⚠️ Existem pessoas que não estão presas ao problema. Estão presas à narrativa que criaram sobre a própria dor.
O paralítico de Betesda estava doente havia 38 anos. Mas talvez sua maior prisão não fosse a paralisia. Quando Jesus perguntou: "Você quer ser curado?" (João 5:6).
A resposta revela algo profundo. Ele não diz "sim". Ele apresenta uma lista de razões pelas quais sua vida não muda: Ninguém me ajuda... Sempre chegam antes de mim.
Essa é uma das armadilhas mais perigosas da alma: quando as desculpas se tornam mais familiares do que a esperança. A mentalidade do Reino não ignora a dor, mas não faz dela uma identidade.
Jesus acolhe o ferido, mas confronta o conformado. Existe uma grande diferença entre carregar uma cicatriz e transformar essa cicatriz em uma prisão.
Quantas vezes fazemos o mesmo? Oramos por mudança, mas alimentamos os pensamentos que nos mantêm no mesmo lugar. Pedimos portas abertas, mas permanecemos sentados diante do que Deus já mandou atravessar.
A cruz de Cristo não apenas perdoa pecados. Ela quebra as fortalezas da mente que nos impedem de viver a plenitude de Deus.
Jesus não discutiu limitações; Ele deu uma direção: "Levante-se, pegue a sua maca e ande."
Essa transformação exige romper com o sistema antigo, como diz Romanos 12:2: Transformem-se pela renovação da sua mente...
Quem vive pela mentalidade do Reino para de olhar para o tanque e começa a olhar para Jesus.
Talvez o milagre que você espera não comece quando Deus mudar suas circunstâncias. Talvez ele comece quando você parar de listar os motivos pelos quais não consegue e começar a obedecer à voz que está te chamando para levantar. 🔥
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