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domingo, 17 de agosto de 2014

JESUS PERDOA E VOCE?

Falar em perdão é mais fácil que perdoar, mas o Senhor quer ambas as coisas, que falemos sobre essa virtude e que perdoemos na prática. Perdoar é algo belo, nobre e muito agradável de conversar numa comunhão santa entre irmãos, principalmente quando estamos citando exemplos de perdão de outros, contudo quando a coisa é com a gente tendemos a suspirar e gemer, como é difícil! A Bíblia é cheia de exemplos de perdão, vale destacar aqui o perdão de um senhor de escravos a um escravo rebelde e fugitivo chamado Onésimo, escravo de Filemom. Esta história está registrada na Carta do apóstolo Paulo a Filemom. Quem era Filemom? Este homem era um morador da cidade de Colosso, convertido a Cristo pela pregação do apóstolo Paulo, considerado seu Pai na fé. Era um cristão rico e mantinha uma igreja reunida em sua casa. Na época, tanto ser um senhor de escravos era legítimo quanto ter uma igreja doméstica, algo comum na Igreja Primitiva. Quem era Onésimo? Como já foi dito, era um escravo de Filemom, mas também convertido pela pregação de Paulo, evangelizado e batizado em Roma. Local de sua fuga e provável prisão. Outro filho na fé do apóstolo aos gentios, companheiro de sofrimento na prisão, o qual "foi gerado nas minhas prisões", escreveu Paulo. Onésimo além de fugir da casa de Filemom ainda furtou bens materiais do seu senhor, prejuízo o qual o apóstolo Paulo se dispôs a pagar. A pena para o crime de Onésimo era a morte por ser fugitivo e também por ter sido ladrão, porém Paulo intercedeu pela vida do escravo. Por causa de sua conversão genuína, Paulo pede que Filemom receba o servo de volta como um irmão, como se fosse o próprio Paulo -- "Recebe-o como a mim mesmo", diz Paulo. Se somos um só corpo em Cristo o perdão a outro é como perdoar a si mesmo. -- Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. Romanos 12:5-6. -- Estanho isso, não? Não. Perdoar um inimigo é algo nobre, mas perdoar um irmão (cristão) é como se estivéssemos perdoando a nós mesmos, é uma resposta afetiva ao próximo, como se colocar no lugar da outra pessoa: Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; OLHANDO POR TI MESMO, para que não sejas também tentado. -- Gálatas 6:1 A Carta de Paulo a Filemom é uma carta de amigo para amigo, de irmão para irmão. É uma Carta que defende a causa de um escravo criminoso. Paulo como apóstolo podia usar de sua autoridade para que Filemon recebesse Onésimo sem puni-lo, pois seria uma ordem para fazer o que era correto, mas Paulo usa a força do amor, da piedade e compaixão que deve haver entre os irmãos em Cristo para pedir a Filemon que perdoasse seu escravo fugitivo. Esta carta é um nobre exemplo de amor cristão, algo belo e nobre de se conhecer, mas colocar em prática e ignorar as ofensas é um processo doloroso. Não deve ter sido diferente para Filemom, porém um grande testemunho certamente. Filemom possuía uma queixa legitima contra Onésimo, mas como a Palavra de Deus quebra muitos de nossos paradigmas mundanos, temos que ouvir e atender a voz do Espírito Santo que diz: Se você tem alguma queixa contra alguém, perdoe como o Senhor te perdoou. E a chave para abrir o nosso entendimento é a Cruz de Cristo. Lembre-se, assim como o Senhor te perdoou você deve perdoar os outros. Simples assim: Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo. - Efésios 4:32. Matthew Henry comentando Colossenses 3.13: SUPORTANDO-VOS uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. -- Resume que o cristão não deve apenas não cometer nenhum dano ou prejudicar o próximo, mas fazer o bem que puder fazer, a todos. Os escolhidos de Deus devem praticar a humildade e compaixão para com todos. Vivemos num mundo terrível de corrupções tanto externamente, o mundo do lado de fora, que enxergamos, o nosso dia-a-dia, quanto em nosso mundo interno, em nossos corações. O que mais vemos ao nosso redor são brigas e confusões, e muitas vezes podemos estar inseridos nelas. Nessas situações o melhor a fazer é pedir a Deus que a sua paz domine nossos corações, que não sejamos impulsionados pela ira, rancor e amargura. Numa ira, não adiantará muito respirar mil vezes antes de falar se o coração não estiver em paz com Deus. -- Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.Gálatas 6:2. O Espírito Santo nos orienta e conduz a SUPORTAR. Suportar é aguentar, resistir; tolerar. Como colunas que suportam um edifício. Suportar vem do latim SUPPORTARE, "carregar, transportar." "SUP" significa "SUB", "abaixo" e "PORTARE", "levar, carregar." A ideia é colocar-se abaixo de uma carga para apoiar. Algo sofrido, que não é fácil mas que Deus nos dá a capacidade de carregar e suportar. Como ensina Provérbios 19.11: A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas. Esse SUPORTAR muitas vezes é cansativo, dolorido, sofrido, como já foi dito.Mas nosso modelo do homem perfeito é Cristo que SUPORTOU com longanimidade todos que lhe queriam e fizeram o mal. A LONGANIMIDADE é um ânimo prolongado, perseverante em um propósito paciente. A longanimidade é algo que se pratica em silêncio, sem murmuração. Cristo nos suportou e nos suporta com paciência e misericórdia. PERDOAR é graça! Se alguém tem alguma queixa contra alguém, lembremos-nos da história de Filemon e Onésimo e das misericórdias do Senhor, que são as causas de não sermos consumidos pela Ira de Deus. -- Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo. Tiago 2:13. SUPORTAR uns aos outros é levar as cargas uns dos outros, suportar a fraqueza dos outros, perdoar-nos mutuamente de todas as falhas, delitos, e orando para Deus perdoá-los, assim como Cristo nos perdoou. NÓS CAUSAMOS TODOS OS FERIMENTOS EM CRISTO JESUS NAQUELA CRUZ,e ele nos perdoou desses ferimentos que fizemos nele. Nosso Senhor suportou toda vergonha e zombaria em nosso lugar, e foi condenado em nosso lugar! Perdoar nosso próximo é algo não tão pesado quando meditado aos pés da cruz. Nossa religião é a dos perdoados e dos perdoadores. A cruz é o preço do nosso perdão. Como disse D. Martyn Lloyd-Jones: "Se realmente conhecemos a Cristo como nosso Salvador, os nossos corações são quebrantados, não podem ser duros, e não podemos negar o perdão". Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mateus 6:14

