Salmo 32
O Salmo 32 nos encoraja a pedirmos a Deus perdão pelos nossos pecados.
Ele diz que aqueles que tem seus pecados perdoados são bem-aventurados (v.1).
E faz uma grave denúncia: os pecados ocultos. São aqueles pecados guardados, de estimação. Sobre esses, os pecados guardados,
o salmista nos diz que fazem os ossos envelhecer, a alma gemer e a mão de Deus pesar sobre nós (v.3,4).
Que quadro terrível! O pecado mata. Envelhece os próprios ossos, trás profunda angústia à alma e é motivo do Eterno pesar a Sua mão.
O salmista, assim, apresenta a única solução: “Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei” (v.5).
Confesse a Deus os seus pecados!
Peça que Ele lhe dê verdadeiro arrependimento pelos pecados, e repúdio aos mesmos.
Peça ao Eterno perdão, pois como filhos daquele que é Santo, Santo, Santo, somos chamados à santidade.
Peça ao Eterno que o fortaleça para que não caia novamente.
O resultado é lindo: “Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado”. Deus ama perdoar o pecador! Ele se alegra quando seus filhos, com verdadeiro quebrantamento de coração, o procuram, dizendo: perdão, Pai!
O Salmo termina com uma importante promessa: “o que confia no Senhor, a misericórdia o assistirá” (v.10).
Misericórdia é a incansável bondade de Deus em ação. Ela se renova a cada manhã e nos segue a cada dia. Ele o assistirá, na medida que você lida com seriedade com o pecado do seu coração.
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