O Senhor Jesus sabia quem o estava ferindo e, ainda assim, pediu: “Pai, perdoa-lhes”. E nós, às vezes, não conseguimos ver quem nos feriu sem desejar que a vida cobre. Dói admitir, mas nem toda oração por justiça está livre de um desejo de vingança. Amar quem nos ama é fácil. Quero ver ter misericórdia quando temos motivos para expor, quando sabemos o que dizer para acabar com a imagem de alguém e escolhemos não usar a dor como arma. Isso não torna o erro certo, nem nos obriga a devolver o mesmo acesso. Mas o coração precisa estar livre para desejar restauração, e não destruição. Se não conseguimos falar sem ferir, não falemos. Levemos primeiro ao Senhor Jesus aquilo que a nossa boca está querendo espalhar. Sejamos senhores da nossa língua. Que a ferida que alguém abriu em nós não se torne uma ferida que nós abrimos em outros. “Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai.” Lucas 6:36.
O que vocês acharam da nossa ideia de uniforme para as obreiras? Podemos seguir criando nesse estilo ou vocês têm alguma sugestão? Quero ouvir vocês!
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