Hábitos de quem é cheio do Espírito Santo não são construídos em momentos isolados, mas na repetição de escolhas ao longo da vida.
Não intensidade em um dia específico. É constância.
Voltar para Deus mesmo quando ninguém está vendo, obedecer sem precisar de convencimento, aprender a dominar as próprias reações, perceber o que antes não incomodava, ajustar o caminho sem precisar de exposição.
É escolher amar quando seria mais fácil se fechar, viver certo no secreto, não se esconder, mas também não precisar provar nada.
Quem é cheio do Espírito Santo não vive de aparência espiritual. Vive de coerência.
E no fim, não é o discurso que sustenta uma vida com Deus. São os hábitos.
São eles que, todos os dias, revelam quem realmente está no controle.
Nenhum comentário:
Postar um comentário