A mulher sábia e virtuosa é aquela que investe seu tempo, sua vida, seus sentimentos, seus recursos e sua alma em pessoas, mais do que em coisas.
Ela valoriza mais relacionamentos do que objetos. Dá mais importância à beleza interna do que ao requinte externo. A mulher insensata, porém, é demolidora.
Suas palavras e ações provocam um verdadeiro terremoto na família. Ela desagrega, divide e separa.
Suas mãos não trabalham para o bem, mas para o mal. Ela não é uma escultora do eterno, mas uma costureira do efêmero.
Enquanto o mundo ensina a acumular coisas, a mulher virtuosa aprende a cultivar pessoas. Ela investe seu tempo em abraços, suas palavras em cura, seus recursos em semear amor e sua vida em construir um lar onde Deus seja o centro.
Ela entende que objetos envelhecem, roupas se desgastam, tendências passam…
mas os relacionamentos que são edificados em amor e temor a Deus atravessam gerações.
A mulher prudente levanta sua casa com sabedoria.
Suas palavras são bálsamo.
Suas atitudes são pontes.
Sua presença traz paz.
Mas a insensatez tem outro efeito:
palavras duras viram rachaduras na família, atitudes egoístas se tornam terremotos dentro do lar, e aquilo que deveria ser abrigo se transforma em campo de batalha.
Uma mulher pode transformar um lar em refúgio… ou em ruínas.
A mulher virtuosa não vive apenas para o presente.
Ela trabalha como quem esculpe a eternidade.
Porque no fim, o que permanece não são as coisas que possuímos…
mas as pessoas que edificamos.
(Provérbios 14:1).
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