente, a exigência do sigilo fez com que os cultos obrigatoriamente ocorressem em grupos preferencialmente ainda menores. No século quarto, com a suposta conversão de Constantino, imperador romano, cessou a perseguição. A oficialização do cristianismo como religião do Estado veio com Teodósio, um pouco depois. Quando isso ocorre, os cristãos herdam os templos pagãos que eram utilizados na adoração da religião greco-romana. Temos aí a gênese da idolatria, pois muitas imagens de deuses greco-romanos receberam nomes cristãos, bem como, da utilização de “templos” para a adoração a Jesus.

No entanto, um lugar próprio, mais amplo, para receber e acomodar a igreja para o culto, seria algo necessariamente errado? Certamente que não. Porém, a questão que se levanta é: qual o limite? A própria palavra “igreja” vem da expressão grega ek kaléo, que significa um “chamado para ajuntamento”. A ideia de “ajuntamento” enfatiza a necessidade de contato, pois, do contrário, seria completamente dispensável. O chamado já atrairia as pessoas ao mesmo julgar.

O ser humano associa necessariamente grandeza física à grandeza de status. Dificilmente haverá uma igreja “famosa” de pequenas dimensões. O catolicismo tem suas basílicas: a do Brasil, em Aparecida, está entre as maiores do mundo; a IURD tem o Templo de Salomão; a Deus é Amor, um templo para milhares de pessoas. A Internacional da Graça também tem sua sede. Só não conseguiu ainda uma enorme construção porque a obra foi embargada. Quanto à Mundial, aparentemente esbarrou em problemas jurídicos.

  É certo que, na medida em que uma igreja se torna conhecida, atrairá mais pessoas, o que exigirá o aumento de suas proporções físicas. Quando alcança determinado ponto, entra em um efeito de loop, isto é, atrai porque é grande e é grande porque atrai. O enorme número de membros resultará grande arrecadação financeira, o que costumeiramente leva a igreja a agregar à sua função única de cultuar a Deus e ensinar e anunciar a Palavra, outras atividades na forma de viagens, acampamentos e programações para ensinar jovens a aprender falar inglês, treinamentos os mais diversos, cursos de música, acampamentos para todas as faixas etárias, e muitas outras coisas. A imaginação é o limite!

O oferecimento de tantos “serviços”, o encanto com as dimensões físicas e do contingente de pessoas, o gigantismo, o grande poder financeiro, o relato das realizações, fazem com que os crentes se sintam maravilhados. Pregadores renomados costumam, também, estacionar em tais igrejas. O resultado é que as grandes e megas-igrejas de tornam catalizadoras de crentes, vórtices que atraem membros de igrejas menores, que estão longe de conseguir oferecer metade do que aquelas oferecem. É comum o relato de pessoas que atravessam a cidade para frequentar tais igrejas. Pode-se dizer acertadamente que as grandes e megas-igrejas praticam verdadeiro canibalismo das igrejas menores.

  Com o advento das mídias, já há igrejas de grande porte com um “rol de membros” virtual, agregando crentes de outros estados e regiões. Existe algum limite? É possível haver comunhão entre quinhentos irmãos? Oitocentos? É possível haver comunhão virtual intermunicipal, interestadual, internacional? A mídia é o equivalente à onipresença humana? Membros dessas igrejas de grande porte comumente confessam que não conhecem a maioria dos irmãos da própria igreja local. Como resultado, naturalmente se formarão igrejas dentro da igreja, ou seja, grupos de afinidade que se reunirão e estarão mais próximos. Essa será a única expressão de comunhão fraternal que se poderá alcançar.

É possível pastorear centenas de pessoas? Será que o pastor saberia o nome dos membros de uma grande ou mega igreja? Eugene Peterson, renomado escritor, professor e pastor americano, declara que “decidiu desde o início nunca pastorear uma igreja com mais membros do que pudesse citar pelo nome” (O Pastor Contemplativo, p. 9). Necessariamente grandes concentrações de crentes exigirão a presença de muitos pastores. Como consequência, também o rebanho será loteado.

A influência de grandes e megas-igrejas será enorme também no que diz respeito à denominação da qual faz parte, não raro conseguindo impor seus interesses sem maiores dificuldades. Se se trata do regime presbiteriano, uma igreja de grande porte pode ter tantos pastores que virtualmente as decisões do presbitério da qual faz parte será decidido dentro do gabinete pastoral dessa igreja, pois já tem maioria no concílio.

  Não seria muito mais produtivo para o reino espalhar igrejas menores por uma grande área do que concentrar várias centenas de crentes no mesmo lugar? Precisamos refletir na tendência de enormes templos. Todo tipo de grandeza estimula vaidades, desviando o crente do real objetivo bíblico quanto à igreja e quanto ao trabalho do crente. Os salvos deveriam privilegiar o serviço ao Senhor, não comodidades pessoais ou simples preferências. A maturidade cristã está associada à necessidade de trabalho. Onde é que o reino mais necessita? Onde o serviço que presto é relevante? É aí que devo estar. É curioso ver crentes buscarem ajuntamentos onde entrarão em escalas para poder exercer seus dons e talentos no meio de tantos que fazem a mesma coisa.

Recobremos o senso de comunhão! Recobremos o sentido da validade e da relevância do exercício do serviço que presto a Deus! Lembremos que nossa participação na igreja visa não apenas a comunhão com Deus, que posso e devo ter mesmo em casa, mas também a comunhão com os irmãos. Não nos deixemos levar por secularismos que têm assolado grandemente a igreja de Cristo. Não assumamos a forma deste século. Tenha um excelente dia na presença de Cristo 

CASA

 VOCÊ PODE LIMPAR A CASA INTEIRA E AINDA ASSIM CONTINUAR VIVENDO EM UM AMBIENTE ESPIRITUALMENTE CONTAMINADO. 🔥


Porque nem toda sujeira está no chão. Algumas estão nas palavras que você libera, nas mágoas que alimenta e nas influências que permite entrar.


Há casas bonitas onde não existe paz. Famílias que dividem o mesmo teto, mas estão emocionalmente distantes. Pessoas que oram por proteção, mas não vigiam as portas do próprio coração. E aqui está uma verdade que precisamos compreender:


Não adianta repreender as trevas do lado de fora enquanto continuamos alimentando aquilo que rouba a luz do lado de dentro.


A limpeza espiritual começa no arrependimento, na renovação da mente e na decisão de submeter nossa vida ao governo de Cristo.


Antes de pedir que Deus transforme a atmosfera da sua casa, permita que Ele examine a atmosfera do seu coração.

O que você tem levado para dentro do seu lar?


Medo ou fé? Acusação ou perdão? Contenda ou reconciliação? Palavras de morte ou declarações de vida?


📖 “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” — Josué 24:15


Essa declaração não é apenas uma promessa para colocar na parede. É uma decisão que precisa governar nossas escolhas diariamente.


A autoridade espiritual não está apenas no que você declara, mas também naquilo a que você decide renunciar.


Hoje, quero convidar você a fazer uma oração diferente.

Não peça apenas que Deus visite sua casa. Convide o Espírito Santo a governar suas palavras, seus pensamentos, seus relacionamentos e suas decisões.


Que a sua casa seja um lugar onde o perdão vença o orgulho, a verdade vença a mentira e a presença de Deus seja mais desejada do que qualquer outra influência.


Porque uma casa verdadeiramente consagrada não é aquela onde nunca existem conflitos, mas aquela onde Cristo continua sendo o Senhor, mesmo em meio às dificuldades.


Lembre-se: a transformação que você deseja ver na sua família pode começar com a rendição que Deus está esperando de você.


VISÃO

 João teve a visão do apocalipse e disse: E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido (Jesus). E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas.E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. E as suas portas não se fecharão. E a ela trarão a glória e honra das nações. E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas “só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro”. (Apocalipse 21.1)

ACABE

 Acabe era rei. Tinha palácio, poder, terras e recursos. Mas bastou existir uma vinha que não era dele para tudo o que ele possuía parecer insuficiente.


Em 1 Reis 21, Acabe pede a vinha de Nabote. Nabote se recusa porque aquela terra era herança de seus pais. E a reação do rei impressiona: ele volta para casa desgostoso, deita-se, vira o rosto e não quer comer.


Percebe o perigo?


Não era falta de terra. Era dificuldade de aceitar um limite.


Na psicanálise, desejo e falta caminham juntos. O problema começa quando a pessoa acredita que só conseguirá ficar bem quando possuir exatamente aquilo que está no campo do outro.


É assim que muita gente perde a capacidade de desfrutar a própria vida.


Tem casamento, mas observa o casamento do outro.

Tem casa, mas deseja a casa do outro.

Tem filhos, mas compara os filhos.

Tem ministério, mas mede números.

Tem beleza, mas vive examinando outro corpo.

Tem uma vinha inteira e passa os dias olhando por cima do muro.


E existe uma verdade desconfortável nisso: às vezes você não está sofrendo porque tem pouco. Está sofrendo porque decidiu que aquilo que Deus colocou nas mãos do outro deveria estar nas suas.


Acabe não conseguiu ouvir “não”.


E quando o desejo não suporta limite, ele pode deixar de ser apenas desejo e começar a governar nossas escolhas. No restante da narrativa, Jezabel trama contra Nabote, ele é morto e Acabe toma posse da vinha. A história termina em juízo, não em satisfação.


Talvez você não precise de outra vinha.


Talvez precise voltar os olhos para aquilo que já está florescendo no seu próprio terreno.


Porque quem passa a vida contando as uvas do vizinho pode deixar as próprias apodrecerem sem perceber.


Qual “vinha” você precisa parar de observar para voltar a cuidar daquilo que já está nas suas mãos?



JUNCO

 Jó 8:11. Pode o papiro crescer sem pântano? Pode o junco crescer sem água?


Bildade conhecia bem essas plantas. O papiro e o junco cresciam em regiões alagadas, especialmente nas margens do Nilo. Enquanto havia água, permaneciam verdes e vigorosos. Quando a água desaparecia, secavam rapidamente.


E Bildade transforma essa realidade em uma acusação contra Jó.


A lógica dele era simples. Se o papiro não sobrevive sem água, então Jó também não poderia estar naquela situação sem que Deus tivesse retirado dele a sua bênção.


Para Bildade, sofrimento era prova de pecado.


Mas ele estava errado.


Jó havia perdido os filhos, os bens e a saúde. Sua aparência realmente parecia a de uma planta arrancada do lugar onde deveria crescer.


Só que Bildade conhecia a situação de Jó, mas não conhecia os bastidores dela.


Deus conhecia.


E isso muda tudo.


O sofrimento de Jó não era consequência de uma vida de desobediência. O próprio Deus havia declarado sua integridade.


Aqui está uma verdade que continua confrontando a nossa geração.


Nem todo sofrimento é castigo.


Nem toda crise é consequência de pecado.


Nem toda fase de seca significa que Deus abandonou alguém.


Existem pessoas que olham para a nossa dor e rapidamente constroem uma explicação. Julgam o que não conhecem. Interpretam o que não entendem. Transformam uma fase difícil em uma sentença sobre a nossa vida.


Bildade fez isso com Jó.


Ele tinha uma explicação para a dor, mas não tinha acesso à história completa.


Talvez estejam interpretando a sua fase pela aparência. Mas aquilo que as pessoas conseguem enxergar não é tudo o que Deus está fazendo.


Jó parecia seco.


Mas não estava abandonado.


A aparência dizia uma coisa. Os bastidores de Deus diziam outra.


