NO ALTAR, JESUS É O CENTRO
João Batista tinha voz, discípulos, autoridade e multidão. Tinha tudo para se tornar o assunto principal, mas ele entendeu que chamado não é licença para aparecer. Altar não é vitrine. Palavra não é palco. Quem serve a Deus não sobe para ser lembrado, sobe para apontar para Cristo.
Quando perguntaram quem ele era, João não aumentou a própria imagem. Ele disse: “Eu não sou o Cristo.” E quando Jesus começou a atrair as pessoas, João não disputou atenção, não prendeu ninguém ao próprio nome e não entrou em crise por perder espaço. Ele apenas declarou: “É necessário que ele cresça e que eu diminua.”
Essa frase precisa voltar a pesar sobre quem canta, prega, ensina, ora e testemunha. Porque o problema não é contar uma história. O problema é quando a história ocupa mais espaço do que a cruz. O problema não é ter voz. O problema é quando a voz fica maior do que a mensagem.
João não queria pessoas presas nele. João apontava para Jesus. E esse é o sinal de quem entendeu o altar: não usa Deus para alimentar o próprio nome, usa a própria voz para anunciar Cristo.
No altar, quem precisa aparecer não é quem fala. É Aquele que salva.
João 3:30
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