Ter posição na igreja não significa, necessariamente, ter o coração de Cristo. Na verdade, o Reino de Deus nunca foi sustentado por títulos, mas por amor.
É possível ter cargo, microfone, reconhecimento e ainda assim estar distante da essência do Evangelho. Porque o Evangelho não se mede pelo lugar que ocupamos no altar, mas pela forma como tratamos as pessoas fora dele.
O apóstolo Paulo de Tarso foi direto quando escreveu que, mesmo que alguém fale a língua dos homens e dos anjos, tenha dons espirituais extraordinários ou uma fé capaz de mover montanhas, sem amor… tudo se torna vazio.
O amor é o verdadeiro termômetro da espiritualidade.
Quem ama, serve.
Quem ama, perdoa.
Quem ama, suporta.
Quem ama, não usa pessoas para subir, mas se abaixa para levantá-las.
Foi exatamente isso que ensinou Jesus Cristo quando trocou o trono pela toalha e a bacia, mostrando que no Reino de Deus grande não é quem manda, mas quem serve.
No fim, Deus não perguntará quantos cargos tivemos…
Ele perguntará quantas pessoas foram amadas através da nossa vida.
Porque no Reino, posição sem compaixão é barulho.
Mas amor… é o som do próprio céu.
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