Por isso, não permita que a interpretação de alguém se transforme na definição daquilo que Deus está fazendo em sua vida.


Nem todo papiro seco morreu.


Às vezes, Deus ainda está escrevendo a história.


LUGARES

 Você já percebeu que existem lugares que nos mantêm vivos, mas não nos permitem viver?

Um peixe dentro de um balde tem água. Respira. Se movimenta. Sobrevive.

Mas, a poucos passos dele, existe um rio inteiro.

Às vezes fazemos o mesmo com a nossa vida. Permanecemos em ambientes, relações, padrões e versões de nós mesmas que parecem seguros simplesmente porque são conhecidos.

E o cérebro gosta do conhecido. Até aquilo que nos limita pode parecer mais seguro do que aquilo que ainda não experimentamos.

Por isso, sair nem sempre começa com coragem.

Às vezes começa com consciência.

Com a percepção de que sobreviver não é o mesmo que viver.

Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” — João 10:10

Talvez a pergunta não seja apenas: “Isso ainda me mantém de pé?”

Talvez seja:

Isso ainda me permite viver a vida que Deus tem para mim?

Existe um rio além do que você aprendeu a chamar de limite.


VIVER

 Ser favorito e chamado por Deus não é viver uma vida onde tudo dá certo. Muitas vezes é exatamente o contrário do que as pessoas imaginam. José recebeu sonhos, mas antes do governo conheceu a cisterna, a escravidão e a prisão. Davi foi ungido rei, mas depois da unção precisou fugir e morar em cavernas. Moisés foi escolhido para libertar um povo, mas atravessou quarenta anos no deserto. Daniel era fiel e mesmo assim foi lançado na cova. Paulo carregava um chamado extraordinário, mas também carregou marcas de prisões, açoites, rejeições e naufrágios. E Jesus ouviu do Pai: “Este é o meu Filho amado”, mas isso não significou ausência de Getsêmani e cruz. Talvez seja aí que muita gente se confunda. Chamado não é certificado de conforto. Favor não é imunidade à dor. Ser escolhido não significa ser poupado de toda luta. Significa que nenhuma delas será capaz de cancelar aquilo que Deus determinou. Por isso, cuidado ao olhar para a luta de alguém e concluir que Deus se afastou. Você pode estar olhando para José na prisão poucos capítulos antes do palácio, para Davi na caverna antes do trono ou para Daniel entrando na cova antes de ver um rei reconhecer o poder do Deus que ele servia. O escolhido também chora, também se cansa, também pergunta e há dias em que não entende nada. Mas existe algo dentro dele que continua dizendo: “Eu não posso parar aqui.” Talvez essa seja uma das partes mais dolorosas do chamado: permanecer quando ninguém entende, continuar quando seria mais fácil desistir e confiar em Deus quando o que os olhos veem parece contradizer tudo o que Ele prometeu. Ser chamado não é ter uma história sem cicatrizes. É chegar ao final e perceber que nenhuma delas conseguiu apagar o propósito. 

Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.1 Tessalonicenses 5:24

QUEDA

 Que evangelho é esse que vibra com o fim e com a queda? A Bíblia diz que a nossa luta não é contra carne e sangue, mas o que vemos é irmão ferindo irmão, gente esperando uma notícia ruim, gente se alimentando da dor de quem um dia chamou de irmão. Dizemos que queremos almas, mas quando elas chegam feridas, em vez de colo recebem pedra, em vez de oração recebem comentário, em vez de ajuda recebem julgamento. E talvez uma das coisas mais dolorosas seja perceber que muita gente não foi ferida por Jesus, foi ferida por pessoas que falavam de Jesus. Gente que abraçou na frente e rasgou por trás, que disse “estou orando por você” e depois transformou a dor em assunto. Depois a pessoa vai embora e dizem que esfriou. Talvez ela não tenha esfriado com Deus. Talvez tenha ficado com medo de gente que se diz de Deus. Hipocrisia também usa Bíblia. Falsidade também canta louvor. Inveja também levanta as mãos no culto. E se a queda de alguém te alegra, se o fracasso de alguém te alimenta, talvez hoje não seja dia de apontar o dedo. Talvez seja dia de chorar e perguntar: “Senhor, o que aconteceu com o meu coração?” Porque quem tem o coração de Cristo não comemora ruínas, não vibra com separações e não termina de matar quem já está ferido. Talvez não esteja faltando mais culto, mais cargo ou mais versículo decorado. Talvez esteja faltando arrependimento, misericórdia e nascer de novo de verdade. “Pelos seus frutos os conhecereis.” Mateus 7:16.

JESUS

 Eu sei que Jesus é real porque eu conheço a versão de mim que existia antes dEle.

Não significa que depois de Jesus tudo ficou fácil.

Ainda existem dias ruins.

Ainda existem lutas.

Ainda existem lágrimas.

Ainda existem perguntas.

A diferença é que agora eu não atravesso mais nada sozinho.

Antes, eu tentava preencher o vazio com pessoas, distrações, conquistas, aprovação.

Com Ele, eu encontrei identidade.

Direção.

Perdão.

Esperança.

📖 “Se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”

2 Coríntios 5:17

Jesus não entrou na minha vida para deixar tudo confortável.

Entrou para mudar quem eu sou no meio de tudo.

Por isso, quando me perguntam se Ele é real, eu poderia falar de muita coisa.

Mas uma das maiores evidências está bem aqui:

eu lembro de quem eu era sem Ele.

E sei quem estou me tornando com Ele.

MULHER

 “Lembrai-vos da mulher de Ló.” — Lucas 17:32


A mulher de Ló não se tornou uma estátua de sal simplesmente porque olhou para trás; seu olhar revelou onde ainda estava o seu coração. Ela havia recebido uma ordem de Deus para sair, mas seus afetos permaneciam ligados àquilo que estava sendo julgado.


