A mulher samaritana foi ao poço buscar água... e encontrou Aquele que revelou a sede que ela carregava na alma.
Jesus lhe disse: “Dá-me de beber” (João 4:7).
Parece estranho.
O Criador do universo pedindo água a uma mulher rejeitada, ferida e marcada por fracassos.
Mas Jesus nunca começa uma conversa pela ferida que vê.Ele começa pelo coração que deseja alcançar.
Enquanto ela pensava em um balde, Ele falava de eternidade.Enquanto ela enxergava um poço, Ele enxergava uma alma.Enquanto ela tentava esconder seu passado, Ele preparava seu futuro.
Quantos de nós somos como aquela mulher?
Vivemos correndo de um poço para outro.
Buscando em pessoas o que só Deus pode dar.
Buscando em conquistas o que só Cristo pode preencher.
Buscando descanso em lugares que aumentam ainda mais o cansaço.
A lógica humana condena.
O Reino de Deus restaura.
A religião aponta o erro.
Jesus revela a verdade e oferece graça.
Ele conhecia cada detalhe da história daquela mulher.
Sabia das suas quedas.
Sabia das suas escolhas.
Sabia das suas dores.
E mesmo assim permaneceu ali.
Não para humilhá-la.
Mas para transformá-la.
Porque o amor de Cristo é maior que o passado que você tenta esconder.
Hoje, Cristo continua encontrando pessoas sedentas nos poços da vida. E a mesma voz que alcançou a mulher samaritana ainda ecoa aos corações cansados.
Quem vive buscando água nos poços deste mundo sempre voltará vazio. Mas quem encontra Jesus descobre a Fonte que nunca seca.
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