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

A PALHA DAS FLORES

Com a falta de chuvas, tive de começar a regar minha grama quase todas as noites para que ela não morra. Esse novo hábito me fez prestar atenção ao meu jardim como nunca antes. Quando isso aconteceu, o mato começou a me incomodar e tive de cortá-lo com um aparador de grama. Percebi, também, a existência de formigueiros e passei a combatê-los. As folhas secas das árvores caídas por todo o terreno se tornaram cada vez mais insuportáveis de ver, a ponto de me levar a recolhê-las. No processo de juntá-las, descobri algo que me deixou pensativo. Tenho duas árvores que, uma após a outra, dão as flores arbóreas mais bonitas que já vi, depois do ipê-amarelo e da cerejeira. Uma delas dá uma flor com um tom rosa-claro muito delicada e a outra, uma flor um pouco mais escura e vívida. As duas são lindas! Duram cerca de dez dias e depois caem. Enquanto eu varria as folhas, percebi uma palha estranha e difícil de varrer embrenhada no meio da grama. Ao reparar mais com mais atenção, reconheci as flores que eu tanto admirei duas semanas antes. O que antes era belo e inspirador, agora se apresentava em forma de uma sujeira muito difícil de remover. De certo modo, perceber isso foi chocante para mim. Enquanto o trabalho continuava, refleti sobre como as pessoas, às vezes, são como aquelas flores. Lembrei-me de alguns irmãos que tinham vidas belas ao lado do Senhor e do seu povo e que, agora, vivem como incrédulos, sem se importar com a Igreja, com o Evangelho e com o Salvador. Percebi que, apesar da condição perpétua que possuímos por causa da fidelidade de Deus, devido à transitoriedade da nossa fidelidade, o que é comunhão em um dia, pode se tornar indiferença e rebeldia no outro. Isso é muito triste! Mais triste ainda foi lembrar de um irmão a quem exortei pelo abandono da santidade. Diante da minha reprimenda, ele se valeu de tudo que já tinha feito no passado. Era como se o presente não importasse. Ele exibia seus feitos gloriosos como se valessem alguma coisa no sentido de amenizar o pecado do presente. Foi como ver aquelas flores que, semanas atrás, estavam lindas, mas que, agora, apodreciam e cheiravam mal. O apóstolo Paulo não teve atitudes como essa. Ele fez o contrário. Mesmo tendo um passado glorioso do qual se orgulhar e diante da possibilidade de não sair vivo da prisão, sua atitude foi esta: “... uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.13b-14). Para Paulo, o passado estava no passado e o que importava era o presente. Seu objetivo era viver cada dia para o Senhor. A atualidade da vida cristã e o aspecto de urgência em se obedecer ao Senhor e nutrir comunhão com ele e com seu povo, foram objeto de minha reflexão enquanto varria toda aquela palha. Por incrível que pareça, meu corpo estava cansado ao final, mas meu espírito ardia de anseio por conhecer melhor a Deus e por servi-lo “hoje”. Afinal, quem vive apenas lembrando da aparência das flores, nem percebe quando elas viram palha.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

CÃES QUE LADRAM E MORDEM

Cada dia que passa, fico mais assombrado com os absurdos que ouço dos púlpitos evangélicos, são pastores dizendo que jovens que transam com cinco, seis, sete pessoas, estão passando por sete maus casamentos e não sabem... Como isso? Como comparar o santo matrimônio, o leito sem mácula, a criação de Deus com essa devassidão de jovens libertinos que se prostituem em suas concupiscências desvairadas? São pastores ordenando como pastora, alguém de sua família para garantir alguém no comando por medo de não receber a dívida que a igreja tem para com ele. E ainda pior, essas mulheres têm vidas destruídas, mães de filhos desviados em todo tipo de pecados, que dominam seus maridos, em lares arrebentados. Abandonam sua função fundamental no lar para seguir um chamado que não existe, a não ser em seu próprio coração enganoso e volúvel, e tudo isso, a troco de chamar Paulo de machista, de negar a inspiração, de degradar a Palavra de Deus. São homens ditos chamados de Deus que dizem que Deus não é um DEUS, e sim deus... Pois é, agora, depois de todos os ataques, mais este, crêem num deus minúsculo, que não sabe, não viu, não intervém e proliferam suas mensagens toscas e heréticas de que Deus abre mão de Sua lei perfeita para agradar ao homem pecador, com se fossemos filhos mimados de um pai negligente! São homens que se dizem convocados para o ministério, mas, que na verdade só estão interessados nos salários que lhes pagam, e para manter tal salário, se acovardam ante aos poderosos e supostos donos das igrejas, tapam os olhos para a maldade e tirania, e em alguns casos, até põem panos quentes para abafar os escândalos destes, sendo cúmplices da devassidão moral, tudo pela pompa, pela posição, pela conta bancária... Covardes, covardes, mil vezes... COVARDES. São homens vestindo Jesus de palhaço, fazendo da igreja um circo onde todo mundo faz o que bem entende, cada um faz o que é reto à seus próprios olhos, onde o falso Jesus circense deles assiste tudo rindo sem fazer nada... Chega a ser uma piada! São medíocres que adulteram, casam, separam, re-casam, re-separam, se ajuntam e continuam crendo-se ministros de Deus, colocam uma nova roupagem hipócrita demonstrada através de filosofias, sabedorias, poesias, e voltam rapidamente ao cenário da moda gospel com sites, livros, e afins, ministrando de mesas de bar regadas a copos de uísque, blues e charuto cubano... Onde é que fomos parar? São homenzinhos mundanizados e relápsos que trocam os conselhos de Deus pelos de Freud, a cura do lavar regenerador do Espírito Santo pelo prozac e os braços da Graça de Deus pelos braços do divã. São gente completamente mundanizada, descristianizada, que não se contenta em trazer a mundaniedade para dentro da igreja, que nada! Levam suas igrejas mundanizadas para a avenida, a escola de samba evangélica está de saída, de mestre sala e porta bandeira, de bateria e alegoria, de samba enrredo e passista, de tudo o que o diabo gosta, do jeito que o diabo quer... Escola de samba gospel? Que demonização é essa? Não consigo entender, é uma aberração. Quanto a todos estes, Pedro já os havia predito: “... também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou... E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade...” (2 Pedro 2.1 – 2), e Paulo já avisara sobre eles: “Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros!” (Filipenses 3.2), e a recomendação quanto a estes é clara: “É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância” (Tito 1.11). Esses infames precisam ser calados, são falsos mestres, cães devoradores, e minha maneira de lutar contra eles é denunciá-los, alertar a igreja, informar... ser a pedra no sapato deles, mesmo que eu seja uma reles e minúscula pedrinha, mas quem já andou com areia que seja no sapato sabe do que estou falando... Cuidado irmãos!!! Eles estão por toda parte, têm muitos seguidores, são famosos, eloquentes, bonitos, fazem sucesso, estarão bem vestidos, os diabos vestem Prada. Mas não se engane, se vir estas práticas, se ouvir mensagens como estas denunciadas, e tiver forças lute, confronte, esfregue a Bíblia na fuça deles. Mas se não tiver coragem para isso... Fuja! Corra! vá o mais longe possível e leve o máximo de pessoas que puder contigo. Refugiesse na Palavra de Deus e fique firme nela, não, ela não mudou, encontre um remanescente fiel, procure um pastor sério que ame a Cristo e que pregue a Palavra. Não se engane, o evangelho ainda é o mesmo, a porta continua estreita, o caminho continua dificil, a combate ainda é o mesmo e precisa ser combatido, os escolhidos ainda são poucos, mas disse Jesus: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida”.

O CAMINHO DA GRATIDÃO

Um dia amei loucamente. Escrevia textos e compunha músicas num alto frenesi. Ainda sim, numa intensidade aquém do que gostaria. Queria abrir o coração de cada ser humano para que sentisse o mínimo daquele meu enlevo. Mas a maioria não entendeu, me achou doido ou simplesmente chato. Pois bem, acho que isso vai acontecer novamente. Dentre todos os sentimentos que experimentei durante esses meus tantos anos de vida, o único que se igualou a essa chama de amor foi a gratidão. E, hoje, apesar de me sentir num cruzamento da vida pensando em qual lado seguir, meu coração segue transbordando gratidão, inclusive, nas mais pequenas coisas que, por vezes, deixo de perceber na vida. Gratidão pela família, pelos amigos, pelos conhecidos e desconhecidos que constantemente cruzam meu caminho. Gratidão pela manhã, tarde e noite. Pela chuva. Pelo sol. Pelo companheirismo e a solidão. E acima de tudo isso, gratidão pelo constante amor, abundante graça e extrema misericórdia vinda da parte de Deus através de cada pessoa com quem tive algum minimo de contato. As vezes tenho a impressão de que Jesus está rindo de mim, de algum tropeço, alguma mentira ou armadilha que muitas vezes estão armadas no decorrer do caminho. Ouço sua voz “Vamos lá amigo, segura minha mão e vamos lá. Ainda não é hora de desistir. Se quiser, pragueje alguma coisa, mas não pare de caminhar”. Em determinados momentos a mochila parece estar bem pesada e Ele sempre arruma um jeito dela rasgar de uma forma que eu não tenha como levar as tantas quinquilharias que acumulo no decorrer da viagem. Se está frio, ele arruma uma fogueira. Se está calor, logo vem a chuva. Se estou triste Ele insiste em me tirar do sério, no sentido literal, com alguma história sem graça que me faz rir. Jesus é aquele cara chato de acampamento que vai te pintar de pasta de dente, jogar um sapo na sua barraca e te trancar nela e vai jogar um balão de água na cara naquela manhã em que você acorda de mau humor da noite mal dormida. Jesus é altamente irritante porque é meu amigo. Mas não da pra esquecer de que quando eu deveria ter sido sequestrado, Ele foi no meu lugar. Quando fui humilhado, Ele havia chego antes de mim. Quando deram um tiro na minha cabeça, Ele entrou na frente. Voltando a parte dEle ser altamente irritante, ele adora uma ironia e um paradoxo. E a mesma pessoa que queria me matar, em outro instante, se torna um companheiro de caminhada. Jesus vive aprontando dessas. Mas confesso. Um dia não suportei e cuspi na cara dEle. Enfiei a porrada e deixei-O com um baita olho roxo. Puta cara folgado. Xinguei Ele com uma frequência maior do que realmente gostaria. Mas nessas horas Ele é desgraçadamente gracioso e sempre me lembra do porque me chama de amigo. Um único sorriso seu com a cara ensanguentada é suficiente pra resolver toda a tetra. É incrível como seu olhar vai além do meu olho. Apesar de toda essa intimidade, olhar pra Jesus é o suficiente pra lembrar o que canta um amigo “Ele é Deus e eu não sou”. A questão agora é que Ele acelerou o passo e deixou um tal de Santo Espirito, um tipo de irmão gêmeo, pra acompanhar o resto caminhada. A zoeira e as tretas permanecem as mesmas. Mas o ponto desse texto sem muito nexo é só para dizer uma coisa: Jesus, to seguindo. Logo estarei em casa. Apesar das muitas tretas e fuleragens que a vida tem aprontado, to firme. E, acima de tudo, sou/estou grato. É nóis!

terça-feira, 12 de agosto de 2014

"Como posso vencer o pecado em minha vida cristã?"

Resposta: A Bíblia apresenta vários recursos diferentes para nos ajudar em nossos esforços para vencer o pecado. Nesta vida, nunca seremos perfeitamente vitoriosos sobre o pecado (1 João 1:8), mas esse ainda deve ser o nosso objetivo. Com a ajuda de Deus, e ao seguir os princípios da Sua Palavra, podemos progressivamente vencer o pecado e nos tornar mais e mais como Cristo. O primeiro recurso que a Bíblia menciona em nosso esforço para vencer o pecado é o Espírito Santo. Deus nos deu o Espírito Santo para que possamos ser vitoriosos na vida cristã. Deus contrasta os feitos da carne com o fruto do Espírito em Gálatas 5:16-25. Nessa passagem, somos chamados a andar no Espírito. Todos os crentes já possuem o Espírito Santo, mas esta passagem nos diz que precisamos andar no Espírito, cedendo ao Seu controle. Isto significa escolher consistentemente seguir a direção do Espírito Santo em nossas vidas ao invés de seguir a carne. A diferença que o Espírito Santo pode fazer é demonstrada na vida de Pedro, o qual, antes de ser cheio do Espírito Santo, negou Jesus três vezes -- e isso depois de dizer que seguiria a Cristo até a morte. Depois de ser cheio do Espírito, ele falou abertamente e fortemente com os judeus no Pentecostes. Andamos no Espírito quando tentamos não apagar a Sua direção (como mencionado em 1 Tessalonicenses 5:19) e ao invés disso buscamos estar cheios do Espírito (Efésios 5:18-21). Como se pode ser cheio do Espírito Santo? Em primeiro lugar, é escolha de Deus assim como era no Antigo Testamento. Ele selecionou indivíduos para realizar uma obra que queria que fosse cumprida e encheu-os com o Seu Espírito (Gênesis 41:38; Êxodo 31:3; Números 24:2; 1 Samuel 10:10). Há evidências em Efésios 5:18-21 e Colossenses 3:16 de que Deus escolhe encher aqueles que se abastecem com a Palavra de Deus. Isso nos leva ao segundo recurso. A Palavra de Deus, a Bíblia, diz que Deus nos deu a Sua Palavra para nos equipar para toda boa obra (2 Timóteo 3:16-17). Ela nos ensina a como viver e em que acreditar, revela quando escolhemos caminhos errados, ajuda-nos a voltar ao caminho certo e a permanecer neste caminho. Hebreus 4:12 nos diz que a Palavra de Deus é viva e eficaz, capaz de penetrar em nossos corações para erradicar e superar os pecados mais profundos do coração e da atitude. O salmista fala sobre o poder transformador da Palavra de Deus em Salmo 119. Josué disse que a chave do sucesso para vencer seus inimigos era não se esquecer deste recurso, mas meditar nela dia e noite e obedecê-la. Isto ele fez, mesmo quando o que Deus ordenou não fazia sentido (como uma estratégia militar), e esta foi a chave para a sua vitória em suas batalhas pela Terra Prometida. A Bíblia é um recurso que muitas vezes não levamos a sério. Damos prova disso ao levarmos nossas Bíblias para a igreja ou ao lermos um devocional diário ou um capítulo por dia, mas falhamos em memorizá-la, meditar nela ou em aplicá-la em nossas vidas; falhamos em confessar os pecados que ela revela ou em louvar a Deus pelos Seus dons. Quando se trata da Bíblia, muitas vezes somos ou anoréxicos ou bulímicos. Ou ingerimos apenas o suficiente da Palavra de Deus para manter-nos vivos espiritualmente (mas nunca ingerindo o suficiente para sermos cristãos saudáveis e prósperos), ou nos alimentamos frequentemente sem nunca suficientemente meditarmos nela para conseguir nutrição espiritual. É importante, se você ainda não tiver o hábito de diariamente estudar e memorizar a Palavra de Deus, que você comece a fazê-lo. Alguns acham que é útil começar um diário. Crie o hábito de não deixar a Palavra até que tenha escrito algo que aprendeu. Alguns registram orações para Deus, pedindo-Lhe que os ajude a mudar nas áreas sobre as quais Ele falou aos seus corações. A Bíblia é a ferramenta que o Espírito usa em nossas vidas (Efésios 6:17), uma parte essencial e importante da armadura que Deus nos dá para lutarmos em nossas batalhas espirituais (Efésios 6:12-18). Um terceiro recurso fundamental na nossa batalha contra o pecado é a oração. Novamente, é um recurso que os cristãos frequentemente dão valor da boca para fora mas que raramente usam. Temos reuniões de oração, momentos de oração, etc., mas não usamos a oração da mesma forma que a igreja primitiva (Atos 3:1; 4:31; 6:4; 13:1-3). Paulo repetidamente menciona como ele orava por aqueles a quem ministrava. Deus nos deu promessas maravilhosas a respeito da oração (Mateus 7:7-11, Lucas 18:1-8, João 6:23-27, 1 João 5:14-15), e Paulo inclui a oração em sua passagem sobre como se preparar para a batalha espiritual (Efésios 6:18). Quão importante é a oração para vencer o pecado em nossas vidas? Temos as palavras de Cristo a Pedro no Jardim do Getsêmani, pouco antes da negação de Pedro. Enquanto Jesus ora, Pedro está dormindo. Jesus o acorda e diz: "Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca"(Mateus 26:41). Nós, como Pedro, queremos fazer o que é certo, mas não encontramos forças. Precisamos seguir o alerta de Deus para continuarmos buscando, batendo, pedindo - e Ele nos dará a força de que precisamos (Mateus 7:7). A oração não é uma fórmula mágica. A oração é simplesmente reconhecer nossas próprias limitações e o poder inesgotável de Deus e voltar-nos a Ele para encontrar a força de fazer o que Ele quer que façamos, não o que queremos fazer (1 João 5:14-15). Um quarto recurso em nossa guerra para vencer o pecado é a igreja, a comunhão de outros crentes. Quando Jesus enviou Seus discípulos, Ele os enviou dois a dois (Mateus 10:1). Os missionários em Atos não saíram um de cada vez, mas em grupos de dois ou mais. Jesus ordena que não deixemos de congregar-nos juntos, mas que usemos esse tempo para encorajar uns aos outros em amor e boas obras (Hebreus 10:24). Ele nos diz para confessarmos os nossos pecados uns aos outros (Tiago 5:16). Na literatura sapiencial do Antigo Testamento, aprendemos que como o ferro afia o ferro, um homem afia o outro (Provérbios 27:17). Há força em grupos (Eclesiastes 4:11-12). Muitos cristãos acham que ter um parceiro para prestação de contas pode ser um benefício enorme em superar pecados teimosos. Ter uma outra pessoa que possa falar com você, orar com você, encorajá-lo e até mesmo repreendê-lo é de grande valor. A tentação é comum a todos nós (1 Coríntios 10:13). Ter um parceiro ou um grupo de prestação de contas pode nos dar a dose final de encorajamento e motivação de que precisamos para superar até mesmo os mais teimosos dos pecados. Às vezes a vitória sobre o pecado vem rapidamente. Outras vezes, a vitória vem mais devagar. Deus prometeu que ao fazermos uso de Seus recursos, Ele vai progressivamente trazer mudanças em nossas vidas. Podemos perseverar em nossos esforços para vencer o pecado porque sabemos que Ele é fiel às Suas promessas. Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/vitoria-sobre-pecado.html#ixzz351Dh2wga

domingo, 10 de agosto de 2014

PORQUE OS JUDEUS E ÁRABES SE ODEIAM

Nas últimas semanas todos os meios de comunicação de falado sobre os últimos acontecimentos de Israel. A vários dias Israel vem ‘trocando bala’ com o Hamas que é o mais importante movimento fundamentalista islâmico da Palestina. Quando esses conflitos tomam um lugar de destaque na mídia eu sempre tenho que responder a diversas pessoas aquela velha pergunta: Por que os judeus e os árabes se odeiam? Baseado nas informações do portal gotquestions.org posso afirmar que: Primeiro, é importante entender que nem todos os árabes são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são árabes. Enquanto a maioria dos árabes é muçulmana, há muitos árabes não-muçulmanos. Além disso, há significantemente mais muçulmanos não-árabes (em áreas como a Indonésia e a Malásia) do que muçulmanos árabes. Segundo, é importante lembrar que nem todos os árabes odeiam os judeus, que nem todos os muçulmanos odeiam os judeus, e que nem todos os judeus odeiam os árabes e os muçulmanos. Devemos sempre ter o cuidado de não estereotipar as pessoas. No entanto, dito isso, falando em sentido geral, árabes e muçulmanos têm desgosto e desconfiança dos judeus, e vice-versa. A única explicação Bíblica para esta animosidade vem dos tempos de Abraão. Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão, já os árabes são descendentes de Ismael, que também filho de Abraão, mas com a sua escrava Agar (Gênesis 16:1-6). Isaque era o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. As provocações entre esses dois descendentes de Abraão vem de muito longe e o texto de (Gênesis 21:9) fala sobre isso. Sara, esposa de Abraão, disse para ele mandar Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21) embora. Isto certamente causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque.Na minha opinião Abraão foi muito covarde com Agar pois a despediu apenas com uma botija de água e um pouco de pão para poder atravessar um deserto. No meio do caminho a água e a comida acabou, Agar achou que iria morre, mas um anjo profetizou a Agar dizendo que Ismael seria uma grande nação e viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12). A religião do Islã, à qual a maioria dos árabes é aderente, tornou essa hostilidade mais profunda. O Alcorão contém instruções de certa forma contraditórias para os muçulmanos em relação aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muçulmanos a tratar os judeus como irmãos, mas em outro ponto, ordena que os muçulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Islã. O Alcorão também introduz um conflito sobre o qual filho de Abraão era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcorão diz que era Ismael. O Alcorão ensina que foi Ismael a quem Abraão quase sacrificou ao Senhor, não Isaque (em contradição a Gênesis capítulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia. No entanto, a antiga raiz de hostilidade entre Isaque e Ismael não explica toda a hostilidade entre os judeus e os árabes de hoje. Na verdade, por milhares de anos durante a história do Oriente Médio, os judeus e os árabes viveram em relativa paz e indiferença entre si. A causa primária da hostilidade tem uma origem moderna. Após a Segunda Guerra Mundial, quando as Nações Unidas deram uma porção da terra de Israel para o povo judeu, a terra na época era habitada principalmente por árabes (os palestinos). A maioria dos árabes protestou veementemente contra o fato da nação de Israel ocupar aquela terra. As nações árabes se uniram e atacaram Israel em uma tentativa de exterminá-los da terra – mas eles foram derrotados por Israel. Desde então, tem havido grande hostilidade entre Israel e seus vizinhos árabes. Se você olhar num mapa, Israel tem uma pequena faixa de terra e está cercado por nações árabes muito maiores, como a Jordânia, a Síria, a Arábia Saudita, o Iraque e o Egito. O nosso ponto de vista é que, biblicamente falando, Israel tem o direito de existir como uma nação em sua própria terra – Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Jacó, neto de Abraão. Ao mesmo tempo, nós acreditamos que Israel deveria buscar a paz e mostrar respeito pelos seus vizinhos árabes. Salmos 122:6 declara: “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.”

