A maturidade espiritual não é revelada quando tudo está bem, mas quando obedecer a Deus custa alguma coisa.
É fácil declarar nossa fé quando as circunstâncias favorecem nossos desejos. Difícil é permanecer fiel quando a obediência exige renúncia, quando a verdade confronta o nosso coração e quando a vontade de Deus contraria aquilo que mais queremos.
A fé verdadeira não se manifesta apenas no que professamos com os lábios, mas naquilo a que renunciamos por amor a Cristo.
Jesus não nos chamou para uma obediência seletiva, conveniente aos nossos interesses, mas para uma entrega integral. Não existe maturidade espiritual sem submissão à Palavra, nem crescimento genuíno sem a crucificação diária do nosso próprio ego.
A prova da maturidade não é quanto tempo você está na igreja, quantos versículos conhece ou quantas pessoas admiram sua espiritualidade. A pergunta é: quem governa suas decisões quando obedecer a Deus significa dizer não à própria vontade?
Em tempos difíceis, Deus não procura apenas pessoas que saibam falar sobre fé, mas discípulos que permaneçam firmes quando a fidelidade tem um preço.
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” — João 14:15
A maturidade começa quando a vontade de Deus deixa de ser uma sugestão e se torna a autoridade sobre toda a nossa vida.
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