O pecado frequentemente nos faz desejar aquilo de que Deus está nos libertando. Por isso, a vida cristã não consiste apenas em abandonar determinadas práticas, mas em ter os afetos do coração reordenados pela graça. Não basta sair de Sodoma; é preciso deixar de desejar Sodoma.


Jesus não disse: “admirem a mulher de Ló”, mas “lembrai-vos”. Sua história permanece como advertência contra uma fé que deseja o livramento de Deus, mas sente saudade daquilo que ficou para trás.


Quando Deus manda seguir em frente, olhar para trás pode revelar que o corpo saiu, mas o coração ainda ficou.


Que a graça de Cristo nos ensine a considerar o pecado como aquilo que realmente é: não um lugar para onde voltar, mas um domínio do qual fomos chamados a fugir. “Buscai as coisas lá do alto” (Colossenses 3:1).

SEMPRE

 Tem gente que lê a Bíblia e sempre se enxerga como Davi, nunca como Golias. Como José, nunca como os irmãos que tiveram inveja dele. Como Jesus sendo ferido, nunca como Judas oferecendo um beijo enquanto já havia decidido traí-lo. E talvez esse seja um dos maiores perigos da vida espiritual: conhecer tanto as histórias bíblicas e nunca permitir que elas revelem quem estamos nos tornando. Porque Golias não aparece apenas com espada e lança. Às vezes ele aparece na arrogância, na intimidação e na necessidade de diminuir alguém. Os irmãos de José não existem apenas em Gênesis. Eles reaparecem quando a conquista de alguém incomoda, quando a inveja se disfarça de opinião e quando se tenta destruir aquilo que não se consegue viver. E Judas não ficou preso naquela noite. Seu comportamento se repete quando existe abraço sem lealdade, proximidade sem verdade e palavras bonitas escondendo outras intenções. Talvez você tenha passado anos perguntando quem foi Golias, Judas ou os irmãos de José na sua vida, quando Deus quer fazer uma pergunta muito mais dolorosa: e se, em alguma história, tiver sido você? Não leia a Bíblia apenas procurando pessoas parecidas com quem te feriu. Leia também procurando comportamentos seus que precisam morrer. Maturidade espiritual começa quando paramos de usar a Palavra como janela para observar os outros e permitimos que ela se transforme em espelho. Antes de pedir a Deus que revele quem está contra você, tenha coragem de orar: “Senhor, revela se existe em mim alguma coisa que tem ferido alguém.” Porque reconhecer o Golias dos outros é fácil. Difícil é perceber quando estamos nos tornando gigantes na vida de alguém que só está tentando cumprir o propósito de Deus.


“Examine-se, pois, o homem a si mesmo.” 1 Coríntios 11:28

PASSADO

 Talvez você tenha passado anos se perguntando por que sempre acaba ferido justamente pelas pessoas em quem mais confiou. Por que você dá outra chance, tenta compreender, perdoa, acredita, e no fim é você quem termina chorando e procurando onde errou. A resposta pode doer: muitas vezes você não virou alvo porque era fraco, mas porque tinha qualidades que alguém percebeu que poderia usar contra você. Você acreditava porque era verdadeiro. Perdoava porque sabia o peso de precisar de perdão. Dava outra chance porque enxergava o melhor nas pessoas. E enquanto tentava entender o outro, foi se abandonando. Chorava escondido, repassava conversas na cabeça, pedia desculpas por sentir, por perguntar, por colocar limite. E talvez essa seja a parte mais dolorosa: enquanto você procurava em si o defeito, havia alguém confortável em deixar você carregar uma culpa que não era sua. Você chamou de paciência o que já era exaustão, de misericórdia o que já era repetição, de paz o que era medo de confronto. Quantas vezes seu coração percebeu algo errado, mas você o silenciou porque não queria pensar mal de ninguém? Quantas vezes viu o padrão, mas escolheu acreditar na promessa? Algumas pessoas aprendem a sua bondade antes de você aprender os seus limites. Percebem que você suporta muito, que não gosta de abandonar ninguém, que procura justificativas e se culpa rápido. E aquilo que existe de mais bonito em você acaba virando o lugar onde mais te ferem. Mas a cura não é deixar de ser bom. É parar de se abandonar para manter alguém por perto. Perdoar não significa devolver acesso. Amar não significa permitir repetição. Jesus amava profundamente, mas João 2:24 diz que “não se confiava a eles, porque a todos conhecia”. E foi estudando psicanálise cristã, quase por curiosidade, que eu comecei a enxergar tudo isso de outra forma. Talvez você também precisasse descobrir isso hoje: não mate o que existe de bonito em você por causa do que fizeram. Continue tendo um coração bom, mas aprenda que nem todo mundo que bate à sua porta merece conhecer o caminho até ele.


AGIR

 "O que tentou te prender, não vai vencer o Agir de Deus"


Em 2 Coríntios 3:17 lemos:


"Porque o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade."


Existem prisões que não têm grades.


Há pessoas presas pelo medo, pela culpa, pela rejeição, pela dor, pelo passado, por palavras lançadas contra elas, por traumas, perseguições, humilhações e até por batalhas espirituais silenciosas.


O inimigo sempre tentou aprisionar aquilo que Deus escolheu usar.


José foi preso antes de governar.

Jeremias foi lançado em uma cisterna antes de profetizar com autoridade.

Paulo e Silas foram acorrentados antes de testemunharem um terremoto sobrenatural.

Lázaro foi envolvido em faixas antes de ouvir a voz de Cristo chamando-o para fora.


Porque existe algo espiritual que precisamos entender:


Nem toda prisão significa derrota.

Às vezes, a prisão é apenas o último lugar antes do agir sobrenatural de Deus.


O inferno pode tentar retardar alguém.

Mas nunca conseguirá impedir aquilo que Deus determinou.


O que tentou te prender pode até ter te ferido, cansado ou atrasado.

