Fomos ensinados que amar é se doar até o limite, que ser bom é sempre ceder, que maturidade é suportar em silêncio…
E, nesse caminho aprendemos a nos colocar por último, como se isso fosse virtude.
Mas escolher a si não é egoísmo, é responsabilidade emocional!
Autocuidado não é luxo nem fuga, é consciência!
É reconhecer seus limites antes que o corpo grite, é dizer “não” quando o “sim” machuca.
É entender que você não precisa se abandonar para ser aceito!
A culpa que surge quando você se prioriza quase sempre é antiga…
Ela carrega vozes que não são suas, expectativas que não foram você quem criou, papéis que talvez nem queira mais representar.
Escolher a si mesmo é um ato de maturidade!
É entender que você também é alguém que merece cuidado, inclusive de você.
Que o seu autocuidado te lembre: permanecer inteiro é mais importante do que agradar!
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