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segunda-feira, 23 de março de 2026

GLORIA

 Vivendo para a glória

"Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.1-3).
Algo que é extremamente irônico e igualmente triste quanto à geração de crentes atual é que não percebe o poder de vida que tem em si mesma. Uma vez que somos crentes em Cristo Jesus, tudo o que há para nós é sempre vida! Até mesmo a morte, paradoxalmente, é o acesso à plenitude de vida, eterna e perfeita. No texto epigrafado, o apóstolo Paulo afirma que já está em nós o poder para viver como se já fôssemos ressuscitados. Isso é real na vida do crente! Não é uma utopia ou um sonho inalcançável.
Isso se explica devido à nossa união com nosso Salvador. Paulo afirma que todos nós estávamos unidos com Cristo na cruz, em sua morte, bem como, quando saiu da tumba, em sua ressurreição. Isso quer dizer que, quando Jesus morre na cruz, morre com ele todos os eleitos. A morte para condenação, como resultado do pecado, foi consumada na cruz. É por isso que em nossa morte física herdamos eternidade!
De igual forma, quando Jesus ressuscita no primeiro dia da semana, sai com ele toda a multidão dos eleitos. Embora ainda estejamos nessa existência decadente, nós já morremos e já ressuscitamos com nosso Senhor há mais de dois mil anos. Assim, o poder da morte e da ressurreição de Cristo está em nós. Exatamente por isso é que podemos antecipar a vida da ressurreição que se dará tão-somente no último dia. Está em nós a capacidade de buscar viver a perfeição da ressurreição final. É verdade que jamais alcançaremos a vida plena de ressuscitado aqui, mas temos a bênção de buscar o máximo que pudermos. O Santo Espírito de Deus está em nós, desenvolvendo exatamente essa nova natureza. A receita da vida cristã estabelece que nosso olhar deve estar fito nos céus, não aqui na terra. Via-de-regra, quando estamos cansados e demasiadamente entristecidos é porque olhamos mais para esta terra do que deveríamos.
Devemos renunciar propósitos que estão radicados exclusivamente nesta existência em favor daqueles que estão orientados para as coisas celestiais. Nossos pensamentos devem estar radicados nas coisas do alto, pensando na glória que já vivemos e naquela que ainda está por vir. O "motor" que move o cristão não é a realização de seus sonhos terrenos, mas a vivência daquilo que não pode ser visto, mas é certo, não pode ser tocado, mas é a nossa convicção mais pura e real. Se nosso coração estiver refugiado no esconderijo do Altíssimo não será afetado exageradamente pelos acontecimentos deste mundo, mesmo os maiores sofrimentos. Muito de nosso sofrimento está no fato de nos radicarmos nesta existência decadente. Todavia, se mirarmos tão-somente a vida eterna, esvaziaremos a importância dos acontecimentos terrenais, fazendo com que os problemas que enfrentamos percam intensidade. De igual forma, se meus olhos estiverem fitos em Deus, não serei atraído pelas coisas deste mundo, secundando o reino de Deus e sua justiça.
Buscar as coisas do alto e pensar nelas é a vivência daquele que já morreu para esta terra e já vive para Deus. Se o meu "eu" já está morto para tudo o que a presente existência representa, como poderei ser afetado drasticamente por ela? Viver para Deus é a maior bênção que temos como prática durante todo o tempo de nossa peregrinação terrena. É estar aqui, mas vivendo o mundo recriado por Deus em Jesus Cristo, como ressuscitados, habilitados a deixar a presente existência de pecado e sofrimento para trás, antecipando o máximo que conseguirmos a realidade futura para o agora. Miraremos a alegria eterna, tirando os olhos dos problemas que muitas vezes nos angustiam. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus Vivendo para a glória
"Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.1-3).
Algo que é extremamente irônico e igualmente triste quanto à geração de crentes atual é que não percebe o poder de vida que tem em si mesma. Uma vez que somos crentes em Cristo Jesus, tudo o que há para nós é sempre vida! Até mesmo a morte, paradoxalmente, é o acesso à plenitude de vida, eterna e perfeita. No texto epigrafado, o apóstolo Paulo afirma que já está em nós o poder para viver como se já fôssemos ressuscitados. Isso é real na vida do crente! Não é uma utopia ou um sonho inalcançável.
Isso se explica devido à nossa união com nosso Salvador. Paulo afirma que todos nós estávamos unidos com Cristo na cruz, em sua morte, bem como, quando saiu da tumba, em sua ressurreição. Isso quer dizer que, quando Jesus morre na cruz, morre com ele todos os eleitos. A morte para condenação, como resultado do pecado, foi consumada na cruz. É por isso que em nossa morte física herdamos eternidade!
De igual forma, quando Jesus ressuscita no primeiro dia da semana, sai com ele toda a multidão dos eleitos. Embora ainda estejamos nessa existência decadente, nós já morremos e já ressuscitamos com nosso Senhor há mais de dois mil anos. Assim, o poder da morte e da ressurreição de Cristo está em nós. Exatamente por isso é que podemos antecipar a vida da ressurreição que se dará tão-somente no último dia. Está em nós a capacidade de buscar viver a perfeição da ressurreição final. É verdade que jamais alcançaremos a vida plena de ressuscitado aqui, mas temos a bênção de buscar o máximo que pudermos. O Santo Espírito de Deus está em nós, desenvolvendo exatamente essa nova natureza. A receita da vida cristã estabelece que nosso olhar deve estar fito nos céus, não aqui na terra. Via-de-regra, quando estamos cansados e demasiadamente entristecidos é porque olhamos mais para esta terra do que deveríamos.
Devemos renunciar propósitos que estão radicados exclusivamente nesta existência em favor daqueles que estão orientados para as coisas celestiais. Nossos pensamentos devem estar radicados nas coisas do alto, pensando na glória que já vivemos e naquela que ainda está por vir. O "motor" que move o cristão não é a realização de seus sonhos terrenos, mas a vivência daquilo que não pode ser visto, mas é certo, não pode ser tocado, mas é a nossa convicção mais pura e real. Se nosso coração estiver refugiado no esconderijo do Altíssimo não será afetado exageradamente pelos acontecimentos deste mundo, mesmo os maiores sofrimentos. Muito de nosso sofrimento está no fato de nos radicarmos nesta existência decadente. Todavia, se mirarmos tão-somente a vida eterna, esvaziaremos a importância dos acontecimentos terrenais, fazendo com que os problemas que enfrentamos percam intensidade. De igual forma, se meus olhos estiverem fitos em Deus, não serei atraído pelas coisas deste mundo, secundando o reino de Deus e sua justiça.
Buscar as coisas do alto e pensar nelas é a vivência daquele que já morreu para esta terra e já vive para Deus. Se o meu "eu" já está morto para tudo o que a presente existência representa, como poderei ser afetado drasticamente por ela? Viver para Deus é a maior bênção que temos como prática durante todo o tempo de nossa peregrinação terrena. É estar aqui, mas vivendo o mundo recriado por Deus em Jesus Cristo, como ressuscitados, habilitados a deixar a presente existência de pecado e sofrimento para trás, antecipando o máximo que conseguirmos a realidade futura para o agora. Miraremos a alegria eterna, tirando os olhos dos problemas que muitas vezes nos angustiam. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus

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