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sexta-feira, 24 de julho de 2026

DESÂNIMO

Quando o desânimo cercou Elias, ele julgou-se o último fiel. Contudo, a soberania de Deus lhe revelou sete mil preservados (1 Reis 19.1-18). Séculos depois, Paulo, neste versículo 5 de Romanos 11, conforta a Igreja relembrando que a fidelidade não repousa no esforço humano, mas na graça soberana de Deus. Recentemente, a providência do Senhor manifestou essa verdade em uma igreja que estava prestes a fechar suas portas na Inglaterra através de um bilhete de um desconhecido deixado sob o altar: “Gostaria de doar estas nove moedas Britannia de ouro para a igreja de Melling”, assinado por “James, servo do Deus vivo”. O anonimato deste homem exalta a glória divina, pois, ele não buscou os holofotes, mas apenas que a igreja seguisse de portas abertas, testemunhando a graça de Deus às próximas gerações. Isso nos mostra que mesmo em solos áridos, em locais secularizados e em tempos de apostasia espiritual, a semente permanece viva no coração daqueles que decidem servir sem aparecer, agindo como verdadeiros remanescentes fiéis. Cristo guarda sua Noiva no silêncio, pois ainda hoje o Espírito Santo preserva filhos e filhas obedientes que vivem sob o altar da graça.


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