Paulo estava em Listra anunciando o evangelho. Um homem que nunca havia andado acabara de ser curado. Mesmo assim, vieram as pedras. Estar no centro da vontade de Deus não o colocou fora do alcance da perseguição. A multidão que quis oferecer sacrifícios a ele e a Barnabé foi depois convencida a apedrejá-lo. Cuidado com o lugar que a aprovação das pessoas ocupa dentro de você. Quem entrega sua firmeza aos aplausos fica vulnerável quando eles se transformam em rejeição. Arrastaram Paulo para fora da cidade, pensando que estivesse morto. Para quem o atacou, estava encerrado. Mas os discípulos o cercaram, ele se levantou e entrou novamente na cidade. A Bíblia não diz que não doeu. Diz que ele se levantou. No dia seguinte, seguiu para Derbe e continuou pregando. Depois, voltou a Listra para fortalecer os discípulos. O homem que sofreu naquele lugar voltou para cuidar da fé de outros. As pedras não se tornaram a mensagem que ele carregava. Ele não ensinou que servir a Deus impediria o sofrimento. Ensinou que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no Reino de Deus. Hoje, as pedras também chegam em forma de acusações, rejeição e palavras que tentam fazer você desistir. Nem toda dificuldade é perseguição, mas sofrer por obedecer também não significa que Deus abandonou você. Uma porta fechada não autoriza você a concluir que toda a caminhada acabou. O perigo é permitir que a traição destrua sua capacidade de amar, que a injustiça roube sua integridade e que a decepção afaste você do Senhor Jesus. Não permita que quem feriu seu coração passe a dirigir seus passos. Ore, receba cuidado e permaneça fiel. Paulo foi deixado como morto, mas continuou levando vida através do evangelho. Não deixe a maldade que fizeram contra você decidir quem você será daqui para a frente.
Atos 14:8–22.
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