Enquanto muitos de nós podemos abrir a Bíblia, reunir-nos livremente para adorar e proclamar o nome de Jesus sem medo, milhares de irmãos na Nigéria vivem uma realidade marcada pela perseguição. Permanecer fiel a Cristo pode significar perder a casa, a família, a liberdade e, muitas vezes, a própria vida. Ainda assim, eles permanecem firmes, porque compreenderam que Cristo vale mais do que tudo o que este mundo pode oferecer.
A Palavra de Deus nunca prometeu um caminho sem sofrimento. Pelo contrário: “Se o mundo vos odeia, sabei que primeiro do que a vós me odiou a mim” (João 15:18). E também: “Todos os que querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3:12). A perseguição não é sinal da ausência de Deus, mas, muitas vezes, da fidelidade daqueles que pertencem a Ele.
Enquanto alguns irmãos arriscam a própria vida para possuir uma única Bíblia, muitos de nós deixamos a nossa fechada sobre a estante. Enquanto eles caminham quilômetros para cultuar escondidos, muitos deixam de congregar por qualquer motivo. A Igreja perseguida nos confronta e nos chama ao arrependimento, à gratidão e à perseverança.
O autor de Hebreus nos exorta: “Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, porque também vós estais no corpo” (Hebreus 13:3). Orar pela Igreja perseguida não é um gesto de compaixão distante, mas um dever de quem pertence ao mesmo Corpo de Cristo.
Hoje, reserve alguns minutos para interceder pelos cristãos da Nigéria e por todos aqueles que sofrem por causa do Evangelho. Que o Senhor os fortaleça, os proteja e lhes conceda coragem para permanecerem fiéis até o fim. E que Deus também desperte em nós um coração mais grato pela liberdade que ainda temos e mais comprometido com Aquele que foi morto e ressuscitou por nós.
“Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” (Apocalipse 2:10)
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