A promessa de Deus nunca dependeu da capacidade humana, mas da fidelidade do próprio Deus. Sara contemplava um ventre estéril; Deus contemplava uma mãe de multidões. Aquilo que aos olhos humanos era um capítulo encerrado, para o Senhor era apenas o cenário onde Sua glória seria revelada.
A história de Sara nos ensina que Deus frequentemente conduz Seus filhos até o limite de suas forças para que aprendam a descansar, não em suas possibilidades, mas em Suas promessas. A esterilidade não era um obstáculo para Deus; era o palco onde Sua soberania seria exaltada.
Assim também acontece conosco. Há situações que parecem irreversíveis, sonhos que envelhecem e orações que parecem não encontrar resposta. Mas o Deus da aliança não esquece o que prometeu. Ele não trabalha segundo o relógio da ansiedade humana, mas segundo o tempo perfeito da Sua vontade.
Quando Deus cumpre Sua palavra, ninguém pode atribuir o resultado ao mérito, à estratégia ou ao esforço do homem. Toda a glória pertence somente a Ele.
Se Deus prometeu, espere. Se Deus falou, confie. Porque onde a esperança humana termina, a fidelidade de Deus continua escrevendo uma nova história.
“Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gênesis 18:14)
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