NINGUÉM FALA DO MEU AMIGO E ENCONTRA APOIO EM MIM.
Nicodemos estava entre os líderes quando começaram a condenar o Senhor Jesus sem ouvi-lo. Ele poderia ter acompanhado a conversa, preservado sua posição e deixado os outros falarem. Mas abriu a boca e lembrou que a própria lei exigia ouvir uma pessoa antes de julgá-la. A resposta veio em forma de provocação: “Você também é da Galileia?” Bastou pedir justiça para tentarem desqualificá-lo também. Tem gente que se cala justamente nessa hora. Quer continuar bem com quem acusa, mesmo que, para isso, deixe alguém ser injustiçado. E depois ainda procura a pessoa para contar: “Falaram tanto de você!” Mas o que você respondeu? Porque eu duvido alguém usar minha mesa, minha casa, uma conversa comigo para humilhar quem eu chamo de amigo e encontrar liberdade para continuar. Não vou concordar com mentira para ser aceita numa roda. Não vou entregar uma intimidade que me foi confiada só para mostrar que também sei alguma coisa. Tem gente que conhece sua ferida porque ajudou a cuidar e depois conta onde dói para os outros acertarem. Isso é uma crueldade que abraço nenhum disfarça. Amigo errou? Fale com ele. Precisa corrigir? Tenha coragem de olhar nos olhos. Uma acusação precisa ser apurada com verdade, mas fofoca não vira verdade só porque muita gente concordou. Nicodemos não precisou ofender os acusadores. Ele interrompeu a injustiça. É essa coragem que falta em muita gente que chama todo mundo de amigo, mas deixa qualquer um acabar com o nome deles. Eu quero que meus amigos tenham a segurança de saber que, quando saírem da mesa, o respeito por eles continuará sentado comigo.
João 7:50–52.
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