Mas não possui autoridade para vencer o agir de Deus sobre sua vida.


Desenvolvimento:


1- O inimigo tenta prender aquilo que carrega propósito.


Satanás não luta contra aquilo que está vazio.


As maiores guerras normalmente acontecem sobre pessoas que carregam destino espiritual.


José carregava governo.

Moisés carregava libertação.

Davi carregava um reino.

Jesus carregava salvação.


Por isso houve perseguição antes da promessa.


O inimigo entende que, se conseguir aprisionar a mente, enfraquecer a fé ou destruir a esperança, talvez a pessoa desista antes de viver o propósito.


Mas existe um detalhe poderoso:


Deus nunca perde o controle da história.


Aquilo que parecia prisão, muitas vezes era preparação.


José entrou preso em um palácio escondido.

Paulo entrou acorrentado em um testemunho eterno.

Jesus entrou em uma cruz, mas saiu em ressurreição.


2- O agir de Deus entra onde ninguém consegue entrar.


Há prisões humanas.

Mas existem prisões emocionais e espirituais profundas.


Lugares dentro da alma onde ninguém consegue alcançar.


Pessoas podem ouvir conselhos e continuar vazias.

Podem sorrir por fora e estar destruídas por dentro.

Podem viver cercadas de gente e ainda assim estarem presas internamente.


Mas quando Deus entra,


Correntes invisíveis se quebram.


Aquilo que anos de dor construíram, Deus pode destruir em um instante.


Foi assim com o gadareno.

Ninguém conseguia prendê-lo ou controlá-lo.

Mas bastou Jesus chegar para tudo mudar.


O agir de Deus não depende da força humana.

Depende apenas da autoridade d'Ele.


3- O que tentou te parar será testemunho do poder de Deus.


Uma das coisas mais impressionantes da Bíblia é que Deus transforma cenários de prisão em testemunhos.


A cova virou honra para Daniel.

A fornalha virou testemunho para Sadraque, Mesaque e Abede-Nego.

A prisão virou milagre para Pedro.


Aquilo que tentou destruir você será exatamente o lugar onde Deus manifestará Sua glória.


O inimigo queria vergonha.

Deus preparava testemunho.


O inimigo queria silêncio.

Deus preparava autoridade.


O inimigo queria prisão.

Deus preparava libertação.


4- Deus não apenas liberta, Ele restaura.


Quando Deus age, Ele não apenas quebra correntes.


Ele cura marcas.


Porque existem pessoas livres por fora, mas ainda presas por dentro.


Deus quer libertar completamente.


Há feridas que fizeram você perder a confiança.

Há dores que fizeram você desacreditar de si mesmo.

Há situações que tentaram convencer você de que tudo terminou.


Mas o agir de Deus devolve vida ao que parecia perdido.


Foi assim com Pedro após negar Jesus.

Foi assim com Elias após desejar morrer.

Foi assim com Jó após perder quase tudo.


Deus restaura aquilo que parecia impossível reconstruir.


5- Nenhuma prisão é maior que a voz de Deus.


Lázaro estava morto há quatro dias.

Humanamente, era o fim.


Mas quando Jesus chamou:

"Lázaro, vem para fora."


A morte teve que obedecer.


Isso revela algo profundo:

O problema nunca foi o tamanho da prisão.

O problema sempre foi quem estava falando diante dela.


Quando Deus libera Sua voz:

o impossível recua;

as correntes se rompem;

o inferno perde força;

a esperança revive.


Porque nenhuma prisão consegue resistir ao comando de Deus.


"Aplicações espirituais"


1ª- Não confunda atraso com abandono.


Só porque algo ainda não aconteceu, não significa que Deus desistiu de você.


2ª- Nem toda batalha significa derrota.


Muitas guerras surgem exatamente porque existe algo grande de Deus sobre sua vida.


3ª- Deus consegue entrar onde ninguém alcança.


Existem dores que pessoas não entendem, mas Deus conhece profundamente.


4ª- O que tentou te destruir pode virar testemunho.


Deus tem poder para transformar vergonha em honra.


5ª- A última palavra nunca será da prisão.


A última palavra sempre será de Deus.


Concluindo: O inimigo tentou prender José.

Mas não conseguiu impedir o governo.


Tentou prender Daniel.

Mas não conseguiu impedir o milagre.


Tentou prender Pedro.

Mas não conseguiu impedir a libertação.


Tentou prender Jesus em uma sepultura.

Mas a pedra não venceu a ressurreição.


E da mesma forma:

O que tentou prender você não vencerá o agir de Deus.


Porque quando Deus decide agir, não existe corrente forte o suficiente, prisão profunda o suficiente ou luta grande o suficiente para impedir Sua mão.


Aquilo que parecia fim,

Pode ser exatamente o começo do maior mover de Deus na sua vida.


Amém!!!


SONHO

 José sonhou com feixes de trigo se curvando para ele. O que ele ganhou foi uma cisterna, uma corrente e uma cela.


Vendido pelos irmãos aos dezessete anos, escravo no Egito, preso por um crime que não cometeu. Treze anos assim. Se o plano tivesse sido do jeito que ele imaginou aos dezessete, José seria o irmão favorito numa fazenda em Canaã. Do jeito que Deus organizou, ele ficou de pé diante de Faraó aos trinta e salvou da fome a família inteira que tinha tentado se livrar dele.


A frase que ele diz aos irmãos, décadas depois, é o resumo: vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus o tornou em bem. Isaías já tinha avisado que os caminhos de Deus são mais altos que os nossos, e a altura é justamente o que a gente não enxerga do chão.


O que não aconteceu do seu jeito pode estar acontecendo de um jeito maior.


Gênesis 37:5-28, 41:46, 50:20 e Isaías 55:9


💬 Comenta PLANO se algo saiu do seu roteiro este ano.

