Mas tenho consciência que tais dores não podem impedir o fluxo da esperança e a garra profunda de querer ajudar quem necessita. Nada pode neutralizar a solidariedade e a compaixão, pois nos desumanizamos quando perdemos a sensibilidade. Nenhum tipo de dor deve nos imobilizar ou nos levar ao desespero. A dor do outro me faz ir ao encontro de soluções, de possibilidades de alívio ou de uma presença silenciosa e ativa, que torna a dor menos dolorida. Enquanto houver alguém sofrendo, a minha missão estará incompleta. Com certeza, não estou sozinho nesta missão. Sou infinitamente agradecido por tantas pessoas que se juntam para diminuir o sofrimento alheio.
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