Parei de ver Deus como um manipulador dos eventos históricos, microgerenciador das escolhas humanas e tapeceiro que crocheta, misteriosamente, biografias.
Minha alma acolhe o Deus todo amoroso, paraninfo da liberdade e assim, nunca invejoso de nossas alegrias e jamais ameaçado por nossos avanços.
Eu cri no Deus amigo de quem sofre, arrimo do oprimido e ombro de todos os que procuram minorar a aflição que sufoca o planeta.
Meus critérios de irmandade e companheirismo acontecem agora a partir de compromissos éticos e não de conteúdos dogmáticos.
Me ofereço parceiro de quem busca a justiça e organiza suas iniciativas nos termos da compaixão.
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