O cristão não é alguém que nunca erra.
É alguém que, quando erra, corre para Deus em vez de fugir d’Ele.
A Bíblia nunca esconde as falhas dos seus heróis. Davi errou gravemente, mas escreveu um dos salmos mais sinceros de arrependimento (Salmo 51). Pedro negou Jesus três vezes, mas chorou amargamente, foi restaurado e se tornou uma coluna da Igreja. Paulo de Tarso perseguiu cristãos, mas ao encontrar Cristo, transformou seu passado em testemunho da graça.
O que define um cristão não é a ausência de quedas, mas a presença de arrependimento.
“Porque o justo cai sete vezes e se levanta” (Provérbios 24:16).
Não é sobre nunca cair — é sobre nunca permanecer caído.
Errar pode revelar nossa fraqueza, mas aprender com o erro revela maturidade espiritual. Quando o Espírito Santo nos confronta, Ele não faz isso para nos destruir, mas para nos moldar. A disciplina de Deus não é rejeição, é filiação (Hebreus 12:6).
O mundo cancela quem falha.
Deus transforma quem se rende.
O cristão verdadeiro não é perfeito — é dependente.
Não é impecável — é arrependido.
Não é impecável — é moldado.
Errar faz parte da humanidade.
Aprender, crescer e voltar para Deus faz parte da fé.
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