Salva pra reler quando a porta que você queria se fechar.


 

CHAVE

 Você não precisa ser pastor, líder ou ter um título para libertar alguém. Basta ter vencido algo, uma dor, uma luta, uma noite difícil, que ainda hoje prende outra pessoa.

Quando você mostra que já teve algumas dificuldades e problemas na vida, você aproxima as pessoas de você, porque elas entendem que você também é humano, enfrenta problemas e que pode ajudar elas a vencerem assim como você venceu os seus.

Você talvez ache que sua luta foi pequena demais para importar. Mas o que te libertou pode ser exatamente o que falta para libertar quem está do seu lado agora.

O seu testemunho e a chave para prisão se alguem

AMIZADE

 Amizade de verdade não é quem fala com você o tempo todo. É quem fala a verdade quando todo mundo prefere agradar.


Tem gente que beija e abandona.

Tem gente que fere e fica.


Eu não preciso de alguém grudado em mim.

Preciso de alguém que, quando eu estiver indo para o lugar errado, tenha coragem de me chamar de volta.


Porque quem ama você não aplaude seu caminho para o precipício só para não perder sua amizade.


“Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos.”

Provérbios 27:6


Comenta EU QUERO que eu te envio o link. 🔗


#diegomenin #sabedoria #devocional #maturidade #penseeore

AMOR

 Deus não terminou Sua obra em nenhum de nós. Ainda carregamos fraquezas, pecados e áreas que precisam ser transformadas. 


Por isso, amar alguém significa não apenas celebrar suas virtudes, mas ter paciência com suas imperfeições enquanto Deus trabalha em seu coração (Fp 1:6).


Isso não significa tolerar o pecado ou abandonar a verdade. O amor bíblico confronta com graça, perdoa, suporta e permanece (Ef 4:15. Cl 3:13). 


Assim como Deus é paciente conosco, somos chamados a demonstrar essa mesma graça aos outros.


Talvez alguém perto de você esteja sendo transformado mais lentamente do que gostaria. Não desista dessa pessoa. Ore por ela, seja paciente e aponte continuamente para Cristo. 


Aquele que começou a boa obra continuará trabalhando, e nós podemos ter o privilégio de caminhar ao lado enquanto Ele transforma 

Amar alguém é caminhar com ela até que ele se transforme 

MAE

Mãe, talvez seu filho tenha saído de casa, se afastado de você, da família e até de tudo aquilo que você ensinou. E talvez ninguém saiba quantas vezes você olha o telefone esperando uma mensagem.


Em Lucas 15, o pai não conseguiu controlar o caminho do filho, mas quando ele voltou, encontrou braços abertos.


Amar não é concordar com tudo. E esperar não significa parar de viver.


Continue orando, mas não permita que a culpa destrua você enquanto seu filho faz as próprias escolhas.


Tem filho que sai de casa, mas nunca sai do coração de uma mãe.


Se existe um filho pelo qual você ora em silêncio, deixe apenas o primeiro nome dele nos comentários. Vamos transformar esse espaço em nomes pelos quais alguém vai orar hoje.


FIM

 Jesus falando aos discípulos sobre o fim dos tempos disse: Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo: Sou eu, e o tempo está próximo. Não vades, portanto, após eles. E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo. Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. Mas antes de todas estas coisas lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu nome. E vos acontecerá isto para testemunho. Proponde, pois, em vossos corações não premeditar como haveis de responder; Porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem. E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do meu nome. Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça. (Lucas 21.8

PROMESSA

 Moisés passou quarenta anos cuidando de ovelha no deserto. Foi chamado aos oitenta.


Aos quarenta ele tinha tentado libertar o povo do jeito dele, matou um egípcio e fugiu. Passou as quatro décadas seguintes pastoreando o rebanho do sogro em Midiã, longe do palácio e longe da missão. Pela lógica de qualquer um, a vida útil tinha acabado. Quando a sarça ardeu, ele tinha oitenta anos e conhecia cada trilha daquele deserto, exatamente o deserto que atravessaria com um povo inteiro atrás.


O atraso era treinamento. Eclesiastes fecha a conta em uma linha: tudo fez formoso em seu tempo.


O que parece que travou pode ser Deus ajustando o relógio.


Êxodo 2:11-15, 3:1, 7:7 e Eclesiastes 3:11


💬 Comenta TEMPO se algo na sua vida parece atrasado. Salva pra reler quando o deserto parecer o fim.


#altomirrangel #ministeises #exodo3

CONVITE

 

Será uma honra ministrar em tua igreja, congresso, conferência, encontro, etc. 

No entanto, preciso esclarecer que:

Não consigo entregar uma "palavrinha" só para entreter a galera. 

Não consigo usar o altar para atacar outros ministérios, denominações, políticos ou outras religiões. 

Não, não consigo sair correndo no meio do povo, pulando e "entregando profecias" que não tenha convicção de que Deus realmente me falou. 

Não consigo ficar gritando e falando super rápido, tal como um narrador de futebol do rádio. 

Provavelmente alguns me chamarão de "sem unção", por não ser deste jeito. 

Mas, saiba que a mensagem que ouvirão não saiu de um aplicativo de IA. Saiu das minhas lágrimas. 

Para preparar o sermão, orei, pensei, li comentários, enciclopédias e tentei entender o texto bíblico, para então explicar. 

Na maioria das vezes, aquela pregação tá servindo primeiro pra mim. Então não significa que ao falar sobre algo que é necessário praticar, eu mesmo não tenha uma enorme luta para viver o que estou pregando. 

Ah, mais uma coisa, me dê tempo para trabalhar a mensagem, pelo amor de Deus!

O teu público presente no evento, sairá de lá com algo para refletir, com um aprendizado novo ou uma enorme vontade de continuar aquele assunto. Pode ter certeza. 

