Quando a nossa paz está atrelada às circunstâncias da vida, tornamo-nos como uma folha levada pelo vento. Há dias bons, com ânimo renovado e abundantes motivos de alegria. Mas há também dias maus, quando chegam a enfermidade, as pressões, as críticas gratuitas e tantas outras mazelas que acampam ao nosso redor. A proposta da Palavra para termos alegria, paz e contentamento é olharmos para Aquele que não muda, não falha, não abandona e permanece eternamente fiel. Quando Deus basta, a alma descansa.
O Salmo 62 é uma confissão de fé em meio à pressão. Davi fala como alguém cercado por ameaças, calúnias e instabilidade, mas que, intencionalmente, busca aquietar o coração em Deus. Ele começa reafirmando onde está a sua segurança: “Só em Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação” (Sl 62:1). Não é uma frase bonita para dias fáceis, mas um ato de fé para dias turbulentos. Logo depois, ele chama Deus de rocha e refúgio, e confessa: “Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado.” (Sl 62:2). Continua...
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