O problema não é a discordância, mas a discórdia. Dá para ter opiniões divergentes acerca de alguns assuntos e ainda assim nutrir o mesmo sentimento. A ausência de concordância não implica necessariamente na ausência de concórdia.
O que vai impedir que uma discordância se torne em discórdia é a misericórdia, que nada mais é do que o reconhecimento das limitações do outro, reconhecendo nele um lembrete de nossas próprias limitações passadas, presentes e futuras.
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