O pecado pode até permanecer como uma luta na vida de alguém que foi alcançado pela graça, mas jamais deve se tornar um lugar de acomodação. A identidade de filho não é uma licença para pecar, mas um chamado para viver em santidade.
A Bíblia nos ensina que a graça de Deus não apenas perdoa o pecador, mas também o transforma. Em Cristo, recebemos uma nova identidade, uma nova natureza e um novo propósito. Não fomos chamados para fazer as pazes com aquilo que levou Cristo à cruz.
O perigo não está somente em cair, mas em perder a sensibilidade diante do pecado, justificar aquilo que Deus condena e permanecer onde o Espírito Santo nos chama a sair.
Paulo faz uma pergunta confrontadora:
“Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum!” (Romanos 6:1-2).
Quem foi alcançado por Cristo não pode tratar como morada aquilo de que foi resgatado. A santificação é uma evidência da obra da graça em nós.
Não confunda a paciência de Deus com aprovação. Ele nos recebe como estamos, mas seu amor jamais nos deixa como estamos.
Você não foi chamado para viver esquecido de quem é em Cristo, mas para manifestar, por meio de uma vida transformada, a identidade que recebeu pela graça.
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