Tem gente que você olha e já define: “não tem nada a ver com Deus”.
Não tem história, não tem linguagem, não tem aparência… não encaixa no padrão que você criou na sua cabeça. E é exatamente aí que muita gente se perde, porque começa a limitar quem Deus pode usar.
A filha de Faraó não fazia parte do povo, não carregava promessa, não vivia debaixo da aliança… mas foi ela quem interrompeu um decreto de morte e preservou aquilo que Deus iria usar para libertar uma nação inteira.
Enquanto uns estavam distraídos… ela discerniu.
Enquanto um sistema decretava morte… ela decidiu proteger.
E sem perceber, sustentou aquilo que um dia confrontaria o próprio sistema do qual ela fazia parte.
Isso mexe com muita estrutura.
Porque revela que Deus não depende do seu filtro para agir. Ele não pede autorização para usar alguém. Quando Ele decide preservar um propósito, Ele levanta quem for preciso até quem você descartaria.
Tem ambiente que você chama de improvável… que Deus chama de estratégico.
Tem gente que você ignora… que Deus já posicionou.
E tem coisa que não morreu, não porque você foi forte… mas porque Deus levantou alguém que você nem imaginava para proteger.
Êxodo 2:1–10 não é só sobre um bebê no rio.
É sobre um propósito que não pode ser interrompido nem quando nasce no meio de um decreto de morte.
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