O DIABO PODE DESTRUIR O CRENTE?

As lições que aprendemos com a vida de Jó Jó era o homem mais rico do Oriente. Ninguém possuía tanto gado nem comandava tantos servos e servas. Suas terras sumiam no aquilão e, no austro, desapareciam. Nelas, a cultura era diversa e rica. Não bastassem os regalos materiais, concedera lhe ainda o Senhor uma grande e admirável sabedoria. No capítulo 31 de seu livro, estampa-se-lhe a formosura do caráter. O próprio Senhor, quando rebatia a insolência do diabo, deu lhe este testemunho: "Notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal?" (Jó 2.3). Um dia, porém, o maligno intentou afrontar o Senhor com uma provável fraqueza de Jó. Conjeturava o adversário residir a piedade do patriarca nas riquezas que lhe confiara o Senhor. Então, seja ele tocado nos bens. Que perca a fazenda com as suas novidades. E, assim, apostatará. Com o silogismo já montado. Com a lógica já ajeitada. E, já tendo costurado sua premissa, o inimigo vai à presença do Todo-Poderoso, e incita lhe a ira contra o bondoso homem. As provações de Jó Como era intenção do justo Deus provar o seu servo, autoriza o demônio a bulir-lhe nos bens. Assim, toda a riqueza de Jó desaparece num só dia. Houvesse uma guerra e o patriarca não ficaria empobrecido tão depressa. Suas provações não se limitaram aos bens materiais. Naquele mesmo dia, morrem lhe os sete filhos e as três filhas. Sob o manto da tragédia, rasga as vestes, curva se e adora ao Senhor. Embora lastimando-se, enaltece o Altíssimo. Nenhum impropério deixa lhe os lábios. Não é sem razão que Jó é considerado um dos três homens mais fiéis de todos os tempos. Os outros dois são Noé e Daniel (Ez 14.20). Ainda duvidando de tanta sinceridade, o diabo julga poder incitar uma vez mais o Senhor contra o homem que era a mesma paciência. Dessa feita, quer lhe a carne ferida e lacerada. O caluniador dirige se, então, ao Eterno: "Pele por pele, e tudo quanto o homem tem dará pela sua vida" (Jó 2.2). No mesmo instante, uma chaga começa a tomar lhe o corpo. Vai a doença evoluindo e amargurando lhe o que a vida lhe deixara de vida. E a tortura espiritual? Veio também. Numa primeira instância, com o louco conselho que lhe dá a esposa: "Amaldiçoa o teu Deus, e morre". Na instância seguinte, com o diálogo que embate com uns amigos que, conquanto bem intencionados, eram molestos e cruéis. As lições que nos ensina Jó Em todas as angústias, Jó não blasfemou o Senhor, nem ao diabo culpou. Intimamente, sabia estar sendo provado. Como fugir ao crisol? Como escapar ao cadinho? Depois, reerguer se ia mais sábio. Mais compreensivo, reerguer se ia. Gerações aprenderiam com os seus sofrimentos. Decorridos três milênios e meio (julga se que a história de Jó haja se passado nos dias de Abraão), podemos extrair preciosíssimas lições das angústias a que o Senhor o submetera. A primeira lição A primeira coisa a aprendermos com Jó é que, embora o diabo nos queira arruinar, não logrará seus intentos: estamos nas mãos do Senhor. Fosse o patriarca agir como alguns crentes, culparia imediatamente o vizinho incrédulo, o amigo idólatra ou o mandingueiro. Descarregaria a cólera sobre o demônio. Esbravejaria contra o inferno. Jó sabia que a sua vida estava guardada em Deus. Se o Eterno é o nosso broquel, achar nos emos mais que seguros: o maligno nada poderá contra nós. Infinitamente mais poderoso é o que se encontra conosco. Sim, ainda que o demônio tente destruir nos, nada fará sem a expressa permissão do Todo-poderoso. Não o demonstram os episódios seguintes da história de Jó? Percorrendo a poesia desse grande livro da Escritura Sagrada, vemos como o Senhor preserva a vida ao patriarca. Quer no auge da luta, quer no âmago da tribulação, garante lhe o Senhor o refrigério final. Quando o mal nos atingir, quando a doença tirar nos o vigor, quando a perturbação invadir nos a paz, não percamos a serenidade. Quando a nuvem negra nos encobrir o arraial, miremos o horizonte: o sol há de aparecer. Nessas estações tão difíceis, recolhamo nos ao cárcere com Paulo. Em meio ao sofrimento, aprendamos com o apóstolo as lições da paciência e da longanimidade. Encarcerado em Roma, distante dos seus e afastado da comunhão dos redimidos, o grande campeão do Evangelho soube como tirar proveito da adversidade. Não amaldiçoou Nero, nem imprecou a guarda pretoriana. Mas, como bom soldado de Cristo, de Cristo falou a todos. Ouviram nos os soldados. Até a casa de César chegou a escutá-lo. Depois, fez este relato aos irmãos de Filipos: "Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho" (Fp 1.20,21). Segunda lição Aos olhos do Senhor, somos mais preciosos que o ouro. Se o ourives testa o metal que perece, por que o Divino Artífice não provará o ouro que invase a eternidade? Se fomos comprados por bom preço, se representamos as primícias deste mundo e se acreditamos em Deus, por que iríamos ignorar as provações? Por mais dolorosas que sejam, não podemos evitá-las. Não são poucos os que acreditam ter a magia negra efeitos sobre os servos de Deus. Num desespero injustificado, perdem a paz e rogam a oração da igreja, para que as mandingas lhes sejam desfeitas. Será que eles ainda não sabem que Deus é quem está no comando de todas as coisas? Não se pode amaldiçoar o povo de Deus. Contra os santos não há feitiço nem encantamento. Conclusão Deus sabe quando e como acrisolar-nos. Das provas, tiraremos a perseverança de Jó. De cada luta, extrairemos a vitória que fez do patriarca um exemplo de fé e piedade. E, deste crisol, sairemos mais puros e reluzentes. Por que culpar ao diabo se quem nos prova é o Senhor? Por que tributar tanta honra ao príncipe das trevas se é ao Senhor que cabe toda glória? À semelhança de Jó, saibamos assimilar as lições que a misericórdia divina nos lega diariamente. Se as lições são dolorosas, o alívio é bem maior. E que, no final, tenhamos a fé galardoada com a sabedoria divina.

