Perder dói. E não adianta romantizar: dói no silêncio, dói na ausência, dói quando a gente percebe que aquilo que segurávamos com tanta força já não está mais nas nossas mãos.
Mas existe uma verdade que nem sempre queremos encarar: nem toda perda é castigo… algumas são direção.
Há coisas que saem da nossa vida não porque deram errado, mas porque já cumpriram o papel delas. E quando insistimos em manter aquilo que Deus já permitiu que se fosse, acabamos atrasando o nosso próprio crescimento.
Deus não tira por crueldade. Ele remove por propósito.
Às vezes Ele permite a perda para arrancar de nós a dependência de coisas que nunca poderiam nos sustentar. Porque enquanto você se apoia no temporário, você não aprende a confiar no eterno.
Tem perdas que são livramento disfarçado.
Tem despedidas que são resposta de oração que você ainda não entendeu.
Tem portas que se fecham porque não era ali que sua história deveria continuar.
E é no vazio que sobra depois da perda que Deus começa a preencher com a presença dEle.
Porque quando tudo se vai… você finalmente entende que Ele sempre foi suficiente.
Não foi o fim. Foi alinhamento.
Não foi derrota. Foi ajuste de rota.
Não foi abandono. Foi Deus te puxando mais perto.
Se isso te aproximou de Cristo, então não foi em vão.
Se isso te fez orar mais, depender mais, buscar mais… então havia propósito.
Perder não acabou com você.
Perder te posicionou.
Agora a pergunta que fica é:
Você vai continuar olhando para o que foi embora… ou vai enxergar o que Deus está construindo a partir disso?
Porque às vezes, aquilo que você chama de perda…
Deus chama de começo.
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