Ele carregou uma cruz que não era dEle…
mas era minha. Era sua. Era nossa.
Enquanto eu reclamo das pressões, Ele suportou o peso do pecado.
Enquanto eu murmuro pelas perdas, Ele foi abandonado.
Enquanto eu questiono a dor, Ele se entregou voluntariamente a ela.
Cristo não sofreu por acidente…
Ele sofreu por amor.
E o mais assustador não é o tamanho da cruz
é o quanto, mesmo depois de olhar para ela, ainda encontramos motivos para reclamar.
Como posso exigir conforto,
se o meu Salvador escolheu a cruz?
Como posso viver para mim mesmo,
se Ele morreu totalmente por mim?
A verdade é dura, mas liberta:
quanto mais contemplamos o sofrimento de Cristo,
menos espaço existe para a ingratidão em nosso coração.
A cruz não apenas nos salva…
ela nos confronta.
Nos chama à renúncia.
Nos convida a viver uma vida que vale a pena ser entregue.
Hoje, antes de reclamar, lembre-se:
Ele não abriu a boca diante da dor…
mas abriu os braços para te salvar.
Que a nossa vida seja uma resposta à cruz não de palavras vazias, mas de entrega verdadeira.
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.”
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