Há relacionamentos que alimentam a sua carne e enfraquecem a sua comunhão com Deus.
Nem toda companhia que faz você sorrir faz você crescer. Nem toda pessoa que permanece na sua vida está conduzindo você para Cristo. Algumas apenas tornam o pecado mais confortável e a santidade mais distante.
A Escritura nos ensina que o pecado nunca permanece isolado. Ele molda nossos afetos, influencia nossas escolhas e endurece o coração pouco a pouco. Por isso, a verdadeira conversão não produz apenas novos hábitos, mas também novos amores.
Seguir a Cristo sempre custará alguma coisa. Para alguns, custará o orgulho. Para outros, a reputação. E para muitos, custará relacionamentos que insistem em afastá-los da vontade de Deus.
A graça de Deus não negocia com aquilo que Cristo morreu para destruir. O mesmo Espírito que consola também convence, confronta e santifica. Não existe santificação sem renúncia, porque Deus não apenas perdoa o pecador; Ele transforma o pecador.
Se um relacionamento faz você orar menos, amar menos a Palavra, tratar o pecado com leveza e encontrar desculpas para desobedecer, o problema não é apenas a influência da outra pessoa, mas a direção do seu próprio coração.
Ter coragem para romper não é falta de amor. Muitas vezes, é justamente o amor a Cristo ocupando o lugar que nunca deveria ter sido dividido.
Quem escolhe permanecer perto de tudo o que o afasta de Deus não está preservando um relacionamento; está sacrificando a comunhão com Aquele que é a própria fonte da vida.
“Não vos enganeis: as más companhias corrompem os bons costumes.” (1 Coríntios 15:33)
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Marcos 8:34)
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