A fé madura não é medida pelos momentos em que sentimos Deus perto, mas pelos dias em que, mesmo sem sentir Sua presença, continuamos caminhando em obediência.
Jó não compreendeu sua dor, Abraão não enxergou a promessa cumprida, José não entendeu a prisão, e Davi atravessou vales escuros antes de ocupar o trono. Em cada uma dessas histórias, Deus estava trabalhando silenciosamente enquanto tudo parecia contrário.
O verdadeiro cristianismo não é sustentado por emoções passageiras, mas pela confiança inabalável na Palavra de Deus. Quando as lágrimas descem, as portas se fecham e as orações parecem não receber resposta, a fé continua declarando: “Ainda que Ele me mate, nele esperarei” (Jó 13:15).
Há momentos em que Deus remove as sensações para aprofundar a dependência. Ele nos ensina a viver não pelo que vemos, mas pelo que cremos. A cruz nos lembra que, mesmo quando tudo parecia perdido na sexta-feira, a ressurreição já estava determinada na eternidade.
Se hoje você não sente, não vê e não entende, continue firme. Deus não abandonou o controle da sua história. O silêncio dEle não significa ausência. Muitas vezes, é justamente no silêncio que Ele está realizando Sua obra mais profunda em nós.
“Porque andamos por fé e não pelo que vemos.” (2 Coríntios 5:7)
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