“Daniel nos ensina que mais perigoso do que enfrentar uma cova de leões é viver um dia sem oração.”
A maior ameaça na vida de Daniel não eram os leões, era a possibilidade de interromper sua comunhão com Deus. Por isso, quando o decreto foi assinado proibindo a oração, ele não mudou sua rotina espiritual. Abriu as janelas, se ajoelhou e orou como sempre fazia. Porque quem conhece a presença de Deus sabe que perder a oração é perder o próprio fôlego da alma.
A fé de Daniel não era circunstancial, era conviccional. Ele sabia que uma vida sem oração é muito mais mortal do que qualquer cova. Leões podem até tocar o corpo, mas a ausência de oração mata o espírito.
A cova era o lugar do perigo humano, mas também se tornou o cenário do milagre divino. Deus não apenas livrou Daniel da morte, mas fechou a boca dos leões, mostrando que quando alguém decide permanecer fiel, o céu se move em seu favor.
A oração não impediu Daniel de ir para a cova, mas garantiu que Deus estivesse com ele dentro dela. Porque quem vive de joelhos nunca permanece caído diante das circunstâncias.
“Quando Daniel soube que o decreto havia sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, onde as janelas davam para Jerusalém. Três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus.” (Daniel 6:10)
Não tenha medo das covas que a vida apresenta.
Tenha medo de viver sem oração.
Porque quem abandona a oração se torna presa fácil.
Mas quem permanece diante de Deus faz até leões perderem a voz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário