Não, esse post não é contra o templo, Não é contra a institucionalização de uma igreja local.
A ideia é refletirmos sobre o verdadeiro êxito de uma igreja local saudável.
A métrica não pode ser número, a métrica precisa ser a Vida.
Não é sobre o quanto a instituição cresce na cidade, é sobre o quanto Cristo cresce nas pessoas.
Não podemos medir a saúde de uma igreja local pela sua boa estrutura, pela quantidade de pessoas, pela visibilidade que ela carrega na sua cidade.
Um inchaço parece grande, mas não é saudável. Por isso precisamos entender que não é sobre volume, é sobre “saúde”.
Igreja saudável é igreja bíblica, é igreja que trabalha para o Reino de Deus, para o propósito eterno do Pai revelado no Filho, Cristo. É a igreja onde Cristo é o centro da mensagem e o evangelho puro e simples é proclamado e vivenciado pelo irmãos.
Quando uma igreja local mostra que não é saudável?
Quando o contingente
se torna mais importante
que o conteúdo.
Quando os eventos
se tornam mais importantes
do que o cotidiano.
A falsa espiritualidade gera
homens fortes nos eventos,
e fracos na rotina.
Os líderes se preocupam mais
com a felicidade do povo
do que com a sua santidade.
A igreja não tem relacionamento,
é só uma palestra de terapia coletiva
aos domingos.
A igreja trabalha apenas
para sua denominação,
e não para o corpo de Cristo.
Os líderes têm problemas
de integridade.
Cristo não é o centro da mensagem.
O foco são as necessidades
e os desejos humanos.
Tem estrutura,
mas não tem vida.
Serve aos interesses
da liderança,
mas não serve à cidade.
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