“Se Deus te desse mil chances, você falharia. Por isso Ele te deu Jesus.”
A verdade mais desconcertante do Evangelho é esta: o problema nunca foi a quantidade de oportunidades, mas a condição do nosso coração. Desde Adão, a humanidade prova que mesmo em ambientes perfeitos escolhe caminhos imperfeitos. A Lei mostrou o padrão, mas não produziu poder para cumpri-lo. Mandamentos revelam o pecado; só a graça remove a culpa.
Se fossem mil chances, falharíamos mil vezes.
Se fossem dez mil, ainda assim tropeçaríamos.
Porque o pecado não é apenas um erro externo é uma inclinação interna.
Por isso Deus não nos deu apenas novas oportunidades.
Ele nos deu substituição.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho…” (João 3:16).
Em Evangelho de João, entendemos que a resposta de Deus para a nossa repetida falha não foi insistir em testes, mas entregar uma Pessoa.
Em Epístola aos Romanos 5:8, aprendemos que Cristo morreu por nós sendo nós ainda pecadores.
Não foi depois de acertarmos.
Não foi depois da milésima tentativa.
Foi quando ainda estávamos errando.
Jesus é a única chance que não falha.
Ele cumpriu a Lei que não conseguimos cumprir.
Viveu a vida que não conseguimos viver.
Morreu a morte que merecíamos morrer.
E ressuscitou para nos dar a justiça que jamais poderíamos conquistar.
Deus não negociou com o seu fracasso.
Ele resolveu na cruz.
A cruz não é Deus dizendo: “Tente mais uma vez.”
É Deus dizendo: “Está consumado.”
A religião multiplica tentativas.
O Evangelho oferece redenção.
Se dependesse de chances, estaríamos perdidos.
Mas como depende de Cristo, há esperança.
Você não precisa de mais uma oportunidade.
Você precisa de um Salvador.
E Ele já foi dado.
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