Mateus 25:1-13 nos traz a parábola das dez virgens, um chamado urgente ao despertar espiritual da igreja.
No casamento judaico, a noiva aguardava a chegada do noivo com as lamparinas acesas, iluminando o caminho para o encontro. As dez virgens representam a igreja: todas no mesmo lugar, ouvindo a mesma palavra, mas apenas metade estava verdadeiramente preparada, pois carregavam azeite extra.
Vivemos tempos em que uma religião vazia, sem intimidade com Deus, não sustenta a nossa fé diante da demora do noivo. Ter lamparina acesa e roupa de virgem não basta se não houver azeite reserva. Esse azeite representa a intimidade e o secreto com Deus, algo que exige renúncia, tempo e prensa, pois molda nossa identidade e nos aproxima da presença divina.
Não podemos ser uma igreja que impressiona pela aparência, mas sim que impacta pela presença. Quando carregamos o azeite, não somos mais governados pelas emoções, mas pelo Espírito de Deus, capazes de enfrentar qualquer tempestade.
A responsabilidade pelo azeite extra é individual e intransferível. Os sinais da volta de Jesus estão se cumprindo, e é urgente buscarmos essa intimidade que nos permitirá ser reconhecidos por ele quando chegar.Uma vida sem azeite não gera transformação nem impacto. É tempo de nos rendermos completamente a Jesus, deixando de lado as distrações para buscar a sua presença. Pois Ele vem!
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