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quinta-feira, 2 de julho de 2026

DEUS

 Parei de ver Deus como um manipulador dos eventos históricos, microgerenciador das escolhas humanas e tapeceiro que crocheta, misteriosamente, biografias.

 

Minha alma acolhe o Deus todo amoroso, paraninfo da liberdade e assim, nunca invejoso de nossas alegrias e jamais ameaçado por nossos avanços. 


Eu cri no Deus amigo de quem sofre, arrimo do oprimido e ombro de todos os que procuram minorar a aflição que sufoca o planeta. 


Meus critérios de irmandade e companheirismo acontecem agora a partir de compromissos éticos e não de conteúdos dogmáticos. 


Me ofereço parceiro de quem busca a justiça e organiza suas iniciativas nos termos da compaixão. 


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