sábado, 9 de agosto de 2014

COM O CALAR A BOCA DOS INIMIGOS

Parece um tanto "não cristão" um texto que fala em calar a boca de alguém, mas é bíblico. No entanto, não é um "cala-boca" qualquer e de qualquer maneira, como um ato agressivo que triunfa a ignorância e ira. Não é isso! As analogias ligadas aos cristãos, por si só, já apontam como funciona esse "calar". Os cristãos são chamados, entre outros adjetivos, de "pedras vivas", "sal", "luz" e pelos frutos se pode conhecer a natureza. O simples fato (que não é simples!) de andar nos caminhos do Senhor e glorificar a Deus através do Espírito Santo INCOMODA os inimigos de Cristo. O simples fato de se esforçar em santidade e boas obras já é motivo de incômodo para quem não é de Cristo. Não poucas as vezes, as pessoas que não têm comunhão com Cristo, acusam os cristãos de fazerem o mal. Mas a Palavra ensina que, apesar de sermos acusados, chegará uma hora em que eles verão nossas boas obras e glorificarão a Deus. A consciência correta sobre o assunto é importante. Por mais que a gente se esforce para viver praticando o bem e em paz com nossos vizinhos incrédulos, sempre poderá existir algum tipo de calúnia e difamação. E que não devemos esperar justiça de pessoas injustas, lembrando que todos nós somos injustos e que dependemos totalmente da justiça de Jesus Cristo para nos aperfeiçoar. E que, apesar das injustiças, devemos continuar nos esforçando em honrar ao Senhor com nosso comportamento e atitudes. Manter uma conduta justa e piedosa diante de malfeitores não é uma tarefa fácil. Mas a Palavra ensina que as nossas boas obras glorificam a Deus e em seu tempo, calam a boca dos inimigos. Tendo o vosso viver honesto entre os gentios; para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem. 1 Pedro 2:12 Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos. 1 Pedro 2:15 Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo. 1 Pedro 3:16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:16-17 Lembre-se de Daniel quando seus inimigos tentavam encontrar motivos para acusações e não podiam encontrar NENHUMA corrupção nele, porque ele não era corrupto nem negligente. Cf Dn 6.4. Paulo ensinava que devíamos ter o cuidado de fazer o que é certo, não só aos olhos de Deus, mas também aos olhos das pessoas. -- Pois zelamos do que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens. 2 Coríntios 8:21 São muitos os exemplos para que andemos honestamente e em justiça. A Palavra de Deus nos exorta todo tempo a evitar certos pecados, pois nossos desejos carnais são destrutivos. Naturalmente, quando somos ofendidos queremos "matar" a quem nos ofende. Porém, o Espírito Santo ensina a "morte do pecado"; a mortificação. -- Se teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer... porque assim lhe amontoarás brasas vivas sobre a cabeça... Pv 25.21,22. -- É constrangedor receber o bem quando se paga com o mal. A melhor maneira de calar nossos inimigos é fazendo o bem, é viver honestamente entre os ímpios. Os cristãos antigos eram acusados de virar o mundo de cabeça para baixo, de serem subversivos, de serem contra os governantes, de serem ateus (pois não eram politeístas), de serem blasfemadores da idolatria do povo, mas eram biblicamente exortados a observar as boas obras para que calassem a boca dos inimigos e continuavam a fazer o bem. Segundo as Palavras do Senhor: Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Mateus 5:14 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:16 As boas obras falam à vista de todas as pessoas, é como uma luz na escuridão. Os cristãos devem fazer a coisa certa primeiramente diante de Deus; aos olhos de Deus, e consequentemente, essas obras falarão por si a todos, em muitas situações. As boas obras são parte da religião professa, não toda religião, mas parte importante, tão importante que toda religiosidade falsa e hipócrita tenta se esconder atrás dessa aparência externa luminosa do Evangelho de Cristo. A fé prática cristã tem o poder de transformar o mundo, o mesmo mundo que odeia, zomba e persegue os ensinos de Cristo. A escravidão humana era uma prática comum e legal até recentemente na história, mas de modo gradual desapareceu onde a lei cristã do amor prevaleceu -- E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós, também. Lucas 6:31. -- Na antiguidade, quando os pagãos abandonavam seus parentes mais próximos contaminados com alguma praga, os cristãos que cuidavam dos doentes e mortos. Quando em guerras, muitos pagãos deixavam seus mortos sem sepultura após as batalhas e os feridos a perambular pelas estradas, os discípulos de Cristo que ofereciam sepultamento digno e alívio aos sofrimentos. Todos esse exemplos faziam com que muitas pessoas não cristãs glorificassem a Deus. E este é o objetivo de fazer o bem, glorificar a Deus, não a nós. Os antigos cristãos sempre ensinaram que, embora... os discípulos devam ser vistos praticando boas obras, eles não devem praticar boas obras para serem vistos. O ser visto é uma consequência natural da luz que não pode ser escondida. No capítulo XVI da Confissão de Westminster, parte da segunda seção, sobre as Boas Obras, diz que: "Estas boas obras, feitas em obediência aos mandamentos de Deus, são o fruto e as evidências de uma fé viva e verdadeira (Tg 2:18,22); por elas os crentes manifestam a sua gratidão (Sl 116:12,13; 1 Pe 2:9), fortalecem a sua confiança (1Jo 2:3,5; 2Pe 1:5-10), edificam os seus irmãos (2Co 9:2; Mt 5:16), adornam a profissão [de fé] do Evangelho (Tt 2:5,9-12; 1Tm 6:1), tapam a boca aos adversários (1Pe 2:15) e glorificam a Deus (1Pe 2:12; Fp 1:11; Jo 15:8). -- Então que fique bem claro que, o CALAR A BOCA dos inimigos é uma consequência natural da ação do Espírito Santo que faz com que o cristão aja em obediência a Lei de Deus, com gratidão, confiança, edificação e todas as outras coisas para a GLÓRIA DE DEUS.

