“Loucura é não ter tempo para Deus aqui na terra, e querer passar a eternidade com Ele no céu.”
A eternidade não começa depois da morte. Ela começa na decisão de hoje.
Como desejar o céu, se o coração não deseja a Presença? Como ansiar pela eternidade com Deus, se a comunhão com Ele é constantemente adiada por coisas que passam?
A Escritura diz que onde está o nosso tesouro, ali estará também o nosso coração (Mateus 6:21). Se Deus não ocupa espaço na agenda, dificilmente ocupa o trono da alma.
Não ter tempo para Deus não é falta de horas — é falta de prioridade.
Porque sempre encontramos tempo para aquilo que amamos.
Jesus Cristo não morreu para ser uma opção conveniente na nossa rotina. Ele morreu para ser Senhor. E Senhor não é título decorativo é governo, é centralidade, é rendição.
Queremos o céu, mas evitamos o secreto.
Queremos a glória, mas negligenciamos a cruz.
Queremos a eternidade, mas fugimos da intimidade.
A vida eterna não é apenas um lugar; é conhecer a Deus (João 17:3). E conhecer exige tempo, entrega, relacionamento.
O céu não será interessante para quem nunca achou Deus interessante aqui.
Se a presença d’Ele é peso hoje, como será prazer eterno depois?
Talvez o maior sinal de que o céu já começou dentro de nós seja o desejo crescente de estar com Ele agora em oração, na Palavra, em santidade, em dependência.
Que Deus não seja apenas o destino final da sua vida.
Que Ele seja o caminho diário.
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