Às vezes algo termina; e a primeira sensação é a de fracasso.
Mas quem disse que toda despedida é um erro?
Há encontros que são para sempre.
Mesmo que durem só uma estação.
Há amores que vieram para ensinar o que é o amor, mas não para ficar.
E há escolhas que pareciam erradas, mas foram elas que te trouxeram exatamente até aqui, nesse momento.
Nem tudo que acaba foi tempo perdido.
Quando você olha de perto, com os ollhos da consciência,
percebe que cada passo, até mesmo os tropeços, te moldaram. Fizeram de você essa versão mais autêntica, mais livre, mais sua.
Aceitar o fim é uma forma de honrar o que foi.
E honrar é diferente de se agarrar.
É olhar com ternura e dizer:
“Obrigada por isso, isso ainda dói, eu sinto. Mas agora escolho continuar.”
Libertar-se é entender que há ciclos que só fazem sentido depois de recomeços. Confie na vida! Isso significa transcender as expectativas da mente e aprender a encerrar com gratidão para receber o novo com a alegria necessária à reconstrução.
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