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sábado, 18 de abril de 2026

REALIDADE

 Falar de Isabel no Dia das Mães é tocar em uma realidade que vai além do que muitos enxergam: antes do milagre, existiram lágrimas, silêncio e um choro que só Deus testemunhou. A Bíblia mostra que ela era justa, irrepreensível diante de Deus, ou seja, não era falta de fé, não era descuido espiritual, não era ausência de posicionamento… e ainda assim, ela carregava a dor da esterilidade. Isso quebra uma lógica rasa de que tudo se resolve rápido quando se está alinhado, porque Isabel revela que existem processos que não são sobre erro, são sobre construção.

E aqui está o ponto mais profundo: ela não deixou a dor deformar quem ela era. Não endureceu, não se afastou, não negociou sua fé por causa do que não tinha. Permaneceu sendo quem Deus a chamou para ser mesmo sem ver resultado, e isso é maturidade espiritual. Porque o maior risco da espera nunca foi o tempo… é o que o tempo pode fazer dentro de você. Quando o milagre chegou, não veio comum, não veio pequeno e não veio só para resolver uma dor pessoal. Deus confiou a ela gerar aquele que prepararia o caminho para Jesus Cristo, mostrando que existem promessas que exigem estrutura antes de se manifestarem. Isabel viveu um milagre, mas antes disso, sustentou uma postura e é isso que define tudo. Lucas 1:7




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