O QUE É UM CRISTÃO

Pergunta: "O que é um Cristão?" Resposta: O Dicionário Webster’s define um Cristão como “uma pessoa que professa a crença em Jesus Cristo ou na religião baseada nos ensinamentos de Jesus.” Enquanto este é um bom ponto de partida para entender o que é um Cristão, como em muitas definições seculares, entretanto, ela falha em comunicar a verdade bíblica do sigificado de ser Cristão. A palavra Cristão é usada três vezes no Novo Testamento (Atos 11:26; Atos 26:28; 1 Pedro 4:16). Os seguidores de Jesus Cristo foram chamados “Cristãos” pela primeira vez em Antioquia (Atos 11:26) porque seu comportamento, atividade e fala eram como Cristo. A expressão foi inicialmente usada pelas pessoas não salvas de Antioquia como um apelido desrespeitoso para debochar dos Cristãos. Significa literalmente: “pertencente ao partido de Cristo” ou um “aderente ou seguidor de Cristo”, o que é bem similar à forma como o Dicionário Webster’s a define. Infelizmente, com o tempo a palavra “Cristão” perdeu uma grande parte de seu significado e é geralmente utilizada para descrever alguém que é religioso ou tem altos valores morais ao invés de ser um verdadeiro seguidor renascido de Jesus Cristo. Muitas pessoas que não acreditam em Jesus Cristo se consideram Cristãs simplesmente porque vão à igreja ou vivem em uma nação “Cristã”. Mas ir à igreja, servir aos menos afortunados que você, ou ser uma boa pessoa não fazem de você um Cristão. Como disse um evangelista certa vez: “Ir à igreja não faz de você um Cristão mais do que ir a uma oficina faz de você um carro.” Ser um membro de igreja, freqüentar os cultos regularmente e trabalhar para a igreja não podem fazer de você um Cristão. A Bíblia nos ensina que as boas obras que fazemos não são capazes de nos tornar aceitáveis para Deus. Tito 3:5 nos diz que “não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo Sua misericórdia, Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo.” Então, um Cristão é alguém que foi renascido por Deus (João 3:3; João 3:7; 1 Pedro 1:23) e colocou a sua fé e confiança em Jesus Cristo. Efésios 2:8 nos diz que “pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.” Um verdadeiro Cristão é alguém que se arrependeu do seu pecado e colocou sua fé e confiança somente em Jesus Cristo. A sua confiança não é em seguir uma religião ou um conjunto de códigos morais, ou uma lista de faças e não-faças. Um verdadeiro Cristão é alguém que colocou a sua fé e confiança na pessoa de Jesus Cristo e no fato de que Ele morreu na cruz como pagamento por nossos pecados e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos para obter vitória sobre a morte e dar vida eterna a todos os que Nele crêem. João 1:12 nos diz: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome.” Um verdadeiro Cristão é de fato um filho de Deus, uma parte da verdadeira família de Deus, e alguém que recebeu vida nova em Cristo. A marca de um verdadeiro Cristão é o amor pelos outros e obediência à palavra de Deus (1 João 2:4; 1 João 2:10). Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/que-Cristao.html#ixzz351CmwT7h

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

"Como posso perdoar àqueles que pecaram contra mim?"

Resposta: Em algum momento da vida, todos já sofreram injustiças, ofensas e pecados. Como devemos reagir quando tais ofensas acontecem? De acordo com a Bíblia, devemos perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Da mesma forma, Colossenses 3:13 proclama: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” A chave nos dois versículos das Escrituras é que devemos perdoar aos outros, como Deus nos perdoou. Por que perdoamos? Porque já fomos perdoados! O perdão seria simples se nós tivéssemos que concedê-lo somente àqueles que vêm pedir com tristeza e arrependimento. A Bíblia nos diz que devemos perdoar incondicionalmente àqueles que pecaram contra nós. Recusar-se verdadeiramente a perdoar a uma pessoa demonstra ressentimento, amargura e raiva: e nenhuma dessas características são próprias de um cristão. Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que nos perdoe de nossos pecados, assim como perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12). Jesus disse em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” À luz de outras Escrituras que falam do perdão de Deus, compreende-se melhor Mateus 6:14-15 como dizendo que as pessoas que se recusam a perdoar ainda não experimentaram, elas mesmas, o perdão de Deus. Sempre que falhamos desobedecendo a um dos mandamentos de Deus, contra Ele pecamos. Todas as vezes que fazemos mal a outra pessoa, pecamos não somente contra ela, mas também contra Deus. Quando olhamos a vastidão da misericórdia de Deus em nos perdoar de TODAS as nossas transgressões, nos damos conta que nós não temos o direito de reter esta graça para com os outros. Pecamos contra Deus infinitamente mais do que qualquer pessoa poderia algum dia pecar contra nós. Se Deus nos perdoa de tanto, como podemos recusar perdão a outros por tão pouco? A parábola de Jesus em Mateus 18:23-35 é uma poderosa ilustração desta verdade. Deus promete que quando viermos a Ele pedindo perdão, Ele livremente o concede (I João 1:9). O perdão que estendemos não deve ter limites, da mesma forma que o perdão de Deus é ilimitado (Lucas 17:3-4).
Introdução Transformação é uma palavra chave na vida de cada pessoa que se identifica como seguidora de Jesus Cristo. As nossas igrejas estão cheias de simpatizantes e admiradores dos ensinamentos de Jesus, porém com tristeza vemos muitos crentes viverem de forma bem distante e diferente da proposta de Jesus . A transformação de que fala a bíblia é uma condição inegociável para o cristão , ela é ampla e global, é renovação da mente, é a mente da pessoa que controla sua vida, que determina suas ações, seu procedimento, por isso a bíblia diz que a renovação, a mudança , a transformação precisa acontecer na mente. Há muitas idéias erradas sobre transformação: 1. Transformação não é somente vir a igreja em todas as reuniões, participar dos cultos, andar com a bíblia e dizer sou crente. 2. Transformação não é somente deixar de fumar, beber, jogar e outras coisas similares. 3. Transformação não é somente falar do que Jesus faz ou pode fazer. 4. Transformação não é somente deixar de andar em companhia de pessoas marginalizadas pela sociedade. Com certeza essas coisas sozinhas, não mostram uma verdadeira transformação , é preciso muito mais. ” Se a vossa justiça não exceder em muito os escribas e fariseus de modo algum entrareis no reino de Deus”Mateus 5:20. Meus irmãos as nossas igrejas tem muita gente que necessitam de uma real e verdadeira transformação. A falta de uma vida verdadeiramente transformada tem impedido muitas pessoas de se aproximarem do evangelho de Jesus Cristo. A força do evangelho está na transformação que ele produz; precisamos nos libertar do velho homem com todos os seus resquícios e sermos revestidos de uma nova vida. Imagine uma esposa que diz para o seu marido- “Eu , agora sou crente, vou a igreja, leio a bíblia, sou diferente.”, mas continua a brigar com o marido por tudo, a falar mal da vizinha, e ainda diz para o marido você precisa se converter. Que exemplo esse marido tem da esposa? Que evangelho é esse ? . Pense, em um filho que vai a todas as reuniões da igreja, é líder dos jovens ou dos adolescentes, mas em casa é respondão, briguento, irrita-se com facilidade, é grosseiro, não respeita os pais, quando você acha que os pais desse jovem vão desejar aceitar o mesmo Jesus do seu filho? E o inverso é verdadeiro tem pais que oram anos a fio pelos seus filhos, porem nunca deram um testemunho que tenha provocado em seus filhos o desejo de servir ao mesmo Deus que eles. Que dizem os colegas de trabalho de um crente mal humorado, que nunca está pronto pra ajudar ninguém, está transformado porque vai a igreja e é só, alguém vai desejar conhecer o Jesus dessa pessoa. O que dizer do jovem, da jovem que escandaliza os novos convertidos, pois falam mal, e as vezes até criam barreiras entre os irmãos, como será o Jesus dessa pessoa. ” Aquele que diz está nele deve andar como ele andou” I João 2:6 O mais difícil irmãos é que tem pessoas que se acostumaram a ser assim, e acham que não tem nada demais., porem fazem mal para si e para os outros. Não estamos falando que podemos viver sem pecar, pois que isso é impossível enquanto estivermos aqui na terra. Transformai-vos, essa é ordem de Jesus, para vida de todo aquele que é nascido de novo. Transformai o vosso modo de pensar, de falar e de agir, com certeza as pessoas verão a diferença e quando vêem está diferença dizem , verdadeiramente o evangelho transforma. Quer ganhar seu marido pra Jesus, seja uma pessoa transformada, deixe Jesus agir em tua vida. Quer ganhar tua esposa para Cristo, seja um exemplo de marido, em todas as áreas, seja um servo usado por Deus. Quer ganhar teu filho , tua filha, ore por ele, por ela, mais mostres que você é um pai, uma mãe diferente, que há algo divino em você. Jovem quer ganhar seus pais para Cristo , quer leva-los aos pés de Jesus , seja um filho transformado, uma filha transformada . Está em nossas mãos fazer a diferença. Como é bom ouvirmos , de um pai, o meu filho é outro desde que entrou na igreja, desde que aceitou Jesus. Quantas esposas podem dizer, foi o testemunho do meu marido, que me trouxe a Jesus. O mundo quer ver Jesus em nós, nos nossos atos, nas nossas palavras, não afaste pessoas de Jesus, seja um crente transformado, seja diferente. Ame, perdoei, ajude, coopere, compreenda, ganhe vidas pra Jesus, entregue a sua vida para Jesus.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

