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quarta-feira, 20 de maio de 2026

CRUZ

 Ele carregou uma cruz que não era dEle…

mas era minha. Era sua. Era nossa.


Enquanto eu reclamo das pressões, Ele suportou o peso do pecado.

Enquanto eu murmuro pelas perdas, Ele foi abandonado.

Enquanto eu questiono a dor, Ele se entregou voluntariamente a ela.


Cristo não sofreu por acidente…

Ele sofreu por amor.


E o mais assustador não é o tamanho da cruz 

é o quanto, mesmo depois de olhar para ela, ainda encontramos motivos para reclamar.


Como posso exigir conforto,

se o meu Salvador escolheu a cruz?


Como posso viver para mim mesmo,

se Ele morreu totalmente por mim?


A verdade é dura, mas liberta:

quanto mais contemplamos o sofrimento de Cristo,

menos espaço existe para a ingratidão em nosso coração.


A cruz não apenas nos salva…

ela nos confronta.

Nos chama à renúncia.

Nos convida a viver uma vida que vale a pena ser entregue.


Hoje, antes de reclamar, lembre-se:

Ele não abriu a boca diante da dor…

mas abriu os braços para te salvar.


Que a nossa vida seja uma resposta à cruz não de palavras vazias, mas de entrega verdadeira.


“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.”



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