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quinta-feira, 19 de março de 2026

TEMPLO

 Não, esse post não é contra o templo, Não é contra a institucionalização de uma igreja local.


A ideia é refletirmos sobre o verdadeiro êxito de uma igreja local saudável.


A métrica não pode ser número, a métrica precisa ser a Vida.


Não é sobre o quanto a instituição cresce na cidade, é sobre o quanto Cristo cresce nas pessoas.


Não podemos medir a saúde de uma igreja local pela sua boa estrutura, pela quantidade de pessoas, pela visibilidade que ela carrega na sua cidade.


Um inchaço parece grande, mas não é saudável. Por isso precisamos entender que não é sobre volume, é sobre “saúde”.


Igreja saudável é igreja bíblica, é igreja que trabalha para o Reino de Deus, para o propósito eterno do Pai revelado no Filho, Cristo. É a igreja onde Cristo é o centro da mensagem e o evangelho puro e simples é proclamado e vivenciado pelo irmãos.


Quando uma igreja local mostra que não é saudável?


Quando o contingente

se torna mais importante

que o conteúdo.


Quando os eventos

se tornam mais importantes

do que o cotidiano.


A falsa espiritualidade gera

homens fortes nos eventos,

e fracos na rotina.


Os líderes se preocupam mais

com a felicidade do povo

do que com a sua santidade.


A igreja não tem relacionamento,

é só uma palestra de terapia coletiva

aos domingos.


A igreja trabalha apenas

para sua denominação,

e não para o corpo de Cristo.


Os líderes têm problemas

de integridade.


Cristo não é o centro da mensagem.

O foco são as necessidades

e os desejos humanos.


Tem estrutura,

mas não tem vida.


Serve aos interesses

da liderança,

mas não serve à cidade.



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