Portanto, mesmo que seja uma pregação que já entreguei em outro lugar, só estou repetindo ali, porque fui orientado pelo Espírito Santo de que ela se encaixava perfeitamente neste evento. 

E só mais uma coisa, farei de tudo para que a mensagem seja entendida, contarei histórias, ilustrações e até farei encenações. 

Então, não se assuste!

Mas vou usar vários meios para entenderem a pregação.

Porém, saiba que ao estar no teu evento, antes estive com Deus. 


DOR

 Tem dor que pergunta: “Quando, Deus?” E tem dor que pergunta: “E agora, Deus?”


Abraão conheceu a espera por aquilo que ainda não havia chegado. Rispa conheceu uma dor completamente diferente: a perda daquilo que não voltaria. Hebreus 6:15 fala da perseverança de Abraão. Em 2 Samuel 21:10, encontramos Rispa permanecendo diante de uma dor que nenhuma palavra conseguiria desfazer.


Talvez hoje você esteja esperando uma resposta, um filho voltar, uma porta abrir. Ou talvez esteja tentando descobrir como continuar depois de uma perda.


Nem toda perseverança significa ficar parado. Às vezes é esperar. Às vezes é lutar. E às vezes é chorar o que terminou e encontrar forças para continuar.


Hoje seu coração está perguntando “quando?” ou “e agora?”



FICAR

 Antes de segurar um microfone, precisei de mãos que me ajudassem a ficar em pé.


Estas duas fotos pertencem à mesma história. Na primeira, meu corpo estava frágil, e movimentos simples exigiam ajuda. Na segunda, estou anunciando a esperança que me sustentou quando eu ainda estava naquele hospital.


Entre uma imagem e outra houve dor, cuidado, oração e um longo caminho de recuperação. Sou profundamente grata a cada pessoa que cuidou de mim. E reconheço, em cada etapa, a misericórdia de Jesus.


Deus me levantou. Hoje, minha história levanta outras vidas.


Em Marcos 5:19, Jesus orienta o homem que havia libertado a voltar para sua família e contar o que o Senhor fizera por ele e como tivera misericórdia dele.


Esse é o princípio que carrego: quem experimenta a misericórdia de Deus recebe também uma história para testemunhar.


Foi desse chamado que nasceu o movimento Prova Viva. Minha voz se uniu a outras vozes, e seguimos inspirando pessoas a reconhecer e anunciar aquilo que Deus fez em suas vidas.


Seja também uma PROVA VIVA !!


Testificar a verdade exige coragem. Coragem para contar de onde viemos, reconhecer quem nos ajudou e dar a Deus a glória pelo que Ele realizou. Nosso testemunho ganha força quando somos fiéis aos fatos, inclusive às marcas e aos processos que fizeram parte do caminho.


Talvez alguém esteja atravessando hoje uma dor que você conhece. Seu relato pode ajudá-lo a encontrar esperança, buscar ajuda e continuar.


Que verdade sobre o cuidado de Deus sua vida pode testemunhar? Conte nos comentários. Sua história pode alcançar alguém que precisa ouvi-la hoje.



FORÇA

 Tem mulher que você admira pela força, mas talvez nunca tenha parado para pensar no preço que ela pagou para se tornar assim. Você vê o sorriso, mas não viu as noites em que ela chorou sozinha. Vê como ela resolve tudo, mas não viu quantas vezes ela também precisou de alguém e não tinha ninguém. Vê a fé, a coragem, a postura, mas não conhece todas as guerras que ela precisou vencer em silêncio. Algumas mulheres não se tornaram fortes porque quiseram. Tornaram-se fortes porque a vida não lhes deu outra escolha. E mesmo cansadas, continuaram cuidando, trabalhando, acreditando, recomeçando, sustentando gente enquanto por dentro também precisavam ser sustentadas. Talvez hoje seja um bom dia para olhar para uma mulher assim e dizer: “Eu vejo você. Eu admiro você. Eu sei que existe uma história por trás dessa força.” Porque até quem parece suportar tudo precisa, de vez em quando, ser lembrada de que não passou despercebida. E se você é essa mulher, não diminua tudo o que já atravessou. Houve dias em que você pensou que não conseguiria chegar até aqui… e chegou. Deus sabe exatamente o que custou.


“Reveste-se de força e dignidade.” Provérbios 31:25


Envie para uma mulher que talvez tenha esquecido o tamanho da força que carrega.

AZEITE

 Todo mundo quer o azeite.  

Poucos querem a prensa.


A unção não é um acessório para deixar você mais impressionante. Ela nos lembra de uma vida consagrada, rendida e disponível para Deus.


Queremos autoridade sem renúncia.  

Fruto sem processo.  

Poder sem secreto.  

Propósito sem cruz.


Mas Jesus nunca chamou ninguém para uma vida confortável. Ele disse:


“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me.” Lucas 9:23


Tem coisas em você que Deus não quer melhorar.  

Quer quebrar.  

Orgulho. Vaidade. Autossuficiência. Necessidade de aplauso. Vontade de controlar tudo.


Porque quanto menos o nosso ego ocupa espaço, mais Cristo aparece.


A unção pode custar muito.  

Mas o maior preço sempre será este: deixar de viver para si mesmo.


“Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.” — Gálatas 2:20



PENSAR

 Começou outubro e eu fiquei pensando em quantas mulheres vão ver o laço rosa esse mês carregando uma história que ninguém conhece. Algumas estão esperando resultado de exame, outras começando tratamento, outras já venceram essa fase, mas ainda estão tentando colocar a alma no lugar depois de tudo que viveram. Então eu quero te pedir uma coisa: se você conhece alguém enfrentando um câncer, não espere ter as palavras certas. Você não precisa saber o que falar, precisa saber ficar. Manda uma mensagem, oferece uma carona, leva um café, pergunta como foi o exame, senta perto, ora junto. Só não desapareça. E você, mulher, não deixe o medo fazer você adiar seus exames. Outubro Rosa não pode ser só uma cor bonita no Instagram, precisa ser um lembrete de que a nossa vida merece cuidado. E eu quero saber: seu exame está em dia? Marca aqui aquela amiga que você quer ter por muitos e muitos outubros ao seu lado e siga 

MAIOR

  Quanto maior é o movimento e o contato com a diversidade de pessoas maiores serão as adversidades. Já me acostumei com as contrariedades. O segredo é não abrir mão do respeito. Constatação: depois de uma experiência difícil, há quem demore a reconhecer a própria vida. Os planos continuam sobre a mesa, mas já não parecem pertencer à mesma pessoa. O que aconteceu mudou horários, interrompeu desejos, exigiu forças que estavam destinadas a outras coisas. Antes de procurar qualquer aprendizado, talvez seja necessário admitir o tamanho do abalo. Ninguém precisa agradecer pela ferida para conseguir cuidar dela. O sentido vai sendo construído com tempo, companhia e liberdade para dizer que doeu. Em alguma conversa, percebemos que a dificuldade nos tornou mais atentos à solidão de alguém. Em outro momento, reconhecemos um limite que antes ignorávamos. Essas descobertas não justificam o sofrimento, mas podem orientar o que fazemos com a vida que continua. Há uma diferença entre carregar uma experiência e permitir que ela decida tudo a nosso respeito. Também somos feitos dos afetos que recebemos, das escolhas que ainda podemos realizar e daquilo que permanece vivo apesar do cansaço. Deus acolhe essa história sem exigir que a expliquemos por inteiro. Na oração, cabe tanto a pergunta sem resposta quanto a gratidão por uma pequena melhora. A fé pode sustentar o coração enquanto ele procura compreender, sem apressar conclusões. Aos poucos, uma vivência antes cercada apenas de tristeza encontra outras palavras. Talvez se torne cuidado oferecido, compromisso renovado, maior respeito pelo tempo alheio. Nem todas as marcas se transformarão em algo que sabemos nomear. Algumas apenas deixarão de doer com a mesma intensidade, e isso já merece ternura. O importante é que a nossa história conserve espaço para continuar sendo escrita. Há um futuro que não precisa negar o que passamos para acolher o que ainda poderá nascer. E, nesse chão trabalhado pela vida, a esperança aprende a criar raízes mais conscientes. 

CHAMADO

 ÀS VEZES CHAMAMOS DE “ESPERAR EM DEUS” AQUILO QUE DEUS CHAMA DE FALTA DE DISPOSIÇÃO.


Tem gente esperando uma oportunidade, mas não se preparando para ela.

Esperando uma porta se abrir, mas sem sequer se levantar para caminhar até ela.

Esperando uma bênção, enquanto permanece exatamente no mesmo lugar.


E então coloca tudo na conta de: Estou esperando o tempo de Deus.


Provérbios é direto:


Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio!

— Provérbios 6:6 📖💡❤️


A formiga não tem chefe cobrando, não precisa de aplauso e não fica esperando alguém mandar começar. Ela se prepara no tempo certo porque entende que existe uma estação à frente.


Isso também fala conosco.


Fé não é ficar parado esperando Deus fazer aquilo que Ele já nos deu responsabilidade para fazer.


Você pode orar por uma oportunidade e, ao mesmo tempo, estudar.

Pode pedir provisão e, ao mesmo tempo, organizar sua vida.

Pode confiar em Deus e, ao mesmo tempo, se preparar.


Esperar em Deus não é cruzar os braços. É permanecer obediente enquanto Ele conduz os passos.


Porque existe uma diferença entre descansar na soberania de Deus e usar a soberania de Deus como desculpa para a nossa passividade.


Talvez você esteja pedindo a Deus uma mudança que exige de você um movimento.


Deus não está atrasado. Talvez você esteja parado.


Para guardar hoje: confiar em Deus não elimina a nossa responsabilidade. Fé também se movimenta.

DEUS

 Às vezes, a maior evidência da fidelidade de Deus não está apenas naquilo que recebemos hoje, mas naquilo que um dia colocamos diante dEle em oração.


A memória humana é curta, mas Deus não se esquece. Aquela oração feita em silêncio, aquela lágrima derramada quando ninguém viu, aquele pedido que parecia impossível — nada disso passou despercebido diante do Senhor. “E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1Jo 5:14).


Mas a resposta de Deus também nos ensina algo sobre a soberania divina: nem toda resposta acontece no nosso tempo, do nosso modo ou conforme aquilo que imaginamos. Deus não é um instrumento para realizar nossos desejos; Ele é o Senhor que, em sua sabedoria, governa todas as coisas para a sua glória e para o bem daqueles que lhe pertencem (Rm 8:28).


Por isso, não se esqueça das orações que você já fez. Talvez aquilo que hoje você chama de “vida normal” seja justamente uma resposta que um dia pediu de joelhos.


Você está vivendo hoje aquilo que, algum tempo atrás, pediu a Deus em oração. Não se esqueça de agradecer por aquilo que você já recebeu.

QUINTA

 Acredite! O que estamos vivendo não vai durar para sempre, no tempo de Deus tudo vai passar. 

Ainda que em sua mente haja preocupações, não permita que os pensamentos ou sentimentos maus contaminem seu coração.

Acredite! Que a maior parte dos males que contaminam nosso corpo e nos faz adoecer, são causados pelos amargos sentimentos que permitimos invadir nosso coração. 

Quer dar longevidade aos seus dias? Liberte seu coração de tudo que te faz mal, e deixa Deus nele❤️,fazer morada. Amém?

Desejo a você e aos seus uma excelente e abençoada quinta-feira, um mês muitíssimo abençoado.

PACIÊNCIA

“Não sejas precipitado a apresentar um processo. Ao começar algo que gostarias de não ter feito, podes ser humilhado quando perderes o teu c...