Jonas fugia do chamado de Deus, indo para Társis. Mas Deus sempre intervém refazendo a nossa rota.
Lemos que o Senhor “lançou sobre o mar um forte vento, e fez-se no mar uma grande tempestade” (1:4). O navio estava prestes a se despedaçar.
Os marinheiros daquele barco estavam “cheios de medo”, e assim, “clamavam cada um ao seu deus e lançavam ao mar a carga que estava no navio, para o aliviarem do peso dela” (1:5).
Jonas dormia no porão do barco e foi acordado pelos marinheiros, que disseram: “invoca o teu deus; talvez, assim, esse deus se lembre de nós, para que não pereçamos” (1:6).
Eles não conheciam o Deus verdadeiro. Veremos mais adiante que Jonas teve oportunidade para falar sobre o verdadeiro e único Deus, testemunhar do Seu poder e se entregar para que os marinheiros não perecessem. Mas nesse texto, a tempestade chama a minha atenção.
Deus poderia ter desistido de Jonas, chamando um outro profeta para pregar arrependimento aos ninivitas. Mas Deus enviou a tempestade.
Deus poderia ter deixado Jonas em seu caminho de desobediência. Mas Deus enviou a tempestade.
Movido por amor, graça e bondade, Deus não desiste de nós, ajusta a nossa rota e reforma os nossos passos. Ele assim faz por meio de uma palavra branda ou uma forte tempestade.
O importante é ouvirmos a Sua voz, saber que é Ele quem nos lembra que o caminho que seguimos não é o caminho de vida.
Ouça o Senhor, pois é Ele quem ajusta a sua rota. Obedeça ao Senhor, pois Seus planos são planos de vida. Louve ao Senhor, pois Ele disciplina a quem ama. Agradeça ao Senhor, pois Ele não desiste de você.
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