Pela liberdade de ser o que se é sem preocupar-se com a censura de quem quer que seja.
Pela justiça distributiva antes da retributiva.
Pela graça que desbanca a meritocracia e nivela a todos.
Por ideais tão nobres que transcendam ideologias.
Por relações sustentadas pelo amor e não à base de subornos, chantagens e barganhas.
Pelo direito de se crer no que se quer e não no que lhe é imposto.
Por uma espiritualidade que respeite o credo alheio.
Por uma fé discreta que despreze o sensacionalismo.
Por um amor pelo qual valha a pena morrer.
Por sonhos pelos quais valham a pena viver.
Por um mundo melhor para os nossos filhos.
Por filhos melhores para o nosso mundo.
Eis a minha luta! Eis a minha trincheira!
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