As regras de boa conduta são boas e qualquer sociedade precisa delas para poder direcionar seus projetos. Mas, em qualquer situação podem haver exceções, e elas têm que ser tratadas pontualmente, assim como Jesus tratou e como Deus também trata. Muitas vezes temos nosso ponto de vista e não abrimos mão dele. Isso produz um desgaste em todo o corpo, porque muitas vezes o ponto de vista do outro é melhor que o nosso. As vezes os dois estão certos, só termos a humildade de nos colocarmos onde o outro está. Um exemplo disso é a história de um brasileiro do interior, aquele camarada que não abria mão das suas convicções, e criou seus filhos rigidamente e não aceitava opinião contrária. Um de seus filhos formou, conseguiu um ótimo emprego e teve que se mudar para o Japão. Um dia deu saudades no velho e pediu a seu filho mais novo para ver se conseguia conversar com o outro filho. Assim que completou a ligação o filho já foi pedindo benção e desejando uma boa noite ao pai. O pai o abençoou e retrucou: Bom dia, filho! O filho mais velho, só para ver até onde seu pai ia insistiu: Que isso, pai. Aqui está uma lua cheia clareando a noite de Tóquio. O pai, bravo, retrucou: Se pensa que vai me desobedecer só porque está longe de mim está muito enganado. Agora são nove horas da manhã, o sol está queimando meus lombos e não fiquei caduco ainda. Portanto me respeita se não eu vou aí te dar um corretivo. Muitas vezes somos como este pai carrancudo, que só vê o seu lado e não imagina que o outro lado também está certo
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