A maior estratégia do inferno não é fazer o mundo parar de existir.
É fazer a igreja perder a fome pela presença de Deus.
Porque uma igreja sem oração se torna fraca.
Uma igreja sem palavra se torna vazia.
E uma geração sem presença se torna facilmente dominada pelo pecado.
O inferno não tem medo de eventos.
Não tem medo de aparência religiosa.
Não tem medo de gente que levanta as mãos no culto, mas vive longe de Deus durante a semana.
Mas existe algo que treme o mundo espiritual:
Cristãos que decidiram morrer para si mesmos e viver para Cristo.
Gente que não negocia a santidade.
Que não troca a verdade por aceitação.
Que não abandona o altar por causa do conforto.
Cada vez que um filho de Deus entra em um culto com o coração quebrantado, o céu se move.
Porque Deus não procura performance.
Procura entrega.
Enquanto muitos estão brincando com o pecado, o inimigo trabalha todos os dias para esfriar a fé, calar a oração e distrair a igreja.
Por isso, o maior ataque não é contra sua rotina.
É contra sua vida espiritual.
O diabo sabe que uma pessoa cheia do Espírito Santo se torna perigosa para o reino das trevas.
Porque quem tem intimidade com Deus não se curva ao mundo.
Não vive de aparência.
Não sobrevive de emoção.
Vive pela palavra.
A igreja não foi chamada para se parecer com o mundo.
Foi chamada para ser luz em meio à escuridão.
E talvez o inferno só veja alguns cristãos “fazendo alguma coisa” no domingo…
Porque durante a semana muitos já pararam de orar, de buscar, de jejuar e de permanecer.
Mas ainda existe um remanescente.
Gente que não dobrou os joelhos para o pecado.
Gente que continua acesa mesmo em tempos frios.
Gente que entendeu que o evangelho não é entretenimento.
É renúncia.
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” — Mateus 26:41 🔥
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