Parar para pensar sobre o que representa viver o amor em Cristo na prática, pode abrir margem para uma série de descobertas. Mas de todo o legado que Jesus deixou na Terra, há um que se sobressai sobre os demais: a recomendação divina de amar os semelhantes como Ele próprio nos amou.
Antes da passagem Dele entre nós, a humanidade vivia com vários códigos de ética e conduta. Um dos que imperavam naquele período e na região da Palestina onde Jesus viveu era a chamada Lei de Moisés. O rigor dessa legislação mosaica era muito alto e quase impossível de ser obedecido na íntegra.
A nova ordem trazida por Jesus não invalidava a Lei de Moisés, entretanto de maneira contundente indicava que cada um deveria amar ao seu semelhante como se ama a si próprio. Esse conceito mostrou-se revolucionário numa sociedade que era acostumada a fazer julgamentos em praça pública, condenações sumárias por apedrejamentos e tantas outras situações de isolamento e exclusão.
Entretanto Jesus foi além da conceituação do amor verdadeiro. Ele viveu na prática esse amor verdadeiro. Há inúmeras passagens na sua vida que nos ajudam a aprofundar o nosso olhar sobre sobre a forma de Cristo ver e interagir com a vida..
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