"Como posso evangelizar meus amigos e membros da família sem ofendê-los ou afastá-los?"

Pergunta: "Como posso evangelizar meus amigos e membros da família sem ofendê-los ou afastá-los?" Resposta: Todo cristão tem sempre um membro da família, um amigo, um colega de trabalho ou conhecido que não é cristão. Compartilhar o Evangelho com os outros é sempre difícil. Compartilhar o Evangelho se torna ainda mais difícil quando isto envolve alguém bem próximo. A Bíblia nos diz que algumas pessoas se sentirão ofendidas com o Evangelho (Lucas 12:51-53). Causa ainda mais problemas o risco de ofender alguém com quem você tem contato freqüente. Entretanto, a ordem a nós dada foi para que compartilhemos o Evangelho: não há desculpas para não fazê-lo (Mateus 28:19-20; Atos 1:8; I Pedro 3:15). Então, como podemos evangelizar os membros de nossa família, amigos, colegas de trabalho e conhecidos? A coisa mais importante que você pode fazer é orar por eles. Ore para que Deus mude seus corações e abra seus olhos (II Coríntios 4:4) à verdade do Evangelho. Ore para que Deus os convença de Seu amor por eles e sua necessidade de salvação através de Jesus Cristo (João 3:16). Ore por sabedoria em como você pode ministrar a eles (Tiago 1:5). Além de orar, você também precisa viver uma vida cristã santa na presença deles, para que possam ver a mudança que Deus já fez em sua própria vida (I Pedro 3:1-2). Depois de tudo o que foi dito, você deve estar desejoso e destemido para compartilhar o Evangelho. Proclame a mensagem de salvação através de Jesus Cristo a seus amigos e família (Romanos 10: 9-10). Esteja sempre preparado para falar de sua fé (I Pedro 3:15), fazendo-o com meiguice e respeito. Por fim, devemos deixar a salvação de nossos amados na dependência de Deus. É o poder e graça de Deus que salva as pessoas, não nossos esforços. A melhor e maior coisa que podemos fazer é orar por eles, a eles testemunhar e viver uma vida cristã perante cada um deles!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

QUANTO VALE QUEM VOCE AMA?

Jacó, filho de Isaque, filho de Abraão, saiu da terra de seu pai à procura de Labão, irmão de sua mãe, Rebeca. No caminho, chegou ao poço de Harã e lá encontrou alguns pastores que conheciam Labão. Eles estavam próximos ao poço esperando que todos os rebanhos chegassem para que pudessem tirar a pesada pedra da boca do poço. (Gênesis 29:1-30) Enquanto Jacó conversa com aquelas pessoas, chegou Raquel com as ovelhas de seu pai, Labão. Foi amor à primeira vista. Jacó ficou encantado com a beleza de Raquel e, talvez motivado pela paixão, revolveu a pedra do poço e deu de beber às ovelhas de Labão. Pela narração bíblica, Raquel também ficou encantada com Jacó e foi logo contar ao seu pai sobre ele. Labão ficou feliz em saber que Jacó era da família, por ser filho de Rebeca, e recebeu-o em sua casa. Labão tinha duas filhas, Raquel era a mais nova e o nome da mais velha era Léia. Raquel era formosa à vista, mas Léia não era muito bonita. Após um mês, Labão perguntou a Jacó sobre o salário que este desejava receber, e Jacó, por amar Raquel, disse que trabalharia sete anos para tê-la como esposa. Era um costume da época que o noivo pagasse para poder se casar. Labão aceitou. Jacó propôs trabalhar sete anos para ter Raquel como esposa. Imagine isso. Todos os dias Jacó se levantava e ia trabalhar pensando: o preço que terei que pagar nesse dia de trabalho não chega aos pés do valor inestimável de Raquel. Passou um mês, passaram dois meses, passou um ano, passaram dois, três, quatro anos e Jacó sempre com o mesmo pensamento: o preço do cansaço e do suor do trabalho não se compara ao valor inestimável de Raquel. "Assim, serviu Jacó sete anos por Raquel; e foram aos seus olhos como poucos dias, pelo muito que a amava." (Gênesis 29:20). Jacó nem percebeu o tempo passar devido ao seu imenso amor por Raquel. Ao final dos sete anos, Jacó pediu a Labão que lhe desse Raquel em casamento. Então, Labão preparou toda a festa, mas enganou Jacó enviando sua filha Léia (a mais velha) para se deitar com ele e, no outro dia, afirmou que não era o costume que a mais nova se casasse antes da mais velha. Labão já sabia disso antes dos sete anos de trabalho de Jacó, mas mesmo assim sustentou a mentira o tempo todo. Além disso, Labão disse que Jacó só receberia Raquel uma semana depois. E não foi apenas esse o problema, Labão disse que Jacó deveria trabalhar mais sete anos por Raquel (Gênesis 29:27). Você acha que Jacó aceitou? Sim, ele aceitou porque a amava imensamente. Isso sim é um exemplo de amor verdadeiro. Como e quanto você valoriza quem você ama? Existe algum valor em dinheiro que possa mensurar seu cônjuge? Jacó trabalhou 14 anos por Raquel. Ainda há tempo de despertar e passar a valorizar seu cônjuge. Dedique-se, valorize, elogie, ame e desfrute de um relacionamento baseado na incondicionalidade do amor de Deus. Dia a dia em Verdade