A vida é breve demais para ser vivida no automático.
Todos os dias escolhemos mesas, vozes, ambientes, conversas e companhias — e, pouco a pouco, essas escolhas revelam para onde o nosso coração está indo.
Nem toda mesa merece a nossa permanência.
Nem toda influência merece acesso.
Nem toda oportunidade merece um “sim”.
Porque existe uma pergunta que precisa nos acompanhar: estou levando pessoas para mais perto de Cristo ou estou me afastando dEle enquanto tento pertencer?
É possível entrar em certos ambientes querendo influenciar e, sem perceber, terminar mais influenciado do que influência. É possível falar de propósito e, ainda assim, perder o centro. É possível estar cercado de pessoas e viver distante da presença de Deus.
Por isso, precisamos vigiar o coração.
Hoje pode ser apenas mais um dia.
Ou pode ser o último.
E se fosse o último, o que as nossas escolhas diriam sobre nós?
Onde estava nossa atenção?
Quem ocupava nossa mesa?
O que alimentava nossos pensamentos?
Quem estava sendo conduzido a Cristo através da nossa vida?
No fim, não prestaremos contas a Deus sobre quantas pessoas nos admiraram, quantas portas se abriram ou quantas mesas conseguimos acessar.
Prestaremos contas de onde realmente estava o nosso coração.
Viva de um jeito que, se hoje fosse o último dia, não houvesse arrependimento por ter se perdido no caminho.
Influencie sem ser absorvido. Ame sem negociar convicções. Sente-se à mesa, mas nunca deixe Cristo sair do centro dela.
Porque o agora é tudo o que temos.
E eternidade é séria demais para ser tratada como detalhe.
“ Pois onde estiver o seu tesouro ali estará seu coração.” Mt 6:21
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