A igreja nunca foi um museu de pessoas perfeitas.
Ela sempre foi um hospital para almas cansadas.
Jesus não chamou os que já se consideravam santos.
Ele chamou os improváveis, os quebrados, os cansados, os que choravam escondidos, os que carregavam culpas que ninguém via.
Chamou Pedro, que negou.
Chamou Tomé, que duvidou.
Chamou Paulo, que perseguiu.
E continua chamando pessoas como nós.
Existe gente que se afasta da presença de Deus porque olha para os erros de homens, mas esquece da perfeição de Cristo.
A igreja pode ter falhas, porque é formada por pessoas em processo.
Mas ainda assim, ela continua sendo um lugar onde a graça encontra pecadores arrependidos e transforma histórias.
O Evangelho não é sobre aparentar santidade.
É sobre reconhecer a própria necessidade de Deus todos os dias.
A cruz nunca foi troféu para quem acha que merece.
A cruz é abrigo para quem entende que sem Jesus não consegue continuar.
Talvez você entre na igreja carregando dores, vícios, traumas, pecados e perguntas.
Mas saiba de uma coisa:
Deus não se assusta com as suas feridas.
Ele é especialista em restaurar aquilo que o mundo chamou de perdido.
Porque a graça não é recompensa para os fortes.
É socorro para quem já não consegue ficar de pé sozinho.
“Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento.” — Lucas 5:31-32 🤍
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